Artistas visuais paraenses em expedição

 

“Rio/ de muitos nomes/ Ser/ de muitas formas e fomes” esse trecho do livro “Porantim”, do poeta e professor de estética João de Jesus Paes Loureiro, foi a nascente desse projeto que tem na relação das cidades com seus rios e as periferias em suas margens sua proposta artística. Segundo Ramiro Quaresma, curador e idealizador do projeto “a arte como uma expedição sempre foi um projeto-sonho nosso, quando começamos o blog Xumucuís (do tupi, sussurro das águas). Depois de três edições do Salão de Arte Digital, vamos concretizar esse projeto criando um hiper_espaço conectando o Pará e a Paraíba, não apenas no ciberespaço, mas em uma experiência vivencial de múltiplas linguagens artísticas”.

 

O projeto «Hiper_Espaço Xumucuís [Guamá, Jaguaribe]», contemplado no Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 10a Edição, fará um intercâmbio entre artistas visuais do estado do Pará e da Paraíba e tem na exposição «Sussurro dos Rios: Guamá/Jaguaribe» sua mostra de resultados e nas experimentações em grafite + pixo, fotografia + estêncil, pintura + intervenção e live cinema + mapping, com jovens artistas/instrutores paraenses. A exposição será pensada e montada de forma colaborativa na oficina “Curadoria em Multimeios” no próprio espaço expositivo. A primeira etapa acontece em João Pessoa na Paraíba no mês de maio em vários espaços da cidade e em junho em Belém no processo inverso. “Conhecemos pela internet vários artistas e produtores paraibanos, constatamos que pouco ou nada se sabia dos caminhos das artes visuais um do outro e esse projeto de intercâmbio pretende criar um link de arte e vida entre os participantes” diz Deyse Marinho, museóloga e coordenadora de produção do projeto.

A exposição tem curadoria de Ramiro Quaresma e Dyógenes Chaves, curadores do Pará e da Paraíba respectivamente, com os artistas Fábio Graf, Jeyson Martins, João Cirilo e Rodrigo Sabbá, que se juntarão a artistas paraibanos no projeto a partir das vivências em João Pessoa. A proposta curatorial é juntar artistas de múltiplas linguagens, que trabalhem em processos híbridos de criação artística com intervenção urbana, e proporcionar o surgimento de obras, individuais e coletivas, das oficinas no espaço Energisa, nas vivências no Espaço Mundo, para a exposição na Galeria da Estação Cabo Branco a ser aberta em 13 de maio de 2014. Em junho será a segunda etapa do projeto em Belém, onde artistas paraibanos selecionados entre as vivências virão a Belém para um novo ciclo de oficinas e exposição. Todas as atividades do evento são gratuitas. A única oficina com pré-requisitos de currículo para inscrição é “Curadoria e Multimeios”, as outras são abertas a todos os interessados com idades a partir dos 14 anos.

Projeto Paraiba Final Novo

«Hiper_Espaço Xumucuís [Guamá, Jaguaribe]» é uma realização Xumucuís, com apoio institucional da Prefeitura de João Pessoa, Estação Cabo Branco, Energisa, Espaço Cultural Energisa e Espaço Mundo, parceria Fora do Eixo e Varadero, em uma realização Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 10a Edição, Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal.

 

 

SERVIÇO

 

Oficinas

 “Pintura + Intervenção Urbana” com João Cirilo

05 a 09/05 das 09 às 12h – Espaço Energisa

20 vagas

 

“Grafite + Pixo” com Fábio Graf

05 a 09/05 das 09 às 12h – Espaço Energisa

20 vagas

 

“Pinhole + Estêncil” com Jeyson Martins

05 a 09/05 das 14 às 17h – Espaço Energisa

20 vagas

 

“Live Cinema + Mapping” com Rodrigo Sabbá

05 a 09/05 das 14 às 17h – Espaço Energisa

20 vagas

 

“Curadoria em Multimeios” com Ramiro Quaresma

12 a 13/05 das 9 às 12h e 14 às 18h – Estação Cabo Branco

20 vagas

Bate-papo (Pós-tv) e vivências – Espaço Mundo

07, 08 e 09/05 a partir das 19h.

 

Exposição – Estação Cabo Branco

Abertura – 13 de Maio às 19h

 

Informações

xumucuis@gmail.com / (91) 8239 2476

 

2013 em exposição // Destaques do ano nas artes visuais em Belém

Resolvemos fazer uma seleção do que melhor aconteceu em 2013 nas artes visuais de Belém, exposições individuais, coletivas e projetos especiais, são três exposições/projetos em cada um dos ítens. Estamos abertos a críticas e comentários, fique à vontade.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

ENTREATO DA LUZ, de Luiz Braga

Um dos maiores fotógrafos do Brasil, o paraense Luiz Braga mostrou na Sala Valdir Sarubbi do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas seus trabalhos que já fazem parte de nosso imaginário artístico com novas produções, com curadoria de Armando Queiroz. Um ponto alto a destacar foi a instalação com as fotografias da série “Menina e Carvão”, uma novidade expositiva na carreira do artista.

OLHAR URBANO, de Jeyson Martins

O jovem artista Jeyson Martins fez duas individuais em 2013, “Interlúdio”na Galeria Gotazkaen e essa que destacamos aqui que foi realizada na Galeria Theodoro Braga, no Centur. O artista mesclou a fotografia pinhole, realizada em câmeras artesanais criadas pelo próprio artista em latas vazias de spray, onde ele capta a periferia da cidade onde, por vezes, intervêm com seus grafites e pixos.

MIRADA, de Luiza Cavalcante

luiza

A jovem fotógrafa paraense revela um olhar poética em sua série “Mirada”, onde retrata o universo de cinco mulheres, em branco e preto, e com grande domínio de cena. Uma entrada de grande impacto na forte cena da fotografia em Belém, selecionada no edital de pautas da galeria do CCBEU.

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

II SALÃO XUMUCUÍS DE ARTE DIGITAL, curadoria de Ramiro Quaresma

Não podiamos deixar de citar a segunda edição do Salão realizado pelo nosso blog, realizada através do prêmio Conexão Artes Visuais MINC/Funarte/Petrobras em dois espaços expositivos (CCBEU e MEP, ambos em editais de seleção de pauta). 20 artistas selecionados em todo o Brasil e 9 convidados paraenses fizeram parte do projeto.

AMAZÔNIA, LUGAR DE EXPERIÊNCIA, curadoria de OrlandoManeschy

Projeto que tem objetivo formar o acervo amazoniano do Museu da UFpa, idealizado pelo artista visual e curador Orlando Maneschy, adquiriu esta coleção que expôs no MFUPA e no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas.

IV PRÊMIO DIÁRIO CONTEMPORÂNEO DE FOTOGRAFIA, curadoria de Mariano Klautau

Projeto de grande visibilidade idealizado pelo fotógrafo e professor Mariano Klautau e realizado pelo jornal Diário do Pará.  Através de seleção a nível nacional o Prêmio realizou duas exposições, no MUFPA e no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. O projeto tem como pontos fortes as ações formativas e educativas realizadas antes e durante o evento.

PROJETOS ESPECIAIS

R.U.A – Rota Urbana pela Arte

Projeto da artista visual/grafiteira Drika Chagas que propôs uma galeria de grafites pelas ruas da Cidade Velha em Belém, ressignificando o espaço urbano a partir de uma pesquisa com as memórias dos moradores do bairro.

#REDUTOWALLS

Projeto de arte urbana de Sebá Tapajós, onde o artista e colaboradores grafitam um muro por semana no bairro do Reduto, antiga zona portuária de Belém.

FESTIVAL AMAZÔNIA MAPPING

Idealizado pela artista visual Roberta Carvalho, a primeira edição do festival trouxe a Belém os grandes nomes do VJismo e mapping do Brasil e levou milhares de pessoas ao Complexo Feliz Lusitânia para as apresentações que mapearam as superfícies dos principais prédios históricos da cidade.

Imagens: web, facebook e etc (quem quiser crédito é só falar) 🙂

MANIFESTO CONTRA O PL 4699/2012: A PESQUISA E A NARRATIVA HISTÓRICA NÃO PODEM SER EXCLUSIVAS DE UMA ÚNICA CLASSE

MANIFESTO CONTRA O PL 4699/2012: A PESQUISA E A NARRATIVA HISTÓRICA NÃO PODEM SER EXCLUSIVAS DE UMA ÚNICA CLASSE.

 ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS

A Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP), entidade que congrega os profissionais da pesquisa na área de artes plásticas e visuais no Brasil, vem a público manifestar-se contra a aprovação do Projeto de Lei 4699/2012, já deliberado no Senado Federal e ora em tramitação na Câmara dos Deputados.

Tal PL, se aprovado em sua redação atual, cerceará o exercício da pesquisa e da narrativa histórica, principalmente as interdisciplinares e especializadas (como as disciplinas de história da arte, da ciência, da educação, do direito, da filosofia etc.). Nos termos em que prevê a atuação do historiador, o PL 4699/2012 impõe uma reserva de mercado aos diplomados nos cursos superiores de história e condena à clandestinidade profissional e epistemológica centenas de profissionais especializados na história de seu próprio campo de estudo – em síntese, privados de narrar sua própria história.

No que diz respeito à História da Arte, trata-se de uma área especializada e específica consolidada nacional e internacionalmente, com associações de profissionais espalhadas em todo o mundo e que reúnem tanto historiadores da arte formados em cursos de Artes quanto em cursos de História. Comumente, as disciplinas acadêmicas inerentes ao campo da História da Arte fazem parte dos cursos de Artes (e muito menos frequentemente dos cursos de História), tornando-se tradicionalmente um eixo fundamental na formação de licenciados e bacharéis em Artes. No Brasil, cursos superiores de História da Arte têm sido implantados há décadas, sobretudo nas faculdades de artes espalhadas pelo país, visto que a História da Arte é subárea da área de Artes/Música, conforme categorização há muito vigente no âmbito da CAPES e do CNPq. Aliás, não é menos importante lembrar que a História da Arte nasce justamente da narrativa de um artista/pesquisador: o italiano Giorgio Vasari, naquele século (o 16) em que os trânsitos inter e transdisciplinares entre arte, ciência, tecnologia e Humanidades se tornou exemplar.

A História da Arte, como a História da Ciência, a História da Educação, a História da Filosofia, a História do Direito e todas as histórias especializadas em outras áreas do conhecimento que não a própria História, constituem-se, evidentemente, em campos inter e transdisciplinares que, se por um lado exigem ferramentas de análise fornecidas pela História, de outro, não podem prescindir de conhecimentos, ferramentas e vivencias propiciadas por esses campos especializados do saber.

A justificativa de que o historiador da arte (ou de qualquer outro campo do conhecimento) não formado em curso de História não estaria apto a ensinar, orientar e pesquisar uma história específica pode ser aplicada também ao historiador formado em curso de História que não cursou arte, direito, filosofia, educação, ciência etc e, assim, desconheceria seu próprio objeto de estudo. Pode um pesquisador não instruído formalmente em seu objeto de estudo produzir conhecimento historiográfico sobre o mesmo? Pode, desde que se especialize nesse objeto. Da mesma maneira, o pesquisador profissional da área de Arte pode se especializar na história do seu ofício e área de atuação.

Assim, sem ignorar as aspirações de classe dos historiadores em sentido estrito (formados em cursos de História), não se pode legislar em prol da unilateralidade e do confisco do direito à construção e à narração de sua própria história. Por esse motivo, propõe-se que além das qualificações já existentes para o perfil do historiador no PL 4699/2012, seja acrescentado um item, com semelhante teor: “profissionais do ensino e da pesquisa dedicados à investigação histórica de sua própria área de conhecimento e atuação (arte, ciência, educação, filosofia, direito etc.), também serão considerados historiadores nos termos da presente lei”.

Por tudo isso, e em nome de uma convivência que tem sido profícua e generosa, a Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP) alia-se às associações congêneres e conclama os parlamentares e os historiadores brasileiros ao bom senso no que tange ao exercício profissional plural de uma área (a História) que, ainda no século 20, debruçou-se sobre as outras Humanidades para delas extrair métodos, objetos e perspectivas epistemológicas, naquele movimento que se convencionou chamar de “Escola dos Anais” e que bem atesta a necessidade de confluência construtiva entre os atores dos mais diversos saberes.

José Afonso Medeiros Souza (ICA/UFPA)

Presidente da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas

 

Lucia Gouvea Pimentel (EBA/UFMG)

Vice-Presidente da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas

Pinhole Day Belém – 2013

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Belém, 02 de abril de 2013 – Estão abertas desde o dia 25 de março, as inscrições ao ciclo de oficinas e à jornada Pinhole Day Belém 2013, que serão realizados pela Associação Fotoativa durante todo o próximo mês de abril. Com o tema “Imagens em trânsito”, o evento deste ano valoriza a ideia de movimento e da relação das pessoas com a cidade, como forma de resgatar a noção de cidadão (o homem que ainda se sente parte de um lugar feito por e para ele) e o seu retorno às ruas.

Na jornada fotográfica, prevista para o dia 28 de abril, e no desenvolvimento de atividades com um grupo de pessoas diversas durante todo o mês, o trânsito extrapola os limites físicos e individuais, culminando num movimento que gera uma nova conjunção de sentidos, histórias pessoais, memórias coletivas, assim como de referências e trajetórias.

A programação envolverá seis tipos de atividades, ministradas por diversos profissionais, que favorecem do aprendizado sobre o fenômeno físico de formação da imagem à experimentação com câmeras construídas artesanalmente a partir de diversos materiais, incluindo outras câmeras digitais.

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Para se inscrever, basta procurar a secretaria da Associação, localizada na Rua das Mercês, número 19, no bairro da Campina, que também pode ser contatada pelo telefone (091) 3225-2754 ou e-mail a.fotoativa@gmail.com.

Pinhole Day – Todos os anos, em abril, cidades de todo o mundo celebram no mesmo dia a fotografia pinhole, técnica histórica por meio da qual é possível fotografar com uma câmera feita artesanalmente a partir de um recipiente protegido contra a luz, como uma caixa ou lata, furada minusculamente em um lado e contendo material fotossensível em seu interior. Uma forma de resistência ao ímpeto consumista por recursos altamente tecnológicos, potencialmente capazes de reeditar modelos conservadores e muitas vezes destinados ao descarte quase imediato rumo aos equipamentos mais recentes, a experiência também representa uma oportunidade ao conhecimento mais amplo e crítico do processo e à reflexão sobre a essência do fazer fotográfico.

Texto: Brenda Taketa – Assessoria Associação Fotoativa

 

Ciclo de oficinas – Confira as oficinas que compõem o ciclo de atividades do Pinhole Day deste ano:

CÂMERA OBSCURA EM FORMATO AMPLIADO: 20 vagas.
Data: 06 e 07.04.2013
Hora: 15h às 18h
Local: Associação Fotoativa.
Ministrantes: Adriele Silvas e Débora Flor
Taxa de inscrição: R$ 20,00.
Com o objetivo de entender melhor os fenômenos físicos relacionados à captura da imagem, os participantes desta oficina aprendem a construir uma Câmera Obscura de forma artesanal, o que lhes permite uma maior sensibilidade assim como noções fundamentais às demais etapas do fazer fotográfico.

MINI-PINHOLE: 20 vagas.
Data: 06 e 07 de abril.
Hora: 09h às 12h
Local: No Fórum Landi (Praça do Carmo/Cidade Velha).
Ministrantes: Irene Almeida
Taxa de inscrição: R$ 30,00
Resumo: oficina de iniciação à fotografia pinhole com minicâmeras construídas em processo artesanal. Para estes módulos não há necessidade de comprovação de experiências anteriores com fotografia artesanal.

PINHOLE FORMATO LIVRE: 15 vagas.
Data: 16, 18, 19 e 20 de abril
Hora: três primeiras aulas de 19h às 21h e última de 09h às 12h
Local: Fórum Landi
Ministrante: Miguel Chikaoka.
Taxa de inscrição: R$ 50,00.
Resumo: atividade destinada à construção de câmeras pinhole a partir do aproveitamento crítico – criativo de embalagens e materiais de sua escolha.

PIN LUX: 20 vagas.
Data: 13,14 e 20 de abril.
Hora: 15h às 18h.
Local: Associação Fotoativa
Ministrante: Joyce Nabiça.
Taxa de inscrição: R$ 50,00.
Resumo: curso destinado à execução de um projeto de construção de câmeras pinhole para uso de filmes 35 mm tomando como base uma caixa de fósforos “Fiat Lux”.

PINHOLE DIGITAL: 20 vagas.
Data: 23 e 25 de abril
Hora: 19h às 21h
Local: Fórum Landi (Praça do Carmo/Cidade Velha).
Ministrante: Miguel Chikaoka.
Taxa de inscrição: R$ 40,00.
Resumo: trabalho e exploração de possibilidades da fotografia pinhole utilizando câmeras digitais normais. Para tal, os interessados devem dispor de uma câmera fotográfica digital com objetiva intercambiável e que possua modos de operação manual.

PHOTOGRAFF: 10 vagas.
Data: 12, 13 e 14 de abril
Hora: 19h às 21h (dia 12) e 09h às 12h (dias 13 e 14)
Local: Fórum Landi (Praça do Carmo/Cidade Velha)
Ministrante: Jeyson Martins
Taxa de inscrição: R$ 50,00.
Resumo: abordagem sobre intervenções urbanas realizadas a partir de técnicas do graffiti aplicadas a registros fotográficos. Feitas por meio câmeras construídas com latas de spray descartadas por grafiteiros, essas imagens representam uma possibilidade de pensar a cidade como uma grande galeria a céu aberto.

 

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4º Prêmio Diário contemporâneo de Fotografia

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Imagens de Spinario de Lucas Gouvêa. Fotografia vencedora do Prêmio Diário do Pará.

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia realiza em 2013 a sua 4ª edição. O projeto nacional incentiva a cultura, a arte e a linguagem fotográfica em toda a sua diversidade.

Aberto a todos os artistas brasileiros ou residentes no País, o Prêmio é promovido pelo jornal Diário do Pará e conta com o patrocínio da Vale e com as parcerias da Casa das Onze Janelas do Sistema Integrado de Museus/ Secult-PA e o Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA).

São três prêmios no valor de R$ 10.000,00 cada. Os selecionados e premiados participarão da Mostra 4º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, na Casa das Onze Janelas, que ocorrerá no período de 26 de março a 26 de maio.

O tema “Homem Cultura Natureza” nesta edição norteará o resultado final da Mostra a partir da ideia de natureza como linguagem e cultura. Além disso, o projeto incentivará a educação e a pesquisa com uma programação de palestras, encontros com artistas, oficinas e atividade educativa com as escolas. O edital com todas as informações estão disponíveis no site do projeto e as inscrições poderão ser feitas até dia 9 de fevereiro.

“Vamos reunir trabalhos em que a ideia de natureza não esteja mais vinculada somente à noção idealizada de que é algo desvinculado da ação do homem e, portanto, ligado à ideia de cultura. A paisagem e o retrato, por exemplo, são construções culturais, forjadas pelo homem e pelo artista. Também é a possibilidade de sempre rever a fotografia não mais como uma representação “natural” da “natureza””, explica Mariano Klautau Filho, curador do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia.

Além do Prêmio que irá para a obra que melhor alcançar o tema principal, os inscritos irão concorrer também ao “Prêmio Diário Contemporâneo”, para obra fotográfica que melhor apresente relações com outras linguagens e suportes – instalação, vídeo, objeto, performance, ou ainda proponha novas sintaxes na representação fotográfica, e ao “Prêmio Diário do Pará”, que vai para o fotógrafo (a) paraense e/ou residente e atuante no Pará (por pelo menos 03 anos), cuja obra traga a melhor poética e proposta conceitual entre as demais inscritas.

O resultado será exposto na Mostra Diário Contemporâneo de Fotografia, na Casa das Onze Janelas, mas o evento também se estende ao Museu da UFPA, onde além da mostra com obras da artista convidados deste ano, a fotógrafa Walda Marques, que possui uma longa e rica trajetória de atuação.

“O trabalho da Walda é único, especialmente na forma com que ela conduz seus clientes comuns ao universo da ficção, ao retrato, e às fantasias ficcionais que remetem aos estúdios do século XIX e início do Século XX. Isso também é uma forma de pensar a natureza do humano na representação fotográfica. Walda recoloca essas coisas no modo de construir a imagem na arte contemporânea de forma divertida, inusitada e romântica”, diz o curador.

Uma novidade este ano será a Mostra Especial, que ocupará o segundo andar do Museu da UFPA e reunirá obras de outros fotógrafos convidados pelo curador do Prêmio Mariano Klautau e que pretende retratar a atual cena da produção fotográfica paraense.

“Vou convidar artistas que representem a produção atual da cidade e muitos deles podem ser artistas em início ou meio de carreira, e que atuem em campos diversos da imagem fotográfica. Vou abrigar tanto fotógrafos que atuam em áreas do fotojornalismo como também artistas que optam por um trabalho mais conceitual com a fotografia”, finaliza Mariano Filho.

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia tem como objetivo contribuir para a ampliação do espaço da produção fotográfica nacional, consolidando o Pará como lugar de reflexão e criação das artes da imagem. As inscrições serão abertas a todo o território nacional, aos artistas brasileiros ou estrangeiros residentes no país. Boa sorte!

Edificio Mercurio e Sao Vito visto do Banespa. Arquivo Final. Morar 2011.

Edificio Mercúrio e São Vito visto do Banespa. Coletivo Garapa. Fotografia vendedora do Prêmio Memórias da Imagem.

Serviço

4º Prêmio Diário contemporâneo de Fotografia. Inscrições abertas até dia 9 de fevereiro. O edital pode ser acessado,a partir desta segunda-feira, 7,  no site http://www.diariocontemporaneo.com.br .  Realização do jornal Diário do Pará, com patrocínio da Vale e apoio institucional da Casa das Onze Janelas do Sistema Integrado de Museus/ Secult-PA e Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA). Informações: Rua Gaspar Viana, 773 – Reduto Belém –PA – ou (91) 31849327/83672468 contato@ diariocontemporaneo.com.br

CATÁLOGO DA SEGUNDA EDIÇÃO – 2011

Exposição e bate-papo com o fotógrafo Marc Dumas

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O salto, o impulso que faz os meninos imitarem o voo dos pássaros. Por apenas alguns segundos, eles flutuam entre o céu e a terra. Nesses instantes preciosos, o olhar estrangeiro de Marc Dumas se mostra atento. Uma mostra das imersões do fotógrafo francês por terras baianas em busca das aventuras de crianças enquanto brincam de voar estará em cartaz na exposição “Ikaros”, que abre no próximo dia 8 de janeiro naKamara Kó Galeria.

Trazendo no título o mito do homem que forjou asas de cera para alçar a liberdade, a mostra reúne 25 imagens. “Ikaros” é o desdobramento da pesquisa a flor da água iniciada durante a realização da primeira série de Dumas no Brasil, intitulada “Porto da Barra”. Sempre na mesma praia,o fotógrafo se concentra desta vez em torno dos meninos e rapazes que vêm mergulhar do alto do famoso trampolim localizado na praia do Porto da Barra em Salvador, na Bahia.

Ao contrário do mito de Ícaro, no paraíso dos meninos não há nenhuma fatalidade. “Saímos da água mais vivos do que nunca e começamos de novo, por puro prazer, sob o olhar zombeteiro das gaivotas”, narra Marc. “Estar no ar, driblar a lei da gravidade que nos obriga a cair na água, lugar de peixes”, poetiza o fotógrafo.

Num registro de sua experiência como expectador dos saltimbancos baianos, Dumas traduz em imagens o projeto no livro homônimo, que também será lançado na abertura da mostra.

Publicado no Brasil em 2011 pela Editora Tempo d’Imagem, “Ikaros” traz depoimentos de Marc. “Os mergulhadores ocasionais do Porto da Barra se jogam espontaneamente na água, e garantem o espetáculo. A foto os promove talvez… mas bem mais importante é o prazer de flutuar no ar um lapso de segundo”, diz o artista. “O gesto é a antítese do desempenho profissional, pois é uma busca da felicidade e da liberdade. Ficar suspenso num equilíbrio improvável, numa posição incongruente, mas que não deixa de ter lá sua elegância, tanto da parte do mergulhador como do fotógrafo”, completa Dumas.

Essa exposição conta com os benefícios da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e ao Esporte Amador Tó Teixeira e Guilherme Paraense, com o patrocínio da BLB Eletrônica.

 

Sobre o artista

Marc Dumas nasceu na França em 1955 e vive em Paris. É designer gráfico e multimídia, ilustrador e fotógrafo. Dirige na capital francesa a editora e agência Tout pour Plaire, especializada em comunicação cultural. Tem publicados, entre outros, três livros de fotografias: Porto da Barra (2009), Robomorphe (2011) e Ikaros (2011), editado no Brasil pela Editora Tempo d’Imagem. É professor de comunicação visual da École Camondo, em Paris.

SERVIÇO DA EXPOSIÇÃO

Abertura da Exposição “Ikaros”, de Marc Dumas, na Kamara Kó Galeria (Travessa Frutuoso Guimarães , 611, Campina), dia 8 de janeiro, às 19h30. Visitação de 9/01 a 19/01, de 15h às 19h (terças, quartas, quintas e sextas), e de 10h às 13h (sábados). Entrada franca. Informações e agendamentos: 91.32614809 | 91.32614240 kamarakogaleria@gmail.com | www.kamarakogaleria.com

CAFÉ FOTOGRÁFICO

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XXI Mostra Primeiros Passos CCBEU – Premiados e Selecionados

 

Naves Tropicais, de Emídio Contente.

Lista dos selecionados da XXI Mostra Primeiros Passos CCBEU:

1º LUGAR – Emídio Contente Pereira dos Santos- Fotografias

2º LUGAR- Débora Rodrigues Monteiro – Fotografia

3ºLUGAR – Evna Moura Gutierrez – Fotografia

MENÇÃO HONROSA – Antônio Carlos Cardoso da Silva.

MENÇÃO HONROSA – Yone Barbosa de Carvalho.

MENÇÃO HONROSA – Luciano Sequeira Cesar de Oliveira

Selecionados

Antônia Nayane Muniz de Oliveira

Antônio Kaio Araujo Carvalho

Carolina da Silva Santos

Carlos Alberto Jorge de Oliveira Júnior, dito, Junior Eubelém

Célia Maria Antunes da Cruz

Douglas Caleja

Edson Ricardo dos Santos da Silva

Eduardo Magalhães de Castro

Faustino Castro Alves

Francisca Barbosa de Oliveira

Hugo Gomes do Nascimento

João Cabuçu Duarte Junior

José Diogo Lira Costa

José Hailton da Silva Santos

Karllana Cordovil de Carvalho.

Laiza Ferreira Silva

Lucas Gouvêa Mariano da Silva

Lucimar Ribas de Gois

Maria Albertina de Souza

Marise Maués Gomes

Michel Guilherme Gomes Amorim

Myrna Castelo Reis

Renata Negrão Moreira

Rodrigo Lauria Fonseca

Ronildo Joji Matsuura

Tarcísio Gabriel da Conceição Santos

Tayná Cardel

Wagner Yoshihiko Okasaki

Exposição “COLETIVA DE DEZEMBRO” – Kamara Kó

O calendário de mostras da Kamara Kó de 2012 encerra em meio a uma feira de arte, pensada para celebrar o encontro da produção dos artistas que compõe o elenco da galeria e aproximar as obras do público. Nos próximos dias 1º e 2, as portas se abrem para a Coletiva de Dezembro, um convite para quem deseja conhecer a atual produção do áudio-visual paraense em sua multiplicidade – e adquiri-las a um preço acessível.

Estarão à venda obras avulsas de fotógrafos como Miguel Chikaoka, que em 2012 experimentou um ano de reconhecimento nacional com o Prêmio Brasil de Fotografia, onde foi o artista homenageado, além de receber a Ordem do Mérito Cultural, o maior prêmio na área cultural concedido pelo governo federal.

Flávya Mutran expõe fotografias das séries “There’s No Place Like 127.0.0.1” (2009/2010) e “Egoshot” (2010), frutos das experiências da artista com o mundo virtual, onde a matéria-prima para as obras foram imagens privadas de usuários publicadas nas redes sociais e também vídeos de Youtube .

 Ionaldo Rodrigues integra a coletiva com obras das séries “Carbono 14” e “polígono, nuvem”, ambas de 2012, e as fotografias “Barco” e “Gelo”, de 2007.

A artista visual Danielle Fonseca compõe a exposição com as obras “Caixas-de-Correspondências”, da série “Rumo ao Farol” (2007/2011), e “Pequeno Homero no Rancho Não Posso Me Amofiná”, da série “Mar Absoluto/Retrato Natural” (2010).

Alexandre Sequeira

De Alexandre Sequeira, a mostra exibe imagens de série produzida em 2008, no interior do Pará.  De Pedro Cunha, “Urbana Íris”. Edney Martins expõe “landscape 1”.

 

A Coletiva de Dezembro traz ainda obras de Octávio Cardoso, Guy Veloso, Keyla Sobral, Cláudia Leão, Anita Lima, Roberta Carvalho e Roberto Menezes.

 

Octavio Cardoso

Essa exposição conta com os benefícios da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e ao Esporte Amador Tó Teixeira e Guilherme Paraense, com o patrocínio da BLB Eletrônica.

 

Sobre a Kamara Kó

 

A Kamara Kó nasceu no ano de 1991, em Belém (PA), como uma agência de fotografias e vem colaborando na construção de novas possibilidades de desenvolvimento da diversificada e bem conceituada produção fotográfica da região.

 Depois de vinte anos de trajetória, o projeto se desdobrou com a criação da Kamara Kó Galeria, espaço expositivo de difusão, fruição e interlocução na aquisição de obras artísticas, dedicado a colaborar com o crescimento da produção artística local, que transita entre importantes obras visuais no mercado das artes mundo afora.

 No acervo da Kamara Kó Galeria estão obras de representantes da nova e promissora safra da fotografia paraense e de renomados fotógrafos e artistas visuais paraenses contemporâneos, que têm participações em editais, coletivas e salões em diversas cidades brasileiras e também marcam presença em vários países da America Latina, na Europa, nos EUA, Japão, China e em coleções importantes como Pirelli/MASP – Museu de Arte de São Paulo (SP), FNAC (SP), Instituto Itaú Cultural (SP) e Joaquim Paiva de Fotografia Contemporânea Brasileira/ Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (RJ).

  

SERVIÇO

 Abertura da mostra Coletiva de Dezembro, na Kamara Kó Galeria (Travessa Frutuoso Guimarães , 611, Campina), dias 1º e 2 de dezembro, de 10h às 17h.Visitação de 4 a 22 de dezembro, de 15h às 19h, (terça a sexta), e de 10h às 13h (sábados). A exposição é uma realização da Kamara Kó Galeria, com patrocínio da BLB Eletrônica, apoio institucional da Lei Tó Teixeira e Guilherme Paraense, FUMBEL e Prefeitura de Belém. Entrada franca. Informações e agendamentos: 91.32614809 | 91.32614240kamarakogaleria@gmail.com | www.kamarakogaleria.com

Fotografia paraense no Prêmio Marc Ferrez – Funarte

Paula Sampaio com “Lago do Esquecimento”, Alberto Bitar com “Corte Seco” e Dirceu Maués com ” Extremo Horizonte – paisagens  urbanas panorâmicas com  câmeras pinhole” foram premiados no Prêmio Marc Ferrez da Funarte 2013.

 

Paula Sampaio nasceu em Belo Horizonte, em 1965. Vive em Belém desde 82. Foi membro da Comissão dos Repórteres Fotográficos no Pará e participa de projetos realizados pela FotoAtiva.

É repórter do Jornal “O Liberal” e desenvolve desde 90 projeto pessoal sobre a colonização e migrações de comunidades que vivem às margens das rodovias Transamazônica e Belém-Brasília. Esse trabalho foi premiado pela Funarte – Prêmio Marc Ferrez em 1993; Mother Jones International Fund for Documentary Photography em 1997 e ganhou Menção Honrosa do Prêmio Nacional de Fotografia/ FUNARTE, em 1998. É formada em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará e fez especialização em Comunicação e Semiótica na PUC/MG.

 

Alberto Bitar nasceu em Belém em 1970. Desenvolve trabalho autoral desde 1991, quando participou do curso “Fotografia Artesanal e Sensorial”, ministrado por Miguel Chikaoka, e do projeto “Fotovaral FotoAtiva”. Participou, entre os anos de 1995 e 1997, de oficinas ministradas por Antônio Augusto Fontes, Ângela Magalhães e Walter Firmo. Atuou como repórter-fotográfico da revista Troppo, publicação do jornal O Liberal, de 1996 a 2002. Realizou as individuais “Solitude” (1994) e “Hecate” (1997).

É formado em Administração de Empresas pela Universidade da Amazônia (UNAMA), em Belém (PA). Atualmente trabalha como free-lancer.

 

Dirceu Maués nasceu em Belém, em 1968, e começou a fotografar em 1990. Em 1991 participou da oficina da FotoAtiva, e iniciou trabalho como free-lancer para jornais e revistas alternativos. Em 1992 ministrou oficinas na Fundação Curro Velho e participou de várias exposições coletivas. Em 1994 realizou a primeira exposição individual intitulada “Estações do Olhar”, na Galeria Theodoro Braga, em Belém. Em 1997, ganhou o prêmio aquisição no II Salão de Fotografia do CCBEU.

Fonte: Fotografia Paraense Contemporânea 80/90

EXPOSIÇÃO “ANTES DE ONTEM, ONTEM E HOJE” DO FOTÓGRAFO MATEUS SÁ

“Antes de ontem, ontem e hoje” é um projeto de pesquisa e exposição que tem como objeto o acervo analógico do fotógrafo Mateus Sá, constituído por fotografias e áudios captados durante os anos de 1997 a 2008. A pesquisa, que  teve início em junho de 2011, contempla o recondicionamento e organização de todo o acervo, assim como, a edição de imagens que irão compor uma exposição a ser realizada em dezembro de 2011 no Centro Cultural do Correios de Recife-PE. A exposição será dividida em três ambientes interligados e compostos por ampliações fotográficas em tamanhos e suportes variados, instalações fotográficas e áudio visuais. A intenção é possibilitar a ressignificação das imagens que compõem o acervo. O material vem sendo editado por Mateus e o curador do projeto, o artista visual e agitador cultural, Ricardo Peixoto. Além da exposição serão confeccionados um Catálogo, DVD multimídia e um Blog.
O projeto foi contemplado no edital do Centro Cultural Correios e terá sua primeira montagem em Recife-PE, no período de dezembro de 2011 a fevereiro de 2012.

Antes de ontem, ontem e hoje também recebeu o convite da Associação Fotoativa de Belém-PA, para que a exposição ocupe a galeria de sua sede no segundo semestre de 2012. Possibilitando uma maior aproximação entre dois importantes polos da fotografia contemporânea (Recife/Belém).

Mateus Sá, ao longo de 14 anos de produção (1997 a 2008), acumulou um grande número de fotogramas sobre diversos assuntos. Durante esse período desenvolveu algumas pesquisas e ensaios simultaneamente. Podemos destacar a pesquisa sobre as comunidades nativas do litoral pernambucano e do Arquipélago de Fernando de Noronha, desenvolvida durante cinco anos, sendo publicada no livro “Luz do Litoral” em 2005. A documentação sobre o maracatu rural “Cambinda do Cumbe”, realizada ao longo de 8 anos e publicada no livro “A Cambinda do Cumbe”em 2006. A documentação da comunidade indígena “Xucuru do Ororubá”, iniciada no ano de 2001 e ainda
em andamento. Documentação do movimento dos “Poetas Marginais” de Pernambuco, em andamento. Séries sobre impactos ambientais ocasionados pelo crescimento desordenado das cidades e ensaios sobre diversas manifestações da cultura popular nordestina, romarias, religiões afro brasileiras, cotidiano das cidades de Olinda e Recife.

Com exceção do “Luz do Litoral” e “A Cambinda do Cumbe”, praticamente todo o material é inédito. São tantas imagens que o autor não tem noção da quantidade guardada em seus arquivos.
Mateus tanto fotografava como captava o áudio desses momentos. Paralelamente anotava as ideias que iam surgindo sobre como utilizar esse acervo. Todas as anotações foram sendo guardadas numa pasta que foi denominada de “pasta das ideias”.

Com o decorrer do tempo esse acúmulo de material passou a incomodá-lo. “Sempre tive o sonho de colocar tudo isso na rua, dividir meu olhar com o olhar do observador”. “Antes de ontem, ontem e hoje” cumpre esse papel, possibilitando ao autor colocar em prática parte das ideias que surgiram durante esse período e que foram guardadas na referida pasta.

Fonte: blog de Mateus Sá

Exposição “Estética de Boteco” do Hipster Colletivum

Estética de Boteco é um projeto de vivência realizado pelo Hipster Colletivum no boteco Meu Garoto, localizado na Rua Manoel Barata, centro comercial da cidade de Belém do Pará.

Nossa relação com o bar Meu Garoto beira a dependência. Mesmo de passagem, entre a realização de um projeto e outro, depois de uma visita à padaria ou saindo do cinema, em uma comunhão de pensamentos, decidimos ir até o mesmo lugar.

Isto resultou o projeto Estética de Boteco, que são registros desse universo maravilhoso através das lentes sujas de nossas câmeras analógicas. Fotografamos botecos diferentes pela cidade de Belém e Rio de Janeiro. A fotografia não é o personagem central deste projeto, mas o desenvolvimento de novos vínculos através das experiências do coletivo com os lugares, as pessoas e suas histórias.

O Estética de Boteco é uma relação de troca além da busca por um olhar diferenciado a respeito destes locais, muitas vezes banalizados. Pensar o Estética é muito mais que sentar para beber algo, é uma questão de identificação e de aproximação profunda com tudo o que nos cerca. O boteco torna-se uma segunda casa, onde fazemos e encontramos amigos, dividimos nossos conflitos e compartilhamos nossas alegrias.

É uma forma de criação e de diálogo com o ambiente que estamos inseridos.

Belém sedia Encontro Norte Nordeste de Produtores da Fotografia

Os produtores culturais da fotografia que atuam nas regiões Norte e Nordeste terão, neste mês de junho, uma oportunidade para incrementar o intercâmbio de experiências para discutir e apontar ações estratégicas para o desenvolvimento da fotografia nos 16 estados dessas regiões. É que nos próximos dias 14, 15 e 16, acontece em Belém o ENNEFOTO.12 – Encontro Norte Nordeste de Produtores da Fotografia, evento inédito resultante de articulações promovidas pela Associação Fotoativa, a Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves e o Instituto Anima de Fortaleza, com o apoio da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil.

A programação do ENNEFOTO.12 será realizada no Centur, iniciando no dia 14, às 16 horas, com uma mesa de abertura constituida por Nilson Chaves, Presidente da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves (Centur); Xico Chaves, Diretor do Centro de Artes Visuais CEAV – FUNARTE; Delson Luiz Cruz, Representante Regional do Ministro da Cultura, Comissão Organizadora do Encontro e representante da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil.

O segundo dia será dedicado à apresentação dos painéis sobre a realidade da produção fotográfica nos Estados e a abertura de discussões por grupos de trabalhos temáticos: Memória, Formação, Difusão, Projetos Socioculturais e Políticas Públicas. Pela noite, o fotógrafo Jarbas Vasconcelos e o poeta João de Jesus Paes Loureiro lançam o livro “COR DO NORTE: Brinquedos de Miriti”.

O terceiro e último dia será de conclusão das atividades dos grupos de trabalhos com a plenária que deverá definir o conjunto de ações que serão implementadas para o desenvolvimento da producão fotográfica nos estados do Norte e Nordeste do Brasil.

O ENNEFOTO.12 servirá tambem como uma etapa preparatória para a participação organizada e proativa das Regiões Norte e Nordeste no II Encontro da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil, que será realizado em Fortaleza – CE, em agosto deste ano.

A programação paralela será encerrada com o lançamento do Livro: “FRONTEIRA NORTE – Demarcando e aproximando a Amazônia – 08 Décadas”, organizado pela Primeira Comissão Brasileira Demarcadora de Limites.

Fonte: Fotoativa

Oficina “Iniciação à Fotografia Digital” com Valério Silveira / Fotoativa

A Associação Fotoativa abre inscrições para mais uma oficina. Desta vez a proposta é um curso de iniciação à Fotografia Digital que será conduzido pelo Professor e Fotógrafo Valério Silveira. O curso inicia no próximo dia 6 de junho, no espaço do Fórum Landi, e será ministrado em duas turmas nos horários de 15h e 18h30, sempre às quartas e sextas, com duas saídas fotográficas.

Pesquisador da fotografia de infância em Belém na primeira metade do século XX, Valério Silveira ministra cursos sobre Fotografia Digital e propõe nesta oficina um conteúdo abrangente que perpassa pelo reconhecimento das funções de uma câmera digital: o controle e o uso da luz, a adequação de lentes, o uso harmônico das cores, noções básicas sobre composições fotográficas até as noções fundamentais sobre edição de imagens.

Além dessas problematizações técnicas, a ideia é fazer o participante refletir sobre o processo de produção e veiculação da imagem.

As aulas serão compostas de dois momentos: exposição do conteúdo teórico e saídas previamente agendadas para a realização de registros fotográficos. É necessário que o participante tenha uma câmera digital com modo de operação manual para melhor apreensão dos conteúdos.

Serviço:


Oficina de iniciação à Fotografia Digital com Valério Silveira.

No Fórum Landi, Pça do Carmo, n° 60, Cidade Velha.

Início dia 6 de junho, com turmas nos horários de 15h e 18h30.

Quartas e sextas-feiras, com saídas fotográficas eventuais.

Investimento R$ 200,00.

Requisito: É necessário que o participante tenha uma câmera digital com modo de operação manual.

Inscrições na sede da Associação Fotoativa: 32252754

Miguel Chikaoka no Museu de Arte Sacra de SãoPaulo

O Museu de Arte Sacra de São Paulo apresenta até 15 de Julho a exposição Luz da Fé – Fotógrafos Brasileiros Anos 80.

Museu de Arte Sacra de São Paulo reedita exposição de 1985 com imagens de um povo e sua comunicação com o sagrado


Museu de Arte Sacra de São Paulo abre Luz da Fé – Fotógrafos Brasileiros Anos 80, mostra com 49 fotografias realizadas nos anos de 1980 que retratam a devoção do povo brasileiro através de imagens de procissões, festas e outras representações de caráter religioso.

A exposição, com curadoria de Paulo Klein, é um recorte de Andores, Opas e Anjos: Passa a Procissão, organizada por Pe. Antonio de Oliveira Godinho, exibida no mesmo museu em 1985. Luz da Fé – Fotógrafos Brasileiros anos 80 traz registros fotográficos que estavam nessa mostra, de autoria de 12 nomes significativos do segmento, tais como Adenor Gondim,Aristides AlvesCláudio VersianiEdu SimõesJuca MartinsMiguel ChikaokaNair BenedictoPaulo LeitePedro VasquezPenna PrearoRicardo Malta e Rosa Gauditano.

Entre os principais objetivos do curador para a mostra está o resgate do aspecto temático das imagens ligadas à religiosidade, observando a poética e os elementos estéticos de fotógrafos que atuavam em diversos setores da fotografia brasileira no período.

As fotografias escolhidas para compor a nova mostra do museu exibem celebrações diversas, retratando diferenças e semelhanças socioculturais e de expressões de fé de um mesmo povo. Citando apenas algumas, temos um ato ecumênico no Rio Araguaia, as procissões de Nossa Senhora das Grotas em Juazeiro/BA, da Sexta-Feira Santa em Itapevi/SP, da Nossa Senhora do Rosário em Serro/MG, do Senhor Morto em Monte Santo/BA, e a Festa do Divino em São Luiz do Paraitinga/SP, entre outros. Apesar dos inúmeros contrastes regionais, essas imagens possuem elementos que atestam serem essas manifestações de fé: velas, estandartes, trajes típicos e imagens religiosas.

“Essa tradicional forma de devoção, que representou no passado remoto, e mesmo recente, uma das profundas manifestações do espírito religioso nacional, quer pelo seu caráter litúrgico, quer por seu teor popular, sempre suscitou formas de criatividade que confinam com o espetáculo em seu sentido mais abrangente”, diz Pe. Godinho no texto da exposição de 1985.

Luz da Fé – Fotógrafos Brasileiros Anos 80 tem como cerne fotografias de manifestações populares, que vem se perdendo ao longo dos anos, fato este, aliás, já apontado por Pe. Godinho à época da exposição que organizou, há quase três décadas. A comunicação com o sagrado, que pode ser representada pela chama de uma vela, como sugere o título, é o tema que permeia essas obras. Luz da Fé visa contribuir com a memória da devoção brasileira para que ela não se perca, para que a chama dessa vela não se apague.

Luz da Fé – Fotógrafos Brasileiros Anos 80
                      Adenor Gondim
                          Aristides Alves
                              Cláudio Versiani
                                 Edu Simões
                                   Juca Martins
                                     Miguel Chikaoka
                                        Nair Benedicto
                                           Paulo Leite
                                              Pedro Vasquez
                                                  Penna Prearo
                                                      Ricardo Malta
                                                           Rosa Gauditano


Período: 20 de maio a 29 de julho de 2012
Horário: terça a domingo, das 10 às 18h
Fonte: MAS-SP

Intervenção urbana reflete a ditadura militar em Belém 48 anos depois

Há quarenta e oito anos a cidade Belém também sofria as consequências do golpe militar iniciado em Minas Gerais. O General Ramagem, Chefe do Comando Militar da Amazônia na época, ordenou a prisão de centenas de políticos, estudantes e trabalhadores a partir do dia primeiro de abril de 1964. Os presos foram levados para diversos pontos de Belém que hoje estão desativados ou tem finalidade completamente diferente, como é o exemplo da Casa das Onze Janelas, que atualmente é ponto turístico da capital.

Esse quadro de violência e censura caiu no esquecimento. Para alertar sobre o grave processo político estabelecido pós-64, o historiador e fotógrafo Michel Pinho interviu no espaço urbano, identificando com placas que imitam sinalização de trânsito os locais onde as prisões e torturas eram executadas. A escolha do 1º de abril, Dia da Mentira, não foi por brincadeira, ela é a data verdadeira do aniversário de 48 anos do golpe.

Sua intervenção foi um grito em protesto contra o terror dos assassinos e torturadores da ditadura em Belém, e buscou alertar para o caráter ditatorial e ilegal do regime implantado no país inteiro. “Não podemos e nem devemos esquecer, a democracia brasileira é uma conquista recente. Os crimes que os agentes do Estado cometeram como estupro, sequestros seguidos de morte e ocultação de cadáveres são hediondos. A anistia foi promulgada em 1979 pelo general Figueiredo e impede a prisão desses homens. Temos que rever essa decisão”, sentencia Michel.

Embora o registro fotográfico tenha se limitado apenas a lugares mais conhecidos como a Casa das Onze Janelas, Largo da Trindade, Casa do Estudante Universitário do Pará, além das avenidas Nazaré e José Malcher, os centros de tortura e prisão na capital paraense foram mais numerosos.

Até hoje não há a versão correta da história e da natureza ditatorial do regime de 1964, seu caráter ilegal e inconstitucional pouco são mencionados, e sua atuação em Belém pouco foi refletida ou questionada nesses 48 anos completados. “A intenção é motivar que os leitores da ação busquem informações, perguntem sobre o silêncio ensurdecedor sobre a ditadura em Belém do Pará.” finaliza o historiador.

A intervenção foi registrada e parte das fotografias pode ser vistas no endereço: http://www.michelpinho.com.br/territorio-do-medo-a-ditadura-militar-em-belem/

Texto: Deborah Cabral

Catálogo do II Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia

Ao pensar sobre o urbanismo-utopia, Argan coloca o problema do urbanismo-ideologia. Para ele, é necessário que o urbanismo de fato possa ser recolocado como um guia das atividades que regem o mundo cultural. O impasse, em linhas gerais,encontra-se entre a cidade moderna em estado avançado de decomposição, após sua utopia industrial, e as novas qualidades de reinvenção dos espaços urbanos como paisagem cultural dominada pelo saber visual e tecnológico. Argan vislumbra a restituição do indivíduo na ampliação da disciplina do urbanismo e declara o artista parte integrante de uma retomada necessária. Ele ressalta acidade constituída de coisas como imagens que se dão à nossa percepção e que nos fazem “viver na dimensão livre e mutável das imagens”. O artista, para Argan, decididamente faz urbanismo quando suas pesquisas visuais podem e deveriam ser pensadas como pesquisas artísticas. Neste sentido, tomamos Argan e Lynch – apesar de certas oposições – como referência para considerar que o fotógrafo é um artista frente à cidade real e à cidade ideal, um habitante capaz de dar forma e sentido ao espaço urbano e recriar suas imagens como lugar de ficção e  realidade. Convidados a tomar a cidade como matéria os artistas que constituem a mostra Crônicas Urbanas recriaram-na especialmente como uma trama narrativa feito o traçado urbano de uma cidade imaginária e real.

Trecho da apresentação de Mariano Klautau Filho para o Catálogo.

Exposição “Amazônia – Estradas da Última Fronteira” de Paulo Santos – Museu Nacional de Brasília

O projeto Amazônia – Estradas da Última Fronteira alcança a segunda etapa com a mostra em cartaz no Museu Nacional de Brasília, a partir do próximo dia 7. Neste caminho até a capital federal, tive o apoio fundamental de alguns amigos do peito e profissionais de alto quilate, a quem agradeço por acreditarem nessa ideia.
Em momentos assim, quando a gente percebe que tem alguma coisa para dizer ou mostrar, imediatamente uma dúvida e uma certeza nos assaltam. A certeza é de que só vale a pena investir num projeto desse porte se ele tiver o perfume da inovação e a categoria do registro histórico. Do contrário, será apenas mais um. A dúvida é justamente o contraponto da certeza: será que tem mesmo?
O apoio dos amigos, a repercussão na mídia, a opinião de pessoas respeitáveis, o convite do Museu Nacional e o desafio de traduzir em meio físico um conceito abstrato me ajudaram a acreditar na viabilidade e importância desse projeto. Conto com todos esses elementos para ir adiante.

Exposição “Coletivo/Individual” – Kamara Kó

 

 

Serviço: Exposição “Coletivo/ Individual Kamara Kó”

Abertura – Quinta (26.jan.2012) a partir das 19h na Galeria do CCBEU/ MABEU

Veja aqui algumas das imagens dos 13 artistas que estarão compondo essa exposição.

Fonte: Facebook Kamara Kó

II Maratona Fotográfica 16.16 – Centro Cultural Sesc Boulevard

15/01 – 10h às 18h

O Centro Cultural SESC Boulevard inicia no próximo dia 15 a segunda edição da “Maratona Fotográfica da Cidade de Belém”. A ação faz parte do projeto “Belém 16.16”, uma ideia inédita que visa produzir um amplo repertório de imagens, depoimentos, reflexões e visões sobre Belém e publicar em um livro que será lançado em 2016, ano em que a cidade completa 400 anos.

A Maratona traz uma diversificada programação, contando com debates, exibição de filmes e dois grandes nomes da fotografia e do cinema paraense, Alexandre Sequeira e Jorane Castro, com mediação de Miguel Chikaoka.
Para captação das imagens ao longo dos meses, cada participante deve dispor de uma câmera fotográfica de qualquer modelo, o resultado será exposto em junho em vários pontos de Belém. A inscrição é gratuita e pode ser feita até 14/01, no Centro Cultural SESC Boulevard, das 10 às 19h. Vagas limitadas.
Jorane Castro
Diretora de filmes desde 1995, já acumula em sua filmografia mais de dez obras. Roteirizou, produziu e dirigiu o curta-metragem “Ribeirinhos do Asfalto”, premiado na categoria Melhor Direção de Arte na 19ª edição do Festival de Cinema de Gramado, um dos mais importantes do Brasil.
Alexandre Sequeira
Fotógrafo e artista plástico, já exibiu trabalhos em exposições no Brasil, França, Bélgica e Canadá, com destaque para o projeto “Nazaré do Mocajuba”, ensaio realizado em uma vila de pescadores a 500 km de Belém.

 

Fonte> Centro Cultural Sesc Boulevard

Mostra “Outubro” – Fotoatividades / Fotoativa

Fotoativa apresenta mostra fotográfica Outubro, em Belém

A abertura acontece no dia 09 de dezembro, às 19h, no Fórum Landi, com visitações até o dia 22.

O calendário de ações do Projeto Fotoatividades, realizado pela Associação Fotoativa durante o segundo semestre de 2011, chega ao seu final com a realização da Mostra Outubro, que abre ao público na próxima sexta-feira
(09) no Fórum Landi, em Belém.

A exposição coletiva traz cerca de 80 imagens selecionadas de mais de 300 fotografias submetidas pelos 42 fotógrafos, amadores e profissionais, que participaram da Jornada Fotográfica Outubro. A curadoria da mostra tem a
assinatura dos 26 participantes da oficina de Curadoria, sob a coordenação do fotógrafo e professor da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal do Pará Alexandre Sequeira.

A Jornada Fotográfica, que teve como instrutores o próprio Alexandre Sequeira e o fotógrafo Miguel Chikaoka, visou estimular e exercitar o olhar das pessoas com a realização de saídas fotográficas. A atividade aconteceu em outubro, mês que foi escolhido para ser o tema da atividade e, dessa forma, também deu nome à exposição final.

A Mostra Outubro reúne fotografias que abordam sub-temas como o Círio de Nazaré, tanto no seu lado religioso quanto no profano, memórias de viagens, infâncias e passagens. A abertura acontece a partir das 19h, e é aberta ao público. Na ocasião, serão distribuídas, gratuitamente, edições de quatro revistas culturais selecionadas pelo Programa “Cultura e Pensamento” do Ministério da Cultura, cuja rede de distribuição inclui a Fotoativa.

Projeção multimídia – Na noite de abertura também haverá projeção de vídeo-arte apresentada pela Revista Não-Lugar, publicação online sobre arte contemporânea brasileira idealizada por Roberta Carvalho, Danielle Fonseca e Keyla Sobral. A projeção coordenada pela revista apresenta vídeo-arte de Cao Guimarães, Solon Ribeiro, Daniele Fonseca e Cristiano Lenhardt.

O Projeto Fotoatividades tem patrocínio da Oi, via Lei Semear e Governo do Estado, e apoio da Oi Futuro.

SERVIÇO

Mostra Outubro
Abertura: 09 de dezembro de 2011, às 19h
Local: Fórum Landi (Rua Siqueira Mendes, nº 60 – Praça
do Carmo – Cidade Velha – Belém/PA).
Visitações: 12 a 22 de dezembro de 2011, de
segunda a sexta, de 10h às 18h.
Entrada Franca

Fotógrafos participantes  da Mostra Outubro:
ABRAÃO CARNEIRO DOS SANTOS • ALAN MARTINS DA SILVA • ROSANA ITAPARICA DE nCARVALHO • ANDRÉ LUIS VALADARES DE AQUINO • ANTONIA NAYANE MUNIS DE OLIVEIRA • BRENDA VENINA PAIVA DA SILVA n• DANIEL HUDSON CARVALHO VIEIRA • ELIZABETH TAVARES VIANA • EVNA MOURA • HELTON NASCIMENTO LOBÃO • IRENE ALMEIDA • JOÃO VITAL • JOELMA REIS VIEIRA RODRIGUES • JOSÉ SENA FILHO • KEILA RÉGIA RODRIGUES • LENA MÔNICA FRANÇA DE ARRUDA • LUIZ AUGUSTO PEREIRA DE SOUZA • MARA TAVARES • MARCELO MAGALHÃES • MARCIO AVELINO S. DE MIRANDA • MARISE GOMES MAUÉS • MICHAEL KLINGLER • MAYCON VIDAL • NATACHA JACCOUD BITAR • OTAVIO HENRIQUE NASCIMENTO • PANMELLA ARAUJO • PAULA PETRUCCELLI •  REGINA LÚCIA DA COSTA PETRUCCELLI • SILVIA AKEMI • TCHELLO D’BARROS • TEONÍLA BEZERRA LIMA • WAGNER OKASAKI • WALTER GOMES • ZOÉ FONSECA

Curadores:
ANDRÉ LUIS VALADARES DE AQUINO • ANTONIA NAYANE MUNIZ DE OLIVEIRA • ÁTILA DE ARAÚJO SILVA • CAROL ABREU •  CAROLINA VENTURINI • CINTHYA MARQUES • CYRO ALMEIDA • DURVAL MONTEIRO SOEIRO • FABIO ANTONIO OLIVEIRA HASSEGAWA • IRENE ALMEIDA • JANDUARI SIMÕES • JOSÉ SENA FILHO • KAROL KHALED • LUCIANA BARBOZA MORAIS • LUCIANA MAGNO • MARA TAVARES • MÁRCIO JOSÉ CAMPOS • MARISE MAUÉS • MARTA DE LOURDES COSMO MACEDO • NATACHA JACCOUD BITAR • RAFAEL JOSÉ BANDEIRA DA PENHA •
RODRIGO JOSÉ CASTRO CORREIA • SAMANTHA RAISSA CUNHA DA SILVA • SISSA ANELEH • TCHELLO D’ BARROS • ALEXANDRE SEQUEIRA