Palestra de Val Sampaio – Panorama da Arte Digital no Pará

AÇÃO
A intervencão ocorre de duas formas uma física e outra virtual, e começa com ação quando as mangueiras são marcadas fisicamente com numeração e tinta a base d’agua, e ao mesmo tempo a o percurso é demarcado com GPS. As imagens, videos, informações levantados neste percurso estão publicadas e atualizadas no blog da intervenção: http://www.magueirasdebelem.blogspot.com. Estes dados produzidos neste percurso receberão geotags (dados de localização como latitude e longitude) e depois anexadas em mapa que pode ser acessado no blog do projeto.
Na rota das mangueiras os participantes podem caminhar pela rota da intervenção, e abraçar uma, duas, ou todas as árvores que estiverem nesta rota, devem fazer um vídeo, uma foto, e, enviar estes resultados por email (mangueirasdebelem@gmail.com). E, também, fazer um post no blog do projeto com suas informações: nome, hora latitude e longitude, e impressões de sua caminhada. Para participar é necessário ter um celular smartphone com os plugins para enxergar as informações das arvores e video-performance gravadas em QR-Code.
O programa “i-nigma” deve ser baixado e instalado no seu cellular, a camera do celular escanea o código QR-Code fixado em cada árvore, que lhe leva para site com a camada poética e de informação da intervenção.
O acesso aos mapas virtuais e aos vídeos e imagens produzidas nas caminhadas de anotações das árvores, deverá potencializar a intervenção no espaço informacional dos mapas na internet, assim como, uma outra forma de estar com a natureza. Mas, a ação está aberta a a todos que queiram caminhar na trilha das mangueiras. É só seguir o mapa.

Val Sampaio

Pesquisadora, artista, produtora e curadora independente, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura visual, processo de criação, semiótica, novas mídias e arte contemporânea. Doutora e Mestre em Comunicação e Semiótica(PUC/SP). Professora Faculdade de Artes Visuais (ICA/UFPA). Coordena e participa atualmente de pesquisa colaborativa cadastrada na PROPESP/UFPA, “Territórios Hibridos”; Membro do Conselho Editorial da Revista Concinnitas (http://www.concinnitas.uerj.br/). Realiza estágio pós-doutoral na ECA/USP. Participa do Grupo Poéticas Digitais, coordenado por Gilbertto Prado.Tem trabalhos nos acervos da coleção Pirelli/Masp, MAM de São Paulo, MAM da Bahia, Fundação Biblioteca Nacional, Sistema Integrado de Museus (PA), Fundação Rômulo Maiorana, Museu de Artes Brasil Estados Unidos (Belém), entre outros.

Rafaelle Ribeiro Rabello

Pesquisadora independente, Mestre em Artes pela Universidade Federal do Pará e autora de artigos científicos que discutem sobre interface, interatividade, realidade virtual, realidade aumentada, arte genética, nanoarte, cibridismo e demais estudos acerca da Arte em Mídias Digitais.

Palestra de Cláudia Leão – Panorama da Arte Digital no Pará

<<Sobre Os Protocolos De Infinitas Imagens Cotidianas>>
Palestra e bate papo com a artista e pesquisadora Cláudia Leão. Mediação de Orlando Maneschy.

Cláudia Leão é Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Professora pelo Instituto de Ciências das Artes da Universidade Federal do Pará (ICA/UFPA).

Quando: quinta-feira, dia 17/05/2012, às 17h30
Onde: Espaço Cultural Banco da Amazônia

Sobre: uma discussão acerca das infoimagens circulatórias e das infoimagens cotidianas, duas naturezas de imagens que produzimos quando operamos num busca excessiva facilitada pelos aparelhos de câmeras phone, câmeras pad e câmeras compactas; diálogos para se pensar o estado digital das artes plásticas hoje.

A entrada é franca e terá emissão de certificados.

Panorama da Arte Digital no Pará

As fronteiras da arte contemporânea abarcam, hoje, um universo de possibilidades desvelado pela tecnologia e seus constantes avanços. Nossa dinâmica de plataformas digitais e consumo desenfreado de imagens passaram a denotar estruturas de sentimentos diversos, as quais os espaços expositivos, museológicos e eventos em torno da arte se propuseram a assimilar. As novas poéticas, advindas por essa matriz de reinvenções culturais, ganharam um destaque ao relatar novos paradigmas do homem contemporâneo. Nesse contexto, a exposição Panorama da Arte Digital no Pará, com obras dos artistas paraenses Alberto Bitar, Bruno Cantuária, Carla Evanovitch, Cláudia Leão, Flavya Mutran Jorane Castro, Keyla Sobral, Luciana Magno, Melissa Barbery, Orlando Maneschy, Ricardo Macêdo, Roberta Carvalho, Val Sampaio e Victor De La Roque.se torna uma oportunidade única de conhecer, em um único espaço, os novos caminhos artísticos do Pará, na confluência entre arte e tecnologia.

Curadores:

Ramiro Quaresma: Idealizador e curador do I Salão Xumucuís de Arte Digital. Designer de exposições em espaços como Museu Casa das Onze Janelas e Museu Histórico do Estado do Pará. Publicitário, documentarista e produtor cultural.

John Fletcher: Doutorando em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal do Pará, Mestre em Artes e autor de textos científicos sobre Arte contemporânea Paraense em Revistas Especializadas.

Serviço:

Panorama da Arte Digital no Pará

Local: Espaço Cultural Banco da Amazônia

Quando: abertura no dia 10/05/2012, às 19:00h

Prêmio de Artes Visuais divulga 4 selecionados

O Banco da Amazônia divulgou o resultado final do Prêmio de Artes Visuais 2012. Foram quatro selecionados que ocuparão as instalações do Espaço Cultural no período de maio de 2012 a fevereiro de 2013.

Para o prêmio foram selecionados quatro projetos: “Outra natureza” do artista plástico Fernando Hage; “Panorama da Arte Digital no Pará” do artista plástico Ramiro Quaresma; “Mosaico Inflamável” de autoria do artista plástico Francisco Pacheco; e “Amazônia, esfinge II” do artista visual Sávio Luiz Stoco.

A exposição “Outra natureza” reunirá obras de artistas que tem se destacado no cenário local e nacional. “Panorama da Arte Digital no Pará” apresenta problemáticas que surgem das crescentes reinvenções tecnológicas. “Mosaico Inflamável”, de autoria do artista plástico Francisco Egon da Conceição Pacheco, apresenta obras produzidas com embalagens de maços de fósforo, rótulos, caixinhas e palitos usados. Tem como proposta o estímulo e a reflexão sobre o complexo contexto geopolítico do Brasil e da Amazônia

O último projeto a ser contemplado pelo edital foi “Amazônia, esfinge II” do artista visual Sávio Luiz Stoco. O artista apresenta na exposição a sequência do documentário terceiro milênio (1978) de Jorge Bodanzky e conta com diferentes técnicas e suporte, entre eles painéis fotográficos, em madeira revestidos por fotografias impressas em tecidos e obras literárias.

Os projetos recebidos foram analisados por uma comissão avaliadora  composta de artistas visuais convidados para desempenharem o papel. O evento é uma realização do Banco da Amazônia e o período para a habilitação dos projetos vai até o dia 30/04/2012, publicado no edital disponível no site do Banco: http://www.bancoamazonia.com.br.

(DOL, com informações da Ascom Basa)