Exposição “Coletiva Coletivos – Mostra de Gravuras” – Projeto Entre Conversas

O Museu Casa das 11 Janelas, a Galeria Theodoro Braga e o Atelier do Porto promovem um amplo circuito de exposições e debates sobre a gravura contemporânea brasileira, a partir da produção local e de diversos coletivos que atuam em São Paulo. A parceria reflete a posição madura de artistas, curadores e gestores em compreender que instâncias de natureza pública e movimentos independentes podem atuar lado a lado. Coletiva/Coletivos surpreende pela beleza e diversidade, além de proporcionar um quadro vivo e dinâmico do movimento da gravura, hoje, no Brasil.

Por Armando Sobral

Rumos Cinema e Vídeo – Museu Casa das Onze Janelas

 

De 13 a 24 de julho, o Rumos Cinema e Vídeo leva a Belém o que há de mais contemporâneo na linguagem audiovisual. Na capital paraense, a mostra ocorre no Museu Casa das Onze Janelas.

No espaço expositivo, três obras selecionadas estarão projetadas. Em monitores e computadores, o público poderá assistir aos Filmes e Vídeos Experimentais, aos Documentários para Web e aos Espetáculos Multimídia registrados durante a exposição de estreia desta edição do Rumos, em São Paulo.

Você pode assistir a entrevistas com todos os participantes no nosso canal do YouTube. Além disso, acessar, na página do Rumos, um texto crítico sobre os selecionados, as biografias e os Documentários para Web.

Programação – Belém, Pará
quarta 13 a domingo 24 de julho

quarta 13
às 20h
Abertura

quinta 14 a domingo 24 de julho
Exposição

das 10h às 18h, de terça a domingo

Acesse a programação no site
Assista aos Documentários para Web
Confira as entrevistas com os diretores

espaço expositivo

 

0fps: Southbank (40 min) [em looping]  Gabriel Menotti
Plataforma (26 min) − Cinthia Marcelle e Tiago Mata Machado
Casa−Construção (15 min) − Katia Maciel
Documentários para Web
(dois computadores para exibição)

Cidades Visíveis (8 min) − LAT-23
Sinfonia (8 min) − Aline Portugal, Julia Mariano, Julia De Simone e João Costa
O Voo de Tulugaq (8 min) − André Guerreiro Lopes
O Som do Tempo (8 min) − Petrus Cariry
Polivolume: Conexão Livre (8 min) − Claudia Afonso, Gabriel Gutierrez e Pedro Vieira
Satélite Bolinha (8 min) − Bruno Vianna
O Céu nos Observa (8 min) − Daniel Lima


Filmes e Vídeos Experimentais

(sete TVs de LCD para exibição)

Desassossego (Filme das Maravilhas) (63 min) − Felipe Bragança e Marina Meliande
Alquimia da Velocidade (52 min) − Arthur Omar
A Redação (26 min) − Andréa Midori Simão e Thiago Faelli
Enquadro Episódio 2: Tiaguinho da Redenção (26 min) − Casadalapa
Cellphone (15 min) − Daniel Lisboa
A Verdadeira História da Bailarina de Vermelho (15 min) − Alessandra Colasanti e Samir Abujamra
Museu dos Corações Partidos (15 min) − Inês Cardoso
Espetáculos Multimídia
(uma TV de LCD exibe registros das performances e da exposição realizadas em setembro de 2010, em São Paulo)

Storm − duVa
Sequenze − Raimo Benedetti
Pelas Fendas − Sandro Canavezzi de Abreu


Museu Casa das Onze Janelas | Praça Dom Frei Caetano Brandão s/n° Cidade Velha – Belém PA

informações: 91 4009 8825 | www.museucasadasonzejanelas.blogspot.com


Bate-papo “Diários da Cidade” – II Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia – Museu Casa das Onze Janela

Os fotógrafos que participam da mostra “Diários da Cidade” são convidados a um debate com o público sobre a sua condição de cronistas visuais e as possíveis mudanças existentes na transposição de suas imagens para o espaço da galeria. O bate-papo homônimo, que contará com a participação do fotógrafo Octávio Cardoso, editor de fotografia do Diário do Pará, com mediação da jornalista Dominik Giusti, acontece na próxima quinta-feira (31), às 19h, na Sala Gratuliano Bibas, no Museu Casa das Onze Janelas.

Ao transpor o trabalho das páginas de um jornal para uma galeria de arte, certas intenções e práticas mais factuais abrem espaço para uma leitura mais plástica da ação de registro, livre das legendas e das informações objetivas. Sem perder o embalo do calor das ruas podemos observar, em um tempo mais longo, o trabalho destes fotógrafos e perceber outros tempos superpostos em suas imagens.

PARTICIPE

Bate-papo “Diários da Cidade”, com Octávio Cardoso e fotógrafos do Diário do Pará. Nesta quinta-feira (31), na Sala Gratuliano Bibas, no Museu Casa das Onze Janelas. Informações: 3224-0871 / 3242–8340 / contato@diariocontemporaneo.com.br

Fonte: Prêmio Diário Contemporâneo

Exposição “O Olhar em Construção” – Laboratório das Artes do Museu Casa das Onze Janelas

O Museu Casa das Onze Janelas, realizou através da iniciativa e trabalho do professor Valério Silveira, em parceria com os educadores do museu, a oficina fotográfica “O Olhar em Construção” . Tal atividade veio integrar a programação educativa da mostra “LUIZ BRAGA o percurso do olhar – Mostra da Coleção Luiz Braga do Museu Casa das Onze Janelas.


Depois de algumas visitas feitas pelo professor Valério , a exposição, com a participação de seus alunos, e em conversas com a educadora do museu, Bianca Shiguefuzi , surgiu a idéia da realização de uma ação em parceria para ter como foco a exposição da Coleção Luiz Braga. Desta forma , com anuência da instituição , que investiu na proposta, aconteceu em todas as sextas-feiras do mês de novembro, os desdobramentos da atividade de forma gratuita aos 14 participantes, que confeccionaram máquinas fotográficas artesanais a partir da estrutura de caixas de fósforo e demais materiais próprios para a referida técnica, realizaram passeios fotográficos para realização das imagens e discutiram e refletiram  acerca do ato de fotografar, tendo com recorte a obra de Luiz Braga.

A ação alcançou seu objetivo de integrar o museu a comunidade, através de atividades educativas em torno de suas exposições, e mais especificamente neste caso, à difusão de seu acervo, na qual os integrantes da oficina puderam conhecer mais sobre a obra deste importante fotógrafo paraense e de um modo geral sobre a fotografia produzida em nosso Estado. Desta forma o museu apresenta ao público, parte do material produzido na oficina na exposição “O Olhar em Construção” que abre amanhã no Laboratório das Artes, com imagens realizadas pelas participantes Camille Nascimento, Deborah Cabral, Mara Tavares e Julieth Corrêa, junto com fotografias de Valério Silveira.

O Museu Casa das Onze Janelas , compreende que é de fundamental importância a realização de ações como esta, que promovem a valoração, a pesquisa, a preservação e a comunicação do seu acervo, oferecendo ao público atividades de difusão de conhecimento através de exposições, publicações, oficinas , palestras e demais ações educativas. Tendo como objetivo a valorização, o fomento e a difusão das artes visuais paraense e o fortalecimento das ações desenvolvidas pela instituição, que  afirma seu perfil de arena de reflexão, fomento e difusão cultural com ações que trabalharam os processos de democratização da arte, inclusão social e cidadania.

 

Conversa com o fotógrafo Luiz Braga – dia 20 de outubro (quarta) no Museu de Arte Contemporânea Casa das Onze Janelas

 

O fotógrafo Luiz Braga, foi contemplado em 2009, com o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça/FUNARTE, que propiciou a destinação da série premiada “Verde-Noite, 11 raios na estrada nova, fotografia, nigthvision” , composta de obras inéditas não pertencentes a nenhum acervo público, ao acervo do Museu de Arte Contemporânea Casa das Onze Janelas, juntamente com obras referentes a “visualidade popular”, obras em P&B e demais outros trabalhos de autoria do artista.  Ação que possibilitou a considerável ampliação do pequeno acervo de obras do autor já pertencentes ao museu, vindo a concretizar a formação da primeira Coleção de fotografias específicas do artista em uma instituição museológica da região norte.

Para apresentação da referida Coleção ,o Museu Casa das Onze Janelas e Luiz Braga , realizam a exposição LUIZ BRAGA o percurso do olhar, aberta no  dia 18 de agosto com encerramento no dia 30 de dezembro de 2010.  A mostra é uma oportunidade para que o público local, possa acompanhar a trajetória deste importante fotógrafo paraense que integra já há alguns anos, a história da arte produzida no Brasil. O artista não realizava exposição individual em Belém desde o ano de 2005, quando apresentou a grande mostra de sua produção no projeto “Arraial da Luz. Sendo também, a presente mostra, sua primeira exposição em nossa capital, depois da participação na 56ª Bienal de Veneza,como um dos dois representantes brasileiros na tradicional mostra internacional de arte.

Na exposição LUIZ BRAGA o percurso do olhar, estão sendo apresentadas um total de 50 fotografias que compõem a recente coleção formada pelo Museu Casa das Onze Janelas. Desta forma, a referida coleção da instituição museológica paraense, se iguala em quantidade e potência à coleção do Museu de Arte Moderna de São Paulo, e equipara-se à instituições brasileiras e internacionais que possuem em seus acervos , coleções públicas de trabalhos emblemáticos da trajetória do artista, como a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu de Arte Moderna da Bahia,  Museu de Arte Contemporânea – MAC/USP, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte da Pampulha(MG), Museu de Arte Assis Chateaubriand -MASP,Coleção Pirelli/ Masp de Fotografia, Coleção Porte Seguro de Fotografia, Casa de Cultura Laura Alvim (RJ), Fundação Rômulo Maiorana, Centre Culturel Les Chiroux,Bélgica, Centro Portugês de Fotografia, Porto, Portugal , Photographic Resource Center at Boston University,Boston,EUA e  do Miami Art Museum.

 

SERVIÇO:

Exposição: LUIZ BRAGA o percurso do olhar

Período : 19 de agosto a 30 de dezembro de 2010

Horário: de terça a sexta, 10h às 18h. Sábados e Domingos, 10h às 16h.Feriados: de 9h às 13h

Programação paralela : Conversa com o artista com a participação da crítica de arte convidada Marisa Mokarzel   –  20 de outubro às 19h

Local: Museu de Arte Contemporânea Casa das Onze Janelas, Praça Frei Caetano Brandão s/nº- Cidade Velha – Belém/PA

Realização: Secretaria de Estado de Cultura, Sistema Integrado de Museus, Museu Casa das Onze Janelas

Apoio: FUNARTE, Fundação Rômulo Maiorana, Associação Amigos dos Museus do Pará- AMU-PA , SOL Informática e Matapi Produções.

Luiz Braga – Currículo Resumido

Nasceu em Belém (PA) em 1956. Iniciou-se na fotografia aos 11 anos, aos 19, montou seu primeiro estúdio, voltado para retratos, publicidade e fotografia de arquitetura. Em 1983 formou-se em arquitetura pela UFPa.

Até 1981, desenvolveu trabalhos basicamente em preto e branco. Após essa fase, encanta-se com a cor da visualidade popular da Amazônia, que se transformou no principal alicerce à partir do qual o fotógrafo projeta suas imagens, sendo  o homem e seus rastros impressos nas áreas ribeirinhas de suas cidades, os elementos que determinam a construção de uma fotografia tecida em cores, luzes e signos extraídos de realidades culturais locais sem restringir–se e sem deixar–se aprisionar pelo espaço regional.

Em 1984 realiza a mostra “No Olho da Rua”, sua primeira exposição em São Paulo e aquela considerada pelo autor como seu primeiro passo na constituição de sua obra.

Conquistou em 1987 o Prêmio Marc Ferrez, conferido pelo Instituto Nacional da Fotografia da Funarte, com o ensaio A Margem do Olhar, no qual retratou em preto e branco a dignidade do cabloco amazônico em seu ambiente. Foi premiado em 1991 com o Leopold Godowsky Color Photography Award, pela Universidade de Boston. Em 1996 obteve a Bolsa Vitae de Artes para realizar o trabalho Amazônia Intimista. Em 2003 foi o artista homenageado no XXI Salão Arte Pará, com sala especial, e recebeu o Prêmio Porto Seguro de Fotografia.

Realizou mais de 120 exposições, entre individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Suas fotografias compõem importantes coleções privadas e públicas como a do Centro Português de Fotografia, da Pinacoteca do Estado de São Paulo, do Miami Art Museum, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e do Museu de Arte Moderna de São Paulo que, em 2005, publicou o catálogo-livro “Retratos Amazônicos” e  realizou a exposição homônima ao título do livro, em homenagem aos 30 anos de carreira do artista paraense. A comemoração foi realizada também com a grande retrospectiva “Arraial da Luz” montada no espaço do arraial de Nazaré em Belém.

Em 2009, Luiz Braga foi um dos dois representantes brasileiros escolhidos para participar da  53a. Bienal de Veneza.

Em novembro, do mesmo ano, foi contemplado com o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça/FUNARTE que propiciou a destinação da série premiada “Verde-Noite, 11 raios na estrada nova, fotografia, nigthvision” , ao acervo do Museu Casa das Onze Janelas, juntamente com as demais obras doadas pelo artista.  Ação que possibilitou a considerável ampliação do pequeno acervo de obras do autor já pertencentes ao museu, vindo a concretizar a formação da primeira Coleção de obras específicas do artista em uma instituição museológica da região norte.

Luiz Braga, trabalha como fotógrafo independente, em Belém.

Marisa Mokarzel  – Currículo Resumido

 

Doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará e mestre em História da Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Coordenadora Adjunta do Mestrado em Comunicação, Linguagens e Cultura, da Universidade da Amazônia.

Professora de História da Arte dos cursos de Artes Visuais e Tecnologia da Imagem; de Moda e de Arquitetura, da Universidade da Amazônia. Coordenadora Técnica do Projeto Rios de Terras e Águas: navegar é preciso, que participou do Programa Petrobras Cultural e gerou um livro e um DVD (2010) sobre seis artistas contemporâneos do Pará.

Foi diretora e curadora do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas da Secretaria Executiva de Cultura do Estado do Pará.

Realizou juntamente com Rosangela Britto a curadoria da exposição inaugural do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas e a idealização do Laboratório das Artes, sala projetada para atender mostras experimentais.

Foi curadora do Rumos Visuais do Itaú Cultural 2005/2006, da Mostra Fiat Brasil 2006 e curadora adjunta da Bienal Naif de Piracicaba – SP 2006. Participou da comissão de seleção dos Projetos: Cultura e Pensamento (2006); Conexão Artes Visuais FUNARTE (2007); e Arte e Patrimônio (2007). Participou como palestrante convidada da mesa-redonda A ambigüidade na modernidade tardia, na ARCO8, 27ª Feira Internacional de Arte Contemporânea, em Madri (2008).

Tem realizado curadorias independentes e entre as curadorias realizadas estão: Contigüidades, arte no Pará dos anos 1970 a 2000, juntamente com Orlando Maneschy e Alexandre Sequeira, realizada no Museu Histórico do Estado do Pará (2008) e a individual de Jeims Duarte no Instituto Cultural Banco Real de Recife (2008).

Curadora juntamente com Orlando Maneschy do Arte Pará 2009.

Curadora convidada da Sala especial/ artista homenageado , Armando Queiroz -Arte Pará 2010.

Fonte: Museu de Arte Contemporânea Casa das Onze Janelas

Marcone Moreira abre duas exposições no Feliz Lusitânia

O MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA CASA DAS ONZE JANELAS/ SIM / SECULT , convida para a abertura das exposições:

“MARGEM” PRÊMIO SECULT DE ARTES VISUAIS & “BANZEIRO” PRÊMIO DE ARTES PLÁSTICAS MARCANTONIO VILAÇA /FUNARTE do artista visual MARCONE MOREIRA

Sendo assim, tem o prazer de convidar para a abertura da 22ª mostra contemplada no Edital de Artes Visuais, “MARGEM” de Marcone Moreira, instalação artística . Segundo o artista A idéia do trabalho surge a partir de um fragmento de texto do poeta paraense João de Jesus Paes Loureiro: “Entre o rio e a floresta, o infinito”. Compreendo que nesse infinito encontra-se a margem, definida em seu conceito geográfico como o encontro da água com a terra. A peça que compõe o trabalho é uma estrutura que serve como contrapiso no fundo de uma canoa, embarcação usada como veículo de ligação entre as margens. Por isso optei por essa montagem, onde o trabalho se acomoda entre o chão e a parede que, mesmo partindo de uma estrutura rígida, dá uma idéia de fluidez.”

A segunda instalação , trata-se de “BANZEIRO” , contemplada no Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça/FUNARTE.

Em consonância às ações de aquisição e difusão de seu acervo, o Museu Casa das Onze Janelas/SIM/Secult, referendou a proposta apresentada pelo artista Marcone Moreira ao Edital Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça/FUNARTE 2009, prêmio, que que tem como objetivo, incentivar produções artísticas inéditas e destiná-las à acervos de instituições museológicas públicas e privadas sem fins lucrativos, fomentando a difusão e a criação das artes visuais no Brasil. Sendo assim, o artista veio a ser premiado e destinou ao Museu Casa das Onze Janelas a instalação “BANZEIRO”, obra inédita não pertencente a nenhum acervo público. A instalação artística é composta de 30 cavernames ( peças curvas de madeira que dão forma ao casco das embarcações) em dimensões variáveis.

Marcone Moreira é artista do Norte do Brasil ,com ampla produção e participações diversas em projetos de relevância nacional e internacional. Desenvolve um trabalho que surge a partir da coleta de materiais de descarte, com os quais elabora e constrói associações de planos de matéria ,formas e cores. Aliando arte construtiva com a rudeza de tais materiais. Sua produção é intimamente vinculada ao local de moradia do artista, Marabá . Segundo Augusto dos Anjos, em texto de apresentação de uma individual do artista , observa que “ao transformar esses restos em coisas novas, Marcone Moreira afirma, ademais, a dupla importância que o lugar onde vive – a cidade de Marabá (Pará), bem ao norte do país – possui para sua produção. Por um lado, é desse lugar de intensa movimentação de pessoas e cargas (lá se cruzam dois rios, a rodovia Transamazônica e a ferrovia Carajás) que vem quase todo o material – descarte de coisas que não possuem mais a sua funcionalidade original – que o artista seleciona, secciona, agrupa e resignifica como coisa sua”   .

Desta forma, entendendo que aquisições de acervo são indispensáveis num país que sabe construir simbolicamente sua identidade e que é através da formação de uma coleção museal que torna-se possível o desenvolvimento de ações de pesquisa para produção, realização e difusão de conhecimento, o Museu Casa das Onze Janelas, referendou e incorporou a obra “Banzeiro” em seu acervo, uma vez que a ampliação de suas coleções , configura-se em uma ação fundamental da instituição, tendo como objetivo a valorização,  o fomento  , a difusão das artes visuais paraense e o fortalecimento das ações desenvolvidas pelo museu, que  afirmará seu perfil de arena de reflexão, fomento e difusão cultural com ações que trabalham os processos de democratização da arte, inclusão social e cidadania.

Serviço:
local: Jardim do Museu do Forte do Presépio
visitação : de 07 de outubro a 14 de novembro de 2010.
Praça Frei Caetano Brandão s/ nº – Cidade Velha – Belém – PA

Fim da enquete: “Qual seu museu preferido no Pará?”

O Museu de Arte Contemporânea Casa das Onze Janelas recdebeu 35,85% dos votos e saiu como o museu preferido dos vistitantes do Xumucuís. Possuindo três salas para exposições temporárias o Onze Janelas é o museu que mais movimenta a arte contemporânea paraense. Tem sempre uma exposição nova em cartaz e com a criação do Prêmio SIM de Artes Visuais em 2008 ele democratizou o acesso a seus espaços expositivos. Dirigido atualmente pela artista plástica Nina Matos é um espaço privilegiado pela localização, sítio histórico da fundação da cidade de Belém, e foi inaugurado em 2002 pela gestão do Secretário de Cultura Paulo Chavez e com a coordenação da museóloga Rosângela Britto.

Até a criação do Museu do Estado do Pará e do Museu de Arte de Belém a palavra “museu” só tinha um destino, o Museu Paraense Emílio Goeldi. Hoje o MPEG é bem mais do que um museu de historia natural, é um centro de pesquisas referência de estudos da amazônia. Em nossa enquete ele ficou em segundo lugar com 26,42% dos votos.

Museu do Marajó com 15,09%, Museu de Arte Sacra com 13,21% e Museu de Arte de Belém 7,55% completam a lista desta enquete informal do Xumucuís. Até a próxima.

Exposição “RAZÕES DO CORPO” de Elieni Tenório – Sala Gratuliano Bibas , Museu de Arte Contemporânea Casa das Onze Janelas


“Avalio a fase atual de minha produção artística como uma síntese de minha trajetória, uma ampliação de meu universo plástico e das formas com as quais represento as práticas femininas.
A exuberância de cores e a multiplicidade de informações, características da fase inicial cederam lugar ao abstrato, e com ele vieram as linhas gráficas revestindo a superfície de telas mapeando os suportes como segunda pele.Considero de fundamental importância no meu processo de criação artística os esboços dos objetos. Os desenhos buscam a melhor adequação dos objetos aos suportes, em particular no que se refere aos manequins, e ainda permitem exercitar as possíveis soluções quanto a sua arquitetura. Neste sentido, são importantes também as pesquisas que venho realizando com o tecido visando obter a coloração e a consistência desejadas para os objetos, utilizando tinta, pigmentos diversos e cola. Esse processo, não linear, é desafiador. É um processo de construção/desconstrução que tem como referencial a roupa enquanto segunda pele. O produto do meu trabalho não tem compromisso com o utilitário, transcende a indumentária, revela fantasias e transita entre a tênue fronteira que separa o sensual e o erótico.”

Elieni Tenório em Mostra contemplada no PRÊMIO SECULT DE ARTES VISUAIS

Abertura – 21 de setembro – às 19:30h
Visitação – 22 de setembro a 24 de outubro de 2010
Terça a Domingo – 10h ás 16h I feriados – 9h às 13h
Sala Gratuliano Bibas , Museu Casa das Onze Janelas
Praça Frei Caetano Brandão, s/n. Cidade Velha. Belém – PA

Exposição “ANTES DE VER, REVEJA” de Nailana Thiely – Laboratório das Artes, Museu de Arte Contemporânea Casa das Onze Janelas

“É um projeto de intervenção urbana que procura investigar a percepção/recepção de peças gráficas de fácil reprodução (como cartazes lambe-lambe, folhetos, adesivos, displays e material publicitário em geral), com mensagens modificadas e inseridas no espaço urbano em vias de fluxo intenso de pessoas e veículos.
O projeto pretende explorar a estética da velocidade no cenário urbano e atenuar as discussões sobre definições clássicas de público de arte, espaço artístico, identidade, valor e propriedade artística, valendo-se de temáticas ligadas ã violência urbana e ao imaginário coletivo. Ao interagir nas ruas com um público “não-iniciado” a respeito de uma “obra de arte”, pretende gerar novas percepções nos locais públicos e fazer destes territórios espaços de inserção artística.
Além da intervenção em si, o projeto também registra em vídeo a opinião do público sobre o impacto da obra – quando há – em seus pensamentos cotidianos, investigando se estas intervenções interferem de forma positiva e participativa na vida das pessoas, ao disputar e utilizar o espaço público em meio à poluição visual.”

Nailana Thiely em Mostra contemplada no PRÊMIO SECULT DE ARTES VISUAIS

Abertura – 21 de setembro – às 19:30h

Visitação – 22 de setembro a 24 de outubro de 2010

Terça a Domingo – 10h ás 16h I feriados – 9h às 13h

Laboratório das Artes, Museu de Arte Contemporânea Casa das Onze Janelas

Praça Frei Caetano Brandão, s/n. Cidade Velha. Belém – PA

“da brancura infinita ao olor fugaz em Mais Rapidamente Para o Paraíso de Luciana Magno” – de Luizan Pinheiro

“A carne, a arte arde, a tarde cai, no abismo das esquinas.

A brisa leva traz o olor fugaz do sexo das meninas”.

O Homem Velho.Música de Caetano Veloso do disco Velô e Banda Nova (1984).

da brancura infinita. a pele. a pele que sai da pele. a esconder qualquer voz que a demarque. des.marcação in.visível. o silêncio da própria tessitura que a constitui a inibir qualquer mote. o monte no céu. o cio sob(re) nuvens. mergulha no fundo do branco.azul. desliza sobre o silêncio e desfigura o tanto. ela que lá está. da beleza. o corpo. percurso singelo sobre rodas entontecidas num frêmito de olhares vadios. a brancura rege o tempo da matéria. a fibra sintética floresce por todo o espaço. agora sim. projeta-se no pós.vazio. toma os olhos de todos. como a re.velar a nudez que zomba de Eros. este. apartado da cena. pois sua força já é toda branda. branca. o movimento sobre rodas tira o foco do que poderia ser sedução. tesão. tara. há mais branco aqui do que supunha a vertigem de um felino a vacilar na busca da brancura da carne. do sangue não mais. mas algo mais. o dizer de um lugar perdido de quem o corpo se flagra no vislumbre de um abrigo fluido. nuvem. nudez embranquecida a engendrar na corporeidade de sua imponderabilidade os sentidos de estranhos. acusam movimentos tortos sobre rodas. rotas. lá onde o chão que a descreve permite o fake do antro fechado a falsear o fora. boxing Luciana. antro fechado na composição do mundo.caixa de construção do movimento em duplicidade. o real e o virtual. dose dupla para embebedar corpos. o real é entre. entretenimento do que cabe na arte sua pulsação do jogo. do ardil. entrevisto num devir sobre rodas no que sugere o aberto no fechado. o fora no dentro. o virtual é fluido a emanar do in.color. fluidez da ninfa de púbis setentista a des.aparecer no incorpóreo do espaço virtual. virtualidade oblíqua a definir um todo na tez matizada em róseos e brancos. o desaparecimento é a condição de que o silêncio é todo tomado por ele mesmo. o silêncio. olhos de não.mais.se.ver remetem a um tempo longínquo que a imagem esvazia. esvaziamento todo carregado de uma lentidão que afirma a rapidez a um paraíso desinvestido da referência felliniana. a que se dá no título. e no outro ponto tem.se o rumor de vôo. toco então um Bach. o Richard do poético Fernão Capelo Gaivota. do mesmo o outro vôo. “o paraíso é uma questão pessoal”. todo paraíso pode ser perdido. ou alcançado segundo o que se quer que seja paraíso. ou se todo paraíso que se quer que seja paraíso está sempre longe. no mesmo registro bachiano. “longe é um lugar que não existe”. e se longe é um lugar que não existe nunca se chega ao paraíso nem mais rapidamente ou lentamente. talvez só sonolentamente. durma com um silêncio desse. porque o sono é o possível de uma recomposição ao visual. é esta sensação disparada pelo tempo da videoinstalação na pulsação da brancura infinita de que se sustenta a armadilha-Luciana. pode ser que alguém caia na armadilha in-suspeita. o que nos leva a um outro eixo desta armação crítico.poética intensificada num des.lugar. o corpo. em registro fluido da fêmea no deslize das emanações de um olor fugaz do sexo da moça . o sexo da moça branca nua não se demora no revés do olhar. é menos sexo. mesmo sendo. tudo ali é fugaz. nunca andar sobre aros entontecidos o fora. a fugacidade é corte no vazio de quem entra no jogo da ninfa silenciosa e seu quase.riso. quase.sexo. quase. quasímodos a olhar a moça na sua fuga para o paraíso. deixando em aberto a condição outra do jogo. regido por um pequeno demônio a levar os expectadores sobre rodas a sentirem-se mais leves. num falso.céu adocicado. adocicado sim pela substituição neste críticolhar da fibra sintética por algodão.doce. porque a vida é doce como queria o Lobo que era mau. e por um tempo efêmero a vida passa sobre rodas. a nos dizer de um paraíso que se quer para além da fugacidade que a videoinstalação sugere. construído numa passagem que a arte abre. está.se diante de um dizer que é quase.mudo na sua fração de arte. fração que é força de silêncio. tanto no vôo quanto na queda das rodas. mais lentamente para o paraíso tem uma verdade.fêmea que se expressa num domínio incessante do corpo da obra e do corpo.imagem da artista. toda. a obra. fechada como corpo no cubículo real.virtual de que é necessário pisar. e se “para pisar no coração de uma mulher basta calçar um coturno com pés de anjo noturno” na fina ambigüidade perceptiva de Chico Cesar. para pisar em mais rapidamente para o paraíso de Luciana Magno basta calçar patins.

ao som de Turn do disco The Man Who (1999) do Travis.

Luizan Pinheiro é Doutor em Artes Visuais

(História e Crítica de Arte) pela UFRJ.

Professor da Faculdade de Artes Visuais do Instituto

de Ciências da Arte – FAV/ICA da UFPA e do

Programa de Pós-Gaduação em Artes- PPGARTES do mesmo Instituto.

Mais Rapidamente para o Paraíso // Luciana Magno – Exposição Museu Casa das Onze Janelas

“Mais Rapidamente para o Paraíso”

Luciana Magno em “Mais Rapidamente para o Paraíso” convida-nos a participar de um jogo sensorial, lúdico, no qual é difícil permanecer indiferente. Neste jogo, Luciana e nós, somos peças integrantes da ação.

O que ela nos propõe é a criação de um espaço destinado ao exercício da poesia do prazer, do mover-se livremente, sem regras e objetivos preestabelecidos, um espaço onde não há vitórias para aqueles que souberem jogar.

Adentramos no espaço branco e silencioso com a música de nossos corpos, em direção a projeção de uma Eva cibernética nua que patina nas nuvens, numa viagem pelo ar, cabelos ao vento, a menina nos seduz a uma deriva para que possamos alçar vôo na descoberta de um novo espaço. Um vôo alto em direção a outros céus.

Liberdade/invenção/experimentação são truques usados para nos proporcionar determinadas sensações físicas em direção ao êxtase, como “Alice no País das Maravilhas” nos propicia a oportunidade de criarmos nosso próprio espaço e tempo. Imersão plena numa vivência sensorial.

Solon Ribeiro

A ARTISTA

Formada em Artes Visuais pela Universidade da Amazônia, Luciana é da nova geração de artistas de Belém e aos 23 anos já têm em seu currículo um terceiro prêmio do Salão Arte Pará do ano de 2009 e o Prêmio de Artes Visuais do Sistema Integrado de Museus/Secult.

Serviço :

“Mais Rapidamente para o Paraíso”

artista: Luciana Magno

Abertura: 04 de Agosto de 2010 às 19:30h

Visitação: 05 de agosto a 10 de setembro de 2010

Horários: terça a domingo – 10h às 16h I feriados – 9h às 13h

Local: Sala Gratuliano Bibas – Museu Casa das Onze Janelas – Praça Frei Caetano

Brandão, s/n – Cidade Velha – Belém – PA

Fone: (91) 4009-8825/8823

Segmento: vídeo instalação

PLENÁRIA ESTADUAL DO SETOR MUSEOLÓGICO

PLENÁRIA ESTADUAL DO SETOR MUSEOLÓGICO

Museu Histórico do Estado do Pará

O IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus realizará o IV Fórum Nacional de Museus no período de 12 a 17 de julho de 2010 em Brasília – DF, com o objetivo de mobilizar, refletir, avaliar e estabelecer diretrizes para a Política Nacional de Museus.

Este ano, o IV Fórum Nacional de Museus se reverte de grande relevância, pois o mesmo tem como um dos objetivos debater e aprofundar as propostas  aprovadas na II CNC, relativas aos museus e Elaborar e aprovar as Diretrizes do Plano Nacional Setorial de Museus definindo assim os princípios norteadores  da política museológica para todo o Brasil.

O IV Fórum será antecedido por Plenárias Estaduais e Distritais durante o mês de junho, tendo por base cinco eixos temáticos: Produção simbólica e diversidade cultural; Cultura, Cidade e Cidadania; Cultura e Desenvolvimento Sustentável; Cultura e Economia Criativa; Gestão e Institucionalidade da Cultura.

A plenária do Estado do Pará será um espaço importante de discussão e troca de experiências entre todos os seguimentos da sociedade, para a organização e fortalecimento do campo museológico na Região Norte e no Brasil, onde serão debatidas e aprovadas as propostas do Estado que serão encaminhadas e defendidas no IV Fórum Nacional de Museus.

Diante do exposto, temos o prazer de convidar a todos para participar da Plenária Estadual de Museus do Pará que será realizada no dia 21 e 22 de junho, no Museu do Estado do Pará – MEP – Salão transversal – praça Dom. Pedro II s/no – cidade Velha – Belém/PA.

Atenciosamente,

Renata Maués

Diretora do SIM/SECULT


DATA: 21 e 22/junho/2010

LOCAL: Salão Transversal / Museu do Estado do Pará – MEP

Dia 21/06

08h – Abertura Oficial

Manhã

08h30 às 09h30 – Eixo 1 – Produção Simbólica e Diversidade Cultural

Palestrante: Jane Beltrão – UFPA

Valmir Carlos Bispo Santos – Superintendente Fundação Curro velho

Mediador: Jeam Lopes – Diretor do Museu do Círio

09h30 às10h30 – Eixo 2 –  Cultura, Cidade e Cidadania

Palestrante: Jussara Derenji – Museu da UFPA

Carlos Henrique Gonçalves – Diretor de Cultura SECULT

Mediador: Rosa Arraes – Museu de Arte de Belém

10h30 às 11h00 – Intervalo

11h00 às 12h00 – Eixo 3Cultura e Desenvolvimento Sustentável

Palestrante: Ecomuseus  da Amazônia ( confirmar nome)

Lélia Fernandes – Diretora do Patrimônio /SECULT (a confirmar)

Mediador:

Tarde

14h30 às 15h30 – Eixo 4Cultura e Economia Criativa

Palestrante: Rosangela Britto ( a confirmar)

Ana Elizabeth Almeida – Secretária Adjunta da SETER ( a confirmar)

15h30 às 15h45 – Intervalo

15h45 às 16h45 – Eixo 5Gestão e Institucionalidade da Cultura

Palestrante: Cincinato Marques Júnior – Secretário de Cultura

Maria Dorotea Lima – IPHAN (a confirmar)

Mediador: Flávio de Carvalho /DEPHAC

Dia 22/06

Manhã

09h00 às 12h00 – Discussão em grupo

Tema: 05 eixos

Tarde

14h30 às 18h00 – Plenária Final

Outros Prazeres ou Aquilo que Amou ter de Volta

Outros Prazeres ou Aquilo que Amou ter de Volta – um diálogo com o acervo da Casa das 11 Janelas – curadoria Orlando Maneschy

com Courtney Smith, Douglas Marques de Sá, Laura Vinci,
Newton Mesquita, Marco Paulo Rolla, Hildebrando Castro,
Adir Sodré, Miguel Rio Branco, Cildo Meireles, Lina Kim,
Nazaré Pacheco, Yiftah Paled, Laércio Redondo,
Marcelo Coutinho, Paulo Climachauska, Rosângela Rennó,
José Guedes, Orlando Maneschy e Cláudia Leão.

Período: de 04 de junho a 11 de julho de 2010

de terça a domingo , de 10h às 16h – feriados : de 09h às 13h.

O Museu Casa das Onze Janelas fica na Praça Frei Caetano Brandão s/ nº, Cidade Velha- Belém/PA. CEP: 66020-310.

Ingresso: R$2,00. Todas as terças-feiras do ano a entrada é franca.

Gratuidade: crianças até 7 anos , adultos a partir dos 60 anos, portadores de necessidades especiais,
grupos agendados e turmas da rede de ensino agendadas . Agendamento : (91) 40098845 – Educativo SIM.

Informações: (91) 40098825/40098823/40098821. E-mail: onzejanelas@gmail.com

http://museucasadasonzejanelas.blogspot.com/

“Poltrona para Assistir a Máquina do Som!…Toque, meus discos…” do artista JOCATOS

Abertura dia 12 de maio às 19:30 h

Local Sala Gratuliano Bibas

Período da : 13 de maio a 13 de junho

Local:Sala Valdir Sarubbi de terça a domingo, das 10h às 16h


Mais informações sobre a mostra no blog : http://museucasadasonzejanelas.blogspot.com/

O Artista:

Natural de Belém do Pará. Designer, Gravador, Pintor, Escultor e Educador, o artista Jocatos, João Carlos Tores , tem especialização em Estudos Culturais da Amazônia pela Universidade Federal do Pará UFPA, com mostras e premiações artísticas em salões. bienais e acervos em museus locais, nacionais e internacionais. Desenvolve experiências pedagógicas em arte, através de instituições que atuam em projetos sociais e comunitários; Pesquisa de matérias biodegradáveis para a criação de design, e a sua aplicação na produção de seus trabalhos.
Mais informações sobre o artista: visite o blog Arte Vida – jocatos.blogspot.com

O Prêmio:

O Edital Prêmio Secult de Artes Visuais 2009/2010 teve como premissa selecionar 8 projetos de artistas visuais e/ou curadores para realização de exposições individuais e/ou coletivas, no Museu Casa das Onze Janelas do Sistema Integrado de Museus e Memoriais da Secult .
Sendo que, as exposições deveriam contemplar artistas e/ou curadores inscritos em todo o território nacional, para que se obtivesse um panorama abrangente da produção na área de artes visuais, cabendo à Comissão Selecionadora, a avaliação e seleção das propostas inscritas, obedecendo ao seguinte critério: 70% das pautas oferecidas seriam destinadas aos artistas visuais paraenses e 30% das pautas aos artistas visuais de outros Estados da União.
Sendo assim, a comissão selecionou e premiou os 08 projetos abaixo relacionados:

06 PROJETOS PARAENSES SELECIONADOS:

“Razões do Corpo” de Elieni Tenório – Proponente: Elieni Tenório Soares – Belém-PA

“A Pele do Invisível” de Pablo Mufarrej e Ricardo Macêdo – Proponente: Pablo José de Souza Mufarrej – Belém-PA

“Mais Rapidamente para o Paraíso” de Luciana Magno – Proponente: Luciana Loureiro F. Magno – Belém-PA

“Margem” de Marcone Moreira – Proponente: Marcone José Moreira – Marabá-PA

“Poltrona para Assistir a Máquina do Som!…Toque, meus discos…” de Jocatos – Proponente: João Carlos Torres da Silva – Belém-PA

“Antes de Ver Reveja” de Nailana Thiely – Proponente Nailana Thiely Salomão Pereira – Belém-PA

02 PROJETOS SELECIONADOS DE OUTROS ESTADOS:

“ Revanche” de Laerte Ramos – Proponente :Laerte Gomes da Cunha Ramos – São Paulo-SP

“Obrigação do Horizonte 2” de Bruno Vieira – Proponente :Bruno Vieira de Brito – Recife-PE

HAICAI: POESIA E IMAGEM

Paralelamente à exposição ocorrerá Mini-oficina de experimentação plástica: “Reciclagem e produção de papel artesanal”

Responsável: Bianca Shiguefuzi

Período: 07 à 23/04/10

Horário: 14:00 às 16:00hs

A mini-oficina repetir-se à em cada dia.

Às 3a. feiras: atendimento  ao público em geral e sem inscrição prévia (individualmente ou máximo 12 pessoas)

Às 4a., 5a. e 6a. feiras: atendimento aos grupos escolares e outras instituições que agendarem com antecedência pelo telefone 4009818/ Coordenação de Educação e extensão (máximo 30 pessoas)

Público:  crianças à partir de 05 anos acompanhadas por responsáveis, jovens, adultos e idosos.

Obs.: Pessoas surdas devem entrar em contato com Mizanara, tradutora intérprete em libras pelo email: mizanara_brasil@hotmail.com

Local: Varanda do Museu Casa das Onze Janelas

Rua Frei Caetano Brandão, s/ nº, Cidade Velha, Belém, PA.

Tel.: 40098823 e 40098821

http://museucasadasonzejanelas.blogspot.com

Gabinete de Papeis da Exposição Traços e Transições da Arte Contemporânea Brasileira

Um conceito de exposição único no estado do Pará. É só dar uma passada na Sala Ruy Meira do Museu Casa das Onze Janelas e conferir.

Direção do vídeo: Ramiro Quaresma

Locução: Pedro Vianna

Obra em Questão // “Senhora” de Osmar Pinheiro

SENHORA- OSMAR PINHEIRO- foto Galeria Virgilio

“Senhora”

Ano: 2005

Técnica: acrílica, óleo e encáustica s/ tela

Dimensão: 110 x 220cm

Do acervo recém adquirido pelo Museu Casa das Onze Janelas a primeira postagem do Obra em Questão. Do grande Osmar Pinheiro em homenagem ao Círio de Nazaré, no mês de outubro. Ela está no momento em exposição, é uma obra de grande impacto, pelo tamanho e pelatextura de tintas e químicas sobre a imagem. Como numa TV com estática, interferências, transmitindo um Círio que vem do nosso inconsciente. Osmar Pinheiro é mestre em subverter o imaginário amazônico em catarse artística.

Saiba mais sobre esse grande artista paraense:

Osmar PinheiroNascido em Belém do Pará, em 1950, Pinheiro mudou-se para São Paulo em 1986. Artista paraense, que veio da Arquitetura e começou a ganhar projeção na primeira metade dos anos 80, sendo um dos primeiros a conseguir inserir-se no circuito nacional de arte. Destacou-se na pintura e no desenho. Em 1988 recebeu a Bolsa Guggenhein Foundation de New York, para um período de trabalho de dois anos em Berlim (Alemanha). Entre as diversas participações em exposições, destacam-se as bienais de Quenca no Equador (1998), Havana (1986) e duas vezes a Bienal de São Paulo (1973/1992). Faleceu em 2006 na cidade de São Paulo .

“Conversas Ampliadas” arte contemporânea paraense nas Onze Janelas

CONVERSAS AMPLIADAS

O Museus Casa das Onze Janelas está divulgando um grande ciclo de conversas com artistas contemporâneos paraenses com desdobramento do projeto de ampliação de seu acervo, premiado no edital Marcantônio Villaça.

Segue abaixo a agenda e vamos acompanhar de perto esta oportunidade rara prar artistas e pesquisadores da arte.

“CONVERSAS AMPLIADAS”, que consiste na atividade de encontros e diálogo entre artistas visuais e o público, referente à mostra “Ampliação da Coleção de obras de Artistas Paraenses do Museu Casa das Onze Janelas” – Proposta de aquisição de acervo , contemplada no Edital Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça 2008 – FUNARTE/DEMU/IPHAN

Programação:

Horário: 19:00

Dia : 22/10/2009

Artistas: Jocatos, Margalho e Werley Oliveira.

Dia: 28 /10/2009

Artistas: Berna Reale, Lise Lobato e P P Condurú.

Dia: 04 /11/2009

Artistas: Armando Queiróz e Emanuel Franco.

Dia: 11 /11/2009.

Artistas: Acácio Sobral, Geraldo Teixeira, Jorge Eiró, Ruma e Ronaldo Moraes Rego

Local:Museu Casa das Onze JanelasSala Valdir Sarubbi ,

Praça Frei Caetano Brandão, s/n Tel.: 40098825.

Programação Educativa:

Milena Claudino ,Bianca Shiguefuzi, Cilene Nabiça

e Fagner Monteiro- 40098821- 40098823

Prêmio Secult de Artes Visuais

prêmio SIM de Artes Visuais 2008 surge em 2009 como novo nome, Prêmio Secult de Artes Visuais, e contemplando apenas 08 projetos, na primeira edição foram 16. A ajuda de custo passou dos R$ 6.500 da edição passada para R$ 9.800, mais exequível para os artistas. A quantidade de contemplados pode ter diminuído mas continua sendo uma das poucas oportuidades para os artistas visuais materializarem suas exposições. No ano de 2008 foram mais de uma exposição por mês, fato inédito e marcante na história das artes no Pará.  Foram 16 propostas artísticas, de um total de 104 inscrições, que proporcionaram ao público experiências visuais e sensoriais múltiplas. Os projetos artísticos premiados pelo Prêmio SIM de Artes Visuais 2008 foram escolhidos pelo júri formado por Marisa Morkazel, Orlando Maneschy e Armando Queiroz , e idealizado e coordenado pela diretora do Museu Casa das Onze janelas, Nina Matos, artista visual e arte-educadora. Os projetos foram montados em diversas salas expositivas do SIM, no MHEP, Sala Antonio Parreiras e Sala Manoel Pastana e Salão Transversal; Onze Janelas, Laboratório das Artes, Sala Gratuliano Bibas e Sala Valdir Sarubbi; e Galeria Fidanza no Museu de Arte Sacra. Foram contemplados 11 projetos locais e 5 de outros estados, recebendo R$ 6.500,00 para custos relativos a realização da exposição e a infra-estrutura de montagem e divulgação por conta da Secult. Vamos comentar aqui todas as exposições do Prêmio SIM de Artes Visuais e, se possível, entrevistas com os artistas e da comissão de seleção do prêmio.

Esses foram os projetos contemplados em 2008:

Projetos Paraenses
“Retrospectiva 20 anos” de Jair Junior

“Alma” – Margalho Açu

“Espaços Autônomos” – Bruno Cantuária e Ricardo Macedo

“Ifigênia na sala dos passos perdidos” – Maria Christina

“Marca texto urbano” – Ingrid Táskya, Edilene Pamplona, Amanda Jhones

“Corporaturas” – João Cirilo, Éder Oliveira, Flávio Araújo, Milton Ribeiro e Werley Souza

“Finisterra” – Mariano Klautal

“Cidade Rede” – Val Sampaio

“Vazio” – Berna Reale

“Onde as Borboletas não voam” – Daniele Valente, Vitor Souza Lima e Melissa Barbery

“Cidades Vulneráveis” – Carla Evanovitch

Projetos de outros Estados:
“Plus Ultra” – Oriana Duarte – SP

“Janelas Para o Mundo” – proponente Álvaro Seixas /curadoria Marisa Florido Cesar – RJ

“O Silêncio do Martelo” – Fabrício Carvalho – MG

“Estado-escuta/estado-cegueira” – Raquel Stolf – SC

“Exposição Portátil Coleção” – Regina Mellim – SC

Para os artistas interessados segue o pdf com o edital completo para a inscrição de projetos para o Prêmio Secult de Artes Visuais 2009,

é só clicar na logo e baixar.

Logo Premio Secult