Fotografia paraense no Prêmio Marc Ferrez – Funarte

Paula Sampaio com “Lago do Esquecimento”, Alberto Bitar com “Corte Seco” e Dirceu Maués com ” Extremo Horizonte – paisagens  urbanas panorâmicas com  câmeras pinhole” foram premiados no Prêmio Marc Ferrez da Funarte 2013.

 

Paula Sampaio nasceu em Belo Horizonte, em 1965. Vive em Belém desde 82. Foi membro da Comissão dos Repórteres Fotográficos no Pará e participa de projetos realizados pela FotoAtiva.

É repórter do Jornal “O Liberal” e desenvolve desde 90 projeto pessoal sobre a colonização e migrações de comunidades que vivem às margens das rodovias Transamazônica e Belém-Brasília. Esse trabalho foi premiado pela Funarte – Prêmio Marc Ferrez em 1993; Mother Jones International Fund for Documentary Photography em 1997 e ganhou Menção Honrosa do Prêmio Nacional de Fotografia/ FUNARTE, em 1998. É formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará e fez especialização em Comunicação e Semiótica na PUC/MG.

 

Alberto Bitar nasceu em Belém em 1970. Desenvolve trabalho autoral desde 1991, quando participou do curso “Fotografia Artesanal e Sensorial”, ministrado por Miguel Chikaoka, e do projeto “Fotovaral FotoAtiva”. Participou, entre os anos de 1995 e 1997, de oficinas ministradas por Antônio Augusto Fontes, Ângela Magalhães e Walter Firmo. Atuou como repórter-fotográfico da revista Troppo, publicação do jornal O Liberal, de 1996 a 2002. Realizou as individuais “Solitude” (1994) e “Hecate” (1997).

É formado em Administração de Empresas pela Universidade da Amazônia (UNAMA), em Belém (PA). Atualmente trabalha como free-lancer.

 

Dirceu Maués nasceu em Belém, em 1968, e começou a fotografar em 1990. Em 1991 participou da oficina da FotoAtiva, e iniciou trabalho como free-lancer para jornais e revistas alternativos. Em 1992 ministrou oficinas na Fundação Curro Velho e participou de várias exposições coletivas. Em 1994 realizou a primeira exposição individual intitulada “Estações do Olhar”, na Galeria Theodoro Braga, em Belém. Em 1997, ganhou o prêmio aquisição no II Salão de Fotografia do CCBEU.

Fonte: Fotografia Paraense Contemporânea 80/90

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Exposição “Galeria Virgilio – 10 anos ” (SP) com obras de Alberto Bitar, Armando Queiroz, Osmar Pinheiro e Paulo Jares

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Galeria Virgilio celebra 10 anos de atividade com mostra coletiva

Douglas de Freitas seleciona 60 obras recentes de 30 artistas
representados pela galeria dirigida por Izabel Pinheiro.
Abertura no dia 13 de junho, quarta-feira, às 20 horas

A Galeria Virgilio abre a mostra comemorativa Galeria Virgilio – 10 anos no dia 13 de junho, quarta-feira, às 20 horas. A grande coletiva tem curadoria de Douglas de Freitas e ocupa todos os espaços expositivos da galeria com cerca de 60 obras de 32 artistas. São pinturas, desenhos, fotografias, gravuras, objetos, vídeos e instalação, muitas delas inéditas ou jamais expostas comercialmente.

Participam da coletiva: Alberto BitarAmália GiacominiAna BrengelAna SarioArmando QueirozBiassino Gesualdi,Claudio MatsunoDeborah PaivaDenise MilanDiego BeldaDiogo de MoraesFábio OkamotoFernando Burjato,Fernando VilelaIlana LiechtensteinJoão Paulo LeiteJúnior SuciLuciano ZanetteMarcelo CompariniMarcelo SoláMartinho PatrícioMônica RubinhoOsmar PinheiroPaulo JaresRafael PagatiniRenata PedrosaReynaldo CandiaRosana PaulinoSidney PhilocreonSolon Ribeiro e Tatiana Ferraz.

Considerando o volume, a diversidade da produção ou mesmo o número de artistas em questão, Douglas evitou usar obras de acervou ou mesmo fazer um recorte específico, debruçando-se sobre portifólios recentes e visitando ateliês para fazer suas escolhas. “Mais que uma simples reunião de obras dos artistas da Virgilio, esta exposição traz a possibilidade de se estabelecer um diálogo entre produções distintas, apresentando trabalhos inéditos ou emblemáticos da produção desses artistas”, atesta o jovem curador.

Primeira década

Ao longo dos dez anos de atividade, a Galeria Virgilio realizou mais de 150 exposições, por onde passaram aproximadamente 300 artistas, participou de feiras nacionais e internacionais. Direcionada para a produção de jovens artistas contemporâneos e artistas que surgiram principalmente a partir dos anos 80 que consolidaram presença no cenário da arte contemporânea brasileira. Dirigida por Izabel Pinheiro, casada com o artista plástico Osmar Pinheiro, falecido do em 2006, a galeria se insere no circuito paulistano e brasileiro como referência genética de uma talentosa geração de criadores. Prolífica, a galeria Virgílio se une ao centro cultural b_arco dirigidos pelos filhos, um espaço cultural hoje de referencia de produção de conhecimento e cultura. A Virgílio se unindo ao centro cultural b_arco tem como objetivo não apenas uma relação comercial, mas também educativa e institucional, buscando uma sinergia com profissionais das áreas de cinema, fotografia, filosofia, literatura, artes cênicas e performáticas.

Fonte: Galeria Virgílio

Exposição “Efêmera Paisagem” de Alberto Bitar – Kamara Kó

“Efêmera Paisagem […] transgride o código fotográfico ao utilizar a fotografia no seu avesso. Aqui a linguagem não se preocupa em pontuar a memória, mas em restaurá-la com todo o poder de magia, imaginação, mistério e assombro que assolava o artista ainda menino quando viajava com seus pais”.

Eder Chiodetto (Mestre em Comunicação pela Universidade de São Paulo, curador independente, fotógrafo e editor, Chiodetto foi um dos vencedores do Prêmio Jabuti de 2004 e foi eleito o melhor curador de fotografia 2008/2009 pela Revista Clix).

“Em Efêmera Paisagem, a fotografia é conduzida a um território incerto, sobrepondo as noções de passagem, transitoriedade e apagamento. […] Entre o reconhecimento e a transfiguração, Bitar nos aproxima de um estado de consciência impreciso, daquilo que é dificilmente dito ou descrito, ainda que permeie todas as formas de ver e de estar no mundo”.

Heloísa Espada (Crítica e curadora com doutorado em História da Arte pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, Heloísa assina o texto da nova exposição da série de Alberto Bitar. É coordenadora da área de artes visuais do Instituto Moreira Salles).

“Efêmera Paisagem é constituída de delicadas cenas, recobertas de afeto em que se sobressai uma estética concebida com sutileza e sensibilidade. Os passeios a Mosqueiro, na infância, pontuados pelo carinho materno e paterno, pelas imagens embaçadas percebidas à distância, modificadas com a velocidade, transformam-se em preciosas lembranças que o artista traduz em arte”.

Marisa Mokarzel (Diretora do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, da Secretaria de Cultura do Pará, foi curadora da primeira exposição da série Efêmera Paisagem, em 2009. Possui doutorado em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará e mestrado em História e Crítica da Arte pela Universidade Federal do Rio de Janeiro).

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Via: Kamara Kó

Abertura do II Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia – “Crônicas Urbanas”, “Solitude” e “Diários da Cidade”

II Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia

Mostra “Crônicas Urbanas” será aberta na próxima terça-feira (15) no Museu da UFPA, que recebe também a exposição “Solitude”, com imagens inéditas de Luz Braga, fotógrafo homenageado

Será lançada nesta terça (15), às 19h, no Museu da Universidade Federal do Pará (UFPA), a II Mostra Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia – Crônicas Urbanas. Depois de se debruçar sobre a diversidade cultural brasileira em sua primeira edição, desta vez o projeto tomou como ponto de partida a cidade como lugar privilegiado de ação da cultura. E propôs ao artista um exercício sobre o universo urbano, seu cotidiano, suas imagens e representações.

Participam da mostra 21 artistas (veja lista completa abaixo), selecionados entre 254 inscritos provenientes de várias regiões brasileiras. Destes, três foram premiados: Silas José de Paula (CE), na categoria Crônicas Urbanas; Leonardo Sette (PE), na categoria Diário Contemporâneo; e Roberta Carvalho (PA), na categoria Diário do Pará. Cada vencedor receberá um prêmio de R$ 10 mil, além uma ajuda de custo para a produção dos trabalhos, no valor de R$ 1.200 – que será conferida a todos os 21 artistas selecionados.

A comissão julgadora do concurso – formada pelo curador, historiador e crítico de arte Tadeu Chiarelli; a curadora e professora Marisa Mokarzel; e o fotógrafo e professor Alexandre Sequeira – analisou um total de 254 trabalhos. Participaram da seleção artistas de São Paulo (SP), Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Curitiba (PR), Salvador (BA), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), São Luiz (MA), Cuiabá (MT), Brasília (DF), Aracajú (SE), Macapá, (AP) e Manaus (AM).

 

Solitude

Na ocasião, também será aberta à visitação a mostra “Solitude”, com trabalhos inéditos de Luiz Braga, fotógrafo homenageado desta edição. A longa trajetória imagética do fotógrafo, marcada pela forte presença humana, aqui se faz inversa. É por meio das ausências que emergem as lembranças da infância, dos vizinhos que se foram, das trocas afetivas.

A mostra retrata momentos importantes da vida de Luiz, com situações fotografadas em casas distintas, como a do escritor paraense Bruno de Menezes, na Cidade Velha. Ainda como parte da programação do II Prêmio Diário Contemporâneo, Luiz fará um bate-papo com o público no dia 6 de abril, no IAP.

Diários da Cidade

Uma das novidades desta edição, a mostra “Diários da Cidade” reunirá imagens produzidas por fotógrafos do Diário do Pará, com curadoria de Alberto Bitar, Octavio Cardoso – editores de fotografia do Diário – e Mariano Klautau Filho – curador geral do projeto. Dezoito artistas integram a exposição, que será aberta nesta quarta-feira (16), às 19h, na Sala Gratuliano Bibas, no Museu Casa das Onze Janelas.

No Laboratório das Artes, Luiz Braga exibirá o vídeo inédito “Do Outro Lado da Rua”, em que apresenta cerca de 70 fotografias de uma novena feita em uma casa da travessa Tirandentes, no bairro do Reduto, em frente de onde hoje está situado o seu estúdio fotográfico.

SERVIÇO:

Mostras “Crõnicas Urbanas” e “Solitude”

Abertura: 15 de março, às 19h, no Museu da UFPA (Av. José Malcher, esquina com Generalíssimo Deodoro, Nazaré).

Visitação: até o dia 15 de maio.

Entrada franca.

Mostras “Diários da Cidade” e “Do Outro Lado da Rua”

Abertura: 16 de março, às 19, no Museu Casa das Onze Janelas (Praça Frei Caetano Brandão, Cidade Velha).

Visitação: até o dia 17 de abril.

Entrada franca.

Para ver a programação completa, acesse: www.diariocontemporaneo.com.br

Novidades também pelo Twitter: www.twitter.com/premiodiario

Informações: 3224-0871 / 3242 – 8340 / contato@diariocontemporaneo.com.br

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do Diário do Pará, com patrocínio da Vale. Apoio: Museu da UFPA, Instituto de Artes do Pará, Sol Informática.

II PRÊMIO DIÁRIO CONTEMPORÂNEO DE FOTOGRAFIA


PREMIADOS:


Silas José de Paula (CE) – Prêmio Crônicas Urbanas

Leonardo Sette (PE) – Prêmio Diário Contemporâneo

Roberta Carvalho (PA) – Prêmio Diário do Pará

> Imagem da série Projeto Symbiosis, de Roberta Carvalho (PA)

> Imagem da série Gente no Centro, de Silas José de Paula (CE)

> Imagem da série Luzes Inimigas, de Leonardo Sette (PE)

SELECIONADOS:

Anita de Abreu e Lima (PA)

Everaldo Pereira do Nascimento (PA)

Ionaldo Rodrigues da Silva Filho (PA)

José Ricardo Carvalho de Macêdo (PA)

Keyla Cristina Tikka Sobral (PA)

Carlos Alexandre Dadoorian (SP)

Fabio Okamoto (SP)

Felipe de Aquino Ramos (SP)

Coletivo Cia de Foto (SP)

Fernanda Grigolin (SP)

Francilins Castilho Leal (MG)

Pedro David de Oliveira Castello Branco (MG)

Fonte: Assessoria de Comunicação do II Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia


Exposição “Sobre o Vazio” de Alberto Bitar – Fotoativa

Quanta carga de lembranças pode haver dentro de um apartamento vazio? Quantas vidas e histórias se cruzaram por entre os quartos de um hotel? Que sentimentos podem guardar seus interiores? Ausência e presença, memória e esquecimento, pessoalidade e impessoalidade são os conceitos abordados em “Sobre o vazio”, novo trabalho do fotógrafo Alberto Bitar, que abre sua temporada de exposição amanhã, na Associação Fotoativa, e segue até o dia 15 de março.

Utilizando como base a fotografia estática, a série “Sobre o Vazio” é composto por audiovisuais que trazem à tona uma reflexão sobre o tempo, a dispersão da memória e o grau de pessoalidade inerente aos dois ambientes, aparentemente diferentes, mas que trazem consigo histórias de pessoas que viveram nestes lugares ou simplesmente passaram por ali, mas deixaram marcas e rastros.

“‘Sobre o Vazio’ sugere pensar sobre a transitoriedade das coisas e sobre a idea de que lugares e objetos podem trazer a subjetividade de quem os escolheu e/ou os possuiu (mesmo que por um curto espaço de tempo), de como o tempo de coexistência pode, ou não, influenciar nessa percepção e de como esse tempo pode colaborar para a fixação da memória”, conta Alberto.

A exposição, contemplada com o XI Prêmio Marc Ferrez de Fotografia, da Fundação Nacional de Artes (Funarte), é composta por vídeos montados a partir de imagens capturadas no antigo apartamento onde o fotógrafo viveu durante 25 anos com sua família e em quartos de hotéis de Belém.

“O apartamento, que parece impessoal à medida que tem suas imagens captadas com o espaço totalmente desocupado, faz contraponto com o ambiente de quartos de diferentes hotéis recentemente desocupados por seus hóspedes. Independentemente do tempo de permanência, esses lugares podem guardar, nas memórias dessas pessoas, lembranças e saudades de momentos importantes nas suas histórias”, explica o fotógrafo.

Fonte: Diário on Line

Abertura: 22 de fevereiro de 2011

Associação Fotoativa, Pça das Mercês, Comércio, Belém-Pará-Brasil.

Exposição “Confluências JAPANAMAZÔNIA” – Galeria Fidanza, Museu de Arte Sacra

A escolha da Galeria Fidanza, no Museu de Arte Sacra, pra abrigar o projeto Confluências JAPANAMAZÔNIA  já foi o primeiro acerto, de muitos, desta exposição com  curadoria de Mariano Klautau e Makiko Akoa. A atmosfera do lugar e as possibilidades de iluminação (dedolight e spots) da galeria fornecem um dos melhores espaços da cidade para exposições de fotografia. Confluências… foi idealizado por Makiko Akao, da Kamara Kó Fotografias, e o projeto teve por objetivo “registrar através de imagens a sutileza e a poesia dessa coexistência em diversos municípios do Pará, onde foi detectado que é possível ser brasileiro e ser japonês(…)” e como fotógrafos para este mapeamento Miguel Chikaoka, Paula Sampaio e Alberto Bitar, escolha mais do que acertada por serem artistas que extrapolam o simples registro e adicionam ao branco e preto movimento e emoção. Os textos da exposição que revelam essas memórias Japão/Amazônia foram elaborados por Rose Silveira e, um ponto positivo da exposição, traduzido para o japonês.  A programação visual do designer Gil Yonezawa utilizou, tanto nos impressos como na exposição, utilizou o cinza e o preto, bem pertinentes com as fotografias em b/p, e fazendo um interessante jogo com a tipologia fugiu do clichê (arial, times, tahoma, verdana, garamond) e padronizou todas as peças. A ótima diagramação das fotografias no espaço expositivo teve como ponto final do percurso um mosaico de imagens que remeteu à uma sensação de saudade de um mundo que acabamos de conhecer. O vídeo que compõe a exposição utiliza criativamente a seqüência fotográfica (frames) das imagens selecionadas, e ampliam o objetivo memorialista do projeto e deixam evidente ao público o processo de captura da imagem/momento, árduo e paciente. Confluências JAPANAMAZÔNIA é um projeto artístico e etnográfico que deveria servir de modelo para outras incursões pelo universo cultural e imagético da Amazônia.

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Exposição Confluências JAPANAMAZÔNIA

Realização Kamara Kó Fotografias

Concepção e Coordenação do Projeto Makiko Akao

Fotografias Alberto Bitar, Miguel Chikaoka e Paula Sampaio

Curadoria Mariano Klautau Filho e Makiko Akao

Tradução Japonês Haroldo Sato e Yuka Amano

Assessoria de Imprensa Suely Nascimento

Programação Visual Gil Yonezawa

Produção Lana Machado e Makiko Akao

Tratamento de Imagens Labtec L@boratório Foto Digit@l

Trabalhos Selecionados para o Arte Pará 2010

Os trabalhos escolhidos para o 27o Salão Arte Pará foram os seguintes:

1 – Loise D. D. – Rio e Janeiro (RJ)

Categoria: objeto

Obras: Dor e Febre (Tylenol)/Original e Cópia/Carne Vermelha

2 – Osvaldo Carvalho – Niterói (RJ)

Categoria: pintura

Obras: Sem Título – Da Série Dealer/Sem Título – Da Série Dealer/Sem Título – Da Série Dealer

3 – Angella Conte – São Paulo (SP)

Categoria: vídeo

Obra: Essência

4 – Gina Danucci – Guarulhos (SP)

Categoria: gravura

Obra: O Banquete para Judth

5 – Maria Mattos – Niterói (RJ)

Categoria: vídeo

Obra: Entrando Sem Bater

6 – Flávio Cerqueira – Guarulhos (SP)

Categoria: escultura

Obras: O Invisível / Tudo Entre Nós / Ex Corde

7 – Elisa Castro – Rio de Janeiro (RJ)

Categoria: ação urbana

Obra: “Qual o Seu Medo”

8 – Diego de Campos – Florianópolis (SC)

Categoria: vídeo

Obras: Sebre Como Digerir uma Lembrança / Pequena Tentativa Devanescente

9 – Victor De La Rocque – Belém (PA)

Categoria: instalação

Obra: O Ovo e a Galinha

10 – Cleantho Viana – Rio de Janeiro (RJ)

Categoria: vídeo

Obra: Vídeo Performance – Artista, Chapa

11 – Gelka Arruda – Belo Horizonte (MG)

Categoria: fotografia

Obra: Três Dias em Branco

12 – Pedro David – Nova Lima (MG)

Categoria: fotografia

Obra: Cartografia do Infinito

13 – Anita de Abreu e Lima – Belém (PA)

Categoria: fotografia

Obras: Ainda Queria Falar das Flores I/Ainda Queria Falar das Flores II/Ainda Queria Falar das Flores III

14 – Flora Assumpção – São Paulo (SP)

Categoria: instalação

Obras: Serpentes de Prata V/Serpentes de Prata VI/Serpentes de Prata II

15 – Keyla Sobral – Belém (PA)

Categoria: desenho

Obras: Métodos de Vingança I/Métodos de Vingança II/Métodos de Vingança III

16 – Raymundo Firmino de Oliveira Neto – Castanhal (PA)

Categoria: fotografia

Obras: RG-1725411/RG-1712252

17 – Alberto Bitar – Belém (PA)

Categoria: fotografia

Obras: Sem Título, Da Série Efêmera Paisagem/Sem Título, Da Série Efêmera Paisagem/Sem Título, Da Série Efêmera Paisagem

18 – José Hailton dos Santos – Belém (PA)

Categoria: pintura

Obras: Casa I/Casa II/Casa III

19 – Elza Lima – Belém (PA)

Categoria: fotografia

Obras: Série Água – Quem Te Ensinou a Nadar/Série Água – Quem Te Ensinou a Nadar/Série Água – Quem Te Ensinou a Nadar

20 – Nailana Thiely Salomão Pereira – Belém (PA)

Categoria: fotografia

Obras: Noir – Dias Curtos de Inverno 01/Noir – Dias Curtos de Inverno 02/Noir – Dias Curtos de Inverno 03

21 – Ricardo Macêdo – Belém (PA)

Categoria: instalação

Obra: Relações Intercambiáveis

22 – Bruno Macêdo de Cantuária – Belém (PA)

Categoria: instalação

Obra: Cafetinagem

23 – Murilo Rodrigues – Belém (PA)

Categoria: vídeo

Obra: Black Bird II

24 – Flávio Lamenha – São Paulo (SP)

Categoria: fotografia

Obras: Solá Gallery/Vieira

25 – Jimson Vilela – Rio de Janeiro (RJ)

Categoria: objeto

Obras: 3 Cegos/O Livro de Encontro/À Procura de Horizontes

26 – Fernando Limberger – São Paulo (SP)

Categoria: escultura

Obras: Abraçadinhos 1/Abraçadinhos 2/Abraçadinhos 3

27 – Flávia Bertinato – São Paulo (SP)

Categoria: desenho

Obra: Tormento

28 – André Venzon – Porto Alegre (RS)

Categoria: fotografia

Obras: A Cidade É o Meu Corpo 1/A Cidade É o Meu Corpo 2/A Cidade É o Meu Corpo 3

29 – Regina Parra – São Paulo (SP)

Categoria: vídeo

Obras: Travessia (ou Sobre a Lamarcha)/Eldorado I/Eldorado II

30 – Renato Chalu – Belém (PA)

Categoria: instalação

Obra: Meta-Ver-O-Peso-Esquema

31 – Flávia Junqueira Angulo – São Paulo (SP)

Categoria: não informada

Obras: A Casa em Festa #6/A Casa em Festa #7/A Casa em Festa #8

32 – Deborah Engel – Rio de Janeiro (RJ)

Categoria: fotografia

Obras: Paisagens Possíveis – Ladies/Paisagens Possíveis – Pastor Itinerante/ Paisagens Possíveis – Tchola Sov

33 – Adriane Alvares Magalhães Maciel – Rio de Janeiro (RJ)

Categoria: fotografia

Obras: Série Sertão Nº 1/Série Sertão Nº 2/Série Sertão Nº 3

34 – Sinval Garcia – São Paulo (SP)

Categoria: fotografia

Obra: “Encontros” – Coleção Belém-PA

35 – Rodrigo Cass – São Paulo (SP)

Categoria: objeto

Obras: Óleo Sobre Tela (3 Tus Tríptico) 201/Meditação Sobre um Tridimension

36 – Igor Magalhães Vidor – São Paulo (SP)

Categoria: performance

Obra: Mais Um Dia em Belém

37 – Letícia Rita – São Paulo (SP)

Categoria: instalação

Obra: A Liberdade Nem Sempre Está em…

38 – Valéria Coelho – São Paulo (SP)

Categoria: instalação

Obras: Psicografias/Psicografias/Psicografias

39 – Ena Lia Matthees – Porto Alegre (RS)

Categoria: instalação

Obra: Sem Título

40 – Manoel Novello – Rio de Janeiro (RJ)

Categoria: pintura

Obras: Paisagem da Ilha/Sobre a Terra dos Coqueiros/Sobre a Terra dos Coqueiros II

41 – Marinaldo da Silva Santos – Belém (PA)

Categoria: mista

Obras: Escalação Cartas de Defesa/Escalação Cartas de Defesa

42 – Andréa Facchini – Niterói (RJ)

Categoria: desenho

Obras: Entre o Azul do Céu (Sobre-Vivente)/Onde Você Sempre Quis Estar/Sem Linha do Horizonte, Sem Ponto

43 – Rodrigo Freitas – Belo Horizonte (MG)

Categoria: pintura

Obras: Paisagens de Inverno/Variações Sobre o Mesmo Abandono/Sem Título

44 – Viviane Gueller – Porto Alegre (RS)

Categoria: intervenção urbana

Obras: Epiderme/Elemental

Serviço Premiação: 6 de outubro. Abertura do salão: 7 de outubro. Espaços de exposição: MAS, Mhep MUFPA e MPEG. Realização: Fundação Romulo Maiorana, Funarte e Apoio Efetivo de Fotografia, Performances e Salão Regional. Apoio: Mendes Publicidade. Patrocínio: Supermercados Nazaré, Marko Engenharia, Esamaz e Unimed Belém. Informações: (91) 3216-1142, http://www.orm.com.br, http://www.frmaiorana.org.br e “Arte Pará” em www.facebook.com.

“Confluências JAPANAMAZÔNIA” Alberto Bitar, Miguel Chikaoka e Paula Sampaio – Galeria Fidanza, MAS

A exposição fotográfica “Confluências JapanAmazônia”, com imagens de Alberto Bitar, Miguel Chikaoka e Paula Sampaio, inicia às 19 horas, de sexta-feira, dia 27, na Galeria Augusto Fidanza, do Museu de Arte Sacra. Nesse momento do vernissage, haverá o lançamento do livro “JapanAmazônia – Confluências Culturais”. O evento é realizado pela Kamara Kó Fotografias e patrocinado pelo Banco da Amazônia e o Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. A mostra poderá ser visitada até o dia 26 de setembro, das 10 às 16 horas, de terça-feira a domingo, com entrada gratuita.

A exposição fotográfica “Confluências JapanAmazônia” e o livro “JapanAmazônia – Confluências Culturais” são resultados do projeto “Confluências Culturais – Imigração Japonesa na Amazônia”, idealizado por Makiko Akao, da Kamara Kó Fotografias. A mostra apresenta cerca de 40 imagens e o livro, 100 imagens, que foram capturadas em municípios paraenses como Belém, Castanhal, Santa Izabel do Pará, Tomé-Açu, Igarapé-Açu, Monte Alegre e Santarém. Os registros aconteceram no período de abril a setembro de 2009.

“Provocar um novo olhar, capaz de identificar, no cotidiano, nas situações simples do dia-a-dia, a interligação entre as culturas japonesa e amazônida foi o desafio principal deste projeto”, explica Makiko Akao. Ela acrescenta, ainda, que a concepção do projeto aconteceu em decorrência dos 80 anos de imigração japonesa na Amazônia, comemorados no ano passado. Para Mariano Klautau Filho, que participou da curadoria da exposição, “as imagens de Paula Sampaio, Miguel Chikaoka e Alberto Bitar falam mais de encontros, momentos, histórias particulares, casas, quintais, e especialmente de pessoas. Em cada série de imagens reencontramos um certo Pará oriental ou um certo Japão paraense.”

Galeria Augusto Fidanza
Museu de Arte Sacra
Praça Frei Caetano Brandão, s/n – Cidade Velha
Vernissage: 27 de agosto de 2010, às 19h
Visitas: 28 de agosto a 26 de setembro
De terça-feira até domingo, das 10h às 16h
Informação: (91) 4009-8801
Entrada gratuita

Prêmio Investidor Profissional em Arte – PIPA

Os paraenses Armando Queiroz e Alberto Bitar estão entre os 101 indicados ao PIPA –  Prêmio Investidor Profissional em Arte.

Obra de Armando Queiroz “Projeto Sagrado Coração”. (Fonte: Cultura Pará)

Obra de Alberto Bitar “Efêmera Paisagem” (Fonte: Diário do Pará)

Segue abaixo a apresentação do importante prêmio:

O Prêmio Investidor Profissional de Arte (PIPA) é uma parceria entre aInvestidor Profissional e o MAM-Rio.

Ambos  firmaram uma parceria para a criação do mais relevante prêmio de artes plásticas brasileiro, com a idéia de premiar artistas promissores com produção reconhecida por especialistas como de grande valor artístico merecedora de integrar a coleção do MAM- Rio.

O PIPA tem ainda o objetivo de divulgar e promover a arte e os artistas no Brasil, o Rio de Janeiro, o MAM- Rio e a Investidor Profissional.

Por que a IP decidiu lançar o PIPA?

A iniciativa tem a ver com a convicção mais profunda da empresa, de que é preciso pensar out of the box, seja nas estratégias de investimento, seja no processo de investimentos.

A IP sempre considerou importante questionar formas convencionais de olhar as empresas, o mercado e até mesmo o seu próprio papel como gestores.

Este tipo de postura permitiu estabelecer relação mais próxima com quem compartilha sua “visão de mundo”.

Assim como a IP se beneficiou ao encontrar empresas para as quais o mercado não olhava com atenção, pretende agora, com o PIPA, estimular e reconhecer artistas, suas idéias e pontos de vistas ainda não consagrados, além de oferecer a eles a oportunidade de expor trabalhos no MAM- Rio.

O Prêmio nasceu em parceria com o MAM- Rio porque a Investidor Profissional acredita que a relevância daquela instituição para a arte brasileira merece ser apoiada em sua busca constante por melhorias.

Parceria

A Investidor Profissional, fundada em 1988, é a primeira empresa independente de gestão de recursos do Brasil. Foi pioneira no país ao introduzir filosofia de investimentos inspirada pelos princípios que marcaram a trajetória vitoriosa do americano Warren Buffett. As decisões de investimento da empresa sempre se basearam em princípios como potencial de valorização das empresas, capacidade de administração de seus executivos, boas práticas de governança, conduta ética e resultados consistentes. A Investidor Profissional sempre se pautou por princípios similares e por critérios rígidos e coerentes ao implementar sua filosofia de investimento. E nunca se caracterizou por acompanhar tendências ou modismos do mercado. De alguma forma, este mesmo tipo de visão inspira agora a procura por reconhecer talentos e premiá-los a partir da criação do Prêmio Investidor Profissional de Arte – PIPA.

O MAM- Rio foi fundado em 1948 e teve como primeiro presidente Raymundo de Castro Maya. Já em seu primeiro ano de atividades, o museu adquiriu obras de artistas como Pablo Picasso, Ben Nicholson, Wassily Kandinsky, Paul Kleee Salvador Dalí. Nos anos 50, mostras de Alexander Calder, Georges Mathieue Lygia Clark, assim como cursos de Ivan Serpa e John Friedlanderconverteram o MAM- Rio em foco de transformação artística e sede do neoconcretismo. Nos anos 60, exposições e mostras como o Opinião 65 e a Nova Objetividade Brasileira fizeram do MAM- Rio pólo da vanguarda cultural brasileira. Ao completar 30 anos, o MAM- Rio viu ser acervo ser quase inteiramente destruído por um incêndio, sendo reaberto nos anos 80. Nos anos 90, Gilberto Chateaubriand depositou no MAM- Rio, em regime de comodato, sua coleção de mais de 4 mil obras. Ao longo dos últimos anos, o MAM- Rio experimenta processo de revitalização e procura recuperar o papel de protagonista no fomento às artes e à cultura brasileira, vocação inegável daquela instituição.

Frequência

O PIPA terá frequência anual, com a indicação dos finalistas acontecendo até o final de Julho, a exposição no período Setembro/ Novembro sempre no MAM- Rio e a divulgação do resultado na última semana de outubro.

Critérios de participação

Objetivo: O “Prêmio Investidor Profissional de Arte” visa premiar e consagrar artistas que já vem se destacando por seus trabalhos, já conhecidos no mercado de arte brasileiro e não para descobrir novos talentos totalmente desconhecidos. É uma premiação.

Embora o objetivo seja premiar “Artistas Brasileiros” considerados “Promissores” na Arte Contemporânea nacional, tais conceitos ficarão a critério do Júri de Seleção e, posteriormente, do Júri de Premiação.

Idade: Não há limite de idade para concorrer ao Prêmio.

Mídia/ formato: Os indicados podem ser artistas visuais que desenvolvam trabalhos em quaisquer mídias e formatos.

Não há inscrições para concorrer ao Prêmio. Os artistas serão indicados pelo Júri de Seleção.

Período de criação: As indicações serão feitas em função de trabalhos ou exposição produzidas no período entre o início do ano anterior até a data limite de entrega dos Indicados pelo Júri de Seleção (na edição de 2010: 10 de Junho).

Júri de Seleção: Composto por profissionais do meio, buscando a diversidade e abrangência sob as dimensões de atividade – artistas consagrados, colecionadores, galeristas, curadores e críticos de arte – e geográfica. Apesar disso a preocupação é com a amplitude da cobertura, e não com qualquer representação proporcional.

A composição do Júri de Seleção mudará a cada edição.

Premiação

O prêmio para o vencedor do Júri de Premiação será o maior da arte brasileira: R$ 100.000. Destes, R$ 75.000 em dinheiro e R$ 25.000 para financiar uma residência fora do Brasil. O prêmio do Júri Popular será de R$ 20.000.
Se o ganhador do Júri de Premiação e do Popular for o mesmo, acumulará os dois Prêmios.
Não haverá prêmio pecuniário para demais indicados ou finalistas. Os benefícios serão em temos de divulgação de seus trabalhos e dos mesmos passarem a integrar o acervo do MAM (no caso dos finalistas) e a inclusão no catálogo da exposição.

Artistas premiados em anos anteriores, seja pelos Júris de Premiação e/ou Popular, não podem mais concorrer.

O anúncio dos vencedores do PIPA 2010 se dará em 28 de outubro.

Julgamento das obras

Júri de Premiação

Responsável por escolher o vencedor do prêmio de R$ 100.000. Composto por cinco a sete membros indicados pelo Conselho, estando entre eles um representante da Instituição aonde o vencedor do Prêmio principal fará residência.

A composição do Júri de Premiação mudará a cada ano.

Júri Popular

Ao comprar um ingresso para a exposição dos finalistas no MAM, cada visitante terá direito a um voto. Os votos não serão identificados com o nome do votante.

Ambos os prêmios serão divulgados simultaneamente.

Conselho do Prêmio

Tem as atribuições de garantir o cumprimento das regras do prêmio, coordenar o processo de seleção dos membros dos Júris, contribuir para a credibilidade e visibilidade do PIPA e discutir e propor ao Instituto Investidor Profissional eventuais mudanças nas regras do Prêmio a cada edição.
Composição do Conselho 2010:

Representantes da Investidor Profissional: Roberto Vinháes e Christiano Fonseca Filho (co-fundadores da Investidor Profissional)

Representantes do MAM-Rio: Carlos Alberto Gouvêa Chateaubriand e Luiz Camillo Osorio (Presidente e Curador do MAM-Rio, respectivamente)

Conselheiros convidados: Marcelo Mattos Araujo (diretor executivo da Pinacoteca do Estado de São Paulo), Luís Antonio de Almeida Braga(Colecionador) e Helmut Batista ( artista e fundador do programa de residências para artistas – Capacete)

O mandato do Conselho é anual.

Finalistas

Os quatro finalistas serão definidos pelo Conselho do PIPA, baseado no número de indicações recebidas pelo Júri de Seleção.

Exposição

Os trabalhos dos finalistas será objeto de exposição no MAM- Rio.

O layout será definido pelos organizadores do Prêmio e o espaço a ser alocado a cada artista será sorteado.
Cada artista terá um espaço para montar sua exibição, sujeitas a considerações práticas de tamanho e aprovação do Conselho do Prêmio.

Os finalistas receberão uma ajuda de custo de R$3.000,00 cada para ajudar na participação (transporte de obras, passagens).

A exposição dos finalistas do PIPA 2010 acontecerá de 25 de setembro a 14 de novembro.