Exposição “Galeria Virgilio – 10 anos ” (SP) com obras de Alberto Bitar, Armando Queiroz, Osmar Pinheiro e Paulo Jares

Imagem

Galeria Virgilio celebra 10 anos de atividade com mostra coletiva

Douglas de Freitas seleciona 60 obras recentes de 30 artistas
representados pela galeria dirigida por Izabel Pinheiro.
Abertura no dia 13 de junho, quarta-feira, às 20 horas

A Galeria Virgilio abre a mostra comemorativa Galeria Virgilio – 10 anos no dia 13 de junho, quarta-feira, às 20 horas. A grande coletiva tem curadoria de Douglas de Freitas e ocupa todos os espaços expositivos da galeria com cerca de 60 obras de 32 artistas. São pinturas, desenhos, fotografias, gravuras, objetos, vídeos e instalação, muitas delas inéditas ou jamais expostas comercialmente.

Participam da coletiva: Alberto BitarAmália GiacominiAna BrengelAna SarioArmando QueirozBiassino Gesualdi,Claudio MatsunoDeborah PaivaDenise MilanDiego BeldaDiogo de MoraesFábio OkamotoFernando Burjato,Fernando VilelaIlana LiechtensteinJoão Paulo LeiteJúnior SuciLuciano ZanetteMarcelo CompariniMarcelo SoláMartinho PatrícioMônica RubinhoOsmar PinheiroPaulo JaresRafael PagatiniRenata PedrosaReynaldo CandiaRosana PaulinoSidney PhilocreonSolon Ribeiro e Tatiana Ferraz.

Considerando o volume, a diversidade da produção ou mesmo o número de artistas em questão, Douglas evitou usar obras de acervou ou mesmo fazer um recorte específico, debruçando-se sobre portifólios recentes e visitando ateliês para fazer suas escolhas. “Mais que uma simples reunião de obras dos artistas da Virgilio, esta exposição traz a possibilidade de se estabelecer um diálogo entre produções distintas, apresentando trabalhos inéditos ou emblemáticos da produção desses artistas”, atesta o jovem curador.

Primeira década

Ao longo dos dez anos de atividade, a Galeria Virgilio realizou mais de 150 exposições, por onde passaram aproximadamente 300 artistas, participou de feiras nacionais e internacionais. Direcionada para a produção de jovens artistas contemporâneos e artistas que surgiram principalmente a partir dos anos 80 que consolidaram presença no cenário da arte contemporânea brasileira. Dirigida por Izabel Pinheiro, casada com o artista plástico Osmar Pinheiro, falecido do em 2006, a galeria se insere no circuito paulistano e brasileiro como referência genética de uma talentosa geração de criadores. Prolífica, a galeria Virgílio se une ao centro cultural b_arco dirigidos pelos filhos, um espaço cultural hoje de referencia de produção de conhecimento e cultura. A Virgílio se unindo ao centro cultural b_arco tem como objetivo não apenas uma relação comercial, mas também educativa e institucional, buscando uma sinergia com profissionais das áreas de cinema, fotografia, filosofia, literatura, artes cênicas e performáticas.

Fonte: Galeria Virgílio

Catálogos Arte Pará 2010 – Salão e Artista Homenageado

“Cântico Guarani” de Armando Queiroz, artista homenageado. Foto Everton Ballardin
Catálogo do Salão

Catálogo Armando Queiroz – Artista Homenageado

A terra treme; Treme Terra

“Artistas são os melhores sismógrafos sociais… [eles]
trabalham por conta própria. Lidando com [suas] tentativas de
fazer um mundo para sobreviver…e viver [suas] obsessões.”
Harold Szeemann’s

O século XX criou um fluxo de informações jamais experimentado anteriormente na cultura ocidental. De viajantes sonhadores em busca de novas descobertas às crises estruturais que abalaram o mundo, conhecimentos, bens de consumo, pessoas circulam pelo globo estabelecendo novos contatos, influências e miscigenações. Os centros de atenção vão mudando na velocidade das transformações sócio-culturais, concebendo novas lógicas para o capital.

Há uma polifonia de centros e faz-se necessário navegar pelas bordas. E a arte tem sido catalisadora dessas reverberações, refletindo transformações que ocorrem nas organizações sociais e no planeta, viabilizando amplificações dessas modificações no território da cultura, movimentando setores distintos da sociedade.
A oscilação está na vida, está no mundo – das placas tectônicas, que nos lembram que a terra está em movimento contínuo, aos lugares das trocas sociais, que são reinventados a cada segundo -, com o afluxo de dinâmicas relacionais que favorecem a invenção de outros espaços de contato, provocando mudanças, com novas regras de civilidade, em processos de realocação social.
Em meio a conquistas diversas, no espaço da arte a autonomia em relação ao lugar é um dos grandes avanços daquele século. A arte transforma os espaços, vai de encontro à natureza, subverte o cubo branco, constitui territórios particulares, específicos para existir no mundo. Por meio da arte temos a possibilidade de estabelecer mediação com o outro, conceber pontos de contato, de contágio, de troca, propiciando ricas experiências que reinventam relações e ultrapassam o espaço instituído, ganhando a rua para viabilizar a existência de ambientes transitórios, autônomos, de liberdade e potência.
São nesses lugares que queremos pensar, lugares em que essas relações se dão, ambientes em que nossas trocas são construídas, referências acionadas: espaço aberto, terreiro social, campo de relação em que nossos tambores tecnotrônicos são ativados, o contato estabelecido, em que o contágio, a miscigenação cultural se dá, porque na arte construímos espaços de liberdade, somos antropófagos e a terra, treme.

Orlando Maneschy
Curador do 29° Arte Pará

Exposição “A lata como matriz da gravura em metal” de Jocatos – Espaço Cultural Banco da Amazônia

3ª edição do Salão SESC Universitário de Arte Contemporânea

 

Nesta quinta-feira (02), abre no Centro Cultural SESC Boulevard a 3ª edição do Salão SESC Universitário de Arte Contemporânea, que tem o objetivo de possibilitar a apreciação de boa parte da produção artística acadêmica do nosso estado.

A equipe de profissionais formada por Alexandre Sequeira, Armando Queiroz e Paula Sampaio, selecionou os jovens artistas que irão compor a terceira edição do projeto e também os três premiados, que serão anunciados na Cerimônia de abertura do salão. A abertura contará ainda com a apresentação especial do cantor Arthur Nogueira e seu show Mundano.

Para um dos Técnicos responsáveis pelo projeto, Márcio Campos, o salão universitário é um espaço para novos artistas exporem suas produções. “O 3º Salão SESC Universitário é como um celeiro de jovens artistas, que tem a possibilidade de mostrar um pouco do que estão produzindo, através de suas pesquisas, experimentações e intuições que estão ligados ou não a um sistema de rede onde as interações e relações entre objetos e espectadores, circunstâncias e pessoas, realidades visíveis e invisíveis, se tornam cada vez mais intensas, resultando em um novo olhar do artista.

Dessa forma, o artista do agora trás, amparado pela denominação de arte contemporânea, a total liberdade de criação, oportunizando ao público a experiência de amplitude de seu repertório visual”, afirma. O 3º Salão SESC Universitário recebeu inscrições nas categorias: pintura, escultura, gravura, fotografia, objeto, desenho, instalação, vídeo-arte, performance e intervenção urbana.

Entre os inscritos, 16 artistas e dois coletivos foram selecionados, entre eles: – Amanda Gondim (UFPA) – Arlete Soed (ESMAC) – Aurélio (Unama e UFPA) – Bruno Leite (Unama) – Camila Aranha (UFPA) – Coletico “Gritaocorpo”, de Laila Costa (UEPA), Filipe Almeida (UFPA) e Maruzo Costa (UFPA) – Coletivo “Projeto Vazio”, de Bárbara Dias (UFPA), Danilo Baraúna (UFPA) e Nigel Anderson (UFPA) – Evna Moura (UFPA) – Hugo Nascimento (UFPA) – Jairo Vansiler (UFPA) – Marise Maués (Unama) – Mars Lima e Renan Pina (Iesam) – Patrícia Gondim (Unama) – Pedro Rodrigues (Unama) – Rodrigo José (Unama) – Valério Silveira (UFPA) – Wagner Oliveira (UFPA) – Yasmin Vasconcelos (Ulbra)

Serviço: 3ª edição do Salão SESC Universitário de Arte Contemporânea “Depois de Revelada” – Documentação do Projeto Indicial

Abertura: 02 de dezembro (quinta)

Visitação: até 30 de janeiro de 2011 Horário: terça a domingo, das 10 às 21h Local: Centro Cultural SESC Boulevard – Av. Boulevard Castilho França, 522/523

Informações: (91) 4005-9584/9587 (Assessoria de Comunicação) (91) 3224-5654/5305 (Centro Cultural SESC Boulevard)

Entrada Franca

Fonte: guiart.com.br

Curso “Arte Contemporânea Brasileira (em torno de novas histórias)” com Armando Queiroz – 01,02 e 03 de Dezembro – Museu de Arte Contemporânea Casa das Onze Janelas

 

CURSO ARTE CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA [ em torno de novas histórias] com Armando Queiroz – o projeto “em torno de novas histórias- leituras de um acervo”, visa apresentar,sob forma de cursos de curta duração, uma leitura da arte brasileira dos últimos 50 anos. Sua originalidade reside no modo como tais cursos se articulam e no seu processo de organização: cinco curadores emergentes formam um grupo de pesquisa dedicado ao estudo das coleções MAC-Niterói e João Sattamini ( ambas abrigadas no Museu de Arte Contemporânea de Niterói)

Dias 01,02 e 03 de dezembro, de 18h às 21h no Museu Casa das Onze Janelas.

Entrada franca.

 

ARMANDO QUEIROZ

Sua formação artística foi constituindo-se através de leituras,experimentações, participações em oficinas e seminários. Expõe desde 1993 e participou de diversas mostras coletivas e individuais no Brasil e no exterior. Integrou projetos como: Macunaíma, em 1997, no Rio de Janeiro e Prima Obra, em Brasília, em 2000. Foi bolsista do Instituto de Artes do Pará em 2008 quando
desenvolveu a bolsa de pesquisa Corpo toma Corpo – estudos em videoarte.

Sua produção artística abrange desde objetos diminutos até obras em grande escala e intervenções urbanas. Detém-se conceitualmente às questões sociais, políticas, patrimoniais e as questões relacionadas à arte e a vida. Cria a partir de observações do cotidiano das ruas, apropria-se de objetos populares de várias procedências, tem como referência a cidade. Foi contemplado com o Prêmio CNI SESI MarcantonioVilaça para as Artes Plásticas 2009-2010.

Prêmio Investidor Profissional em Arte – PIPA

Os paraenses Armando Queiroz e Alberto Bitar estão entre os 101 indicados ao PIPA –  Prêmio Investidor Profissional em Arte.

Obra de Armando Queiroz “Projeto Sagrado Coração”. (Fonte: Cultura Pará)

Obra de Alberto Bitar “Efêmera Paisagem” (Fonte: Diário do Pará)

Segue abaixo a apresentação do importante prêmio:

O Prêmio Investidor Profissional de Arte (PIPA) é uma parceria entre aInvestidor Profissional e o MAM-Rio.

Ambos  firmaram uma parceria para a criação do mais relevante prêmio de artes plásticas brasileiro, com a idéia de premiar artistas promissores com produção reconhecida por especialistas como de grande valor artístico merecedora de integrar a coleção do MAM- Rio.

O PIPA tem ainda o objetivo de divulgar e promover a arte e os artistas no Brasil, o Rio de Janeiro, o MAM- Rio e a Investidor Profissional.

Por que a IP decidiu lançar o PIPA?

A iniciativa tem a ver com a convicção mais profunda da empresa, de que é preciso pensar out of the box, seja nas estratégias de investimento, seja no processo de investimentos.

A IP sempre considerou importante questionar formas convencionais de olhar as empresas, o mercado e até mesmo o seu próprio papel como gestores.

Este tipo de postura permitiu estabelecer relação mais próxima com quem compartilha sua “visão de mundo”.

Assim como a IP se beneficiou ao encontrar empresas para as quais o mercado não olhava com atenção, pretende agora, com o PIPA, estimular e reconhecer artistas, suas idéias e pontos de vistas ainda não consagrados, além de oferecer a eles a oportunidade de expor trabalhos no MAM- Rio.

O Prêmio nasceu em parceria com o MAM- Rio porque a Investidor Profissional acredita que a relevância daquela instituição para a arte brasileira merece ser apoiada em sua busca constante por melhorias.

Parceria

A Investidor Profissional, fundada em 1988, é a primeira empresa independente de gestão de recursos do Brasil. Foi pioneira no país ao introduzir filosofia de investimentos inspirada pelos princípios que marcaram a trajetória vitoriosa do americano Warren Buffett. As decisões de investimento da empresa sempre se basearam em princípios como potencial de valorização das empresas, capacidade de administração de seus executivos, boas práticas de governança, conduta ética e resultados consistentes. A Investidor Profissional sempre se pautou por princípios similares e por critérios rígidos e coerentes ao implementar sua filosofia de investimento. E nunca se caracterizou por acompanhar tendências ou modismos do mercado. De alguma forma, este mesmo tipo de visão inspira agora a procura por reconhecer talentos e premiá-los a partir da criação do Prêmio Investidor Profissional de Arte – PIPA.

O MAM- Rio foi fundado em 1948 e teve como primeiro presidente Raymundo de Castro Maya. Já em seu primeiro ano de atividades, o museu adquiriu obras de artistas como Pablo Picasso, Ben Nicholson, Wassily Kandinsky, Paul Kleee Salvador Dalí. Nos anos 50, mostras de Alexander Calder, Georges Mathieue Lygia Clark, assim como cursos de Ivan Serpa e John Friedlanderconverteram o MAM- Rio em foco de transformação artística e sede do neoconcretismo. Nos anos 60, exposições e mostras como o Opinião 65 e a Nova Objetividade Brasileira fizeram do MAM- Rio pólo da vanguarda cultural brasileira. Ao completar 30 anos, o MAM- Rio viu ser acervo ser quase inteiramente destruído por um incêndio, sendo reaberto nos anos 80. Nos anos 90, Gilberto Chateaubriand depositou no MAM- Rio, em regime de comodato, sua coleção de mais de 4 mil obras. Ao longo dos últimos anos, o MAM- Rio experimenta processo de revitalização e procura recuperar o papel de protagonista no fomento às artes e à cultura brasileira, vocação inegável daquela instituição.

Frequência

O PIPA terá frequência anual, com a indicação dos finalistas acontecendo até o final de Julho, a exposição no período Setembro/ Novembro sempre no MAM- Rio e a divulgação do resultado na última semana de outubro.

Critérios de participação

Objetivo: O “Prêmio Investidor Profissional de Arte” visa premiar e consagrar artistas que já vem se destacando por seus trabalhos, já conhecidos no mercado de arte brasileiro e não para descobrir novos talentos totalmente desconhecidos. É uma premiação.

Embora o objetivo seja premiar “Artistas Brasileiros” considerados “Promissores” na Arte Contemporânea nacional, tais conceitos ficarão a critério do Júri de Seleção e, posteriormente, do Júri de Premiação.

Idade: Não há limite de idade para concorrer ao Prêmio.

Mídia/ formato: Os indicados podem ser artistas visuais que desenvolvam trabalhos em quaisquer mídias e formatos.

Não há inscrições para concorrer ao Prêmio. Os artistas serão indicados pelo Júri de Seleção.

Período de criação: As indicações serão feitas em função de trabalhos ou exposição produzidas no período entre o início do ano anterior até a data limite de entrega dos Indicados pelo Júri de Seleção (na edição de 2010: 10 de Junho).

Júri de Seleção: Composto por profissionais do meio, buscando a diversidade e abrangência sob as dimensões de atividade – artistas consagrados, colecionadores, galeristas, curadores e críticos de arte – e geográfica. Apesar disso a preocupação é com a amplitude da cobertura, e não com qualquer representação proporcional.

A composição do Júri de Seleção mudará a cada edição.

Premiação

O prêmio para o vencedor do Júri de Premiação será o maior da arte brasileira: R$ 100.000. Destes, R$ 75.000 em dinheiro e R$ 25.000 para financiar uma residência fora do Brasil. O prêmio do Júri Popular será de R$ 20.000.
Se o ganhador do Júri de Premiação e do Popular for o mesmo, acumulará os dois Prêmios.
Não haverá prêmio pecuniário para demais indicados ou finalistas. Os benefícios serão em temos de divulgação de seus trabalhos e dos mesmos passarem a integrar o acervo do MAM (no caso dos finalistas) e a inclusão no catálogo da exposição.

Artistas premiados em anos anteriores, seja pelos Júris de Premiação e/ou Popular, não podem mais concorrer.

O anúncio dos vencedores do PIPA 2010 se dará em 28 de outubro.

Julgamento das obras

Júri de Premiação

Responsável por escolher o vencedor do prêmio de R$ 100.000. Composto por cinco a sete membros indicados pelo Conselho, estando entre eles um representante da Instituição aonde o vencedor do Prêmio principal fará residência.

A composição do Júri de Premiação mudará a cada ano.

Júri Popular

Ao comprar um ingresso para a exposição dos finalistas no MAM, cada visitante terá direito a um voto. Os votos não serão identificados com o nome do votante.

Ambos os prêmios serão divulgados simultaneamente.

Conselho do Prêmio

Tem as atribuições de garantir o cumprimento das regras do prêmio, coordenar o processo de seleção dos membros dos Júris, contribuir para a credibilidade e visibilidade do PIPA e discutir e propor ao Instituto Investidor Profissional eventuais mudanças nas regras do Prêmio a cada edição.
Composição do Conselho 2010:

Representantes da Investidor Profissional: Roberto Vinháes e Christiano Fonseca Filho (co-fundadores da Investidor Profissional)

Representantes do MAM-Rio: Carlos Alberto Gouvêa Chateaubriand e Luiz Camillo Osorio (Presidente e Curador do MAM-Rio, respectivamente)

Conselheiros convidados: Marcelo Mattos Araujo (diretor executivo da Pinacoteca do Estado de São Paulo), Luís Antonio de Almeida Braga(Colecionador) e Helmut Batista ( artista e fundador do programa de residências para artistas – Capacete)

O mandato do Conselho é anual.

Finalistas

Os quatro finalistas serão definidos pelo Conselho do PIPA, baseado no número de indicações recebidas pelo Júri de Seleção.

Exposição

Os trabalhos dos finalistas será objeto de exposição no MAM- Rio.

O layout será definido pelos organizadores do Prêmio e o espaço a ser alocado a cada artista será sorteado.
Cada artista terá um espaço para montar sua exibição, sujeitas a considerações práticas de tamanho e aprovação do Conselho do Prêmio.

Os finalistas receberão uma ajuda de custo de R$3.000,00 cada para ajudar na participação (transporte de obras, passagens).

A exposição dos finalistas do PIPA 2010 acontecerá de 25 de setembro a 14 de novembro.

Projeto Rios de Terras e Águas: navegar é preciso

design do site rios de terras e aguas...

“O projeto Rios de Terras e Águas: navegar é preciso foi idealizado pelas pesquisadoras Janice Lima, Marisa Mokarzel e Simone Moura e tem como objetivo documentar e difundir a obra de seis artistas contemporâneos do Pará que se encontram interligadas por questões patrimoniais, culturais e artísticas.

O projeto foi selecionado e financiado pelo Programa Petrobrás Cultural na categoria Formação/Educação para as Artes: Materiais e Documentação. Teve como proponente a Fundação Instituto para o Desenvolvimento da Amazônia – FIDESA e como parceira a Universidade da Amazônia – UNAMA.” (fonte: site do projeto)

O site do projeto é aqui: Rios de terras e águas: navegar é preciso

Esses são os vídeos, com uma das idealizadoras do projeto Mariza Mokarzel e os artistas pesquisados:

Armando Queiroz e o mapeamento da arte contemporânea na Região Norte

Do canal de vídeo da Itaú Cultural no youtube compartilho essa entrevista com Armando Queiroz, que viajou pelos estados da Região Norte pesquisando e difundindo conhecimento sobre a produção de artes visuais. Armando é artista incrivelmente inventivo, e vem se mostrando um sensível e criativo curador de arte.

Texto extraído do canal de vídeo da Itaú Cultural:

“Neste vídeo, Armando Queiroz conta a sua experiência de mapear nos estados da região Norte, como assistente curatorial do Rumos Artes Visuais 2008-2009.

O programa Rumos Itaú Cultural busca identificar e promover obras e artistas contemporâneos de todo o Brasil. Para chegar aos artistas, oito assistentes curatoriais percorreram as cinco regiões do país, vasculhando ateliês, escolas e galerias por quase seis meses. Como investigadores, eles conversaram com quem produz, ouviram críticos e professores e observaram muito a cena artística de cada lugar.

Os resultados foram exposições, cursos e bolsas de estudo.

Saiba mais em: http://www.itaucultural.org.br/index….”