Exposição “Sussurro dos Rios: Guamá, Jaguaribe”, João Pessoa-PB

Abertura Exposicao Cabo BRanco
Uma semana de expedições, vivências e compartilhamento de técnicas e processos. Artistas paraenses e paraibanos em diversas linguagens artísticas em processos colaborativos. Dois rios de imagens, signos e linguagens convergindo em um só espaço.
Uma realização Xumucuís, com apoio institucional da Prefeitura de João Pessoa, Estação Cabo Branco, Espaço Cultural Energisa e Espaço Mundo, parceria Fora do Eixo e Varadero, em uma realização Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 10ª Edição – Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal.
Artistas Paraenses: Fabio Graf , Jeyson Martins, João Cirilo e VJ Rodrigo Sabbá
Artistas Paraibanos: Antônio Filho, Francisco Dantas, Potira Maia, Edilson Parra, Priscila Lima, Vanessa Guimarães, Thercles Silva, Shirley Tanure, Ton de Souza e VJ A. Richart
Coordenação de Produção (PB) : Maurise Quaresma
Assistente de Curadoria (PB) : Edilson Parra
Coordenação Geral: Deyse Marinho
Curadoria (PB): Dyógenes Chaves
Curadoria: Ramiro Quaresma
Serviço:
Exposição “Sussurro dos Rios [Guamá, Jaguaribe]
Onde: Estação Cabo Branco – João Pessoa (PB)
Visitação até 13 de Junho, de 09 às 21h.
Entrada Franca.
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Artistas visuais paraenses em expedição

 

“Rio/ de muitos nomes/ Ser/ de muitas formas e fomes” esse trecho do livro “Porantim”, do poeta e professor de estética João de Jesus Paes Loureiro, foi a nascente desse projeto que tem na relação das cidades com seus rios e as periferias em suas margens sua proposta artística. Segundo Ramiro Quaresma, curador e idealizador do projeto “a arte como uma expedição sempre foi um projeto-sonho nosso, quando começamos o blog Xumucuís (do tupi, sussurro das águas). Depois de três edições do Salão de Arte Digital, vamos concretizar esse projeto criando um hiper_espaço conectando o Pará e a Paraíba, não apenas no ciberespaço, mas em uma experiência vivencial de múltiplas linguagens artísticas”.

 

O projeto «Hiper_Espaço Xumucuís [Guamá, Jaguaribe]», contemplado no Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 10a Edição, fará um intercâmbio entre artistas visuais do estado do Pará e da Paraíba e tem na exposição «Sussurro dos Rios: Guamá/Jaguaribe» sua mostra de resultados e nas experimentações em grafite + pixo, fotografia + estêncil, pintura + intervenção e live cinema + mapping, com jovens artistas/instrutores paraenses. A exposição será pensada e montada de forma colaborativa na oficina “Curadoria em Multimeios” no próprio espaço expositivo. A primeira etapa acontece em João Pessoa na Paraíba no mês de maio em vários espaços da cidade e em junho em Belém no processo inverso. “Conhecemos pela internet vários artistas e produtores paraibanos, constatamos que pouco ou nada se sabia dos caminhos das artes visuais um do outro e esse projeto de intercâmbio pretende criar um link de arte e vida entre os participantes” diz Deyse Marinho, museóloga e coordenadora de produção do projeto.

A exposição tem curadoria de Ramiro Quaresma e Dyógenes Chaves, curadores do Pará e da Paraíba respectivamente, com os artistas Fábio Graf, Jeyson Martins, João Cirilo e Rodrigo Sabbá, que se juntarão a artistas paraibanos no projeto a partir das vivências em João Pessoa. A proposta curatorial é juntar artistas de múltiplas linguagens, que trabalhem em processos híbridos de criação artística com intervenção urbana, e proporcionar o surgimento de obras, individuais e coletivas, das oficinas no espaço Energisa, nas vivências no Espaço Mundo, para a exposição na Galeria da Estação Cabo Branco a ser aberta em 13 de maio de 2014. Em junho será a segunda etapa do projeto em Belém, onde artistas paraibanos selecionados entre as vivências virão a Belém para um novo ciclo de oficinas e exposição. Todas as atividades do evento são gratuitas. A única oficina com pré-requisitos de currículo para inscrição é “Curadoria e Multimeios”, as outras são abertas a todos os interessados com idades a partir dos 14 anos.

Projeto Paraiba Final Novo

«Hiper_Espaço Xumucuís [Guamá, Jaguaribe]» é uma realização Xumucuís, com apoio institucional da Prefeitura de João Pessoa, Estação Cabo Branco, Energisa, Espaço Cultural Energisa e Espaço Mundo, parceria Fora do Eixo e Varadero, em uma realização Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 10a Edição, Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal.

 

 

SERVIÇO

 

Oficinas

 “Pintura + Intervenção Urbana” com João Cirilo

05 a 09/05 das 09 às 12h – Espaço Energisa

20 vagas

 

“Grafite + Pixo” com Fábio Graf

05 a 09/05 das 09 às 12h – Espaço Energisa

20 vagas

 

“Pinhole + Estêncil” com Jeyson Martins

05 a 09/05 das 14 às 17h – Espaço Energisa

20 vagas

 

“Live Cinema + Mapping” com Rodrigo Sabbá

05 a 09/05 das 14 às 17h – Espaço Energisa

20 vagas

 

“Curadoria em Multimeios” com Ramiro Quaresma

12 a 13/05 das 9 às 12h e 14 às 18h – Estação Cabo Branco

20 vagas

Bate-papo (Pós-tv) e vivências – Espaço Mundo

07, 08 e 09/05 a partir das 19h.

 

Exposição – Estação Cabo Branco

Abertura – 13 de Maio às 19h

 

Informações

xumucuis@gmail.com / (91) 8239 2476

 

Revista GOTAZ – Prêmio Procultura Funarte Estimulo às Artes Visuais

A revista digital GOTAZ foi premiada no edital nacional da Funarte de estimulo a publicação de periódicos impressos e digitais. Uma iniciativa de designers, fotógrafos e artistas visuais paraenses a revista GOTAZ surgiu em 2008 e tem como proposta “expressar e divulgar pessoas e idéias, um canal para extrapolar o cotidiano e expor um cenário diferente do usual, mostrar que existe uma produção cultural no Norte do país, que chega a ser extravagante, graças a sua pluralidade de formas, movimentos e conseqüências”.

O projeto denominado “REVISTA GOTAZ: PUBLICAÇÃO EDITORIAL ON-LINE E IMPRESSA DE ARTE VISUAL CONTEMPORÂNEA NA AMAZÔNIA”, proposto por Diana Carolina Mendonça Figueroa, irá publicar em formato digital e impresso, de acordo com o edital, 08 edições no ano de 2012.

Uma ótima notícia para a difusão das artes visuais e um veículo poderoso de formação de opinião nas mão de uma equipe muito criativa. Iniciativa fantástica que vamos acompanhar de perto.

No site da GOTAZ existem três edições passadas bem legais que dá sentir o que vem por ái.

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Exposição ‘Em um lugar qualquer – Outeiro’ de Dirceu Maués – Galeria Fayga Ostrower (DF)

‘Em um lugar qualquer – Outeiro’
Dirceu Maués

No dia 24 de novembro, quinta-feira, às 19h, começa o ciclo de exposições do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2011 – Atos Visuais Funarte Brasília, no Complexo Cultural da Fundação, na Capital Federal.

Com a técnica rústica de fotografia do pinhole reunida à técnica digital, o artista paraense apresenta sua primeira exposição individual na capital federal com ‘Em um lugar qualquer – Outeiro’, na Galeria Fayga Ostrower. A obra é uma instalação com vídeos, feitos a partir da animação de fotografias com câmeras pinhole, construídas com caixinhas de fósforo. As câmeras não possuem visor nem lente, apenas um pequeno furo de agulha, por onde a luz penetra. Para a mostra foram construídas mais de 150 câmeras, que captaram mais de 4 mil imagens. O trabalho é composto de seis vídeos que, juntos, formam uma visão panorâmica, de 360 graus, da praia de Outeiro, em Belém do Pará. ‘Em um lugar qualquer – Outeiro’ já foi apresentado em Montevidéu no Centro Municipal de Fotografia (CMDF), em 2010, e recebeu, em outubro de 2011, o prêmio Residência Artística, para a Academia Livre de Belas Artes (WBK) – Holanda – no 17º Festival Internacional de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, realizado em São Paulo.

Dirceu Maués nasceu em Belém, em 1968, e fotografa desde 1990. É repórter fotográfico efetivo de um jornal, tendo realizado trabalhos para vários outros veículos. Em 2003, retomou a produção autoral, a partir da técnica pinhole como linguagem estética. Começou sua pesquisa construindo suas próprias câmeras. Desde então, recebeu prêmios no Brasil já e realizou exposições em vários locais, também no exterior, como o Künstlerhaus Bethanien, em Berlim (2009-2010). A obra de Dirceu estimula o debate sobre a utilização dos aparatos tecnológicos, principalmente daqueles ligados à produção de imagens. O artista subverte a ideia de tempo, em cada momento registrado nas fotografias, e aposta no acaso, ao permitir um tempo mais longo na captura da imagem. Suas câmeras produzem um cinema/vídeo que nos revela as paisagens de qualquer lugar, sem a preocupação tradicional com a precisão, com o máximo de fidelidade à toda imprecisão captada. Afinal, para o artista, o que importa neste trabalho é a força poética do “erro”, do ruído e do aleatório.

Fonte: Funarte