Do Oiapoque ao Chuí com Luciana Magno

A artista visual Luciana magno parte em uma expedição saindo do extremo norte do Brasil e atravessa o país em uma vivência que pode ser acompanhada no site do projeto http://www.lucianamagno.com/telefonesemfio/. Um registro emotivo de descobertas por um Brasil múltiplo, provocando diálogos, registrando imagens e compartilhando. O projeto foi contemplado na décima edição do edital Redes Artes Visuais da Funarte e propõe um documentário ao final dessa jornada. O pé está na estrada, o caminho é o que importa. Boa viagem.

 

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Cruzando as cinco regiões brasileiras em um estúdio móvel, “Telefone sem Fio” faz um percurso por rodovias e hidrovias que somam aproximadamente 6.037km. Seu trajeto inicia na cidade Oiapoque, ao extremo norte do país, percorrendo 33 cidades entre os estados do Amapá, Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, findando sua rota na cidade Chuí, ao extremo sul brasileiro.

1966907_10152231637653898_816453016_nDe caráter multiterritorial e multicultural, o projeto propõe o encontro via chamadas telefônicas entre moradores das cidades transitadas, através de ações propostas durante o percurso, além da formação de um arquivo documental em vídeo e áudio acerca da diversidade cultural, histórica e geográfica do Brasil. A viagem tem como foco o trajeto e as suas particularidades como fonte de pesquisa, contraste. Integrando o projeto, o website ganha alimentação contínua durante o percurso e um documentário a ser lançado em junho de 2014.

 

 

Lúcia Gomes, 20 anos de Arte e Ativismo

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O Instituto de Artes do Pará receberá, de 11 a 14 de fevereiro, a exposição da paraense Lucia Gomes, chamada ARARA ARERE ARIRI Direitos Humanos ARORO ARURU – 50 anos de repúdio ao Golpe Militar – 20 anos Lucia Gomes – Salve a Justiça – Punição aos torturadores! Haverá mostra de obras da artista e realização de ações por parte da mesma e de outros participadores. A noção de liberdade (e seus paradoxos) e o respeito à vida e à justiça norteiam a produção exposta e as práticas de Lucia Gomes.

Inevitável para a artista, em sua militância humanista, o confronto com questões políticas e sociais de nosso tempo. Em duas décadas de uma produção complexa e ininterrupta, não foram poucas as vezes em que Lucia Gomes tocou assuntos que passam pela violação de direitos humanos, como as torturas no regime militar brasileiro. Sua mostra vem somar forças às manifestações decorrentes dos 50 anos de Golpe Militar no Brasil, buscando evidenciar tais memórias, ainda muito dolorosas.

Nascida em Belém do Pará em 1966, Lucia Gomes é uma artista irrequieta, e corrobora a ideia de que por meio da arte se modifica a maneira de pensar, agir, ver e sentir o entorno e o mundo. Além de exposições individuais e participação em coletivas em várias cidades e países, a artista possui uma vasta prática de ações artísticas e espaços públicos, e mesmo no espaço virtual. Desde 2007 radicou-se na Suíça, de onde instiga, provoca e mantém vínculos constantes com os seus, que ficaram do outro lado do Atlântico.

Na programação, além da mostra artística e das ações a realizar, haverá Mesas para discussão de temas que perpassam a exposição, como educação, direitos humanos, política e, é claro, criação artística. Entre os convidados estão nomes como Marisa Mokarzel, Paulo Fonteles Filho, Orlando Maneschy e Tadeu Lobato, além da participação de Lucia Gomes com relatos em todas as Mesas.

ARARA ARERE ARIRI Direitos Humanos ARORO ARURU – 50 anos de repúdio ao Golpe Militar – 20 anos Lucia Gomes – Salve a Justiça – Punição aos torturadores!

Local: Instituto de Artes do Pará

Período de visitação: de 11 a 14/02/2014

Curadoria: Gil Vieira Costa

Produção: Xumucuís

Coordenação da Ação Educativa: Mário Jardim

Chefe de Cerimônia/Ritual: Romário Alves

MESAS DE CONVERSA

Local: Auditório do Instituto de Artes do Pará

Hora: 19h às 21h

Mesa I

Data: 11/02

Convidados: Marisa Mokarzel, Tadeu Lobato e Vânia Leal

Mediação: Maria Christina

Mesa II

Data: 12/02

Convidados: Ednaldo Britto, Orlando Maneschy e Paulo Fonteles Filho

Mediação: Werne Oliveira

Mesa III

Data: 13/02

Convidados: Giza Bandeira, João Cirilo e Sissa de Assis

Mediação: Ramiro Quaresma

Mesa IV

Data: 14/02

Convidados: Arthur Leandro, Gil Vieira Costa e Jaqueline Souza

Mediação: Cledyr Pinheiro

COBERTURA

DIA 01 – 11/04/2014

Registro do mapping do VJ Rodrigo Sabbá no anfiteatro do IAP

Mapping – VJ Rodrigo Sabbá // Lucia Gomes 20 anos from ramiro quaresma on Vimeo.

Exposição “Na Passagem da Corda”, 1999 – Coletiva Anual da Associação dos Artistas Plásticos do Pará

coracao armandoEm 1999 a Associação dos Artistas Plásticos do Pará montou uma exposição coletiva temática sobre o Círio de Nazaré, nomes como Armando Queiroz, Emanuel Franco, Maria Christina, Nina Matos, Octávio Cardoso, entre outros. A exposição aconteceu no Museu de Arte de Belém, com apoio da Prefeitura de Belém, e foi um desdobramento do II Encontro dos Artistas Plásticos do Pará. [imagem: Coração, de Armando Queiroz]

Obra em Questão // “Ressignificações Tridimensionais de Símbolos do Sairé – Esculturas Efêmeras na Vila de Alter do Chão” de Egon Pacheco

Depois de ler o texto do Gil Vieira sobra as esculturas de Egon Pacheco na Gotaz #3 lembrei de uma postagem que não fiz, acredito que seja um bom momento de falar desse trabalho do artista santareno.  “Ressignificações Tridimensionais de Símbolos do Sairé – Esculturas Efêmeras na Vila de Alter do Chã”, projeto contemplado com a Bolsa de Pesquisa do IAP, foi realizado na Vila Balneária de Alter do Chão distrito da cidade de Santarém-PA. Uma série de intervenções que une as pontas do folclore com a arte contemporânea.

 

Sobre as intervenções:

1- M.P.G. Kuarup In Memoriam (obra do Cemitério)
Escultura/Performance referenciada na obra de Pinto Guimarães e no ritual indígena de culto aos mortos. A obra consistiu na colocação de 513 cilindros de diversos tamanhos pintados à mão pelo artista, na área interna do cemitério de Alter do Chão, onde encontram-se os restos mortais de antigos Mestres e Mestras do Sairé como o senhor Argentino Sardinha e a senhora Terezinha Lobato (que retomaram o Sairé em 1973), e a Sra. Dinair que foi juíza do Sairé até os seus últimos anos de vida, conduzindo a Coroa do Divino Espírito Santo nas procissões e rituais mesmo estando debilitada em um cadeira de rodas. Durante os três dias de intervenção, o artista e outros membros da vila retiraram os cilindros da “área expositiva” e os distribuíram nos sepulcros até que não restasse mais nenhum. Esta ação traz o sentido de vida e de morte, pois a escultura, assim como as pessoas, desapareceu dando lugar à memória.

2- “Florõespíritos” (obra do terreno cheio de destroços)

Obra que também aborda o tema da morte, dessa vez a morte da cultura. Nove esculturas de tecido colorido “ornamentam” um cenário desolador onde se encontram os escombros do antigo Museu do Índio de Alter do Chão. O desafio desta obra foi dissertar sobre a tristeza através da alegria, para tanto, o artista inseriu na estrutura esvoaçante de cada escultura laços de fita de cetim preto que além de promoverem uma quebra do ritmo colorido das obras, trazem o sentido do pesar e do luto. Não se trata de protesto e sim de uma lamentação advinda da tentativa de insuflar cores e vida ao que já não mais vive.

3 – “Árvore da Vida” (escultura no terreno descampado)

Os mastros do Sairé são ornados com muitas frutas e bebidas a fim de renderem graças pela fartura da natureza, esta obra aponta exatamente o oposto, aqui o sentido de escassez é reforçado pelo círculo de carvão. O conflito homem versus natureza torna-se ainda mais dramático pela sonorização emitida pelo corpo escultórico, ela confere o sentido geral de sua visualidade. Sons de pássaros cantando e silenciados pelo fogo crepitando no mato, motosserras inflamadas aterrorizando os ares nos fazendo pensar que em algum lugar próximo está havendo derrubada de madeira, orações e cânticos, além da ladainha do Sairé em 23 minutos ininterruptos dão a entender que “A natureza reza, reza, reza…”  

4 – Lanças (obra da frente da igreja)

Em tempos remotos a igreja de Nossa Senhora da Saúde foi irradiadora do Sairé. A festa tinha como objetivo cristianizar o povo indígena da vila o que conferiu seu sentido prioritariamente religioso, mas esse processo não foi de todo pacífico. A presença de nove lanças de madeira com 2,5 metros de altura conferem poder e uma atmosfera de fortaleza e ao imponente templo de arquitetura portuguesa do final do século XIX, marco do domínio católico sobre as práticas culturais do povo borari ao longo de três séculos.

(Fotos e textos do artista)

Palestra de Cláudia Leão – Panorama da Arte Digital no Pará

<<Sobre Os Protocolos De Infinitas Imagens Cotidianas>>
Palestra e bate papo com a artista e pesquisadora Cláudia Leão. Mediação de Orlando Maneschy.

Cláudia Leão é Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Professora pelo Instituto de Ciências das Artes da Universidade Federal do Pará (ICA/UFPA).

Quando: quinta-feira, dia 17/05/2012, às 17h30
Onde: Espaço Cultural Banco da Amazônia

Sobre: uma discussão acerca das infoimagens circulatórias e das infoimagens cotidianas, duas naturezas de imagens que produzimos quando operamos num busca excessiva facilitada pelos aparelhos de câmeras phone, câmeras pad e câmeras compactas; diálogos para se pensar o estado digital das artes plásticas hoje.

A entrada é franca e terá emissão de certificados.

Edital de pautas para exposições nos espaços do Sistema Integrado de Museus e Memoriais/Secult

Estão abertas até 29 de Julho as inscrições de pautas de exposições de artistas e curadores para os espaços do SIM. 

SALA GRATULIANO BIBAS / ONZE JANELAS

LABORATÓRIO DAS ARTES / ONZE JANELAS

SALA MANOEL PASTANA / MHEP

GALERIA FIDANZA / MUSEU DE ARTE SACRA

EDITAL DE PAUTA SIM 2012 

NÚMERO DE PUBLICAÇÃO: 355372 

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ 

SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA 

SISTEMA INTEGRADO DE MUSEUS E MEMORIAIS 

EDITAL DE PAUTA SIM 2012 

 Secretaria de Estado de Cultura do Pará- SECULT, através do Sistema Integrado de Museus e Memoriais– SIM, torna público que estarão abertas, até o dia 29.06.2012, as inscrições para EDITAL DE PAUTA SIM 2012 dos museus do SIM:LABORATÓRIO DAS ARTES e SALA GRATULIANO BIBAS do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas-COJAN; SALA MANOEL PASTANA do Museu Histórico do Estado do Pará – MHEP e SALA AUGUSTO FIDANZA do Museu de Arte

Sacra – MAS. 1. DO OBJETIVO 1.1 – Selecionar 16 projetos de artistas visuais e/ou curadores para realização de exposições individuais e/ou coletivas, nos espaços museais do Sistema Integrado de Museus e Memoriais da Secult a saber: 04 projetos para o Laboratório das Artes e 04 para a Sala Gratuliano Bibas do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, 04 projetos para a Galeria Fidanza do Museu de Arte Sacra, 04 projetos para a Sala Manoel Pastana do Museu do Estado do Pará. 1.2. – A divulgação dos selecionados dar-se-á por meio de Portaria, publicada no Diário Oficial do Estado do Pará e nos sites www.pa.gov.br e www.secult.pa.gov.br 1.3. – As exposições deverão contemplar artistas e/ou curadores inscritos em todo o território nacional, cabendo à Comissão de Seleção, em conjunto com o SIM por meio do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, selecionar as propostas inscritas, obedecendo ao seguinte critério: 2. DAS INSCRIÇÕES 2.1. – As inscrições serão gratuitas e estarão abertas no período de 30 de abril a 29 de junho de 2012, após a publicação deste Edital no Diário Oficial do Estado do Pará.

2.2. – Poderão se inscrever artistas e/ou curadores de todo o Brasil;

2.3. – Na hipótese de inscrição de trabalhos em grupo, apenas um membro deverá constar como responsável pela inscrição em que ele será identificado como proponente. Os demais integrantes do grupo deverão preencher o formulário de inscrição como participantes. Caso o grupo seja selecionado, tanto o proponente quanto os participantes deverão firmar o termo previsto no item 8.1 letras “a” e “b”, deste edital.

2.4. – A inscrição deverá ser efetivada no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, Praça Frei Caetano Brandão s/ no Cidade Velha – CEP:66020-310 ou através do envio do material de inscrição pelos Correios e deverá ser postada até o dia 29 de junho de 2012, considerando-se para esse fim a data registrada no carimbo dos Correios ou serviço de entrega.

2.5. –. Serão desconsideradas as inscrições postadas fora do prazo e aquelas cujo material estiver incompleto.

2.6. – A inscrição deverá ser enviada em envelope com nome completo do profissional e escrito: EDITAL DE PAUTA SIM 2012/Sistema Integrado de Museus e Memoriais. Os dossiês remetidos pelos Correios deverão ser registrados ou, se possível, enviados por Sedex, e incluir um envelope já sobrescrito com o endereço para devolução e com os selos referentes ao valor de carta registrada em anexo.

2.7. – Os artistas e/ou grupos receberão a confirmação de suas inscrições somente via e-mail.

2.8. – Os artistas e/ou curadores poderão inscrever até 3 (três) trabalhos ou projetos que se adeqüem aos espaços museais do SIM, conforme plantas disponíveis no regulamento, sendo que a comissão decidirá qual trabalho será exposto.

2.9. – Os artistas e/ou curadores deverão apresentar suas propostas especificando o espaço que pretendem utilizar (Laboratório das Artes e Sala Gratuliano Bibas do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas,Galeria Fidanza do Museu de Arte Sacra,Sala Manoel Pastana do Museu do Estado do Pará).

2.10. – Para os espaços: Sala Gratuliano Bibas, Galeria Fidanza,Sala Manoel Pastana,não serão aceitos projetos que visem a mudança da cor de suas paredes fixas através do uso de tintas PVA e acrílica, devido as mesmas serem recobertas com tintas especiais visando a preservação da integridade física de suas estruturas. Ficando permitido para os referidos espaços, somente a alteração de cor das divisórias móveis e dos painéis existentes nos mesmos. E qualquer alteração de cor das divisórias e dos painéis o artista ou curador, ao término da exposição, se responsabiliza em devolver a cor original dos painéis. Ressalta-se que o Laboratório das Artes, por seu caráter experimental, permite a alteração de cor de suas paredes fixas. 2.11. – O SIM, através do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas rejeitará as inscrições que não estejam de acordo com os termos deste edital, cuja inscrição implica na automática e plena concordância das normas estabelecidas no mesmo.

2.12. – Os artistas e/ou curadores poderão obter o edital e regulamento com as distintas especificações dos espaços e suas respectivas plantas através do e-mail onzejanelas@gmail.com .

3. DA SELEÇÃO:

3.1. – A seleção dos trabalhos será feita pelo exame de dossiê, em etapa única, por comissão composta por 3 (três) membros, a serem escolhidos pelo Secretário de Estado de Cultura.

3.2. A Comissão se reunirá no Espaço Cultural Casa da Onze Janelas/SIM quando será lavrada a ata da sessão, sendo soberanas as suas decisões de mérito, não cabendo recurso;

3.3. – Caberá à Comissão de Seleção definir o número de exposições em cada espaço conforme o calendário de pautas do regulamento.

3.4. – O dossiê deve obedecer às seguintes especificações: a) – conter fotos, coloridas ou PB ou CDs, ou DVDs, em conjunto com as propostas de desenvolvimento do trabalho. Os artistas e/ou curadores poderão também enviar croquis, plantas impressas, CD, DVD, memoriais descritivos que melhor julgarem para entendimento de suas propostas; b) – indicar em todas as fotos, no verso, o nome do autor e a indicação das medidas das obras. Os CD, DVD e todo o material devem também estar devidamente identificados; c) – o dossiê deve permitir entendimento claro das propostas apresentadas, por meio de texto com especificações de manuseio e montagem; d) – fornecer dados curriculares, restritos a sua formação artística e as suas atividades culturais, com nome e endereço completo, telefone e e-mail; e) – apresentar uma relação com as informações: autor, título, data, técnica ou materiais utilizados, dimensões (medida máxima na vertical x medida máxima na horizontal x profundidade) e outros dados julgados necessários pelo artista ou curador;

3.5 – Todos os artistas e/ou curadores selecionados terão direito a serviços de montagem, convite, coquetel e divulgação da

exposição;

3.6. – A seleção somente será feita por meio das fotos, projetos, CD e DVD, não sendo aceitas obras originais ou maquetes para esta finalidade.

3.7. – Todos os artistas e/ou curadores selecionados serão comunicados logo após a seleção das obras, por e-mail ou telefone e através da publicação no Diário Oficial do Estado.

3.8. – Os dossiês dos artistas e/ou curadores selecionados ficarão sob a guarda do SIM/Espaço Cultural Casa das Onze Janelas.

3.9. – Os artistas e/ou curadores não selecionados deverão receber os projetos pelos Correios, desde que mandem o envelope para devolução com os selos referentes ao valor de carta registrada, anexados separadamente (sem colar). Caso contrário, os dossiês serão mantidos pelo SIM até seis meses após a data de início das inscrições, não se responsabilizando pelos mesmos após este prazo.

4. DAS EXPOSIÇÕES 

4.1. – Caberá ao SIM, de comum acordo com os artistas e/ou curadores selecionados em conjunto com a direção dos espaços museais envolvidos, o plano de execução da montagem das exposições, assim como a adequação do número de obras por artista e/ou grupo e sua disposição nos espaços expositivos (Laboratório das Artes e Sala Gratuliano Bibas do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas ,Galeria Fidanza do Museu de Arte Sacra,Sala Manoel Pastana do Museu do Estado do Pará);

4.2. – As dimensões dos trabalhos deverão levar em conta as proporções dos referidos espaços acima citados. Plantas disponíveis no regulamento impresso e através do e-mail onzejanelas@gmail.com. Os artistas poderão também visitar o espaços museais.

5. DO CALENDÁRIO DE EXPOSIÇÕES 

ESPAÇO CULTURAL CASA DAS ONZE JANELAS Laboratório das Artes

␣ ␣ ␣ ␣ Sala Gratuliano Bibas

12 de setembro a 14 de outubro de 2012

11 de dezembro de 2012 a 13 de janeiro de 2013

05 de fevereiro a 10 de março de 2013

19 de março a 21 de abril de 2013

␣ ␣ ␣ ␣ MUSEU HISTÓRICO DO ESTADO DO PARÁ Sala Manoel Pastana

12 de setembro a 14 de outubro de 2012

11 de dezembro de 2012 a 13 de janeiro de 2013

05 de fevereiro a 10 de março de 2013

19 de março a 21 de abril de 2013

␣ ␣ ␣ ␣ MUSEU DE ARTE SACRA Sala Augusto Fidanza

07 de agosto a 02 de setembro de 2012

06 de setembro a 01 de outubro de 2012

08 de janeiro a 10 de fevereiro de 2013

19 de fevereiro a 24 de março de 2013

␣ ␣ ␣ ␣

6. DO TRANSPORTE 

6.1. –Os trabalhos selecionados deverão chegar ao espaço da exposição com 7 (sete) dias antes da abertura da mesma.

02 de agosto a 02 de setembro de 2012 06 de novembro a 02 de dezembro de 2012 10 de janeiro a 03 de fevereiro de 2013 21 de fevereiro a 24 de março de 2013

6.2. –Os artistas e/ou curadores selecionados deverão retirar seus trabalhos até 05 (cinco) dias após o término da exposição. A não observância deste prazo permitirá ao SIM adotar as providências que melhor lhe aprouver.

6.3. – Os artistas e/ou curadores, que utilizarem transportadora para entrega das obras, deverão apresentar comprovante de contrato da transportadora para a sua devolução após o término da exposição.

6.4. -O SIM não se responsabilizará por eventuais extravios ou danos causados a obra durante o percurso do transporte, cabendo ao artista e/ou curador providenciar o seguro, se for de seu interesse.

7. DA MONTAGEM 

7.1. –Caberá ao SIM a montagem em comum acordo com o artista e/ou curador selecionado, obedecendo ao detalhamento, a ser enviado juntamente com a documentação, o conceito de montagem e o local onde serão apresentados os trabalhos. 7.2. -A montagem será feita com a supervisão e apoio da equipe do SIM juntamente com os artistas e/ou curadores. As obras que não se enquadrarem nos suportes tradicionais serão montadas de acordo com os projetos enviados pelos artistas e/ ou curadores. Trabalhos que exijam instalações e montagens especiais só serão exibidos de acordo com a disponibilidade técnica dos locais ou com instalações e montagens fornecidas pelo artista e/ou curador. 7.3.– Equipamentos especiais necessários à apresentação deverão ser fornecidos pelos artista e/ou curadores.

8. DAS OBRIGAÇÕES DOS ARTISTAS 

8.1. -Cabe aos artistas e/ou curadores selecionados: a) – assinar o Termo de Compromisso da exposição da qual participa; b) – comunicar, por escrito, eventuais mudanças de endereço ao SIM/Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, além de fornecer e-mail atualizado;

c) – entregar, nos prazos estipulados pelo SIM logo após a seleção, o material destinado à produção das peças gráficas (convites) e divulgação, como fotos coloridas ou PB, que garantam melhor reprodutibilidade, com as especificações das fotos que serão destinadas ao convite e a divulgação, acompanhadas de ficha técnica completa (nome, título, técnica, dimensões, ano), currículo resumido, e texto sobre o trabalho que será apresentado;

d) – autorizar por escrito a reprodução do material destinado à produção da peça gráfica para divulgação e promoção do projeto em todo e qualquer veículo de comunicação, bem como autorizar a veiculação de imagens das obras expostas e textos via Internet;

e) – enviar, para as exposições coletivas e/ou individuais, os trabalhos apresentados no dossiê que foram indicados pela Comissão de Seleção, não sendo permitido substituí-los por obras com características diferentes;

f) – pagar as despesas de molduras, embalagem e transporte das obras (ida e volta) e fornecer equipamentos especiais (TV, DVD, datashow, projetores e outros); g) – cumprir os prazos estipulados para a entrega das obras; h) – não retirar seus trabalhos antes do encerramento do evento; i) – usar o recurso do looping, no caso de exibição de DVD, a não ser que a proposta do artista exija forma de apresentação especial e esteja justificada no encaminhamento do projeto.

j) – se responsabilizar por todos os custos, encargos e operacionalização de possível execução do projeto. 8.2. – A inscrição efetuada implica a plena aceitação de todas as condições nos termos deste edital.

9. DAS OBRIGAÇÕES DA SECULT/SIM 

9.1. – Obriga-se o SIM: a) – devolver com frete a pagar as obras dos artistas selecionados residentes fora de Belém, nas mesmas condições de recebimento, ou seja, devidamente identificadas e adequadamente embaladas; b) – imprimir os convites para as exposições no formato cartão postal e em policromia; c) – fornecer o coquetel para as exposições; e) – fornecer serviço de montagem; f) – divulgar as exposições; f) – garantir a segurança das obras durante o período da exposição;

10. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 10.1.- As decisões finais da Comissão de Seleção são irretra- táveis e irrevogáveis. 10..2Os casos omissos e controversos serão resolvidos pelo Secretário de Estado de Cultura.

Belém, 20 de Março de 2012.

PAULO CHAVES FERNANDES 

Secretário de Estado de Cultura

FONTE: IOEPA

TRÊS SÉRIES DE FLAVYA MUTRAN EM EXPOSIÇÃO NA KAMARA KÓ

A fotografia pictórica que versa sobre a lembrança e a identidade. Bem além do retrato, o olhar dispensa a precisão, e opta por formas abstratas, quase oníricas. A nova individual de Flavya Mutran, intitulada “FILE OO”, reúne trabalhos fotográficos inéditos e premiados de três coleções fotográficas distintas produzidas na última década. Em cartaz a partir do dia 9 de março, na Kamara Kó Galeria, a exposição traz obras das séries QUASE MEMÓRIA (2000-2004), THERE’S NO PLACE LIKE 127.0.0.1 (2009-2010) e MAPAS DE RORSCHACH (2011), projetos que dialogam entre si pela pesquisa em torno da transposição de técnicas e suportes da fotografia enquanto possibilidade de investigação de temas ligados à memória, matéria e ficções narrativas.

Partindo do universo íntimo e afetivo, a série QUASE MEMÓRIA marca o início do trabalho de Mutran com as manipulações de imagens preexistentes. As obras misturam chromos 35mm do seu acervo de família e sobras de trabalhos profissionais. Uma ponte entre tempos. “São justaposições de fotos que embaralham épocas e olhares diferentes, expondo a fragilidade da relação entre a matéria e a memória, seja física – corpo, papel, negativo e cópia -, seja virtual  – lembranças, sensações, esquecimentos”, explica a artista. Três obras dessa série integram a coleção PIRELLI/MASP de 2004, e também premiadas no Arte Pará (2002) e no VIII Salão Unama de Pequenos Formatos (2002).

O trabalho THERE’S NO PLACE LIKE 127.0.0.1 aborda outro tipo de relação entre o corpo físico e o virtual, ao explorar os limites da apropriação da imagem privada de anônimos que se tornam públicas uma vez expostas na internet. “A frase que nomeia as imagens desta série representa muito da postura do internauta e sua relação com o lugar. É através do localhost (127.0.0.1), ou IP local dos computadores, que o internauta estabelece uma espécie de lugar utópico, como um intervalo no tempo e no espaço, em que realidade e ficção são projeções invertidas de uma mesma imagem”, explica. A série é composta de fragmentos visuais desses ambientes, em imagens coloridas de grande formato, feitas a partir de projeções para além dos monitores RGB, em superfícies de espelhos, paredes, portas, escadas e páginas de livros. Um novo recorte mostrará trabalhos que não foram exibidos na mostra “Pretérito Imperfeito de Territórios Móveis”, que esteve em cartaz no Espaço Cultural do Banco da Amazônia em novembro de 2011.

Mais recentes, as fotografias da série MAPAS DE RORSCHACH são como cartografias elaboradas a partir de borrões em paredes, muros, pisos e tetos de Porto Alegre, onde mora a artista, que a remetem a lembranças de Belém, sua cidade natal. Inspirado nos estudos do suíço Hermann Rorschach, o trabalho faz uso do milenar hábito humano de projetar aspectos da própria personalidade na leitura de informações visuais aparentemente desconexas. “As imagens dessa série sugerem leituras de superfícies como se fossem mapas para lugares onde (re)encontro rostos que habitam entre essas duas cidades, ou apenas são fantasmas da minha imaginação”, diz Mutran, que expos parte da série no ARTE PARÁ Ano Trinta, em outubro do ano passado. “São vestígios de trajetórias inconclusas que apontam para lugares utópicos, mentais. O rosto, percebido de longe e que se dilui na proximidade do detalhe, se estabelece como um território do afeto, onde a imaginação trafega livre de códigos”.

A exposição integra uma série de cinco mostras previstas para este ano na Kamara Kó Galeria, projeto beneficiado pela Leio Municipal de Incentivo à Cultura e ao Esporte Amador Tó Teixeira e Guilherme Paraense, com patrocínio BLB Eletrônica e apoio cultural da Grand Cru.

Oficina “Memórias em linhas: o desenho a partir do fotográfico” com Ricardo Macêdo – FotoAtiva

A Fotoativa abre o calendário 2012 com uma oficina inédita na associação: “Memórias em linhas: o desenho a partir do fotográfico”, ministrada pelo artista visual paraense Ricardo Macêdo. Dirigida a fotógrafos, designers e estudantes de Artes Visuais e Arquitetura a partir dos18 anos, a atividade acontecerá entre os dias 08 e 12 de fevereiro de 2012 no Fórum Landi, em Belém.

Nas palavras de Ricardo Macêdo, “a oficina trata de um dado muito comum nas produções artísticas atuais: a interdisciplinaridade. Duas linguagens servirão como suporte: a fotografia e o desenho, tendo em vista a seguinte questão: se imagens comportam elementos visuais, podemos encontrar em uma paisagem elementos básicos da comunicação visual (texturas, tons, cores, escala, etc).

Contudo, como perceber uma imagem a partir desse viés? A oficina visa tratar da alfabetização do olhar a partir do reconhecimento de elementos visuais em fotografias antigas, para, assim, transformá-las em desenhos, tendo como suporte técnicas como esfumato, luz e sombra, hachura etc.”.A oficina também incluirá filmes, animações, documentários e visita monitorada a uma exposição.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas na sede da Fotoativa até o dia 10 de fevereiro.
Ricardo Macêdo
– Professor e artista visual, é mestrando em Artes Visuais e Tecnologia da Imagem (UFMG), formado em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Pará e Design de Interiores pela Escola Técnica Federal. É um dos editores do blog novas-medias.blogspot.com. e colaborador da MARÉ-Revista de críticahttp://materias.atelie397.com/artigo/revista-mare-editorial-1/. Participou de exposições coletivas e individuais, entre elas: ARTE PERFORMANCE BRASIL, MAM Rio de janeiro, 2011; Diário Contemporâneo de Fotografia, 2011; TRAMPOLIM-VÍDEO, Espírito Santo, 2011; Salão Arte Pará 2010 com os trabalhos “Cafetinagem” e “Relações Intercambiáveis”; ”A pele do invisível” Prêmio de Artes Visuais SECULT 2010; e “Identidades Móveis” Prêmio do Banco da Amazônia de Artes Visuais 2010.
SERVIÇO
Oficina “Memórias em linhas: o desenho a partir do fotográfico”
Data: 08, 09, 10, 11 e 12 de fevereiro de 2012, de 09 às 12 horas
Local: Fórum Landi (Rua Siqueira Mendes – Praça do Carmo, nº 60 – Cidade Velha-Belém/PA)
Inscrições: de 25 de janeiro a 10 de fevereiro, de 9 as 18 horas, na sede da Fotoativa (Praça Visconde do Rio Branco – Praça das Mercês, nº 19 – Campina – Belém/PA).
Público alvo: Fotógrafos, designers, estudantes de artes visuais, arquitetura e áreas afins, a partir de 18 anos.
Material que o aluno deve levar: 03 (três) fotografias antigas, que podem ser do álbum de família, paisagens ou naturezas mortas; 01 lápis: 6B.
Investimento: R$ 130,00 / pessoa
Informações: (91) 3225-2754, a.fotoativa@gmail.com
Fonte: FotoAtiva

Conversas e Contrapontos no Museu da Casa das Onze Janelas – Acervo Jorge Alex Athias


Conversas e Contrapontos no Museu da Casa das Onze Janelas

 

Por Carolina Klautau (Secult)

         Nesta terça-feira, 20 de dezembro, acontece a abertura da exposição “Conversas e Contrapontos”, no Museu da Casa das Onze Janelas. A mostra está inserida no projeto EntreConversas, que busca promover interação entre as obras de arte de um colecionador (ou de instituições), do acervo da Casa das Onze Janelas e o público. A primeira coleção a ser exposta é a do advogado Jorge Alex Athias.

         De acordo com a diretora do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, Marisa Mokarzel, a coleção do advogado Jorge Alex Athias foi escolhida para abrir o projeto EntreConversas porque promove diálogo com o acervo do espaço e por se tratar de alguém que tem fascínio pela arte. “Prevalece em seu acervo obras contemporâneas que foram adquiridas com o cuidado e a paixão de quem gosta e conhece arte. Nesta exposição pode-se refletir questões referente a acervos, colecionadores e arte contemporânea no contexto da delicadeza, da dor e da indignação”, revela.

Detalhe da obra de Marinaldo Santos.

       Com o projeto EntreConversas os visitantes do museu podem entrar em contato com obras que antes ficavam restritas a um espaço privado e descobrir novos horizontes da arte contemporânea brasileira. Na exposição é possível encontrar vários suportes da arte contemporânea, como objetos, pinturas, fotografia e gravuras. No acervo de Jorge Alex Athias, por exemplo, o público poderá conhecer melhor as obras de Vera Chaves Barcellos, que tem grande importância na arte brasileira, mas que ainda foi pouco exposta.

         Além da obra de artistas de outras regiões do Brasil, a exposição “Conversas e Contrapontos” também divulga a produção de artistas paraenses.

A abertura da exposição tem início ás 19h, na Sala Valdir Sarubbi, no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. A mostra fica aberta ao público até o dia 4 de março de 2012. As visitações podem ser feitas de terça a sexta-feira, de 10h às 18h e nos fins de semana e feriados, das 10h às 14h.

I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea – Divulgação dos Resultados

Os artistas escolhidos pela Comissão de Seleção foram os seguintes:

 

PINTURA
Alexandre da Costa
Amanda Mei
Ana Elisa Egreja
Andrea Berriel
Andrea Rocco
Augusto Herkenhoff
Eduardo Srur
Erica Ferrari
Fábio Flaks
Fernanda Valadares
Flavia Bertinato
Gaio Matos
Gustavo Maia
Katie Van Scherpenberg
Marcus André
Marepe
Mariana Serri Francoio
Matias Mesquita
Nelson Screnci
Rafael Carneiro
Ricardo Alves
Rodolpho Parigi

 

ESCULTURA
Ana Holck
Anna Paola Protasio
Carlito Carvalhosa
Carlos Cândido
Clara Ianni
Darlan Rosa
Francisco Galeno
Gilberto Salvador
Jose Ricardo de Sousa Gomes
Julio Meiron
Laerte Ramos
Laís Myrrha
Luciana Padilha
Omar Franco
Osmar Santos
Tulio Pinto

 

FOTOGRAFIA
Alberto Oliveira
Aline Spezia
Ana Paula Albé
Arnaldo Pappalardo
Camila Schenkel
Christian Cravo
Estela Sokol
Georgia Kyriakakis
Gui Mohallem
Guilherme Maranhão
Hélio Luiz da Rocha Oliveira
Leonardo Costa Braga
Leonardo Ramadinha
Luzia Simons
Matheus Rocha Pitta
Mauricio Dias
Pedro David
Renata Padovan
Sandra Bordin
Sofia Bauchwitz
Tuca Vieira

 

Obras em Papel
Amador Perez
Ana Calzavara
Caetano de Almeida
Carla Chaim
Chiara Banfi
Cleiri Cardoso
Elyeser Szturm
Erica Kaminishi
Fabrício Lopez
Fernanda Chieco
Francisco Maringelli
Gilberto Mariotti
Jacques Jesion
Jander Rama
Jarbas Lopez
Laura Gorski
Liliana Alves
Lissandra Morila
Luciano Bortoletto
Paulo Monteiro
Selma Daffre
Tatiana Zanini
Thiago Parizi

Confira a portaria de divulgação. (31/05/2011)

“Symbiosis” roda o Estado de São Paulo



Após surpreender durante a Virada Cultural na capital paulista, trabalho da artista Roberta Carvalho volta ao Estado em mostra itinerante


Formas e expressões humanas se confundem com o verde escuro das folhagens das árvores. Este é o resultado do trabalho “Symbiosis” da artista Roberta Carvalho, que, ao que tudo indica, começa a extrapolar as fronteiras geográficas. Após o sucesso da obra na Virada Cultural da capital paulista em abril, ela volta a apresentá-lo em São Paulo, agora por meio do Circuito SESC de Artes. Entre os dias 1 e 19 de junho, o projeto irá percorrer 16 municípios do Estado, fazendo com que novamente uma paraense esteja no centro das atenções no maior pólo cultural do país.


O projeto “Symbiosis” se apropria da projeção para, com poesia, instigar a reflexão sobre a antagônica relação do homem com a natureza. E a idéia de Roberta está rendendo bons frutos, como a aprovação do trabalho no edital Micro Projetos Amazônia Legal do Minc e algumas premiações. Trata-se de uma trajetória que vem sendo trilhada há um bom tempo, prova disso é a 2ª colocação no Arte Pará 2005, resultado do trabalho “Minutos de Silêncio”, uma vídeo-instalação feito em parceria com Keyla Sobral e a premiação com uma bolsa de pesquisa e criação artística do IAP, em 2006,com o projeto “Indústria da Saudade”. “Essa coisa do vídeo sempre esteve presente no meu trabalho. Em várias propostas artísticas eu busquei experimentar com a imagem em movimento. Eram caminhos que já me levavam para o ‘Symbiosis’”, diz.


As atenções do público começaram a se voltar para o “Symbiosis” após a participação de Roberta no Festival Vivo Art.Mov Belém, em setembro de 2010, e na programação do aniversário de Belém, em janeiro deste ano. A partir dali, premiações e elogios a fizeram ser convidada para participar da Virada Cultura de São Paulo, uma das programações artístico-culturais mais importantes do país. “O convite para ir para São Paulo pintou após participar de importantes eventos em Belém. Projetar na Virada Cultural foi uma experiência incrível. Lá, apresentei meu trabalho para milhares de pessoas por um tempo expressivo, de 19 às 5 h da madrugada”, conta Roberta, que já expôs na capital paulista há 3 anos, na mostra coletiva da Fotoativa denominada “Cartografias Contemporâneas – Fotoativa Pará”.


Agora, o desafio é outro. Roberta irá fazer um intensivo de projeções do “Symbiosis” passando por 16 cidades do Estado pela programação do Circuito SESC de Artes – que contará com a participação de artistas dos mais diversos segmentos. “Acho que será um momento muito interessante do projeto em que terei que ter muita versatilidade nas ações. São 16 cidades consecutivas, com poucos intervalos”. E para evitar uma repetição cansativa, Roberta, claro, aposta na experimentação. “Irei propor uma estética relacional em que filmarei pessoas dessas cidades nas quais passarei e elas farão parte da obra, sendo as imagens a serem projetadas. A ideia é levar a experimentação ao ápice incorporando novas possibilidades ao trabalho”. O trabalho de Roberta passará por praças de cidades como Mogi das Cruzes, Cruzeiro e Campos do Jordão, entre outras.


E assim, Roberta acredita estar comprometida com aquilo que ela considera primordial nas artes, a provocação. “Eu sempre procuro surpreender a todos e a mim mesma. Acho que a arte é matéria para a vida e o ‘Symbiosis’ se propõe a falar e fazer sentir isto. Minha proposta é provocar a participação das pessoas, seja com um sorriso, com um pensamento ou um susto”. Para conhecer mais o trabalho da artista acesse http://robertacarvalho.carbonmade.com

Serviço: “Symbiosis”, de Roberta Carvalho, em São Paulo pelo Circuito SESC de Artes – 1 a 19 de junho.Informações:http://circuitosescdeartes.com.br/2011/

I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea – Prorrogação da Divulgação dos Resultados

Prazo para anúncio das obras escolhidas pela Comissão de Seleção é adiado

A Portaria de 27 de abril de 2011, publicada no DOU de 04/05/2011, adiou o prazo para publicação das obras escolhidas pela Comissão de Seleção do I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea, previsto no art. 9º do Edital nº 04/2010, para a data provável de 31 de maio de 2011.

A portaria pode ser acessada aqui. (05/05/2011)

5º Narrativas PLUG – Trânsitos (In)Visíveis: Diálogos Culturais na Arte Contemporânea Paraense

Palestra: Trânsitos (In)Visíveis: Diálogos Culturais na Arte Contemporânea Paraense
JOHN FLECTHER

A palestra visa traçar uma reflexão crítico e teórica em torno de obras de arte contemporâneas expostas em salões e exposições na cidade de Belém, Pará. Tal cartografia visual possibilitará um viés de compreensão acerca do papel de indício antropológico que a arte possui num mundo fluido, híbrido e interconectado. Nesse sentido, a discussão será amparada pelo conceito de Dialogismo, proposto por Mikhail Bakhtin e seu círculo de pesquisa, de forma que o respectivo conceito será atualizado por operações intertextuais e intersemióticas. As operações mencionadas, em uma relação filosófico-conceitual, se proporão em servir de rota para se compreender os processos culturais das sociedades contemporâneas. Associa-se à discussão o papel que esses processos de culturalidade trazem como desdobramentos nas sociedades da América Latina, não mais empreendendo uma trajetória uniforme e contínua, mas uma teia rizomática de apropriações, lealdades transitórias e visualidades.
Data: 03/05/2011 (Terça Feira)
Horário: 19 h
Local: Espaço Benedito Nunes (Saraiva Megastore – Boulevard Shopping)
ENTRADA FRANCA

Declaração de participação ao fim da palestra. Carga Horária: 2h

Exposição “Os Olhos da Cor” de Emanuel Franco – Elf Galeria

Os Olhos da Cor

Personagens dos bois de máscaras serviram de inspiração para as de pinturas de Emanuel Franco, em mostra individual na Elf Galeria. Emanuel Franco iniciou nas artes há trinta anos. É Arquiteto graduado pela UFPA e Professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UNAMA e Arquiteto da SECULT.

Nas artes visuais, fez pintura, desenho, objetos e tem experiência em curadorias de exposições e salões de arte. Em mostra individual, denominada de “Os Olhos da Cor” apresenta seu trabalho mais recente, inspirado nos personagens dos bois de máscaras, folguedos populares do nordeste paraense. Nas pinturas “primitivas” de Emanuel Franco estão presentes os cordões de bois, máscaras de papel-machê, fitas coloridas, cabeçudos e buchudos, elementos que compõem o cenário de expressão cultural da cidade de São Caetano de Odivelas. A exuberância das cores e o imaginário simbólico são recriados nas camadas pictóricas procurando manter a originalidade da cores dos tecidos, das fitas e estamparias usadas nos cordões de boi.

A série de pinturas Os Olhos Da Cor é um explicito convite à preservação e valorização da cultura popular, porque resignifica os traçados singulares dos pintores e artesãos locais, expressos nas máscaras e nos adereços que fazem parte do conjunto estético dos cortejos dos bois e que traduzem um longo período de tradição, que se estende a mais de 70 anos e que vem sendo mantido por um grupo de brincantes odivelenses, desde suas origens até os dias atuais.

Serviço: Mostra Os olhos da Cor

Vernissage para convidados: dia 7 de maio, às 11h

Período de visitação: 9 de maio a 11 de junho

Horário: seg. a sexta, de 10 ás 14 e de 15 ás 19h – sábados, de 10 às 14h

Elf Galeria Passagem Bolonha, 60. Nazaré. Belém – Pará CEP 66.053-060 Tel: 55 (91) 3224-0854

Fonte: www.facebook.com/elfgaleria

Bate-papo “Diários da Cidade” – II Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia – Museu Casa das Onze Janela

Os fotógrafos que participam da mostra “Diários da Cidade” são convidados a um debate com o público sobre a sua condição de cronistas visuais e as possíveis mudanças existentes na transposição de suas imagens para o espaço da galeria. O bate-papo homônimo, que contará com a participação do fotógrafo Octávio Cardoso, editor de fotografia do Diário do Pará, com mediação da jornalista Dominik Giusti, acontece na próxima quinta-feira (31), às 19h, na Sala Gratuliano Bibas, no Museu Casa das Onze Janelas.

Ao transpor o trabalho das páginas de um jornal para uma galeria de arte, certas intenções e práticas mais factuais abrem espaço para uma leitura mais plástica da ação de registro, livre das legendas e das informações objetivas. Sem perder o embalo do calor das ruas podemos observar, em um tempo mais longo, o trabalho destes fotógrafos e perceber outros tempos superpostos em suas imagens.

PARTICIPE

Bate-papo “Diários da Cidade”, com Octávio Cardoso e fotógrafos do Diário do Pará. Nesta quinta-feira (31), na Sala Gratuliano Bibas, no Museu Casa das Onze Janelas. Informações: 3224-0871 / 3242–8340 / contato@diariocontemporaneo.com.br

Fonte: Prêmio Diário Contemporâneo

Exposição “Acúmulus” de Marcone Moreira – Galeria Elf

Aqui o blog do Marcone e o da Galeria Elf.

É a oportunidade para conhecer a adquirir uma obra de um dos mais inventivos artistas brasileiros da atualidade, que vive e cria no Pará.

Obra em Questão // o videoarte de Melissa Barbery

Frame do videoarte “Vermelho”

Percorrendo um caminho solitário e úmido um ser, vivo, quase humano, quase verme, vermelho.

Em um dado momento é possível sentir em seu ápice um gozo, um desabafo, um alívio visceral.
Dionísio, Filho de Zeus, deus do vinho e da alegria, uma divindade cujos mistérios inspiraram a adoração ao êxtase e o culto às orgias.
E o que é uma orgia senão as mais infinitas e agitadas tramas de relações que estabelecemos uns com os outros e com o mundo?
A dança dos insetos em sua forma regida e erótica remonta um desejo quase incontrolável, certa incompetência, um rogo pelo gozo inalcançado, bacantes.

Este vídeo trata da memória como algo vulnerável e passageiro, inicia com um texto escrito pela artista e falado pela sua avó em sua língua natal, espanhol, esta narração é seguida de uma performance onde um planta é despetalada exaustivamente.

Videoarte

Definição
O barateamento e a difusão do vídeo no fim da década de 1960 incentivam o uso não-comercial desse meio por artistas do mundo todo, principalmente por aqueles que já experimentavam as imagens fotográficas e fílmicas. O vídeo e a televisão entram com muita força no trabalho artístico, freqüentemente associados a outras mídias e linguagens. O desenvolvimento da arte pop, do minimalismo e da arte conceitual toma a cena dos anos 1960 e 1970, sobretudo nos Estados Unidos. Nesse momento, instalaçõesperformanceshappenings são amplamente realizados, sinalizando as novas orientações da arte: as tentativas de dirigir a criação artística às coisas do mundo, à natureza, à realidade urbana e à tecnologia. Cada vez mais as obras articulam diferentes modalidades de arte como dança, música, pintura, teatro, escultura, literatura, desafiando as classificações habituais, questionando o caráter das representações artísticas e a própria definição de arte.

A introdução do vídeo nesse universo traz novos elementos para o debate sobre o fazer artístico. As imagens projetadas ampliam as possibilidades de pensar a representação, além de transformar as relações da obra de arte com o espaço físico, na esteira das contribuições minimalistas. A videoarte parte da idéia de espaço como campo perceptivo, defendida pelo minimalismo quando enfatiza o ponto de vista do observador como fundamental para a apreensão e produção da obra. Mas, se o trabalho de arte na perspectiva minimalista é definido como o resultado de relações entre espaço, tempo, luz e campo de visão do observador, o uso do vídeo almeja  transformar de modo radical as coordenadas desse campo perceptivo, dando novo sentido ao espaço da galeria e às relações do observador com a obra. Colocado numa posição intermediária entre o espectador do cinema e o da galeria, o observador/espectador da obra é convocado ao movimento e à participação.

Uma nova forma de olhar está implicada nesse processo, distante da ilusão projetada pela tela cinematográfica e da observação da obra tal como costuma ocorrer numa exposição de arte. O campo de visão do espectador é alargado, transitando das imagens em movimento do vídeo ao espaço envolvente da galeria. As cenas, os sons e as cores que os vídeos produzem, menos do que confinados ao monitor, expandem-se sobre e ao redor das paredes da galeria, conferindo ao espaço um sentido de atividade: o olho do espectador mira a tela e além dela, as paredes, relacionando as imagens que o envolvem. Se a videoarte interpela o espaço, visa também alterar as formas de apreensão do tempo na arte. As imagens, em série como num enredo ou projetadas simultaneamente, almejam multiplicar as possibilidades de o trabalho artístico lidar com as coordenadas temporais.

A videoarte deve ser lida na esteira das conquistas minimalistas, mas também da arte pop, pela sua recusa em separar arte e vida por meio da incorporação das histórias em quadrinhos, da publicidade, das imagens televisivas e do cinema. As performances e os happenings largamente realizados pelos artistas ligados ao Fluxus, aparecem diretamente ligados à videoarte. As realizações Fluxus justapõem não apenas objetos, mas também sons, movimentos e luzes num apelo simultâneo aos diversos sentidos: visão, olfato, audição, tato. Nelas, o espectador deve participar dos espetáculos experimentais, em geral, descontínuos, sem foco definido, não-verbais e sem seqüência previamente estabelecida. Ampliando o recuo temporal, é possível localizar ecos dadaístas, sobretudo dos trabalhos tridimensionais de Marcel Duchamp (1887 – 1968) – The Large Glass,1915/1923 e To Be Looked at (From the Other Side of the Glass) with one Eye, Close to, for almost na Hour, conhecido como Small Glass, 1918 – e de seus trabalhos óticos, Rotary Glass Plates (Precision Optics), 1924 e Anemic Cinema, 1926.

Impossível dar conta das inúmeras produções do gênero em todo o mundo e da variedade que marca as obras, definidas como videoinstalação, videoperformance, videoescultura, videopoema, videotexto etc. Em solo norte-americano, centro irradiador dessa modalidade artística, destacam-se os nomes de Vito Acconci (1940) com Undertime, 1973, Air Time, 1973 e Command Performance, 1974, do músico e artista multimídia Nam June Paik (1932 – 2006) com TV Garden, 1974 e Magnet TV, 1965, de Peter Campus (1937) – Shadow Projection, 1974 e Aen, 1977, Joan Jonas (1936) – Funnel, 1974 e Twilight, 1975 e da videoartista Ira Schneider (1939) – Bits, Chuncks & Prices – a  Video Album, 1976. Artistas ligados ao minimalismo, como Robert Morris (1931), fazem proveitoso uso de filmes e vídeos em seus trabalhos – Pharmacy, 1962 e Finch College Project, 1969. Os chamados pós-minimalistas, exploram também as imagens, sobretudo o vídeo: Richard Serra (1939), Keith Sonnier (1941), Bruce Nauman, Robert Smithson (1938 – 1973) entre outros. O nome de Bill Viola (1951) deve ser lembrado como um importante expoente no campo das videoinstalação.

No Brasil, o desenvolvimento da videoarte remete à expansão das pesquisas nas artes plásticas e à utilização cada vez mais freqüente, a partir dos anos 1960, de recursos audiovisuais por artistas como Antonio Dias (1944)Artur Barrio (1945)Iole de Freitas (1945)Lygia Pape (1927 – 2004)Rubens Gerchman (1942 – 2008), Agrippino de Paula,Arthur Omar (1948)Antonio Manuel (1947)Hélio Oiticica (1937-1980). Apesar das controvérsias a respeito das origens da videoarte entre os brasileiros, os estudos costumam apontar Antonio Dias como o primeiro a expor publicamente obras de videoarte – The Illustration of Art – Music Piece, 1971. O uso do vídeo como meio de expressão estética por artistas brasileiros tem como marco a exposição de 1974 realizada na Filadélfia, quando expõem Sônia Andrade, Fernando Cocchiarale, Anna Bella Geiger (1933)Ivens Machado (1942) e Antonio Dias. Na seqüência, outros artistas somam-se à geração primeira: Paulo Herkenhoff, Letícia Parente e Miriam Danowski. Em São Paulo, as experiências com a videoarte aparecem, em 1976 no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC/USP, sob direção de Walter Zanini. Nesse contexto, destacam-se Regina Silveira (1939)Julio Plaza (1938 – 2003)Carmela Gross (1946),Marcello Nitsche (1942), entre outros.

Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural de Artes Visuais

I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea – Inscrições até 25 de março de 2011

O Ministério das Relações Exteriores recebe, até 25 de março, inscrições para o I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea. Serão concedidos prêmios de até R$ 20 mil, em quatro áreas: pintura, escultura, fotografia e obras em papel.

O artista deve ser brasileiro e só pode inscrever uma obra. Para participar, é preciso enviar paraartecontemporanea@itamaraty.gov.br os documentos: ficha de inscrição; currículo, com dez imagens de obras dos últimos dois anos; imagem da obra a ser inscrita (resolução de 300 dpi, em formato JPG ou TIFF); e declaração de autoria e propriedade dessa obra.

Outras informações estão disponíveis no site do Ministério e no edital. O objetivo do concurso é incentivar a produção artística brasileira e ampliar sua divulgação no exterior. O Itaú Cultural se soma ao Itamaraty nos esforços de difundir a ação.

I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea
Inscrições até 25 de março de 2011
Outras informações | Consulte o edital | Acesse a ficha de inscrição


Rumos Educação, Cultura e Arte – Inscrições Abertas

 

Em sua terceira edição, o Rumos Educação, Cultura e Arte busca apoiar a formação de profissionais que desenvolvem, em todo o país, propostas diferenciadas nos campos da cultura e da arte por meio da educação não formal.

Pretende-se, assim, contribuir para a continuidade e o aperfeiçoamento das ações existentes e para a criação de outras práticas de convergência entre cultura, arte e educação.

Participação
A inscrição, gratuita e individual, é destinada a educadores, arte-educadores, educadores sociais, artistas, artistas-formadores, mestres, mediadores e agentes culturais. Esses profissionais podem ter formação diversificada, inclusive autodidata e não escolar ou acadêmica. É necessário que sejam brasileiros ou naturalizados e maiores de 18 anos ou emancipados. Devem estar atuando no Brasil e desenvolver ações fundamentadas em propostas culturais e artísticas com grupos informais, associações, cooperativas, instituições culturais ou organizações sociais. Não há necessidade de comprovar qualquer tipo de vínculo empregatício, apenas atestar que a experiência aconteceu junto a algum grupo social, comunidade ou instituição.

Para se inscrever, o candidato deve enviar um relato da experiência (por escrito, em áudio ou vídeo), de acordo com os seguintes critérios:

–  As experiências devem caracterizar-se como ações de educação não formal (fora do contexto escolar), tendo como bases a arte e a cultura
–  Poderá ser apresentada apenas uma experiência por inscrição, por um único profissional
–  Poderá ser apresentada mais de uma experiência desenvolvida pelo mesmo grupo informal, desde que distintas e relatadas por profissionais diferentes
–  A experiência deve ter tido início em data anterior a março de 2010 e estar em andamento até, pelo menos, 30 de junho de 2011

Premiação
Serão contemplados até 15 profissionais, que terão como prêmio:

–  De duas a três viagens coletivas formadoras (com período máximo de dez dias cada uma) a localidades no Brasil a ser determinadas pelo Itaú Cultural, que permitirão ao profissional conhecer outros colegas e experiências no campo da arte, da cultura e da educação
–  Uma viagem de livre escolha ou proposta de residência em território nacional (pelo período máximo de sete dias), cuja programação será concebida em parceria com a equipe do Itaú Cultural. O objetivo é garantir o relacionamento com pessoas e o aprofundamento de temas e interesses específicos de cada profissional selecionado
–  A difusão de suas experiências em publicações impressas e/ou virtuais editadas pelo Itaú Cultural
–  O valor de 10 mil reais
–  Um kit com publicações e produtos audiovisuais do Itaú Cultural

Inscrição
De 23 de fevereiro30 de junho de 2011.

Acesse o edital e realize seu cadastro.

Dúvidas: rumoseducacao@itaucultural.org.br.

Exposição “Maria do Grão: Imaginário de uma cidade” Galeria Theodoro Braga – Centur

Exposição Maria do Grão – Imaginário de uma Cidade, na Galeria Theodoro Braga, em comemoração aos 395 anos de Belém, com obras do acervo. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 18h.

Fonte: Facebook Renato Torres