Exposição “Desenhos Assombrados” de Tadeu Lobato, Museu Casa das Onze Janelas


DESENHOS ASSOMBRADOS
A exposição é composta por desenhos e vídeos, o artista realiza um diálogo direto com os trabalhos do ilustrador americano Edward Gorey. Tadeu Lobato toma como referência o livro de Gorey, Alfabeto Macabro, realizando sutis interferências nas imagens e estabelecendo um jogo conceitual de nonsense com o ilustrador. A idéia é realizar uma espécie de storyboard, numa concepção que propõem um não tempo ou mais precisamente um tempo fora do nosso tempo. Há uma cumplicidade entre o artista e o ilustrador, são afinidades substanciadas pelo humor carregado de ironia. Tadeu Lobato faz uma reflexão sobre o mundo contemporâneo, sobre uma inocência perdida, sobre as contações de histórias para embalar um sono intranquilo.

 

 

SERVIÇO:

Título da exposição: Desenhos Assombrados.

Artista: Tadeu Lobato
Local: Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. Laboratório das Artes
Data de abertura: 27 de setembro, às 19h
Período da exposição: 27 de setembro até 02 de dezembro.

Horário de visitação: Terça a sexta das 10 às 18h. Sábado, domingo e feriado das 10h às 14h

Prêmio de Artes Visuais divulga 4 selecionados

O Banco da Amazônia divulgou o resultado final do Prêmio de Artes Visuais 2012. Foram quatro selecionados que ocuparão as instalações do Espaço Cultural no período de maio de 2012 a fevereiro de 2013.

Para o prêmio foram selecionados quatro projetos: “Outra natureza” do artista plástico Fernando Hage; “Panorama da Arte Digital no Pará” do artista plástico Ramiro Quaresma; “Mosaico Inflamável” de autoria do artista plástico Francisco Pacheco; e “Amazônia, esfinge II” do artista visual Sávio Luiz Stoco.

A exposição “Outra natureza” reunirá obras de artistas que tem se destacado no cenário local e nacional. “Panorama da Arte Digital no Pará” apresenta problemáticas que surgem das crescentes reinvenções tecnológicas. “Mosaico Inflamável”, de autoria do artista plástico Francisco Egon da Conceição Pacheco, apresenta obras produzidas com embalagens de maços de fósforo, rótulos, caixinhas e palitos usados. Tem como proposta o estímulo e a reflexão sobre o complexo contexto geopolítico do Brasil e da Amazônia

O último projeto a ser contemplado pelo edital foi “Amazônia, esfinge II” do artista visual Sávio Luiz Stoco. O artista apresenta na exposição a sequência do documentário terceiro milênio (1978) de Jorge Bodanzky e conta com diferentes técnicas e suporte, entre eles painéis fotográficos, em madeira revestidos por fotografias impressas em tecidos e obras literárias.

Os projetos recebidos foram analisados por uma comissão avaliadora  composta de artistas visuais convidados para desempenharem o papel. O evento é uma realização do Banco da Amazônia e o período para a habilitação dos projetos vai até o dia 30/04/2012, publicado no edital disponível no site do Banco: http://www.bancoamazonia.com.br.

(DOL, com informações da Ascom Basa)

Salão UNAMA de Pequenos Formatos: homenagem à arte paraense dos anos 80

Ficha de Inscricão – Salão Unama de Pequenos Formatos
Regulamento – Salão Unama de Pequenos Formantos

O revival dos anos 80 também chegou às artes plásticas, mas nada de cultura trash ou os exageros que marcaram a chamada “década perdida”. O Salão Unama de Pequenos Formatos, em sua 12ª edição, vai resgatar essa época prestando uma homenagem aos artistas plásticos que fizeram dos anos 80 uns dos mais culturalmente intensos no Pará.
Jorge Eiró, Emmanuel Nassar, Ronaldo Moraes Rêgo, Dina Oliveira, Marinaldo Santos, PP Conduru, Rosângela Brito e Simões são alguns dos vinte artistas paraenses que terão suas obras expostas em uma sala criada especialmente para eles: a “80 Desenho 80”. O nome é uma referência ao número de obras que farão parte da exposição e a década que será homenageada. “A intenção da curadoria é trazer para o espaço do Salão raridades produzidas por jovens artistas, na ocasião, e que hoje fazem parte de um grupo significativo no panorama da arte contemporânea paraense”, explica Emanuel Franco, curador do Salão.
Franco diz que, além da homenagem, no espaço anexo à Galeria de Arte Graça Landeira, será montada uma grande instalação de título “A Metrópole de Barro” com obras do artista paraense Clayton do Nascimento, que reside e produz na agrovila de Apéu, município de Castanhal. A instalação se compõe de 200 peças em cerâmica feitas do reaproveitamento de barras de tijolos que são manipulados pelo artista formando um conjunto de peças que sugerem um grande núcleo urbano.
O Salão Unama de Pequenos Formatos contará mais uma vez com a exposição de obras selecionadas de artistas locais e nacionais. Serão desenhos, pinturas, gravuras, esculturas, objetos ou fotografias, instalação e vídeo que podem ser inscritos até o dia 17 de março. O salão distribui este ano R$ 16 mil em premiações e será inaugurado no dia 4 de maio. Para artistas residentes fora de Belém, esta data será considerada como limite de postagem das obras.
Franco explica, ainda, que podem inscrever-se, gratuitamente, artistas brasileiros, naturalizados e estrangeiros residentes no Brasil há mais de três anos. A ficha de inscrição, original, fotocopiada ou reproduzida do site da Unama (www.unama.br), deve ser preenchida e assinada. O artista deve ainda declarar, obrigatoriamente, os valores em reais das obras inscritas, além de anexar seu currículo artístico atualizado. As fichas incompletas, rasuradas ou sem assinatura serão inválidas.
No caso das fichas de inscrição de autoria coletiva, o nome do grupo e seus integrantes devem ser informados. Um dos artistas, indicado pelo grupo, assinará a ficha, a quem caberá receber a premiação. Os artistas ou grupos têm que apresentar, no mínimo, três obras em uma das categorias: desenho, pintura, gravura, escultura, objeto ou fotografia. Quanto às obras bi ou tridimensionais, elas não podem ultrapassar 40 cm, em cada uma de suas dimensões, incluída a moldura.

Obra de Danielle Fonseca vencedora da edição passada do Salão.

Serviço: Inscrições no XII Salão Unama de Pequenos Formatos, na Galeria de Arte “Graça Landeira”, campus Alcindo Cacela, 287 – Umarizal. E-mail: galeria@unama.br. Mais informações: 4009-3148 / 4009-3150

Fonte: Unama

I Salão Xumucuís de Arte Digital – Inscrições Encerradas

No último dia 25 foram encerradas as inscrições para o Salão. Até o dia 05 de Agosto serão divulgados os trabalhos selecionados para a exposição. O blog agradece a todos os inscritos e se coloca a disposição para o esclarecimento de qualquer dúvida. A exposição será aberta dia 18 de Agosto no Museu Casa das Onze Janelas. Agradecimentos especiais para Mariza Mokarzel, Rosângela Britto, Armando Queiroz, Orlando Maneschy, Flavya Mutran, Roberta Carvalho e Alberto Bitar pela confiança e apoio no projeto. À Oi Patrocínios Culturais, Oi Futuro, Lei Semear, Fundação Tancredo Neves, Secretaria de Estado de Cultura e Governo do Pará obrigado pela viabilização deste projeto.

Arte Pará 2011 – Inscrições Abertas

Estão abertas até  o dia 30 de agosto de 2011 as inscrições de obras de artistas locais, nacionais e estrangeiros residentes no Brasil para o Arte Pará 2011.

Clique na logo e vá para a página a inscrições.

Abaixo o regulamento retirado do site da Fundação Romulo Maiorana, organizadora do evento:

Regulamento – Mostra competitiva

1. Denominação e Finalidade

1.1. A Fundação Romulo Maiorana, uma instituição privada, sem fins lucrativos, integrante das Organizações Romulo Maiorana, promove anualmente o Arte Pará, iniciativa que visa a reunir tendências observadas no campo das artes visuais, bem como a discutir questões estéticas contemporâneas, possibilitando intercâmbio entre regiões e artistas brasileiros. O Arte Pará também se constitui num processo que se integra à educação pública da Região Metropolitana de Belém e dos municípios vizinhos.

2. Inscrição

2.1. A inscrição será no período de primeiro 01 de julho à 30 trinta de agosto de 2011 (DATA DE RECEBIMENTO DA INSCRIÇÃO), não responsabilizando-se a Fundação Romulo Maiorana por qualquer atraso havido na entrega dos dossiês. É gratuita e aberta a artistas brasileiros e estrangeiros legalmente residentes no país.

2.2. A inscrição será feita em ficha própria ou fotocópia, acompanhada do dossiê do artista. É imprescindível o completo preenchimento da mesma datilografada ou em letra de forma. Só serão aceitas fichas de inscrição assinadas pelo próprio artista ou por procuração.

2.3. O dossiê, com formato máximo de 21×33 cm (tamanho oficio), deverá conter currículo resumido, fotos (recomendamos formato 20×25 cm), imagens impressas ou fotocópias de três trabalhos ou projetos/maquetes eletrônicas a serem apresentados. As imagens dos trabalhos e projetos deverão ser enviadas em arquivo digital e impresso, contendo neste caso o nome do artista, dimensões da obra, título, material utilizado e ano de execução no verso. Para inscrições na categoria instalação, vídeo ou performance serão aceitos DVDs. Não serão aceitos slides.

2.4.O artista deverá mandar com as obras inscritas, fotos dos trabalhos em boa resolução e legendas para serem utilizadas no catálogo do Arte Pará 2011 – 30 Anos.

2.5. O material de inscrição dos artistas não selecionados só será devolvido pelo correio se vier acompanhado de envelope selado com valor suficiente para a devolução.

2.6. Só será aceita inscrição de obras inéditas.

2.7. Cada artista terá direito a uma inscrição individual, podendo, ainda, participar em projeto coletivo.

2.8. Para trabalhos realizados em grupo, um representante assinará a ficha de inscrição, no entanto, os nomes dos demais integrantes devem constar em anexo.

2.9. Deverão ser inscritos obrigatoriamente três trabalhos, cabendo as comissões de Seleção e Premiação determinar quais deverão participar da mostra. Dípticos, trípticos e polípticos são considerados obras únicas. Em proposições nas categorias : Ação Urbana, Instalação e Vídeo serão aceitos até dois trabalhos, sendo selecionados apenas um.

2.10. Artistas que inscreverem Ações Urbanas , instalação ou obras que só serão montadas para a abertura, deverão anexar ao dossiê os projetos e ou maquetes eletrônicas das mesmas. Estes poderão ser utilizados, também, para reprodução no catálogo em caso de seleção.

2.11. O artista disporá das seguintes medidas máximas para a apresentação dos trabalhos:

Obras Bidimensionais – 4,20m (quatro metros e vinte centímetros) de largura e 2,00m (dois metros) de altura para as três obras.

Obras Tridimensionais por 2,20m (dois metros e vinte centímetros) de altura de cada peça.

Instalações – 6m (seis metros quadrados) de área, com 2,20m (dois e vinte centímetros) de altura cada instalação.

Instalação de Parede – 3,00m (três metros) de largura, por 2,00m (dois metros) de altura. Obras que excedem essas especificações não serão aceitas.

2.12. Vídeos e filmes e/ou DVD, unicamente para trabalhos inscritos na linguagem audiovisual deverão ter no máximo 05 (cinco) minutos de duração e devem ser gravados em Looping. Caso selecionado, o artista enviará obrigatoriamente duas (02) cópias do trabalho para apresentação, assim como arquivo de imagens do vídeo para serem empregados em material impresso. O mesmo também deverá indicar o número de cópias (tiragem) de sua obra em vídeo ou cinema. Neste caso o artista deverá, EXCLUSIVAMENTE, enviar o seu arquivo pelo correio para Fundação Romulo Maiorana – Av. Romulo Maiorana, 2473 – Bairro do Marco – Belém – Pará CEP 66093-055.

2.13. A inscrição de projetos de Arte Digital deverá utilizar vídeos conforme a descrição no item anterior em DVD. Qualquer consulta à respeito desse tipo de proposta deverá ser encaminhada a Fundação Romulo Maiorana até duas (02) semanas antes do término do prazo de inscrição pelo endereço eletrônico: artepara@oliberal.com.br

2.14. Em todos os casos de proposta de caráter especial de obra envolvendo o uso de equipamentos eletrônicos, os mesmos deverão ser fornecidos pelo próprio artista.

2.15. Não serão aceitas obras realizadas com materiais perecíveis ou adulteráveis, que prejudiquem a apresentação de outros trabalhos ou comprometam a integridade física do local, das instituições, dos funcionários envolvidos no Arte Pará e do público em geral. Recomendamos a não utilização de foamboard, como material de montagem, em função das características climáticas da região e de sua fragilidade, sugerindo a substituição por PVC ou outro suporte de melhor resistência, as obras em papel, gravura e desenho deverão vir com suporte apropriado para sua apresentação. A Fundação Romulo Maiorana não se responsabilizará por danos provenientes da utilização do referido material.

2.16. As inscrições deverão ser entregues diretamente na Fundação Romulo Maiorana – Av. Romulo Maiorana, 2473 – Bairro do Marco – Belém – Pará CEP 66093-055 ou remetidas pelo correio. Só serão aceitas inscrições POSTADAS até o dia 25 de agosto de 2011.

2.15. É vetado aos membros de Seleção e Premiação a inscrição no Arte Pará.

2.16. A Comissão Organizadora do Arte Pará rejeitará inscrições que não estejam de acordo com os termos e condições deste regulamento.

2.17. O ato da inscrição implica na automática em plena concordância com as normas deste regulamento.

Inscrição via web

2.18. As inscrições via web poderão ser realizadas pelo site da Fundação Romulo Maiorana(http://www.frmaiorana.org.br) no link “INSCRIÇÃO ARTE PARÁ 2011” .

2.19. A inscrição via web irão até às 23:59h do dia 30 de agosto de 2011.

2.20. Os artistas que optarem por se inscrever via site deverão preencher integralmente toda a ficha de cadastro, caso contrário sua inscrição será invalidada. Concluído o preenchimento do formulário, o artista deverá aguardar o email de confirmação da inscrição com o seu número de inscrição para validar a mesma.

2.21. Caso haja alguma dúvida técnica que tange ao envio da inscrição online, o artista poderá enviar o email para: arteparaweb@oliberal.com.br

2.22. O artista poderá ainda, enviar os materiais via internet que devem ser anexados no momento da inscrição via web.

2.23. Tipos de arquivos permitidos para internet:

· Imagem: BMP, JPG, JPEG, PNG,GIF

· Texto: PDF, DOC, DOCX, ODT, TXT

2.24. A somatória dos 3(três) arquivos não poderá passar o limite de 10 Mb; caso isso ocorra a inscrição do artista será invalidada.

3. Seleção

3.1. A seleção e premiação dos trabalhos será realizada em etapa única por uma Comissão composta por, no mínimo, 05 (cinco) membros, nos dias 09 e 10 de setembro de 2011, quando será lavrada a ata da sessão, onde estarão fundamentados os critérios adotados.

3.2 A seleção será feita através de dossiês em que constem: documentação fotográfica, fotocópia, memoriais de projetos, maquetes CDS e DVDs. A Comissão de Seleção poderá eliminar as propostas que não apresentarem suficiente clareza do projeto, ou que se apresentem inexeqüíveis. Salvo nos casos em que a Comissão de Seleção julgar desnecessário, o artista deve estar presente por sua conta para realizar a montagem da obra para o Arte Pará.

3.3 Em sua versão 2011, o júri do Arte Pará selecionará 30 (trinta) artistas de todo o Brasil. A equipe curatorial convidará a seu critério, outros artistas para participarem do Arte Pará.

3.4. O resultado da seleção será publicado no Jornal O Liberal do dia 11 de setembro de 2011. Todos os artistas selecionados serão comunicados nos primeiros dias úteis após a seleção. Os demais serão avisados do resultado por correspondência ou através do site http://www.frmaiorana.org.br. No caso de desistência ou da não localização de um selecionado no prazo de 10 (dez) dias, a Coordenação e a Comissão de Seleção examinarão a hipótese de cancelar a participação do artista.

3.5 O material de inscrição dos artistas selecionados não será devolvido. Os não selecionados serão devolvidos pelos Correios, desde que contenha em anexo envelope e selo para posterior devolução. Fotocópias e catálogos não serão devolvidos. Os dossiês de artistas locais não selecionados deverão ser retirados no prazo de no máximo 15 (quinze) dias, 12 a 26 setembro de 2011, na Fundação Romulo Maiorana – Av.Romulo Maiorana, 2473 – Bairro do Marco – Belém – Pará CEP 66093-055.

3.6. Somente serão expostas as obras selecionadas, não sendo permitidas substituições ou modificações das mesmas após a seleção.

4. Transporte

4.1. Os artistas selecionados, não residentes em Belém, deverão enviar suas obras por conta própria, acompanhadas de nota fiscal avulsa (fornecida pela Secretaria da Fazenda de cada Estado) à Fundação Romulo Maiorana; que será encarregada da devolução das obras aos artistas selecionados. Só serão aceita, obras com a referida Nota Fiscal.

4.2. A devolução das obras dos artistas selecionados no Arte Pará, não residentes em Belém será de responsabilidade da Fundação Romulo Maiorana, por transporte aéreo ou terrestre. Caso o artista tenha uma transportadora de sua preferência deverá informar a secretaria do Salão e contactar a empresa para retirar os trabalhos na Fundação Romulo Maiorana até 06 de janeiro de 2012 após o encerramento do Arte Pará 2011.

4.3. Recomendamos que as obras selecionadas sejam acondicionadas em embalagens resistentes (caixa de madeira, tubo de pvc, ou similares), se necessário, com instruções para reembalagens anexadas, já que sua devolução será feita com as mesmas embalagens.

4.4. A Fundação Romulo Maiorana assim como os espaços escolhidos para a exposição Arte Pará 2011 – 30 Anos oferecerão condições adequadas para a Mostra; entretanto é aconselhável que o artista faça seguro das obras selecionadas, uma vez que a instituição organizadora está isenta de qualquer responsabilidade em caso de eventuais sinistros, inclusive danos às obras.

4.5. O transporte, embalagem e seguro das obras dos artistas convidados. Serão tratados individualmente com cada um deles.

5. Montagem

5.1. Caberá exclusivamente a comissão organizadora o conceito curatorial e a montagem do Arte Pará, bem como por utilizar a totalidade ou não das obras selecionadas por artista.

5.2. As obras selecionadas serão montadas pela equipe da FRM, exclusivamente nas Salas do Arte Pará.

I – Equipamento e materiais especiais, necessários à apresentação da obra serão fornecidos pelo artista, sendo de sua total responsabilidade a operacionalização e manutenção.

II – Trabalhos selecionados que exijam salas ou montagens especiais só serão exibidos de acordo com a disponibilidade técnica do Arte Pará.

III – Obras que eventualmente tenham sido danificadas durante o transporte para o Arte Pará 2011 – 30 Anos, só serão expostas se houver tempo hábil para o restauro, e se a devida cobertura das despesas for efetuada pelo responsável.

5.3. O artista selecionado na categoria instalação deverá realizar e acompanhar a montagem no local determinado pela comissão organizadora em data a ser comunicada posteriormente.

5.4. O artista selecionado com Ação Urbana e performance deverá se responsabilizar por quaisquer questões legais e operacionais de seu projeto.

5.5. O artista selecionado com performance deverá agendar, junto com a comissão organizadora, data e local desta ação.

6. Premiação

6.1. A premiação será realizada por uma comissão composta por no mínimo 5 (cinco) membros nos dias 09 e 10 de setembro de 2011, quando será lavrada a ata da sessão onde estarão fundamentados os critérios adotados.

6.2. O Arte Pará 2011 – 30 Anos conferirá prêmios no valor líquido total de R$ 60.000,00 (Sessenta Mil Reais), distribuídos da seguinte forma: R$ 15.000,00 (Quinze Mil Reais) – Em Prêmio Aquisição

6.3. A Comissão de seleção do Arte Pará 2011- 30 anos selecionará 30 (trinta) artistas, devendo cada selecionado receber um prêmio no valor de R$ 1.500,00 (Hum mil e quinhentos Reais). Verba esta destinada para a produção de trabalho e ou despesas decorrentes da participação.

6.4. Os artistas premiados receberão os valores em agência bancária, onde sejam titulares de conta corrente ou conjunta , com os devidos impostos recolhidos. Não será aceita conta poupança. O pagamento ocorrerá na data do encerramento do Arte Pará. Solicita-se aos premiados em Ação Urbana o encaminhamento de imagens fotográficas e do projeto para projeção na data da premiação.

6.5. O conjunto de obra premiada será integralmente incorporado ao acervo da Fundação Romulo Maiorana com todo o equipamento e material que a compuserem, exceto equipamentos eletrônicos de projeção.

6.6. Somente os artistas inscritos farão jus aos prêmios.

6.7. A Fundação Romulo Maiorana fica a porcentagem de 30% (trinta) na venda das obras expostas no Arte Pará 2011 – 30 Anos.

7. Disposições Gerais

7.1 As obras não poderão ser alteradas ou retiradas antes do encerramento do Arte Pará.

7.2 Ao participar do processo seletivo o candidato automaticamente concorda com as normas estabelecidas neste edital e autoriza a Fundação Romulo Maiorana a expor os trabalhos recebidos, reproduzi-los em catálogo, mídia impressa e ou eletrônica bem como na divulgação do evento. Os selecionados cedem o direito de uso do nome e das imagens na divulgação e publicação do conteúdo da mostra, de qualquer forma impressa ou televisiva. A autorização para publicação do(s) projeto(s) inscritos é de responsabilidade do autor da inscrição, isentando a Fundação de qualquer ônus relativo à violação de direitos autorais de terceiros.

7.3 O artista selecionado deverá participar da Ação de Desenvolvimento Cultural e Educativa que envolve conversa com os mediadores sobre a obra exposta no Arte Pará e conversa com o público previamente agendada.

7.4 As Comissões de Seleção e Premiação atuarão, desde a sua formação até que sejam lavradas e assinadas as respectivas atas, quando serão automaticamente extintas.

7.5 As decisões das Comissões de Seleção serão irretratáveis e irrecorríveis.

7.6 Ficará a cargo da Comissão organizadora qualquer deliberação posterior à extinção, de seleção e premiação.

7.7. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela Comissão Organizadora.

7.8. Após o término da exposição, os trabalhos deverão ser retirados à partir de 01 de dezembro, caso não haja prorrogação, mediante a apresentação de recibo, fornecido no ato da inscrição. As obras que não forem retiradas dentro do prazo de 50 dias passam a ser propriedade da Fundação Romulo Maiorana.

8.Cronograma:

Inscrição de artistas locais:

01 /07 à 30/08/2011

Seleção e Premiação:

09 e 10/09/2011

Comunicado Seleção:

11/09/2011

Abertura da Mostra:

06/10/2011

Encerramento:

06/12/2011

I Salão Xumucuís de Arte Digital – Inscrições Abertas

A arte digital, gerada por novas plataformas computacionais, já tem presença marcante em todos os grandes salões de arte e exposições no mundo inteiro desde os anos 1980, adquirindo novas perspectivas na última década com revolução digital que tomou conta da contemporaneidade.

No Brasil há 10 anos já existem eventos artísticos específicos de arte e tecnologia, porém no Pará ainda existia esta lacuna. O site Xumucuís, especializado em artes visuais, patrimônio artístico/histórico e museus, elaborou e aprovou o projeto para realizar o Primeiro  Salão Xumucuís de Arte Digital, exposição exclusiva para arte digital e convergências entre arte e tecnologia. Um projeto inovador aprovado em edital nacional da Oi Futuro pra colocar o Pará no mapa da arte e tecnologia.

Artistas paraenses como Val Sampaio, Vitor Lima, Melissa Barbery, Luciana Magno, entre outros, conquistaram espaço com trabalhos que extrapolam as fronteiras plásticas gerando obras de arte híbridas que conquistaram espaço definitivo no meio artístico com conceito, forma e inovação.

A comissão de seleção e premiação  do Primeiro Salão Xumucuís de Arte Digital será composta pelo doutor e curador Orlando Maneschy, da mestre em artes e fotógrafa Flavya Mutran, dos artistas visuais Alberto Bitar e Roberta Carvalho, e pelos curador do salão e pesquisador Ramiro Quaresma. Serão selecionados 30 trabalhos de artistas nacionais e locais com premiação para os 05 trabalhos mais bem avaliados pela comissão.

Obra da Série “There’s No Place…” de Flavya Mutran, uma das juradas do Salão.

As inscrições serão feitas baixando e preenchendo a ficha de inscrição (abaixo na postagem) e enviando junto com os arquivos referente as obras para xumucuis@gmail.com. As inscrições estão abertas entre os dias 15 de junho e 25 de julho para trabalhos nas diversas áreas da arte digital como vídeo-arte, vídeo-instalação, vídeo-objeto, gravura digital, performance e web-arte. Os resultados serão divulgados no dia 27 de julho e abertura do Salão será no dia 18 de Agosto na Sala Valdir Sarubbi do Museu Casa das Onze Janelas.

Uma realização do site Xumucuís, com produção da Espiral Multimeios, patrocínio da Oi, Secretaria de Cultura do Pará, Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves e Governo do Pará via Lei Semear, tecnologia da SOL Informática e apoio cultural da Oi Futuro. O Salão é uma iniciativa do curador independente Ramiro Quaresma e da produtora Deyse Marinho.

Serviço: Primeiro Salão Xumucuís de Arte Digital, inscrições de 15 de Junho a 25 de Julho, em xumucuis.wordpress.com.

Abertura dia 18 de Agosto às 20h.

Visitação de 19 de Agosto a 18 de Setembro no Museu Casa das Onze Janelas.

Informações 8239 2476 – @xumucuis

Envio de inscrições xumucuis@gmail.com

Edital

Ficha de Inscrição

9ª Edição do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia

O Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia abre inscrições para sua 9ª edição entre os dias 2 de maio e 30 de junho. Com o intuito de ser uma vitrine para novos trabalhos, em 2011, o PSM distribui R$ 160 mil entre quatro criadores iniciantes e outros dois em meio de carreira, além do tradicional prêmio hors concours.

Os interessados podem se inscrever nas modalidades ‘Individual’ e ‘Dupla ou Coletivo’ e enviar seus portfólios. Acesse aqui o Regulamento e Ficha de Inscrição

Com curadoria de Giselle Beiguelman, esta edição é dividida nas modalidades:

4 Prêmios para criadores iniciantes com mínimo de 2 anos de carreira comprovada – R$ 15 mil para cada;

2 Prêmios para criadores com mínimo de 10 anos de carreira comprovada – R$ 30 mil para cada;

1 Prêmio Hors Concours, para um artista ou teórico das áreas abrangidas, como reconhecimento pelo conjunto da atuação – R$ 40 mil.

Júri 
Os participantes serão submetidos a duas comissões independentes:

Comissão de seleção: Adriana Amaral (RS), Clarissa Diniz (PE), Eduardo Jesus (MG), Marcos Boffa (SP) e Priscila Farias (SP).

Comissão de premiação: Claudia Assef (SP), Cícero Silva (SP), Ivana Bentes (RJ), Tadeu Chiarelli (SP) e Tiago Mesquita (SP).

Divulgação dos Finalistas
Os finalistas serão anunciados no dia 15 de agosto. Além disso, o Prêmio realiza o Simpósio Internacional “Memória da Cultura Digital: Políticas e Estratégias”, previsto para os dias 1, 2 e 3 de outubro no Museu da Imagem e do Som – MIS, em São Paulo. O Simpósio reunirá projetos e ações de instituições como o MEIAC (Argentina), de aquisição de obras concebidas para a Internet; O Variable Media Initiative do Guggenheim (Nova York); o projeto Archive 2020 (Holanda), entre outros.

Nestes mesmos dias, ocorrerão Leituras de portfólios dos artistas finalistas da 9ª edição do Prêmio, que serão realizadas individualmente com a presença de um crítico internacional e um brasileiro. As Leituras são abertas ao público e ocorrerão no MIS – SP.

Premiação
No dia 4 de outubro, serão anunciados os premiados e o Prêmio Hors Concours em cerimônia no MIS – SP.

Datas
Inscrições: de 2 de maio a 30 de junho pelo site do Instituto Sergio Motta
Anúncio dos finalistas: 15 de agosto
Simpósio Internacional no MIS – SP: 1, 2 e 3 de outubro
Cerimônia de Premiação: 4 de outubro

Para mais informações: psm@ism.org.br ou no telefone: (11) 3674 0216, de segunda a sexta-feira das 10h30 às 17h.

Programação // Seminário Narrativas Discentes: Conexões em Arte: de 17 a 20 de Maio

17/05/2011

Horário

ATIVIDADE

14 h às 16 h 30

CREDENCIAMENTO

16h 30 às 17 h

MESA DE ABERTURA

17 h às

19 h

CONFERÊNCIA DE ABERTURA

Tema: Artista pesquisador: um transbordo da Ciência?

Conferencista: Profª. Drª. Rosangella Leote (UNESP/SP)

Local: Auditório do SESC Boulevard

19 h

Abertura da Mostra de Artes Visuais

Local: Associação Fotoativa

18/05/2011

Horário

ATIVIDADE

08h às 10h

MESA-REDONDA

Local: Auditório SESC Boulevard

Tema: O Ensino de Arte em Espaços de Educação Não Formal

Ministrantes: Profª. Ms. Ana Del Tabor Vasconcelos Magalhães

Profª. Ms. Janice Shirley Lima

10h àss 12h

COMUNICAÇÕES ORAIS

Auditório SESC Boulevard

Hall SESC Boulevard

14h às 16h

PALESTRA

Local: Auditório SESC Boulevard

Tema: A desmontagem do ser humano e as técnicas do romance moderno no cinema: o duplo em Cisne negro, de Darren Aronofsky

Ministrante: Prof. Dr. Fernando de Moraes Gebra

16h às 17h 30

PALESTRA

Local: Hall SESC Boulevard

Tema: Uma vivência musical, sons e sensações, a arte de ouvir

Ministrante: Waldnei Machado

Paulinho Assunção

17h 30

APRESENTAÇÃO MUSICAL

Local: Hall SESC Boulevard

Quinteto de Metais OMS

18h

MOSTRAS DE ARTES CÊNICAS

Local: Auditório SESC Boulevard

Ave! (Luiz Thomaz Sarmento Conceição)

POS – Programa Onomatopéico de Sentenças

19h

JAMCINE

Local: Cinema Olympia

19/05/2011

Horário

ATIVIDADE

08h às 10h

MESA-REDONDA

Local: Auditório SESC Boulevard

Tema: Narrativas e representações do corpo em vídeo.

Ministrantes: Profª. Drª. Ana Flávia Mello Mendes

Profº. Dr. Orlando Franco Maneschy

Armando Queiroz

10h às 12h

COMUNICAÇÕES ORAIS

Auditório SESC Boulevard

Hall SESC Boulevard

14h às 16h

COMUNICAÇÕES ORAIS

Auditório SESC Boulevard

Hall SESC Boulevard

16h às 18h

MOSTRA DE AUDIOVISUAL

Local: Auditório SESC Boulevard

18h

MOSTRAS ARTES CÊNICAS

Local: Auditório SESC Boulevard

A Ver – Christian Perrotta, Luiz Thomaz Sarmento  e Luiza Monteiro

Som-os de lá, som-os de cá – Luiza Monteiro e Nelly Brito

19h

JAMCINE

Local: Cinema Olympia

20/05/2011

Horário

ATIVIDADE

08h às 10h

PALESTRA

Local: Auditório SESC Boulevard

Tema: Crítica de Arte Contemporânea no Pará

Ministrante:  Prof.  Dr. Luizan Pinheiro da Costa

10h às 12h

COMUNICAÇÕES ORAIS

Auditório do SESC Boulevard

Hall SESC Boulevard

14h às 18h

MINI-OFICINAS

Local: Atelier de Artes da UFPA

16h às 18h

MOSTRA DE ARTES CÊNICAS

Local: Laboratório de Fotografia (Atelier de Artes da UFPA)

Revelar-se (Jardel Augusto Lemos – UFRJ)

18h

ENCERRAMENTO

Local: Universidade Federal do Pará

Improvideo (Lucas Gouvêa) – Capela Ecumênica

Metamorfose (Companhia de Circo Nós Tantos) – Vadião

Carimbó de Icoaraci – Vadião

17º Salão UNAMA de Pequenos Formatos – Inscrições até 04/04/2011

O Núcleo Cultural da UNAMA, sob a organização da Galeria de Arte Graça Landeira, informa que estarão abertas até o dia 04 de abril as inscrições para o 17º Salão UNAMA de Pequenos Formatos, mostra contemporânea de artes visuais, de abrangência nacional,que será realizado no período de 19 de maio a 27 de junho, nos Espaços da Galeria.
Podem concorrer ao Salão, artistas brasileiros, naturalizados  e estrangeiros residentes no País a mais de três anos, inscrevendo-se nas seguintes modalidades: Pintura, Desenho, Gravura, Escultura, Objeto, Fotografia, Instalação, Vídeo e Técnicas Mistas.
As dimensões das obras bidimensionais e tridimensionais não podem ultrapassar a 40cm, incluindo a moldura. O vídeo deverá ter no máximo 40 segundos de duração e a Instalação não deverá ultrapassar a 1m³, regular.
A seleção das obras será feita nos dias 14 e 15 de abril por uma comissão constituída de três profissionais da área das artes visuais, sendo dois do Pará e o terceiro de outro Estado brasileiro.
Os artistas selecionados concorrerão prêmios que totalizam o valor de R$ 17.000,00, sendo assim distribuídos: R$ 9.000,00 (Grande Prêmio);R$ 4.000,00 (Prêmio Especial “Graça Landeira”) e R$ 4.000,00, em prêmios aquisição, que será dividido conforme o valor de cada obra, ou do conjunto delas.
A abertura oficial do Salão será no dia 19 de maio, às 20h, com a exposição de todas as obras selecionadas e premiadas e , também, de  obras de artistas convidados pela curadoria do salão.
Paralela a mostra oficial, teremos uma Sala Especial com obras de artistas paraenses, ex – alunos dos cursos de Educação Artística e Artes Visuais e Tecnologia da Imagem da UNAMA. A intenção deste segmento expositivo é de fortalecer o dialogo das ações culturais oferecidas pelo Núcleo Cultural com as atividades acadêmicas da instituição, e de manter projetos de apoio a produção artística local.
A curadoria do Salão estará sob a responsabilidade de Emanuel Franco e a montagem das exposições sob os cuidados da equipe da Galeria e de outros profissionais da área.
Os artistas podem encontrar o Regulamento e a Ficha de Inscrição, no site da UNAMA ou na própria Galeria, nos horários de 9h às 12h e 15h às 18h.
Informações pelos telefones (91) 4009-3148 / 3150 ou através dos e-mails:
As inscrições são grátis e deverão ser feitas com a apresentação dos dossiês e de outros documentos exigidos pelo Regulamento.

 

 

Trampolim_


TRAMPOLIM _ nasce do desejo de facilitar e impulsionar a produção e projeção da arte da performance na cidade de Vitória, possibilitando a ativação e visibilidade necessárias para o seu desenvolvimento. A plataforma será um espaço de encontro de artistas do Brasil, Argentina, México, Colômbia, Polônia, Espanha, Itália, Bélgica, Venezuela, Israel, Japão, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Coréia do Sul, Escócia, Cuba, Finlândia, Irlanda e Porto Rico, para compartilhar e discutir acerca da bagagem que cada um carrega a partir de suas próprias particularidades, características e possibilidades. TRAMPOLIM _ se pensa então como uma oportunidade para debater as práticas e emergências de cada artista, permitindo uma relação ativa de processos colaborativos e de intercâmbio artístico.

Em 6 edições, realizadas de outubro de 2010 a março de 2011, o TRAMPOLIM _ reunirá mais de 50 artistas numa experiência poética de encontro com a prática da arte da performance e o diálogo entre artistas e público, servindo aos participantes de plataforma para abrir o espectro de ideias e conexões, e ir além dos padrões já existentes de eventos de performance. Durante três dias, mensalmente, esses artistas estarão reunidos nos diversos equipamentos culturais da cidade realizando uma série de atividades como workshops, bate-papos, mostras de vídeo e performances.

O TRAMPOLIM _ é uma iniciativa independente do LAP! _Laboratório de Ação & Performance, com apoio da Secretaria de Estado da Cultura, através do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo e conta com a parceria da Secretaria Municipal de Cultura e da Secretaria de Produção e Difusão Cultural da UFES.

Edições Passadas do Trampolim_

Outubro/2010

Novembro / 2010

Dezembro / 2010

Janeiro/ 2011

Fevereiro / 2011

 

Ações recentes [Clique na imagem para ampliar]

Trampolim_Vídeos – Curadoria de Orlando Maneschy

Ficha Técnica

Fonte: http://www.plataforma-trampolim.com/

Exposição “Maria do Grão: Imaginário de uma cidade” Galeria Theodoro Braga – Centur

Exposição Maria do Grão – Imaginário de uma Cidade, na Galeria Theodoro Braga, em comemoração aos 395 anos de Belém, com obras do acervo. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Fonte: Facebook Renato Torres

Exposição de obras de Sarubbi na Galeria Pontes (SP)

Exposição individual de Valdir Sarubbi – Desenhos, pinturas e relevos.

Curadoria: Alex Cerveny.

Abertura: terça-feira, 30 de novembro, às 19 horas.

Dando sequência ao ciclo de palestras e debates sobre a “Identidade Cultural Brasileira” nesse dia haverá uma mesa-redonda com Sheila Mann e Renato Rezende, às 20 horas.

Período: de 30 de novembro de 2010 a 8 de janeiro de 2011 – De segunda a sexta, das 10 às 19 horas; e sábado das 10 às 17 horas.

Rua Minas Gerais, 80 Higienópolis 01244-010 São Paulo – SP. 55 11 3129-4218 galeria@galeriapontes.com.br

 

Valdir Sarubbi – a força de uma ausência

Não é tarefa simples escrever sobre Valdir Sarubbi; pois tanto sua pessoa como sua obra (ambas homenageadas com esta exposição no décimo aniversário de sua morte) não são afeitas à superficialidades e rotulagens. Ademais, ambas – pessoa e obra – se confundem em mim; em muitos de nós, que fomos seus alunos, seus amigos, seus escolhidos e que o amamos e fomos por ele amados. Acima de tudo, Sarubbi possuía uma profunda capacidade de amar: amava generosamente, com profundo respeito pela individualidade de cada aluno ou amigo, permitindo o florescimento de cada relacionamento com a mesma sensibilidade e esmero que percebemos em suas obras plásticas. Sua morte precoce (ele não concordaria com esta expressão, consideraria uma contradição em termos) inaugurou uma ausência fundamental na vida dos seus entes mais próximos e mais queridos – e também na história da arte no Brasil.

Eu conheci Valdir Sarubbi em 1980, inicialmente como aluno, depois como amigo, em seu “Atelier Livre”. O Brasil começava a respirar os ares mais livres do fim da ditadura militar e, pouco a pouco, com o advento da democracia, uma vida cultural e intelectual mais articulada e institucionalmente organizada foi se restabelecendo no país. Nas artes visuais, as estratégias de resistência e experiências conceituais de artistas como Cildo Meireles, Antônio Manuel, Barrio e outros deram lugar a euforia e gestualidade da chamada Geração 80. Como tende a acontecer em países ainda em formação, desprovidos de uma tradição filosófica forte e, ainda por cima, sujeitos à regimes totalitários, tanto as tendências artísticas dos anos 1970 como as dos anos 1980 tinham algo de “movimento”, de dogmático – uma agenda exterior ao trabalho plástico em si. Isso fica evidente, por exemplo, no depoimento de Brígida Baltar sobre o início de sua carreira: “Lá [no Parque Lage] encontrei uma pré-cena Como vai você geração 80? e os estímulos eram para quanto mais gesto e cor melhor. Eu sofri bastante, tentando me identificar nesse caminho, ‘soltar’ as formas, ainda usando lápis de cor, mas os desenhos eram de uma sutileza fora de lugar. Eu ia tentando exaustivamente, chegar aquela gestualidade toda – como se fosse uma direção certa e única a se seguir”.[1]

Nada mais distante da pessoa e da obra de Valdir Sarubbi do que tais movimentos totalizantes, impositivos ou militantes (por mais que possamos estar de acordo com os princípios e valores defendidos por tal militância). Extremamente consciente do que é ser um artista e como se desenvolve uma linguagem artística sensível, o próprio Sarubbi deixa isso claríssimo em várias ocasiões: “O importante para mim não é o engajamento do artista dentro de tendências ou movimentos específicos, mas uma visão aberta de quem olha a obra de arte para apreciá-la naquilo que ela apresenta de sensível, seja sobre que forma for. O importante para mim é que a arte que o artista faz seja um reflexo dele mesmo e não uma dublagem de tendências artísticas orquestradas pela mídia ou uma simples ilustração de teorias artísticas contemporâneas. Muito importante é o processo criativo do artista, que se desenvolve na medida em que ele cresce como pessoa humana. Sem queimar etapas, sem pressa para atingir o sucesso. Este crescimento se reflete no amadurecimento de sua obra.” [2]

Passado já uma década desde sua morte, constata-se que o Brasil ainda não foi capaz de merecer um artista do porte de Valdir Sarubbi. Se a memória de sua pessoa continua pulsando em cada um de nós – seus amigos – na forma de gestos adquiridos, lembranças e afetos (são inúmeros, por exemplo, os objetos que ainda mantenho da época do Atelier Livre, e que me remetem diretamente à presença do Valdir e suas lições salutares), a ausência de seu nome em compêndios e retrospectivas de arte que têm sido promovidas nos últimos anos no Brasil, já consistentemente democrático e economicamente pujante, é um eloquente lembrete do quanto ainda temos que amadurecer enquanto nação.

Ainda não fomos capazes de assimilar uma obra desgarrada do mainstream e capaz de levar a linguagem plástica a elevados níveis de complexidade e sofisticação. Como poucas, a obra de Valdir Sarubbi, jamais se afastando do rigor de uma sensibilidade refinada e intuitiva, constitui um pensamento. Há uma qualidade investigativa, e quase obsessiva, em séries como Meditação Labiríntica e Antiguos Duenõs de las Flechas, como se houvesse uma procura, um intrincado mapeamento de memórias e afetos (que não buscam ser resolvidos, mas apenas revelados, descobertos, elaborados) – não por acaso o rio, com suas profundezas, sombras e sinuosidades, aparece como uma de suas mais fortes metáforas. É quase sintomático que a memória tenha sido um dos temas mais recorrentes da obra de Valdir Sarubbi. Suas últimas telas, cheias de leveza e luz, atestam sua fé no espírito humano – espírito que ele tanto reconheceu e cultivou em si mesmo e em todos aqueles que tiveram o privilégio de compartilhar sua vida.

Notas:
1 Baltar, Brígida. Passagem Secreta (org. Márcio Doctors). Rio de Janeiro: Funarte/Circuito, 2010.
2. Bittar, Rosana. Sarubbi. Belém: Estacon, 2002.

Renato Rezende

Site oficial de Valdir Sarubbi: clique aqui

 

A GALERIA

“A Galeria Pontes, recém inaugurada, dedica-se exclusivamente à arte popular. É o resultado do olhar amoroso, ensolarado de Edna Matosinho de Pontes que percorreu todo o Brasil à procura de peças que expressassem com inventividade a magia do povo brasileiro e a força da nossa natureza.
Na escolha dos artistas e das peças, Edna deixou a paixão no comando, mas procurou sempre o horizonte da autêntica criatividade. E assim, com paciência e a necessária obstinação, Edna Matosinho de Pontes reuniu um acervo rico e diversificado. As obras são originárias das mais distantes regiões brasileiras – foram produzidas na floresta amazônica, no pantanal de Mato Grosso, no serrado de Goiás, no vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, no sertão de Pernambuco, enfim, vieram do vasto mundo que compõe o nosso país. O conjunto forma um panorama da alma brasileira, apresenta um Brasil sonhado pelo seu povo, com exuberância, mística e sensualidade.
A Galeria Pontes é, em si mesma, ensolarada, um arco-íris. Um espaço de muita vitalidade. Energia que não para de brotar, porque a arte popular é germinal, isto é, plena de vida.”

Fábio Magalhães – Museólogo, Crítico de Arte e Curador da Exposição Inaugural da Galeria Pontes, “Olhar Ensolarado”

A Galeria Pontes, inaugurada em setembro de 2008, fica em São Paulo, num casarão tombado pelo patrimônio histórico, entre os bairros de Higienópolis e Pacaembu.

Em seu acervo estão obras de G.T.O., Mestre Eudócio, Maurino de Araujo, Antonio Julião, Poteiro, Bajado, Waldomiro de Deus, Tota, Adir Sodré, Miguel dos Santos, Sil e outros nomes significativos da arte popular brasileira contemporânea.

 

“Identidades Móveis” de Bruno Cantuária e Ricardo Macêdo

IDENTIDADES MÓVEIS


O projeto “Identidades Móveis” propõem que prestemos atenção na instabilidade das identidades e a forma complexa com que a mesma se apresenta nos dias atuais. A exemplo disso, podemos perceber nos meios virtuais como Facebook, Orkut, Second Life, a criação de avatares ou a criação de outras personalidades e “identidades”. Hoje então, não temos um caminho estável e fixo para a condição identitária, temos variadas opções.
O trabalho foi efetivado por Ricardo Macêdo e Bruno Cantuária, tendo como mote essa fluidez da identidade. Pessoas desconhecidas e amigos foram escolhidos para que os dois artistas pudessem por um tempo ocupar seu lugar em meio a suas atividades diárias, vivenciando um pouco de suas vidas no trabalho, na escola, no lazer. Tendo como resultado, além da vivencia dessas personalidades, registros em fotografia e vídeo, no intuito de propor uma compreensão mais complexa a respeito da identidade.

Ricardo Macêdo