Diagrama

Exposição “Diagrama” na abertura da Galeria Elétrica
Em Belém quando pensamos em comprar ou consertar equipamentos de som, luz e imagem a referência é a travessa Frutuoso Guimarães, no Bairro da Campina, com suas mais de 30 lojas voltada ao comércio de eletroeletrônica em meio ao caos do Centro Comercial. Lojas e oficinas onde o low e o high tech , a pirataria de mídias e as rádios-cipó agora compartilham de um espaço ligado à arte contemporânea e suas interfaces tecnológicas. Uma iniciativa do professor e curador Ramiro Quaresma e da museóloga Deyse Marinho, que depois de mais de 10 exposições, em cinco anos, ligadas à arte e tecnologia como o Salão Xumucuís de Arte Digital e o Panorama da Arte Digital no Pará, transformaram o porão de casa na Galeria Elétrica, se inspirando na temática eletroeletrônica da rua e de suas experiências expográficas em artemídia.
As obras de arte digital de trinta artistas brasileiros que participaram das exposições do Xumucuís foram selecionadas para compor a exposição de abertura, “Diagrama”, com obras do acervo dos projetos. “A arte digital, em sua virtualidade e reprodutibilidade, criou novos dilemas para preservação e conservação de obras de arte. O acervo digital é guardado em discos rígidos e em nuvem, e as gravuras digitais já impressas sempre ocuparam as paredes de nossa casa. É uma nova concepção de coleção, não temos a propriedade delas, contatamos os artistas para propor essa exposição que revisita nossas exposições passadas e juntas e neste espaço simbólico adquirem novo sentido” comenta a museóloga Deyse Marinho, assistente de curadoria da exposição.
A proposta curatorial da exposição “Diagrama”, que inaugura a Galeria Elétrica, é composta de videoarte, projeções e gravuras digitais, e é uma referência do curador Ramiro Quaresma ao seu processo de pesquisa, idealização e realização das exposições “o diagrama é a primeira coisa que fazemos, dividindo os artistas em setores, em temáticas, pra depois subverter essa organização primeira para a fruição do público. Diagramar uma exposição é escrever com obras de arte, com o objetivo de levar ao público uma ideia, um conceito, uma imersão artística.”.
Os artistas convidados e que compõe a exposição, em ordem alfabética, são: Alexandre Silveira/sp, Algodão Choque/df, Cléber Cajun/pa, Denis Siminovich/rs, Diego De Los Campos/sp, Diogo Brozoski / rj, Diogo Vianna / pa, Eduardo Montelli/rs, Evna Moura/pa, Flamínio Jallageas/sp, Fernando Gregório & Vitor Negri/sp, Flávia Souza/pa, Henrique Montagne/pa, João Penoni/rj, John Fletcher / pa, Júnior Suci / sp, Leo Venturieri/pa, Lúcia Gomes/pa, Marcelo Armani / rs, Melissa Barbery / pa, Neuton Chagas / pa (in memorian), Paul Setúbal & Verônica Noriega /df, Pedro Vianna / pa, Renata Aguiar / pa, Ruma/pa, Shima /mg, Thales Leite/rj, Turenko/am, Valério Silveira/pa e Vanja Von Seck/pa.

Serviço:
Exposição “Diagrama”
Quando: 15 de Abril de 2016 às 20h.
Onde: Galeria Elétrica, Tv. Frutuoso Guimarães, 602. Campina. Belém-PA
Entrada franca

III Salão Xumucuís de Arte Digital : Mídias Selvagens

Lancamento III Salao Xumucuis de Arte Digital

O Salão Xumucuís de Arte Digital em sua terceira edição abre a chamada pública para receber inscrições para suas exposições a serem realizadas em Março de 2014. De 17 de Janeiro a 09 de Março através do site salãoxumucuisdeartedigital.wordpress.com e no e-mail xumucuis@gmail.com podem ser obtidas mais informação e o edital.

O tema desta edição é “Mídias Selvagens”, onde buscamos mais do que uma exposição, temos a intenção de discutir o espaço da arte contemporânea em plataforma tecnológica em Belém, na Amazônia e no Brasil, onde as obras transcendem o espaço expositivo convencional e se integram e transformam o cotidiano. Os trabalhos devem vir acompanhados de um dossiê assim como do currículo artístico e portfólio, e tudo que for pertinente para a análise dos projetos. São duas premiações, uma nacional e outra para artistas da região amazônica.

“O artista visual hoje em dia pensa em processos, construções poéticas, discursos, que vão além da obra de arte e é isso que queremos saber, como ele cria sua arte e como se relaciona com o mundo e seus dispositivos informacionais, tecnologia de ponta e obsoletos, em ambientes reais e virtuais” diz Ramiro Quaresma, idealizador e curador do Salão.

“Já montamos exposições nos melhores espaços expositivos de Belém, mas nesta edição optamos por não amarrar o artista ao cubo branco e expandir nosso circuito expositivo para a as possiblidades da cidade como um todo, rompendo com os muros que separam a sociedade e o sistema da arte contemporânea” comenta a coordenadora geral e designer expográfica do Salão, a museológa Deyse Marinho.

Em suas duas edições anteriores (2011 e 2013) e no Panorama da Arte Digital no Pará (2012) viabilizamos exposições com a participação de mais de 60 artistas de todo o Brasil, numa multiplicidade de obras que iam da arte sonora ao game arte, instalações e video performances, onde a arte e a tecnologia se integravam em um imersão aos sentidos, visitada por mais de 2000 pessoas, onde realizamos ações formativas para mais de 100 participantes entre artistas e estudantes.

O Salão de Arte Digital surge como proposta do pesquisador de artes visuais Ramiro Quaresma e da museóloga Deyse Marinho, que desde 2008 no blog Xumucuís (xumucuis.wordpress.com) discutem e divulgam artes visuais, patrimônio histórico e cultural, e museologia. Ano passado o Salão foi contemplado pela Funarte com o prêmio “Conexão Artes Visuais MINC/FUNARTE/Petrobras”, e nesta edição selecionado no edital Oi de Patrocínios Culturais, que também selecionou o projeto em sua primeira edição.

Informações e inscrições

III Salão Xumucuís de Arte Digital : Mídias Selvagens

xumucuis@gmail.com / facebook.com/salaoxumucuisdeartedigital  / twitter.com/xumucuis

Site: salaoxumucuisdeartedigital.wordpress.com

Edital: salaoxumucuisdeartedigital.wordpress.com/edital/

Período de Inscrição 17 de Janeiro  a 09 de Março de 2013

Uma realização Xumucuís, com apoio cultural do instituto Oi Futuro e patrocínio da Oi.

Catálogo do II Salão Xumucuís de Arte Digital

Foram 20 obras selecionadas e 10 artistas paraenses convidados exibidos em 02 hiper_espaços expositivos, CCBEU e MEP. A versão digital do catálogo permite que os trabalhos continuem expostos no ciberespaço, em um processo democrático de difusão da arte contemporânea, aberto para a pesquisa e crítica. Acesse, baixe e compartilhe esse projeto pioneiro em arte e tecnologia na Amazônia, contemplado no edital nacional Conexão Artes Visuais MINC/Funarte/Petrobras e selecionado nos editais de pauta do MABEU e SIM/SECULT. >>>>>>>>>>>>>> http://salaoxumucuisdeartedigital.wordpress.com/catalogo-segunda-edicao/

Catálogo do I Salão Xumucuís de Arte Digital

 

Idealização

Deyse Marinho / Ramiro Quaresma

 

Curador

Ramiro Quaresma

 

Juri de Seleção

Orlando Maneschy

Flavya Mutran

Roberta Carvalho

 

Projeto Expográfico

Rosângela Britto

 

Identidade Visual da Exposição e Catálogo

Ramiro Quaresma

 

Artistas Premiados

Flamínio Jallageas (SP)

Grupo Hyenas (RJ)

Míriam Duarte (MG/SP)

Ricardo O’Nascimento (RJ)

Victor De La Rocque (PA)

 

Artistas Selecionados

Aieda Freitas(SP)

Diego Mac (RS)

Mirian Duarte (SP)

Grupo TELEKOMMANDO (SP)

Luis Henrique Rodrigues (SP)

Diego de Los Campos (SC)

IO (RS)

Vitor Lima (PA/RJ)

Cibele Fernandes (SP)

Daniel de Nazareth (SP)

Denis Siminovich (RS)

Flamínio Jallagueas (SP)

Nilvana Mujica (MS)

Ricardo Macêdo  (PA)

Ruma (PA)

Valério Silveira(PA)

Victor de La Roque (PA)

Wily Reuter (RJ)

Cesar Garcia (SP)

Hyenas (RJ)

Camila Buzelin (MG)

Lu Magno, Bruno Cantuária Ricardo Macedo (PA)

Dalila Camargo (SP)

Fernando Velasquez (SP)

Ricardo Nascimento (RJ)

João Penoni (RJ)

Junior Suci (SP)

John Fletcher (PA)

 

Artistas Convidados

Armando Queiroz

Keyla Sobral

Lúcia Gomes

Melissa Barbery

Roberta Carvalho

 

I Salão Xumucuís de Arte Digital – Inscrições Encerradas

No último dia 25 foram encerradas as inscrições para o Salão. Até o dia 05 de Agosto serão divulgados os trabalhos selecionados para a exposição. O blog agradece a todos os inscritos e se coloca a disposição para o esclarecimento de qualquer dúvida. A exposição será aberta dia 18 de Agosto no Museu Casa das Onze Janelas. Agradecimentos especiais para Mariza Mokarzel, Rosângela Britto, Armando Queiroz, Orlando Maneschy, Flavya Mutran, Roberta Carvalho e Alberto Bitar pela confiança e apoio no projeto. À Oi Patrocínios Culturais, Oi Futuro, Lei Semear, Fundação Tancredo Neves, Secretaria de Estado de Cultura e Governo do Pará obrigado pela viabilização deste projeto.

I Salão Xumucuís de Arte Digital – Inscrições Abertas

A arte digital, gerada por novas plataformas computacionais, já tem presença marcante em todos os grandes salões de arte e exposições no mundo inteiro desde os anos 1980, adquirindo novas perspectivas na última década com revolução digital que tomou conta da contemporaneidade.

No Brasil há 10 anos já existem eventos artísticos específicos de arte e tecnologia, porém no Pará ainda existia esta lacuna. O site Xumucuís, especializado em artes visuais, patrimônio artístico/histórico e museus, elaborou e aprovou o projeto para realizar o Primeiro  Salão Xumucuís de Arte Digital, exposição exclusiva para arte digital e convergências entre arte e tecnologia. Um projeto inovador aprovado em edital nacional da Oi Futuro pra colocar o Pará no mapa da arte e tecnologia.

Artistas paraenses como Val Sampaio, Vitor Lima, Melissa Barbery, Luciana Magno, entre outros, conquistaram espaço com trabalhos que extrapolam as fronteiras plásticas gerando obras de arte híbridas que conquistaram espaço definitivo no meio artístico com conceito, forma e inovação.

A comissão de seleção e premiação  do Primeiro Salão Xumucuís de Arte Digital será composta pelo doutor e curador Orlando Maneschy, da mestre em artes e fotógrafa Flavya Mutran, dos artistas visuais Alberto Bitar e Roberta Carvalho, e pelos curador do salão e pesquisador Ramiro Quaresma. Serão selecionados 30 trabalhos de artistas nacionais e locais com premiação para os 05 trabalhos mais bem avaliados pela comissão.

Obra da Série “There’s No Place…” de Flavya Mutran, uma das juradas do Salão.

As inscrições serão feitas baixando e preenchendo a ficha de inscrição (abaixo na postagem) e enviando junto com os arquivos referente as obras para xumucuis@gmail.com. As inscrições estão abertas entre os dias 15 de junho e 25 de julho para trabalhos nas diversas áreas da arte digital como vídeo-arte, vídeo-instalação, vídeo-objeto, gravura digital, performance e web-arte. Os resultados serão divulgados no dia 27 de julho e abertura do Salão será no dia 18 de Agosto na Sala Valdir Sarubbi do Museu Casa das Onze Janelas.

Uma realização do site Xumucuís, com produção da Espiral Multimeios, patrocínio da Oi, Secretaria de Cultura do Pará, Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves e Governo do Pará via Lei Semear, tecnologia da SOL Informática e apoio cultural da Oi Futuro. O Salão é uma iniciativa do curador independente Ramiro Quaresma e da produtora Deyse Marinho.

Serviço: Primeiro Salão Xumucuís de Arte Digital, inscrições de 15 de Junho a 25 de Julho, em xumucuis.wordpress.com.

Abertura dia 18 de Agosto às 20h.

Visitação de 19 de Agosto a 18 de Setembro no Museu Casa das Onze Janelas.

Informações 8239 2476 – @xumucuis

Envio de inscrições xumucuis@gmail.com

Edital

Ficha de Inscrição

“Symbiosis” roda o Estado de São Paulo



Após surpreender durante a Virada Cultural na capital paulista, trabalho da artista Roberta Carvalho volta ao Estado em mostra itinerante


Formas e expressões humanas se confundem com o verde escuro das folhagens das árvores. Este é o resultado do trabalho “Symbiosis” da artista Roberta Carvalho, que, ao que tudo indica, começa a extrapolar as fronteiras geográficas. Após o sucesso da obra na Virada Cultural da capital paulista em abril, ela volta a apresentá-lo em São Paulo, agora por meio do Circuito SESC de Artes. Entre os dias 1 e 19 de junho, o projeto irá percorrer 16 municípios do Estado, fazendo com que novamente uma paraense esteja no centro das atenções no maior pólo cultural do país.


O projeto “Symbiosis” se apropria da projeção para, com poesia, instigar a reflexão sobre a antagônica relação do homem com a natureza. E a idéia de Roberta está rendendo bons frutos, como a aprovação do trabalho no edital Micro Projetos Amazônia Legal do Minc e algumas premiações. Trata-se de uma trajetória que vem sendo trilhada há um bom tempo, prova disso é a 2ª colocação no Arte Pará 2005, resultado do trabalho “Minutos de Silêncio”, uma vídeo-instalação feito em parceria com Keyla Sobral e a premiação com uma bolsa de pesquisa e criação artística do IAP, em 2006,com o projeto “Indústria da Saudade”. “Essa coisa do vídeo sempre esteve presente no meu trabalho. Em várias propostas artísticas eu busquei experimentar com a imagem em movimento. Eram caminhos que já me levavam para o ‘Symbiosis’”, diz.


As atenções do público começaram a se voltar para o “Symbiosis” após a participação de Roberta no Festival Vivo Art.Mov Belém, em setembro de 2010, e na programação do aniversário de Belém, em janeiro deste ano. A partir dali, premiações e elogios a fizeram ser convidada para participar da Virada Cultura de São Paulo, uma das programações artístico-culturais mais importantes do país. “O convite para ir para São Paulo pintou após participar de importantes eventos em Belém. Projetar na Virada Cultural foi uma experiência incrível. Lá, apresentei meu trabalho para milhares de pessoas por um tempo expressivo, de 19 às 5 h da madrugada”, conta Roberta, que já expôs na capital paulista há 3 anos, na mostra coletiva da Fotoativa denominada “Cartografias Contemporâneas – Fotoativa Pará”.


Agora, o desafio é outro. Roberta irá fazer um intensivo de projeções do “Symbiosis” passando por 16 cidades do Estado pela programação do Circuito SESC de Artes – que contará com a participação de artistas dos mais diversos segmentos. “Acho que será um momento muito interessante do projeto em que terei que ter muita versatilidade nas ações. São 16 cidades consecutivas, com poucos intervalos”. E para evitar uma repetição cansativa, Roberta, claro, aposta na experimentação. “Irei propor uma estética relacional em que filmarei pessoas dessas cidades nas quais passarei e elas farão parte da obra, sendo as imagens a serem projetadas. A ideia é levar a experimentação ao ápice incorporando novas possibilidades ao trabalho”. O trabalho de Roberta passará por praças de cidades como Mogi das Cruzes, Cruzeiro e Campos do Jordão, entre outras.


E assim, Roberta acredita estar comprometida com aquilo que ela considera primordial nas artes, a provocação. “Eu sempre procuro surpreender a todos e a mim mesma. Acho que a arte é matéria para a vida e o ‘Symbiosis’ se propõe a falar e fazer sentir isto. Minha proposta é provocar a participação das pessoas, seja com um sorriso, com um pensamento ou um susto”. Para conhecer mais o trabalho da artista acesse http://robertacarvalho.carbonmade.com

Serviço: “Symbiosis”, de Roberta Carvalho, em São Paulo pelo Circuito SESC de Artes – 1 a 19 de junho.Informações:http://circuitosescdeartes.com.br/2011/

9ª Edição do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia

O Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia abre inscrições para sua 9ª edição entre os dias 2 de maio e 30 de junho. Com o intuito de ser uma vitrine para novos trabalhos, em 2011, o PSM distribui R$ 160 mil entre quatro criadores iniciantes e outros dois em meio de carreira, além do tradicional prêmio hors concours.

Os interessados podem se inscrever nas modalidades ‘Individual’ e ‘Dupla ou Coletivo’ e enviar seus portfólios. Acesse aqui o Regulamento e Ficha de Inscrição

Com curadoria de Giselle Beiguelman, esta edição é dividida nas modalidades:

4 Prêmios para criadores iniciantes com mínimo de 2 anos de carreira comprovada – R$ 15 mil para cada;

2 Prêmios para criadores com mínimo de 10 anos de carreira comprovada – R$ 30 mil para cada;

1 Prêmio Hors Concours, para um artista ou teórico das áreas abrangidas, como reconhecimento pelo conjunto da atuação – R$ 40 mil.

Júri 
Os participantes serão submetidos a duas comissões independentes:

Comissão de seleção: Adriana Amaral (RS), Clarissa Diniz (PE), Eduardo Jesus (MG), Marcos Boffa (SP) e Priscila Farias (SP).

Comissão de premiação: Claudia Assef (SP), Cícero Silva (SP), Ivana Bentes (RJ), Tadeu Chiarelli (SP) e Tiago Mesquita (SP).

Divulgação dos Finalistas
Os finalistas serão anunciados no dia 15 de agosto. Além disso, o Prêmio realiza o Simpósio Internacional “Memória da Cultura Digital: Políticas e Estratégias”, previsto para os dias 1, 2 e 3 de outubro no Museu da Imagem e do Som – MIS, em São Paulo. O Simpósio reunirá projetos e ações de instituições como o MEIAC (Argentina), de aquisição de obras concebidas para a Internet; O Variable Media Initiative do Guggenheim (Nova York); o projeto Archive 2020 (Holanda), entre outros.

Nestes mesmos dias, ocorrerão Leituras de portfólios dos artistas finalistas da 9ª edição do Prêmio, que serão realizadas individualmente com a presença de um crítico internacional e um brasileiro. As Leituras são abertas ao público e ocorrerão no MIS – SP.

Premiação
No dia 4 de outubro, serão anunciados os premiados e o Prêmio Hors Concours em cerimônia no MIS – SP.

Datas
Inscrições: de 2 de maio a 30 de junho pelo site do Instituto Sergio Motta
Anúncio dos finalistas: 15 de agosto
Simpósio Internacional no MIS – SP: 1, 2 e 3 de outubro
Cerimônia de Premiação: 4 de outubro

Para mais informações: psm@ism.org.br ou no telefone: (11) 3674 0216, de segunda a sexta-feira das 10h30 às 17h.

VIVO ARTE.MOV Belém – 22 a 26 de Setembro de 2010

Calendário

De 22 a 26/09 em Belém

LOCAL BASE: FÓRUM LANDI
exposições, simpósio, lounge multimeios, workstation (rádio/sala de produção), informações gerais

MOSTRA FIXA ARTE.MOV
Pier das 11 janelas

PERFORMANCES/EVENTOS AUDIOVISUAIS
Praça do Carmo, Pier das 11 Janelas, Praça São Joãozinho

  1. 22/09

    Bicicletada!19h – concentração no mercado de São Brás

  2. 23 a 26/09

    1. EXPOSIÇÃO EIXO TEMÁTICOLocal: Fórum Landi
    horário: 14h às 23h

    OUVIDORIA (instalação)
    Lourival Cuquinha

    ÁGUA (instalação)
    Valzeli Sampaio

    Rede [aparelho]-: rádio atividade
    Transmissão FM 106,5 MHz
    estúdio de transmissão e produção radiofônica

23 a 26/09 2. Simpósio OPEN-SPACES

  1. Dia 23/09, quinta-feira

    18hNovas cartogafias urbanas: corpo, espaço e movimento redesenhando cidades apresentação: Giseli Vasconcelos, Lucas Bambozzi e Rodrigo Minelli

    18h45showcase: Água – Valzeli Sampaio

    19h30Neural.it (confirmar tema) Alessandro Ludovico

    20h30LOUNGE MULTIMEIOS
    bate-papo sobre a Mostra Regional
    Jorane Castro e convidados (confirmar convidados)

  2. Dia 24/09, sexta-feira

    18hO espaço em movimento, a paisagem em adaptação
    (experiência urbana e suburbana, mapeamento subjetivo, as formas de comunicação da cidade (local x global), landmarks, ecossistemas, entradas e saídas, macro-economias e bio-pirataria)
    Debatedor: Marcus Bastos
    Marisa Mokarzel (PA) – curadora
    Ricardo Folhes (PA) – PSA/georeferenciamento
    Ivana Bentes (RJ)

    19hA construção da identidade e do imaginário local pelas mídias [visibilidade/invisibilidade]: fluxo, refluxo e reinterpretações
    (perspectivas imediatas, filosofia e práticas do presente)

    Debatedor: Rodrigo Minelli (MG)

    Fabiane Borges (SP) – Virtualidade e sexo: narrativas e consciência social
    Orlando Maneschy (PA) – Imagens e arquétipos da identidade
    Lala Dehenzelin – Movimento CrieFuturos (SP)

  3. Dia 25/09, sábado

    19hAs novas negociações: o movimento, como reinvenção, a formação de canais paralelos (os novos desenhos do espaço entre a ocupação informal, propostas coletivas, o papel das redes, novas forças de negociação diante das políticas públicas)

    Debatedor: Lucas Bambozzi

    Cícero Silva (SP) – Transborder Immigrant Tool
    Lourival Cuquinha (PE)
    Jarbas Jacome (PE) Plataformas open-source mobile
    Joesér Álvarez (RO) – coletivo madeirista

    19h30LOUNGE MULTIMEIOS
    bate-papo com Fabiane Borges e Hilan Bensusan, lançamento do livro Breviário de Pornografia Esquizotrans

  4. Dia 25/09, sábado

    19hAs novas negociações: o movimento, como reinvenção, a formação de canais paralelos (os novos desenhos do espaço entre a ocupação informal, propostas coletivas, o papel das redes, novas forças de negociação diante das políticas públicas)

    Debatedor: Lucas Bambozzi

    Cícero Silva (SP) – Transborder Immigrant Tool
    Lourival Cuquinha (PE)
    Jarbas Jacome (PE) Plataformas open-source mobile
    Joesér Álvarez (RO) – coletivo madeirista

    19h30LOUNGE MULTIMEIOS
    bate-papo com Fabiane Borges e Hilan Bensusan, lançamento do livro Breviário de Pornografia Esquizotrans

22 a 25/09
3. WORKSHOPs

ADC Belém Tour
por Tal Isaac Hadad (Paris)
local: IAP (sala multimeios)
inscrição prévia no IAP até às 14h – 8 vagas
22, 23, 24/09 – 9h às 14h

Circuit Bending
por Cristiano Rosa (Porto Alegre)
Local: IAP (atelier)| Duração: 4 dias/3h dia
inscrição prévia no IAP até às 14h – 20 vagas
Dias: 24, 25, 26 – 9h às 12h

Fotonovela (Toothing|Sexting)
por Fabiane Borges e Nacho Duran (São Paulo)
Local: Fórum Landi (lounge multimídia)
Lista de interessados no Fórum Landi até às 14h – 30 vagas
Dias: 23 e 24 – 14h às 17h

23 a 26/09
5. MOSTRAS AUDIOVISUAIS

Fórum Landi (LOUNGE MULTIMEIOS)

  1. Dia 23/09

    20h30Mostra temática por curador local: Jorane Castro
    Uma mostra que busca no local/regional a perspectiva de novos cenários, novas paisagens e contextos, e que se amplifica de forma capilar pelos demais hubs do Vivo arte.mov.

  2. Dia 24/09

    20h30Mostra Internacional
    AND – Abandon Normal Devices 2009, Future Films 2009 San Jose Zero1, Honk Kong 2010, DOTMOV 2009

Pier das 11 Janelas

  1. Dia 25/09, sábado

    20hMostra competitiva 2006/2009 Seleção de vídeos apresentados ao longo dos 4 anos do festival

  2. Dia 26/09, domingo

    20h20h Arqueologia Digital Imediata [o recentísssimo já é história] ] (falta tempo) O presente projeto propõe uma arqueologia precoce, quase instantânea, de processos produzidos nas duas últimas décadas, através de micro-documentários, entrevistas, apresentação em festivais como ForumBHZvideo, Mídia Tática Brasil, Hacklabs, Submidialogia, entre outros. São eventos que, cada qual a seu modo, discutiram as possibilidades de intervenção nas mídias, apontando perspectivas para um redimensionamento de seus usos, para fins sociais, artísticos ou políticos.

    Scaneando um dia em São Paulo – Daniel Lima (falta tempo)

BIKE.MOV (circuito itinerante Cidade Velha)

  1. Dias 22, 23 e 24/09 – horários alternados

    20hDia Pedalando e Educando – Argos Caruso Saturnino

24, 25 e 26/09
6. EVENTOS AUDIOVISUAIS
Performances e atividades especiais
Local: Praça do Carmo, Pier das 11 janelas, Praça São Joãozinho

  1. Dia 24

    21h30Performance ADC Belém Tour- Tal Isaac Hadad
    Premiação dos bikeiros selecionados pelo projeto

  1. Dia 25

    17hFUT MOV – HAPAX

    21h30Simbiosis – Roberta Carvalho
    (circulante) BIKE.MOV/Fotonovela – Nacho Duran e Fabi Borges

  1. Dia 26

    17hFUT MOV – HAPAX

    21h30BIKE.MOV/Circuit Bending – Cris Rosa

Sobre

Em Belém, o Vivo arte.mov dialoga com as particularidades do cenário local, ao buscar formas possíveis de leitura da identidade e do imaginário amazônico. Discutindo a “visibilidade” e a “invisibilidade” na cidade, tanto em termos de representatividade identitária como nas formas de acesso aos meios de expressão, as várias atividades do festival abordam a formação de novas redes de comunicação, em que o celular funciona como alternativa para a ausência de outros tipos de infra-estrutura.

O recorte temático do festival discute, assim, a sustentabilidade e os usos alternativos da tecnologia, abrangendo experiências que buscam a intersecção entre mídias portáteis e usos inesperados de recursos e aparelhos cotidianos.

Ao discutir “o espaço em movimento e a paisagem em adaptação”, o Vivo arte.mov em Belém reflete também sobre temas como o crescimento subjetivo da cidade, espaço informacional, ecossistemas (o horizonte turvo, a mobilidade e a vida permeadas pelo rio), bem como sobre as singularidades de uma visão voltada para o hemisfério norte, entradas e saídas, macro-economias e biopiratarias.

A construção da identidade e do imaginário local pelas mídias, com todas as reinterpretações disponíveis, é outro entre os tópicos do festival, que propõe ainda uma discussão em torno dos registros audiovisuais ligados ao corpo e às questões de gênero.

Outro viés de debate passa pelos atores de uma economia urbana redesenhada pelas práticas informais (vendedores ambulantes e fronteiriços) no universo específico de Belém, tematizando a mobilidade na geografia da cidade, a re-emergência de empresas espaço-rua e de bazar, as gambiarras tecnológicas e seus usos na esfera social, subversões funcionais e apropriações dos meios como formas de intervenção e participação em uma nova cartografia da cidade.

O espaços previstos para o Vivo arte.mov em Belém compreendem a Praça Frei Caetano Brandão, a Casa das 11 Janelas e arredores, até a Praça do Carmo, em um corredor cultural formado por pontos tradicionais e marcos históricos locais.

EXPOSIÇÃO “EIXO TEMÁTICO”:
Exposição de caráter lúdico, informativo e ilustrativo dos conceitos abordados, através de projetos que ocupam um espaço expositivo ou de circulação.

OUVIDORIA
Lourival Cuquinha

O projeto é uma áudio exposição. No período da exposição alguns telefones públicos ficarão a disposição do publico que poderá ligar gratuitamente para qualquer lugar do mundo. Porém todas as conversas estarão sendo processadas e transmitidas em tempo real para um outro espaço expositivo totalmente escuro. Os telefones serão “orelhões” customizados com a “marca” do OVIDORIA, companhia fictícia do projeto. Nos orelhões, teremos uma sinalização, uma placa, por exemplo, explicando o que está acontecendo para o usuário. Qualquer pessoa poderá ligar pra qualquer lugar do mundo gratuitamente, mas compartilhando a informação. Os áudios de algumas das ligações poderão ser alterados ou transmitidos na integra em tempo real para que sejam ouvidos na sala escura. Mas o áudio final no espaço sempre será uma mistura deles. Um robô digital que estamos desenvolvendo com o software Pure Data se encarregará desta transmissão ao vivo. A quantidade de línguas e sotaques diferentes levará esta mistura auditiva na direção estética de uma metáfora entre globalização e torre de babel.

Fizemos outra versão desta obra na exposição O Lugar Dissonante, Recife, 2009, mas agora teremos a obra completa. Naquele momento tivemos o apoio de uma companhia telefônica que nos cedeu a ligações locais gratuitas, porém nesta versão final teremos quatro assinaturas Skype e quatro estações de rede em mini Netbooks (um conjunto destes para cada orelhão Ouvidoria) possibilitando a ligação para qualquer lugar do globo.

Objeto
Este trabalho tem como objetivo tornar o publico participante co-autor, cúmplice e espectador da obra. O OUVIDORIA sugere pensamentos sobre o controle e o descontrole da informação objetivando uma instalação sonora totalmente acessível. Telefones públicos (orelhões) com a marca OUVIDORIA e uma sala interna. Os orelhões ligam gratuitamente para qualquer lugar do mundo e estarão nos arredores do espaço expositivo. Numa sala escura com almofadas se ouvirá o som destas ligações mixadas em tempo real. Os telefones terão avisos explicando que a ligação é gratuita, porém transmitida para quem queira ouvir dentro da sala. É importante evidenciar que a gratuidade das ligações durante a exposição proporciona atrativos utilitários e estéticos para o publico. Pessoas que nunca entraram em contato com arte contemporânea serão “fisgadas” pela isca do telefonema grátis. O trabalho proporciona um contato do publico que não estaria ali sem a vantagem da ligação, mas que poderão (até pela “distância conceitual”) viver o trabalho de formas bem inesperadas.

EVENTOS AUDIOVISUAIS

Performances E ATIVIDADES ESPECIAIS

Bike.mov
Coordenação: Giseli Vasconcelos | Desenvolvedor local: Fernando D’Pádua Bike estruturada para performances, mostras audiovisuais e publicidade do evento nas ruas. Esta bike é de propriedade do Vivo arte.mov com finalidade de circulação em outros eventos. A bicicleta será desenvolvida em etapas, que vão do desenvolvimento da estrutura física (suporte para equipamentos, solução para recarga de energia, montagem/desmontagem) ao design e customização.

Rádio Transmissão FM 106,5 MHz – Redários [aparelho]-:
Coordenação: Giseli Vasconcelos | Programação: rede [aparelho]-: A rádio além do seu caráter difusor, também deverá cumprir um papel de “ferramenta de integração” das diversas atividades promovidas pelo evento. Sua programação estará integrada aos conteúdos do arte.mov e aberta outras experiências sonoras em conexão com a Bike.mov. Redários pretende realizar no período do festival atividades audiovisuais que reflitam a mobilidade e identidade popular nas ruas de Belém, notadamente para a área de abrangência do festival.

ADC Belém Tour – Locative Media Recording
Coordenação: Giseli Vasconcelos | Parceria: ADC/Tal Haddad Isaac Equipes de som – especializadas em aparelhagens de pequeno porte, automotivas e/ou bikes são convidadas a desenvolver projetos de comunicação audiovisual e sonora para performance e premiação no Festival arte.mov_Belém. Compreende-se por comunicação audiovisual e sonora projetos que contemplem o uso de dispositivos comunicacionais para texto e/ou imagem, tais como rádio transmissores, gps, sms, video cameras etc. As equipes serão selecionadas e convidadas para participar de um iniciativa work in progress.

O Jogo de Guerra
A partir do jogo The Game of War, idealizado por Guy Debord foi pensada uma adaptação para sua apresentação em larga escala (como em uma reactable gigante, cujas peças ou pessoas ao se moverem ativam sons e imagens através de seu posicionamento por GPS. O local de realização deve ser a Praça Frei Caetano Brandão (foto abaixo) onde além da pouca obstrução de acesso a dados por GPS, existe também a possibilidade de uma visualização aérea a partir de câmeras que poderiam ser posicionadas nos edifícios à sua volta. A praça faz parte de um complexo cultural que se irradia a partir da Casa das Onze Janelas, que sediará o Vivo arte.mov em Belém.

Proposta HAPAX

Pelada – jogo de futebol a partir do Game of War
Local: praça do Carmo

EBOOK: Lançamento nacional
Truquenologia – Elementos para se pensar uma teoria para a gambiarra tecnológica. Ricardo Rosas

Obra em Questão // Popopô – de Ruma

Essa digigrafia do Ruma é um exemplo que os recursos mais básicos de computação gráfica, nas mãos certas, podem resultar em um trabalho fantástico como o “Popopô”. Na exposição “Acervo Onze Janelas: Gravuras no Pará” algumas digigrafias dessa série fizeram parte da coleção. Ainda não conversei com o autor sobre a obra, mas vejo Paint Brush, com Corel, Photoshop…arte digital.

Sobre o autor

Ruma nasceu em Belém do Pará no dia 26 de janeiro de 1956. Formado em Arquitetura pela UFPA, pós-graduado em Marketing pela FGV /Ideal, Belém-PA. Cursou a Escola de Artes Visuais no Parque Lage, Rio de Janeiro-RJ. Participa, desde 1979, de Salões e coletivas no Brasil (PA/RJ/SP/MG/AM/BA) e exterior (Portugal e Alemanha), incluindo o Projeto Macunaíma FUNARTE/RJ e Evidências, na Kunsthaus, Wiesbaden-Alemanha.

Principais individuais: “Baralho a Quadro”, Belo Horizonte-MG (1992), Florianópolis /SC e na Galeria Theodoro Braga, CENTUR, Belém-PA (1994); “Ao Quadrado”, Galeria de Arte Graça Landeira da UNAMA, Belém-PA (1998); “Barulho”, Galeria Municipal de Arte, Belém-PA e “Rotas” Galeria de Arte Graça Landeira da UNAMA, Belém-PA (2000) e “Voluptas” na Galeria Theodoro Braga, CENTUR, Belém-PA (2004).

Prêmios de aquisição no V Salão da Ferrovia, Rio de Janeiro-RJ (1987); no XII e no XXV Salão Arte Pará (1993 e 2006) e no V Salão UNAMA de Pequenos Formatos, Belém-PA (1999) e Grande Prêmio no X Salão UNAMA de Pequenos Formatos (2004). Bolsa de Pesquisa e Experimentação Artística, Instituto de Artes do Pará (2010).

Possui obras em acervos no Pará, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. A principal vertente de sua obra é a pintura, com incursões no objeto, desenho e gravura digital. Também é ilustrador.

Fonte: Cultura Pará