2013 em exposição // Destaques do ano nas artes visuais em Belém

Resolvemos fazer uma seleção do que melhor aconteceu em 2013 nas artes visuais de Belém, exposições individuais, coletivas e projetos especiais, são três exposições/projetos em cada um dos ítens. Estamos abertos a críticas e comentários, fique à vontade.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

ENTREATO DA LUZ, de Luiz Braga

Um dos maiores fotógrafos do Brasil, o paraense Luiz Braga mostrou na Sala Valdir Sarubbi do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas seus trabalhos que já fazem parte de nosso imaginário artístico com novas produções, com curadoria de Armando Queiroz. Um ponto alto a destacar foi a instalação com as fotografias da série “Menina e Carvão”, uma novidade expositiva na carreira do artista.

OLHAR URBANO, de Jeyson Martins

O jovem artista Jeyson Martins fez duas individuais em 2013, “Interlúdio”na Galeria Gotazkaen e essa que destacamos aqui que foi realizada na Galeria Theodoro Braga, no Centur. O artista mesclou a fotografia pinhole, realizada em câmeras artesanais criadas pelo próprio artista em latas vazias de spray, onde ele capta a periferia da cidade onde, por vezes, intervêm com seus grafites e pixos.

MIRADA, de Luiza Cavalcante

luiza

A jovem fotógrafa paraense revela um olhar poética em sua série “Mirada”, onde retrata o universo de cinco mulheres, em branco e preto, e com grande domínio de cena. Uma entrada de grande impacto na forte cena da fotografia em Belém, selecionada no edital de pautas da galeria do CCBEU.

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

II SALÃO XUMUCUÍS DE ARTE DIGITAL, curadoria de Ramiro Quaresma

Não podiamos deixar de citar a segunda edição do Salão realizado pelo nosso blog, realizada através do prêmio Conexão Artes Visuais MINC/Funarte/Petrobras em dois espaços expositivos (CCBEU e MEP, ambos em editais de seleção de pauta). 20 artistas selecionados em todo o Brasil e 9 convidados paraenses fizeram parte do projeto.

AMAZÔNIA, LUGAR DE EXPERIÊNCIA, curadoria de OrlandoManeschy

Projeto que tem objetivo formar o acervo amazoniano do Museu da UFpa, idealizado pelo artista visual e curador Orlando Maneschy, adquiriu esta coleção que expôs no MFUPA e no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas.

IV PRÊMIO DIÁRIO CONTEMPORÂNEO DE FOTOGRAFIA, curadoria de Mariano Klautau

Projeto de grande visibilidade idealizado pelo fotógrafo e professor Mariano Klautau e realizado pelo jornal Diário do Pará.  Através de seleção a nível nacional o Prêmio realizou duas exposições, no MUFPA e no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. O projeto tem como pontos fortes as ações formativas e educativas realizadas antes e durante o evento.

PROJETOS ESPECIAIS

R.U.A – Rota Urbana pela Arte

Projeto da artista visual/grafiteira Drika Chagas que propôs uma galeria de grafites pelas ruas da Cidade Velha em Belém, ressignificando o espaço urbano a partir de uma pesquisa com as memórias dos moradores do bairro.

#REDUTOWALLS

Projeto de arte urbana de Sebá Tapajós, onde o artista e colaboradores grafitam um muro por semana no bairro do Reduto, antiga zona portuária de Belém.

FESTIVAL AMAZÔNIA MAPPING

Idealizado pela artista visual Roberta Carvalho, a primeira edição do festival trouxe a Belém os grandes nomes do VJismo e mapping do Brasil e levou milhares de pessoas ao Complexo Feliz Lusitânia para as apresentações que mapearam as superfícies dos principais prédios históricos da cidade.

Imagens: web, facebook e etc (quem quiser crédito é só falar) 🙂

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Exposição “Bem do Brasil” no MHEP

São 150 obras que retratam as múltiplas expressões materiais e simbólicas das bases da identidade nacional. A exposição Bem do Brasil, Patrimônio Histórico Brasileiro, foi concebida sob o desafio de levar os visitantes a apreender os significados, a refletir, compartilhar e valorizar a diversidade dos acervos culturais, das artes sacras à cultura popular e erudita do país. Compõem os cenários da religiosidade do Brasil e seu Imaginário – ponto de partida da exposição – castiçais, oratórios mineiros e baianos, imagens de reis, santas e santos de igrejas de Pernambuco e de Sergipe, esculturas das Missões Jesuíticas no Rio Grande do Sul, ex-votos de romeiros do Ceará e cajados de Pai de Santo.

A arte ganha vida e cores em Bem do Brasil, Patrimônio Histórico Brasileiro nas cerâmicas indígenas do Espírito Santo, nas carrancas do Velho Chico, na Cabeça Boi Tinga do Pará, nas máscaras de Cavalhada de Goiás e bonecos do Jequitinhonha ou nos instrumentos do Tambor de Crioula do Maranhão, do Tambor de Jongo do Rio de Janeiro e da Viola de Cocho do Mato Grosso. Expressões que revelam saberes e fazeres, desvendados pela exposição por meio de formas de madeira para fazer a rapadura da cana-de-açúcar, alambiques de cobre para destilar a cachaça ou prensas de madeira para moldar o queijo.

As obras de Taunay, Djanira, Guignard, Di Cavalcanti, Segall, Athos Bulcão e Mestre Valentim emprestam, por fim, a força de sua criatividade à exposição, cuja pretensão é a de oferecer ao público novos olhares e abordagens sobre a diversidade do patrimônio brasileiro, tendo como fio condutor a evolução das políticas de proteção nas últimas sete décadas.

Com este singular enredo a exposição Bem do Brasil, Patrimônio Histórico Brasileiro, organizada pelo Centro Cultural do Iphan do Paço Imperial, em colaboração com o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, é uma aposta inovadora e um tributo à genialidade de brasileiros que vêm construindo, ao longo dos séculos, a riqueza do patrimônio histórico e artístico nacional. Realizado pelo Iphan e pelo Ministério da Cultura, a exposição tem o patrocínio do BNDES. Ao deixar Brasília, a exposição irá para o Paço Imperial, acrescida de novas obras e utilizando meios contemporâneos de grafismo, tecnologia de imagem.

Edital de pautas para exposições nos espaços do Sistema Integrado de Museus e Memoriais/Secult

Estão abertas até 29 de Julho as inscrições de pautas de exposições de artistas e curadores para os espaços do SIM. 

SALA GRATULIANO BIBAS / ONZE JANELAS

LABORATÓRIO DAS ARTES / ONZE JANELAS

SALA MANOEL PASTANA / MHEP

GALERIA FIDANZA / MUSEU DE ARTE SACRA

EDITAL DE PAUTA SIM 2012 

NÚMERO DE PUBLICAÇÃO: 355372 

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ 

SECRETARIA DE ESTADO DE CULTURA 

SISTEMA INTEGRADO DE MUSEUS E MEMORIAIS 

EDITAL DE PAUTA SIM 2012 

 Secretaria de Estado de Cultura do Pará- SECULT, através do Sistema Integrado de Museus e Memoriais– SIM, torna público que estarão abertas, até o dia 29.06.2012, as inscrições para EDITAL DE PAUTA SIM 2012 dos museus do SIM:LABORATÓRIO DAS ARTES e SALA GRATULIANO BIBAS do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas-COJAN; SALA MANOEL PASTANA do Museu Histórico do Estado do Pará – MHEP e SALA AUGUSTO FIDANZA do Museu de Arte

Sacra – MAS. 1. DO OBJETIVO 1.1 – Selecionar 16 projetos de artistas visuais e/ou curadores para realização de exposições individuais e/ou coletivas, nos espaços museais do Sistema Integrado de Museus e Memoriais da Secult a saber: 04 projetos para o Laboratório das Artes e 04 para a Sala Gratuliano Bibas do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, 04 projetos para a Galeria Fidanza do Museu de Arte Sacra, 04 projetos para a Sala Manoel Pastana do Museu do Estado do Pará. 1.2. – A divulgação dos selecionados dar-se-á por meio de Portaria, publicada no Diário Oficial do Estado do Pará e nos sites www.pa.gov.br e www.secult.pa.gov.br 1.3. – As exposições deverão contemplar artistas e/ou curadores inscritos em todo o território nacional, cabendo à Comissão de Seleção, em conjunto com o SIM por meio do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, selecionar as propostas inscritas, obedecendo ao seguinte critério: 2. DAS INSCRIÇÕES 2.1. – As inscrições serão gratuitas e estarão abertas no período de 30 de abril a 29 de junho de 2012, após a publicação deste Edital no Diário Oficial do Estado do Pará.

2.2. – Poderão se inscrever artistas e/ou curadores de todo o Brasil;

2.3. – Na hipótese de inscrição de trabalhos em grupo, apenas um membro deverá constar como responsável pela inscrição em que ele será identificado como proponente. Os demais integrantes do grupo deverão preencher o formulário de inscrição como participantes. Caso o grupo seja selecionado, tanto o proponente quanto os participantes deverão firmar o termo previsto no item 8.1 letras “a” e “b”, deste edital.

2.4. – A inscrição deverá ser efetivada no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, Praça Frei Caetano Brandão s/ no Cidade Velha – CEP:66020-310 ou através do envio do material de inscrição pelos Correios e deverá ser postada até o dia 29 de junho de 2012, considerando-se para esse fim a data registrada no carimbo dos Correios ou serviço de entrega.

2.5. –. Serão desconsideradas as inscrições postadas fora do prazo e aquelas cujo material estiver incompleto.

2.6. – A inscrição deverá ser enviada em envelope com nome completo do profissional e escrito: EDITAL DE PAUTA SIM 2012/Sistema Integrado de Museus e Memoriais. Os dossiês remetidos pelos Correios deverão ser registrados ou, se possível, enviados por Sedex, e incluir um envelope já sobrescrito com o endereço para devolução e com os selos referentes ao valor de carta registrada em anexo.

2.7. – Os artistas e/ou grupos receberão a confirmação de suas inscrições somente via e-mail.

2.8. – Os artistas e/ou curadores poderão inscrever até 3 (três) trabalhos ou projetos que se adeqüem aos espaços museais do SIM, conforme plantas disponíveis no regulamento, sendo que a comissão decidirá qual trabalho será exposto.

2.9. – Os artistas e/ou curadores deverão apresentar suas propostas especificando o espaço que pretendem utilizar (Laboratório das Artes e Sala Gratuliano Bibas do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas,Galeria Fidanza do Museu de Arte Sacra,Sala Manoel Pastana do Museu do Estado do Pará).

2.10. – Para os espaços: Sala Gratuliano Bibas, Galeria Fidanza,Sala Manoel Pastana,não serão aceitos projetos que visem a mudança da cor de suas paredes fixas através do uso de tintas PVA e acrílica, devido as mesmas serem recobertas com tintas especiais visando a preservação da integridade física de suas estruturas. Ficando permitido para os referidos espaços, somente a alteração de cor das divisórias móveis e dos painéis existentes nos mesmos. E qualquer alteração de cor das divisórias e dos painéis o artista ou curador, ao término da exposição, se responsabiliza em devolver a cor original dos painéis. Ressalta-se que o Laboratório das Artes, por seu caráter experimental, permite a alteração de cor de suas paredes fixas. 2.11. – O SIM, através do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas rejeitará as inscrições que não estejam de acordo com os termos deste edital, cuja inscrição implica na automática e plena concordância das normas estabelecidas no mesmo.

2.12. – Os artistas e/ou curadores poderão obter o edital e regulamento com as distintas especificações dos espaços e suas respectivas plantas através do e-mail onzejanelas@gmail.com .

3. DA SELEÇÃO:

3.1. – A seleção dos trabalhos será feita pelo exame de dossiê, em etapa única, por comissão composta por 3 (três) membros, a serem escolhidos pelo Secretário de Estado de Cultura.

3.2. A Comissão se reunirá no Espaço Cultural Casa da Onze Janelas/SIM quando será lavrada a ata da sessão, sendo soberanas as suas decisões de mérito, não cabendo recurso;

3.3. – Caberá à Comissão de Seleção definir o número de exposições em cada espaço conforme o calendário de pautas do regulamento.

3.4. – O dossiê deve obedecer às seguintes especificações: a) – conter fotos, coloridas ou PB ou CDs, ou DVDs, em conjunto com as propostas de desenvolvimento do trabalho. Os artistas e/ou curadores poderão também enviar croquis, plantas impressas, CD, DVD, memoriais descritivos que melhor julgarem para entendimento de suas propostas; b) – indicar em todas as fotos, no verso, o nome do autor e a indicação das medidas das obras. Os CD, DVD e todo o material devem também estar devidamente identificados; c) – o dossiê deve permitir entendimento claro das propostas apresentadas, por meio de texto com especificações de manuseio e montagem; d) – fornecer dados curriculares, restritos a sua formação artística e as suas atividades culturais, com nome e endereço completo, telefone e e-mail; e) – apresentar uma relação com as informações: autor, título, data, técnica ou materiais utilizados, dimensões (medida máxima na vertical x medida máxima na horizontal x profundidade) e outros dados julgados necessários pelo artista ou curador;

3.5 – Todos os artistas e/ou curadores selecionados terão direito a serviços de montagem, convite, coquetel e divulgação da

exposição;

3.6. – A seleção somente será feita por meio das fotos, projetos, CD e DVD, não sendo aceitas obras originais ou maquetes para esta finalidade.

3.7. – Todos os artistas e/ou curadores selecionados serão comunicados logo após a seleção das obras, por e-mail ou telefone e através da publicação no Diário Oficial do Estado.

3.8. – Os dossiês dos artistas e/ou curadores selecionados ficarão sob a guarda do SIM/Espaço Cultural Casa das Onze Janelas.

3.9. – Os artistas e/ou curadores não selecionados deverão receber os projetos pelos Correios, desde que mandem o envelope para devolução com os selos referentes ao valor de carta registrada, anexados separadamente (sem colar). Caso contrário, os dossiês serão mantidos pelo SIM até seis meses após a data de início das inscrições, não se responsabilizando pelos mesmos após este prazo.

4. DAS EXPOSIÇÕES 

4.1. – Caberá ao SIM, de comum acordo com os artistas e/ou curadores selecionados em conjunto com a direção dos espaços museais envolvidos, o plano de execução da montagem das exposições, assim como a adequação do número de obras por artista e/ou grupo e sua disposição nos espaços expositivos (Laboratório das Artes e Sala Gratuliano Bibas do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas ,Galeria Fidanza do Museu de Arte Sacra,Sala Manoel Pastana do Museu do Estado do Pará);

4.2. – As dimensões dos trabalhos deverão levar em conta as proporções dos referidos espaços acima citados. Plantas disponíveis no regulamento impresso e através do e-mail onzejanelas@gmail.com. Os artistas poderão também visitar o espaços museais.

5. DO CALENDÁRIO DE EXPOSIÇÕES 

ESPAÇO CULTURAL CASA DAS ONZE JANELAS Laboratório das Artes

␣ ␣ ␣ ␣ Sala Gratuliano Bibas

12 de setembro a 14 de outubro de 2012

11 de dezembro de 2012 a 13 de janeiro de 2013

05 de fevereiro a 10 de março de 2013

19 de março a 21 de abril de 2013

␣ ␣ ␣ ␣ MUSEU HISTÓRICO DO ESTADO DO PARÁ Sala Manoel Pastana

12 de setembro a 14 de outubro de 2012

11 de dezembro de 2012 a 13 de janeiro de 2013

05 de fevereiro a 10 de março de 2013

19 de março a 21 de abril de 2013

␣ ␣ ␣ ␣ MUSEU DE ARTE SACRA Sala Augusto Fidanza

07 de agosto a 02 de setembro de 2012

06 de setembro a 01 de outubro de 2012

08 de janeiro a 10 de fevereiro de 2013

19 de fevereiro a 24 de março de 2013

␣ ␣ ␣ ␣

6. DO TRANSPORTE 

6.1. –Os trabalhos selecionados deverão chegar ao espaço da exposição com 7 (sete) dias antes da abertura da mesma.

02 de agosto a 02 de setembro de 2012 06 de novembro a 02 de dezembro de 2012 10 de janeiro a 03 de fevereiro de 2013 21 de fevereiro a 24 de março de 2013

6.2. –Os artistas e/ou curadores selecionados deverão retirar seus trabalhos até 05 (cinco) dias após o término da exposição. A não observância deste prazo permitirá ao SIM adotar as providências que melhor lhe aprouver.

6.3. – Os artistas e/ou curadores, que utilizarem transportadora para entrega das obras, deverão apresentar comprovante de contrato da transportadora para a sua devolução após o término da exposição.

6.4. -O SIM não se responsabilizará por eventuais extravios ou danos causados a obra durante o percurso do transporte, cabendo ao artista e/ou curador providenciar o seguro, se for de seu interesse.

7. DA MONTAGEM 

7.1. –Caberá ao SIM a montagem em comum acordo com o artista e/ou curador selecionado, obedecendo ao detalhamento, a ser enviado juntamente com a documentação, o conceito de montagem e o local onde serão apresentados os trabalhos. 7.2. -A montagem será feita com a supervisão e apoio da equipe do SIM juntamente com os artistas e/ou curadores. As obras que não se enquadrarem nos suportes tradicionais serão montadas de acordo com os projetos enviados pelos artistas e/ ou curadores. Trabalhos que exijam instalações e montagens especiais só serão exibidos de acordo com a disponibilidade técnica dos locais ou com instalações e montagens fornecidas pelo artista e/ou curador. 7.3.– Equipamentos especiais necessários à apresentação deverão ser fornecidos pelos artista e/ou curadores.

8. DAS OBRIGAÇÕES DOS ARTISTAS 

8.1. -Cabe aos artistas e/ou curadores selecionados: a) – assinar o Termo de Compromisso da exposição da qual participa; b) – comunicar, por escrito, eventuais mudanças de endereço ao SIM/Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, além de fornecer e-mail atualizado;

c) – entregar, nos prazos estipulados pelo SIM logo após a seleção, o material destinado à produção das peças gráficas (convites) e divulgação, como fotos coloridas ou PB, que garantam melhor reprodutibilidade, com as especificações das fotos que serão destinadas ao convite e a divulgação, acompanhadas de ficha técnica completa (nome, título, técnica, dimensões, ano), currículo resumido, e texto sobre o trabalho que será apresentado;

d) – autorizar por escrito a reprodução do material destinado à produção da peça gráfica para divulgação e promoção do projeto em todo e qualquer veículo de comunicação, bem como autorizar a veiculação de imagens das obras expostas e textos via Internet;

e) – enviar, para as exposições coletivas e/ou individuais, os trabalhos apresentados no dossiê que foram indicados pela Comissão de Seleção, não sendo permitido substituí-los por obras com características diferentes;

f) – pagar as despesas de molduras, embalagem e transporte das obras (ida e volta) e fornecer equipamentos especiais (TV, DVD, datashow, projetores e outros); g) – cumprir os prazos estipulados para a entrega das obras; h) – não retirar seus trabalhos antes do encerramento do evento; i) – usar o recurso do looping, no caso de exibição de DVD, a não ser que a proposta do artista exija forma de apresentação especial e esteja justificada no encaminhamento do projeto.

j) – se responsabilizar por todos os custos, encargos e operacionalização de possível execução do projeto. 8.2. – A inscrição efetuada implica a plena aceitação de todas as condições nos termos deste edital.

9. DAS OBRIGAÇÕES DA SECULT/SIM 

9.1. – Obriga-se o SIM: a) – devolver com frete a pagar as obras dos artistas selecionados residentes fora de Belém, nas mesmas condições de recebimento, ou seja, devidamente identificadas e adequadamente embaladas; b) – imprimir os convites para as exposições no formato cartão postal e em policromia; c) – fornecer o coquetel para as exposições; e) – fornecer serviço de montagem; f) – divulgar as exposições; f) – garantir a segurança das obras durante o período da exposição;

10. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 10.1.- As decisões finais da Comissão de Seleção são irretra- táveis e irrevogáveis. 10..2Os casos omissos e controversos serão resolvidos pelo Secretário de Estado de Cultura.

Belém, 20 de Março de 2012.

PAULO CHAVES FERNANDES 

Secretário de Estado de Cultura

FONTE: IOEPA

Trade turístico conhece ações do Museu Histórico do Pará – Agência Pará de Notícias

Tela “A Conquista do Amazonas” de Antonio Parreiras. Foto Octávio Cardoso

Guardião de um dos mais importantes acervos culturais e arquitetônicos da Amazônia e do Brasil, o Museu Histórico do Estado do Pará (MHEP) é uma referência na capital paraense. Entretanto, ainda recebe poucos turistas, ficando restrito basicamente à visitação de estudantes e pesquisadores. Para ampliar a visibilidade desse acervo aos turistas e à imprensa foi firmada uma recente parceria entre a direção do museu e a Companhia Paraense de Turismo (Paratur).

Nesta quinta-feira, 4, aconteceu a primeira ação conjunta destinada a colocar em prática os objetivos alinhavados na parceria, com uma apresentação formal do MHEP para o trade turístico. A apresentação, que ocorreu às 9 horas, foi no auditório do Museu e contou com a participação de representantes do trade paraense, a exemplo da Associação Brasileira das Agências de Viagens (ABAV), Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet), Sindicato das Empresas de Turismo (Sindetur), Associção Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), além de técnicos ligados, direta e indiretamente, com o atendimento ao turista e a formatação de produtos, entre outros, do quadro da Paratur.

MEHP – O Museu Histórico  do  Estado do Pará foi criado em 18 de maio de 1981, iniciando suas atividades apenas em 1986 , tendo como sede o 4° pavimento do Centro Cultural Tancredo Neves (Centur). O acervo foi composto a partir de doações particulares e de peças oriundas de vários órgãos do estado. No ano de 1987, o museu teve como sede o Palacete Bolonha e em 1994 foi transferido para o Palácio Lauro Sodré, então sede do governo estadual. O Palácio, construído em 1777, é uma das obras do celebrado arquiteto italiano Antônio Landi e foi sede da Província Portuguesa do Grão Pará e Maranhão. Atualmente, o Museu Histórico do Estado do Pará possui um acervo diversificado de pinturas, mobiliário, acessórios e fotografias de variados contextos.

Por ocasião do aniversário de Belém, celebrado no dia 12 de janeiro, o MHEP vai abrir as portas com uma programação diversificada que inclui, entre outras atividades, o relançamento da obra “A Conquista do Amazonas”, do artista Antônio Parreira (1860 – 1937). A obra passou por um processo de restauro feito por técnicos do Sistema Integrado de Museus (SIM), ligado à Secretaria de Estado de Cultura, ao qual está vinculado.

Texto:
Benigna Soares – Paratur
Fone: (91) 8360-0506 / (91) 8842-8129
Email: turismoparaense@gmail.com / benignasoares@globo.com

Companhia Paraense de Turismo

Praça Waldemar Henrique, S/N. Belém-PA. CEP: 66010-040
Fone: (91) 3212-0669 / 3223-2130
Site: www.paraturismo.pa.gov.br Email: presidencia@paratur.pa.gov.br
Comentários: a notícia é boa para o MHEP, aproximar as instituições de fomento do turismo aos museus pode gerar bons resultados. Em cartilhas turísticas geralmente privilegiam a parte mais exótica da cidade e quando falam sobre espaços culturais é sem apelo histórico e artístico. Outra coisa é o fraco movimento turístico na cidade de Belém como um todo, ausência de vôos diretos, alto preço das passagens, rede hoteleira insipiente, etc. O MHEP é o único museu do Feliz Lusitânia com informações em duas línguas, inglês e espanhol, e não possuem em seu quadro mediadores culturais que falem pelo menos inglês fluente. Nenhum possui souvenires para venda ao público. A acessibilidade é outro ponto negativo, o maior número de turistas circulando pelo mundo é da melhor idade, o que demandaria elevadores para o acesso aos espaços expositivos nos pisos superiores, que em Belém, o  do MHEP passou um bom tempo quebrado e o do Museu de Arte Sacra agora está sendo instalado. Ou seja, todos esses fatores, somados a outros que não citei, contribuem para a fraquíssima visitação dos turística nos museus de Belém, deixando os museus sem receita própria.