11° Semana de Museus – 13 a 19 de Maio // Programação Belém

semana de museus 2013Proposta pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), a equação inspiradora para as comemorações do Dia Internacional dos Museus (18 de maio) de 2013 ressalta o arranjo entre o frescor criativo e a memória construída: a soma desses fatores repercute na sociedade e com ela interage, num movimento propulsor da mudança social. A dimensão criativa do museu reside nas trocas afetivas, no despertar da sensibilidade, nas intuições e memórias que pulsam, na atualidade da imaginação sonhadora, na espontaneidade das relações. Criar é construir a memória, e, ao com ela trabalharem, os museus operam como quem edita, corta, recorta, cola, mistura, oculta, revela, enfatiza e esquece. O trabalho com a memória implica o reconhecimento do seu caráter seletivo, eletivo e, portanto, político. Criar é dar sentido à existência, é perceber-se parte do processo. O importante na experiência do museu é ‘estar em relação’ e, nesse sentido, é fundamental imaginar outras coisas que não os saberes instituídos, aceitando a potência como fonte de novos saberes. O museu é parte integrante da sociedade e possui os elementos que lhe permitem participar na formação da consciência das comunidades que ele serve e também promover mudanças.

A PROGRAMAÇÃO NO PARÁ COMEÇA NA PÁGINA 139.

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V Encontro Nacional de Estudantes de Museologia – ENEMU

“Museologia em três tempos: as trajetórias de um campo em (trans)formação”
Este ano, a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO sediará a 5ª edição do ENEMU, evento com a maior concentração de estudantes de Museologia do Brasil, além de ser o berço do surgimento do primeiro curso de graduação do país.
Serão comemorados também os 40 Anos da Carta de Santiago e os 80 Anos do Curso de Museologia no Brasil. Além disso, junto ao encontro, acontecerá o 5° Fórum Nacional de Museus, também na cidade do Rio de Janeiro, sediada na Marina da Glória, onde estudantes e profissionais de Museologia e áreas afins poderão avaliar e estabelecer diretrizes para a renovação das práticas nas instituições culturais e museológicas.
O V Encontro Nacional de Estudantes de Museologia visa ao fomento e à estruturação do campo da Museologia, através das diversas atividades propostas. Por isso, contém, no cerne da sua existência, a importância de ser um evento que promove o intercâmbio de conhecimentos de profissionais de museus, estudantes, pesquisadores e todos aqueles que possam agregar e produzir conhecimento à área. Além da confraternização entre estudantes, tão importante para o fortalecimento dos cursos e do campo.
Através deste evento, os estudantes poderão vivenciar o conhecimento e a convivência com os seus colegas de curso em suas diferentes facetas para, além das salas de aula, promover a troca de experiências e informações sobre o passado, o presente e o futuro da Museologia, fazendo deste espaço único e insubstituível.
Com a característica de ser o único evento a nível nacional que reúne estudantes dos catorze cursos de graduação pelo país – além do mestrado em Museologia e agora o recém-criado doutorado –, o V ENEMU tem como princípio incitar a produção teórica e discutir a importância da Museologia como área de conhecimento, inclusive suas características multidisciplinares e interdisciplinares a partir de seu desenvolvimento pautado nos três eixos temporais propostos, – passado, presente e futuro – e o seu papel para além da instituição museu e centros de pesquisa.

LISTA DOS TRABALHOS APROVADOS – V ENEMU

O que é o ENEMU?

O Encontro Nacional de Estudantes de Museologia – ENEMU – é um importante evento entre alunos e profissionais de Museologia e áreas afins, a nível nacional, com o intuito de promover o intercâmbio de informações através de discussões acadêmicas. É no encontro que se debatem e são propostas questões e caminhos para o rumo do campo museológico, por meio de apresentação de pesquisas, debates, mesas redondas, oficinas, mini cursos e assembléias.

“Platôs” de Flamínio Jallageas (SP) – Prêmio no I Salão Xumucuís de Arte Digital / 2011

Platôs

ano: 2009  série: mudanças  duração: 11’40’’  trilha sonora cortesia: Yasek Manzano   título: “Amnios”

prêmios: 5ª mostra FASM/Vídeobrasil e 1º Salão Xumucuís de arte digital.

Gravado parte em São Paulo, parte em Havana, Platôs é um vídeo construído pela sobreposição de duas salas. Na primeira delas, situada em São Paulo, vemos alguns móveis, alguns objetos e uma mesa montada com os elementos de um café da manhã. Na edição deste material, a percepção de desenvolvimento do vídeo acontece pelo apagamento de todos os objetos até o ponto em que o espaço se apresenta vazio.  Na segunda sala, agora em Havana, vemos duas portas, uma parede vazia e a ação, que ocorre em torno de um minuto, consiste numa copeira que coloca uma mesa de café da manhã localizada fora do quadro. Sobre este espaço, projeta-se o primeiro vídeo já editado que é, então, novamente captado na forma que será a sua condição final.

De uma maneira condensada, temos aqui a sobreposição de inúmeras camadas. Por meio dos objetos e da arquitetura, temos os dados culturais e espaciais que, literalmente, se sobrepõem. Sobre o tempo, somos impelidos a crer que se trata de uma outra época, pois grande parte dos objetos faz menção aos anos 60 e 70 e, apesar de estarem no Brasil, poderiam compor uma casa Cubana já que, desde a revolução que levou Fidel Castro ao poder, a obsolescência e substituição dos objetos, típica da prática capitalista, não faz parte do costume e das possibilidades econômicas do país. Por último, para a obtenção do resultado desejado, a própria técnica de construção gráfica do vídeo se dá através da colagem de imagens fixas e em movimento que se sobrepõem em camadas no software de composição e efeitos especiais em vídeo.

Flamínio Jallageas

II Salão Xumucuís de Arte Digital – Aprovado no Edital de Pautas SIM 2012

RESULTADO DO EDITAL DE PAUTA SIM 2012
NÚMERO DE PUBLICAÇÃO: 417172
Resultado do Edital de Pauta SIM/2012 – A Comissão de Seleção do Edital de Pauta referente ao Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, Museu de Arte Sacra e Museu do Estado  do Pará, formada por Emanuel Franco, Neder Charone e  Valzeli Sampaio selecionou os projetos dos seguintes artistas/curadores: Ana Luiza Kalaydjian; Leonardo Mota Campos –  AoLeo; Luciana Mena Barreto e Marcelo Lobato; Lucimar Belo;  Paulo Miyada; Ramiro Quaresma e Renato Hofer.

Edital de Artes Visuais selecionará trabalhos para exposição no Até o Tucupi

Estarão aptos à seleção da Mostra Coletiva de Artes Visuais, artistas que desenvolvem trabalhos autorais em Pintura, Escultura, Gravura, Serigrafia, Desenho, Grafite, Fotografia, Moda, Design, Performance, Instalação, Videoarte, Videodança, Videomapping, Multimídia, entre outros .

“O edital é a continuação do processo de capilarização do festival, pois entendemos que é uma estratégia que aproxima muito mais artistas com novas propostas e novos formatos. Além disso reforça um dos pilares do festival que é a ideia de colaborativismo, pois ao trazermos novos artistas para esse tipo de participação todos contribuem de forma efetiva para a construção do Até o tucupi 2012”, conta Paulo Trindade, integrante do Coletivo Difusão.

FESTIVAL ATÉ O TUCUPI 2012 | MANAUS/AMAZONAS

REGULAMENTO MOSTRA DE ARTES VISUAIS

O FESTIVAL ATÉ O TUCUPI é um festival de artes integradas que promove a interação entre os diversos segmentos da arte. Produzido pelo Coletivo Difusão e Circuito Fora do Eixo o festival tem como foco valorizar as produções artísticas realizadas no Amazonas e promover o intercâmbio entre os agentes culturais de outras regiões do país visando ações de qualificação, produção, circulação e troca de tecnologias sociais referentes a cadeia produtiva da cultura independente.

1 – DO OBJETO

Constitui objeto deste estabelecer regras gerais e específicas para a seleção de trabalhos e projetos artísticos na modalidade de Artes Visuais (Pintura, Escultura, Gravura, Serigrafia, Desenho, Grafite, Fotografia, Moda, Design, Performance, Instalação, Videoarte, Videodança, Videomapping, Multimídia, entre outros) que farão parte da Mostra Coletiva de Artes Visuais do Festival Até o Tucupi 2012.

2 – DA MODALIDADE DO FESTIVAL

A Mostra Coletiva de Artes Visuais que acontece no Festival Até o Tucupi 2012, possui caráter não competitivo, com a finalidade de proporcionar intercâmbio entre Artistas, Curadores, Produtores e agentes culturais no intuito de construir um diálogo com as mais diversas linguagens artísticas (teatro, literatura, música, audiovisual), instigando a valorização da produção artística cultural no Estado e promovendo a difusão de Artistas e obras por todo o Brasil.

Estarão aptos à seleção da Mostra Coletiva de Artes Visuais, artistas que desenvolvem trabalhos autorais em Pintura, Escultura, Gravura, Serigrafia, Desenho, Grafite, Fotografia, Moda, Design, Performance, Instalação, Videoarte, Videodança, Videomapping, Multimídia, entre outros . Caso o artista seja selecionado seu projeto, trabalho ou obra, integrará uma exposição coletiva com duração de 05 dias de visitação durante a programação do Festival Até o Tucupi 2012, de 11 a 15 de Setembro 2012.

A exposição coletiva do Festival Até o Tucupi 2012 terá composição ilimitada  sendo os trabalhos selecionados por uma curadoria e divididos em exposição física e exposição virtual. A organização do Festival convidará Artistas Visuais de Manaus, da Região Norte, Brasil e América Latina para compor a Mostra Coletiva de Artes Visuais com seus projetos, trabalhos e obras.

3 – DAS INSCRIÇÕES

3.1 – As inscrições dos Projetos/Trabalhos/Obras no Festival Até o Tucupi 2012 serão efetuadas de 28/06/2012 a 28/07/2012 por meio do site http://www.festivalateotucupi.com/. O resultado com a lista dos selecionados será divulgado no dia 11 de agosto de 2012

3.2 – A inscrição não garante a classificação automática dos inscritos em qualquer fase do Festival Até o Tucupi;

3.3 – Poderão inscrever-se artistas individuais, coletivos ou trabalhos realizados em rede;

3.4 – A Mostra Coletiva de Artes Visuais possui caráter não competitivo, habilitando assim, artistas do Coletivo Difusão e Circuito Fora do Eixo que estejam envolvidos direta ou indiretamente na organização do evento a participarem do processo seletivo.

3.5 – Os projetos, trabalhos ou obras que tenham participado no Festival Até o Tucupi de 2011 não participará da seleção do Festival Até o Tucupi de 2012.

3.6 – A efetivação da inscrição pelo concorrente no presente evento implica na aceitação de todas as normas contidas neste regulamento.

3.7 – Ao se inscreverem os proponentes deverão preencher todos os campos de informação solicitados. na ficha de inscrição disponível no site www.festivalateotucupi.com (nome; curriculo breve, link para fotos; link para vídeos e release/concepção do projeto)

4 – DA SELEÇÃO

4.1 – Os projetos, trabalhos ou obras inscritos serão analisados por uma curadoria formada por profissionais das Artes Visuais e produtores culturais. Serão avaliadas: qualidade, estética e originalidade artística.

4.2 – As decisões da curadoria de seleção são irrevogáveis, não podendo ser impetrado qualquer recurso.

5 – DA DIVULGAÇÃO DOS SELECIONADOS

A Organização do Festival Até o Tucupi divulgará os selecionados pelos canais de comunicação do festival. Também será feito contato pessoal com cada artista, coletivo ou rede selecionada, via correio eletrônico.

6 – DA APRESENTAÇÃO NO FESTIVAL

6.1 – A montagem dos trabalhos será pré estabelecida pela curadoria em conjunto com  artistas, coletivos ou rede após o processo de seleção do projeto, trabalho ou obra. A Comissão Organização arcará apenas com os custo de produção, montagem/desmontagem, da exposição física e divulgação/comunicação de ambas as exposições.

6.2 – A duração da exposição coletiva será de 05 dias integrando a programação do Festival Até o Tucupi 2012.

6.3 – Após a desmontagem da exposição os trabalhos terão o prazo de 30 dias para retirada na sede do Coletivo Difusão situado na Rua Monsenhor Coutinho, 801 Centro.

6.4 – Após o encerramento das atividades do Até o Tucupi todos os trabalhos serão digitalizados e integrarão o acervo de artes visuais do coletivo para fins de difusão, formação e divulgação em festivais, escolas, universidades, espaços culturais, cineclubes, exposições coletivas e projetos desenvolvidos pelo Coletivo Difusão e o Circuito Fora do Eixo. O Coletivo Difusão garantirá os direitos de autoria de cada projeto.

6.5 – O Festival Até o Tucupi será realizado no mês de setembro de 2012.

7 – CASOS OMISSOS

7.1 – As dúvidas de interpretação ou integração de lacunas deste regulamento cabem à Organização do Festival Até o Tucupi 2012, sendo a Comissão de Seleção soberana, não cabendo veto ou recursos as suas decisões.

7.2 – Outros esclarecimentos poderão ser obtidos pelo endereço eletrônico coletivodifusao@gmail.com, telefone: 92 3307-9570.

“O Olhar que vem da Terra”, fotógrafos paraenses na Galeria Virgílio em SP

Olhar que vem da terra reúne fotografias de 15 artistas de origem paraense em coletiva na galeria dirigida por Izabel Pinheiro em São Paulo

A Galeria Virgilio inaugura no dia 08 de maio, às 20 horas, a mostra de fotografias O Olhar que vem da Terra, comcuradoria de Izabel Pinheiro e texto de apresentação do arquiteto Paulo Chaves. A coletiva 47 de fotos e 2 vídeos exibe a recente produção de 15 artistas de origem paraense ao público paulistano durante a realização da SP Arte, evidenciando a diversidade de linguagens de diferentes gerações de artistas selecionados pela galerista paraense.

Participam da coletiva: Alberto Bitar (selecionado para a 30a Bienal de São Paulo), Alexandre SequeiraArmando QueirozBruno CecimClaudia LeãoElza LimaMariano KlautauFlavya MutranFatinha SilvaGuy Veloso(participou da 29a Bienal de São Paulo), Octávio CardosoPaulo JaresWalda MarquesPedro Cunha e Paula Sampaio.

Balizada desde o início dos anos 1980 em oficinas criativas como o FotoficinaFotoativa e, principalmente, nas realizações do Fotovaral, a partir de 1983, algumas gerações de artistas paraenses passaram a fazer leituras críticas acerca do fazer fotográfico, alentando uma produção singular que teve continuidade na década seguinte, impulsionada pela Oficina de Fotografia Fotoativa. Para o pesquisador e fotógrafo Patrick Pardini, o legado técnico, metodológico e pedagógico dessas oficinas  se faz presente em grande parte da atual produção fotográfica paraense representada nesta mostra coletiva.

 

Para Paulo Chaves, “a fotografia paraense se afirma na diversidade de conceitos e atitudes diante da vida. A rigor, apesar das diferenças, pulsa uma factível identidade amazônica, com suas misérias e esperanças. Quem sabe um único olhar num caleidoscópio de infinitas combinações, ou, talvez, múltiplos olhares de uma essência que se plasma na energia do nosso imaginário”.

Serviço:

Evento: O Olhar que vem da terra, exposição coletiva de foto e vídeo

Abertura: 08 de maio, terça-feira, a partir das 20 horas

Período expositivo: de 09 de maio a 05 de junho de 2012

Local: Galeria Virgilio

Endereço: Rua Virgílio de Carvalho Pinto, 426

CEP 05415-020, Pinheiros, São Paulo – SP

Telefone: (55 11) 2373 2999

Horários: de segunda a sexta, das 10 às 19h; e sábados, das 10 às 17h

Entrada franca e livre

www.galeriavirgilio.com.br

Informações para a imprensa:

Décio Hernandez Di Giorgi

www.adelantecultural.com.br

dgiorgi@uol.com.br

Tel.: (55 11) 8255 3338 (cel.)

Fotoativa está com inscrições abertas para a oficina Photomorphosis

Miguel Chikaoka ministra a oficina, que acontece de 05/03 a 09/05 em Belém e é voltada para pessoas a partir de 16 anos

Um mergulho no universo da luz e da imagem: esta é a essência da oficina “Photomorphosis: Do Artesanal ao Digital”, ministrada pelo fotógrafo e educador Miguel Chikaoka. A Associação Fotoativa já está com inscrições abertas para o curso, que ocorrerá ao longo dos meses de março, abril e início de maio de 2012 em Belém.

Uma das mais tradicionais oficinas oferecidas pela Fotoativa, Photomorphosis traz uma proposta diferenciada porque busca estimular um olhar crítico do participante sobre o processo de construção fotográfica. “A finalidade é introduzir conhecimentos essenciais sobre origem, registro e tratamento  da imagem fotográfica e estimular a leitura crítica sobre as possibilidades do fazer fotográfico e seus desdobramentos”, explica Chikaoka.

O programa será desenvolvido através da construção e do uso de dispositivos artesanais, dinâmicas de deslocamento dos sentidos da percepção, expedições e exploração ponderada dos recursos tecnológicos atuais.

As aulas serão realizadas do dia 07 de março ao dia 09 de maio, com encontros semanais às quartas-feiras no espaço do Fórum Landi, no bairro da Cidade Velha. Outras atividades práticas, como laboratório e saídas fotográficas, terão datas e horários a combinar. A oficina é voltada a qualquer pessoa com interesse, com idade a partir de 16 anos, não exigindo conhecimento prévio de fotografia. As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de março na sede da Fotoativa.

Sobre o instrutor:
Miguel Chikaoka é engenheiro eletrotécnico formado pela Universidade de Campinas e iniciou na fotografia no final dos anos 1970, período em que morou como bolsista na França . Vive desde 1980 em Belém, onde se consolidou como fotógrafo e fundou a Fotoativa. Tem obras em acervos do Museo de Arte de las Américas – OEA (Washington-EUA), Secretaria de Cultura do Estado do Pará, Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro (RJ) e Coleção Pirelli MASP (SP), entre outros. É sócio-fundador da Kamara Kó Fotografias e trabalha atualmente como assessor do Centro Cultural SESC Boulevard, em Belém.

SERVIÇO
Oficina Photomorphosis: do Artesanal ao Digital
Quando: 07 de Março a 09 de Maio de 2012. Encontros semanais às quartas-feiras, 19h30 às 21h30, mais práticas, laboratório, consultas e saídas fotográficas.
Onde: Fórum Landi (Rua Siqueira Mendes, n° 60 – Praça do Carmo – Cidade Velha – Belém/PA)
Carga horária total: 52 horas
Público Alvo: Interessados a partir de 16 anos. É necessário possuir 1 câmera fotográfica.
$: R$ 600,00
Inscrições: até 05 de março de 2012 na sede da Fotoativa (Praça Visconde do Rio Branco – Praça das Mercês, nº19 – Campina – Belém/PA)

Mais informações: (91) 3225-2754a.fotoativa@gmail.com

Campanha “A Capela Pombo é do povo!” do Fórum Landi

A Capela Pombo [Séc. XVIII], de autoria do italiano Antonio Landi, está novamente sob ameaça de venda. Este crowdfunding, coordenado pelo Fórum Landi e com apoio da Universidade Federal do Pará, pretende unir forças no sentido de arrematar este patrimônio histórico de valor inestimável ao povo paraense, situado na Travessa Campos Sales, entre as Ruas Manoel Barata e 13 de Maio, no Bairro do Comércio.

Se não tomarmos uma atitude imediatamente, teremos de nos contentar com a dúvida: quem irá comprá-la? E o que será feito dela? Vamos ficar esperando pra ver ou vamos nos mobilizar, enquanto sociedade civil, pressionando o Governo a comprar essa briga a nosso lado?

Teremos seis meses pra arrecadar o valor total – nunca antes um crowdfunding no Brasil chegou a tanto, R$ 1.000.000,00. Parcial que seja, ao menos ganharemos legitimidade pra negociar com o atual proprietário.

A contrapartida? Uma vez arrematada, a Capela Pombo seria restaurada e preservada pela UFPA, através do Fórum Landi, e suas portas seriam permanentemente abertas ao grande público. Quer contrapartida melhor do que essa? Impossível. Além disso, porém, o nome dos doadores constarão em ordem alfabética em uma placa no interior da capela, após o restauro.

Vamos todos participar e dar um presente significativo e condizente com a magnitude de uma cidade como Belém!

Participe AQUI!

I Salão de Artes Visuais “Almirante Barroso”

Como parte das comemorações do 146º aniversário da vitória brasileira na Batalha Naval do Riachuelo – Data Magna da Marinha, o Comando do 4º Distrito Naval realizará, no período de 7 a 20 de junho de 2011, o I SALÃO DE ARTES VISUAIS “ALMIRANTE BARROSO”, na Sala Antônio Parreiras, no Museu de Artes do Pará – MEP. A cerimônia de abertura e premiação do Salão será dia 6 de junho.
As inscrições estarão abertas até o dia 25 de maio, sem limite de inscritos e serão efetuadas online, no site da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (www.cpaor.mar.mil.br) e no Museu do Estado do Pará – MEP, situado à Praça Dom Pedro II, sem número, Cidade Velha, de segunda à sexta-feira, no horário de 9 às 14h.
Ressaltamos aos artistas inscritos que somente as obras selecionadas pela Comissão Julgadora serão expostas no Salão. Poderão se inscrever artistas brasileiros e estrangeiros legalmente residentes nos Estados da área de jurisdição do Comando do 4º Distrito Naval (Amapá, Maranhão, Piauí e Pará) mediante apresentação de documento de identidade, CPF e preenchimento da ficha de inscrição.

O regulamento completo do I SALÃO DE ARTES VISUAIS “ALMIRANTE BARROSO” encontra-se disponível no site http://www.cpaor.mar.mil.br. As obras não selecionadas deverão ser retiradas no período de 31 de maio a 9 de junho de 2011, de 9h às 14h, em dias úteis, no Museu do Estado do Pará – MEP.

A premiação num total de R$ 14.500,00 (quatorze mil e quinhentos reais), distribuídos em: R$ 3.000,00 (três mil reais) para o 1º prêmio; R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) para o 2° prêmio; R$ 2.000,00 (dois mil reais) para o 3º Prêmio; além de sete Menções Honrosas no valor de R$ 1.000,00 (cada).

I Salão de Artes Visuais “Almirante Barroso”:
Período de inscrições: até 25 de maio
Abertura do Salão e premiação: 6 de junho
Período de exposição: de 7 a 20 de junho
Local da exposição: Sala Antônio Parreiras do Museu do Estado do Pará – MEP

Mais informações: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
COMANDO DO 4º DISTRITO NAVAL
Praça Carneiro da Rocha, sem número, Cidade Velha
(91) 3216-4017 – albernaz@4dn.mar.mil.br

Atelier do Porto

Uma iniciativa importante para estabelecer um vínculo mais próximo entre os artistas plásticos paraenses e a sociedade. A arte pode e deve ser compartilhada a todo momento e não apenas em raras exposições sazonais. Armando Sobral e equipe estão de parabéns.

NESTE PRÓXIMO SÁBADO ABRIREMOS O ATELIER PARA QUE TODOS CONHEÇAM ESTE NOVO ESPAÇO VOLTADO PARA A COMERCIALIZAÇÃO, DIFUSÃO E PRODUÇÃO DA ARTE CONTEMPORÂNEA PARAENSE, COM ÊNFASE NA GRAVURA E OBRAS EM PAPEL. DIVERSOS ARTISTAS ENCONTRAM-SE REPRESENTADOS NO ATELIER: ALEXANDRE SEQUEIRA, ARMANDO SOBRAL, ARMANDO QUEIROZ, ELAINE ARRUDA, DIO VIANA, MARCONE MOREIRA, RONALDO MORAES RÊGO, JOCATOS, ALBERTO BITAR.
AGUARDAREMOS TODOS PARA CONHECER AS OBRAS DOS ARTISTAS, TROCAR UMAS IDÉIAS E CONFRATENIZAR.
GRANDE ABRAÇO

ATELIER DO PORTO

Mercado de arte em Belém, de quem é a responsa?

 

O Atelier do Porto aposta em um mercado mais informado. Além de apreciar as obras de diversos artistas, o público conhece de perto os processos que levam à criação e produção dos trabalhos.

“Resolvi publicar esta entrevista que dei ao Diário do Pará porque, primeiro, acho que o assunto está longe de se esgotar e, segundo, pelas respostas serem insuficientes e carecerem de outras experiências”

por Armando Sobral

Como é o trabalho de um artista plástico ou artista visual?
Primeiramente, gostaria de deixar claro que baseio as respostas em minhas próprias experiências e escolhas.
Como qualquer outra profissão, o trabalho artístico exige disciplina, organização e de um espaço em condições adequadas para a produção. Geralmente, com poucas exceções, o artista não tem como contar somente com a venda da sua obra, circunstância que o leva a diversificar o seu campo de atuação. Encontramos profissionais que mantêm sua produção artística e dedicam-se ao ensino da arte em universidades ou em escolas públicas ; outros se capacitaram para atuar na gestão pública onde desenvolvem políticas ou administram instituições; ainda há os que buscam conciliar sua carreira com um trabalho mais independente como produtores culturais, designers gráficos, fotógrafos, etc. Dessa forma, o trabalho de um artista plástico depende da maneira como ele administra suas atividades, às vezes conflitantes, e organiza seu tempo para se dedicar à sua criação. Talvez, o maior esforço seja manter-se firme e determinado em priorizar o trabalho artístico, caso contrário corre o risco de enfraquecê-lo e de ser suplantado gradualmente por outras atividades.
Cresce a oferta de recursos através de editais e de linhas de financiamento para exposições, publicações e pesquisa; política presente nas esferas pública e privada responsável pela descentralização dos recursos e que permite ao artista desenvolver projetos que demandam investimentos maiores, além de se constituírem em plataformas estratégicas para a divulgação e inserção do trabalho no circuito. Então, quem pretende contar com os benefícios dos programas existentes de apoio financeiro à cultura, deve administrar, organizar e planejar sua carreira, como também qualificar-se para atender as exigências burocráticas impostas pelos regulamentos e normas dos editais ou pelas linhas de financiamento de empresas, que normalmente exigem das propostas os selos de incentivos fiscais.
Atualmente, o perfil do artista profissional é o de criador e curador, faz e cuida da própria produção. Seu dia-a-dia é, por um lado, um permanente estado de concentração no trabalho de criação e, por outro, o caminho da sobrevivência e a busca por alternativas para produzir e difundir a sua obra com mais eficiência.
Como é o Mercado de trabalho em Belém?
De maneira geral, existe o mercado que compra e vende objetos de arte, sejam eles quais forem, e outro que absorve o profissional formado em arte, que não precisa ser necessariamente um artista – o professor de arte, acadêmico ou não; profissionais para o trabalho em museus e instituições culturais; mediadores; web designers; ilustradores e outros. Em Belém, o primeiro se retraiu a tal ponto que, praticamente, desapareceu – se é que existiu em algum momento; o segundo vem crescendo com a ampliação dos equipamentos culturais e a exigência de técnicos e gestores, de mediadores para as exposições, de arte-educadores para as escolas ou instituições culturais, artistas para atuarem em projetos de empresas, ONGS ou institutos, a demanda por criadores que dominam as novas tecnologias da imagem, e por aí vai.
Contamos nos dedos as empresas da região que incentivam a produção artística local, a maioria prefere criar suas fundações ou institutos e definir o marketing cultural de valorização da própria imagem empresarial para captar recursos ou tirar proveito das leis de incentivo fiscal. Constatamos um crescimento imobiliário sem precedentes que poderia se transformar em nicho potencial do mercado de arte em Belém, mas a falta de assessoramento, ou mesmo de visão, leva os empresários a investir em outros mercados com a aquisição de trabalhos de gosto questionável e sem valor de mercado. A mudança dessa lógica para a valorização da arte local com consultoria técnica respaldada seria uma iniciativa transformadora tanto para os artistas quanto para os próprios empresários, o dinheiro retornaria para a cadeia produtiva local.
São raros os colecionadores e as poucas, e heróicas, galerias existentes não chegam a constituir um mercado estimulante, o artista não sobrevive de vendas ocasionais. O circuito artístico é globalizado e sempre acolhe novos fluxos, os artistas locais deveriam saber se beneficiar disso por sua posição estratégica de encontrar-se em um centro que vem se referenciando no cenário artístico contemporâneo. Acredito que o momento seja do artista organizar a cadeia local, formar público e estimular um circuito mais independente, missão até agora assumida pelo poder público – com algumas ressalvas, é claro.
O que existe hoje de mais moderno no campo de trabalho?
O que existe, de fato, é o mito em torno do ‘novo’ . As tendências surgem e desaparecem ao sabor dos interesses de mercado e pouca coisa permanece. Na última Bienal de SP, por exemplo, foi evidente a ênfase dada ao vídeo e à instalação. Mas o que há de novo nisso? Nada, são tendências reeditadas e que se renovam há décadas com o emprego das novas tecnologias disponíveis, que vem tornando esses ambientes cada vez mais estimulantes. Talvez a gente se encontre em um período de aperfeiçoamento, pelo menos é o que me parece.
Ainda há campo para as artes tradicionais como escultura, xilografia, gravuras?
Em arte, a técnica não é o fim – um jargão que precisa ser relembrado de vez em quando. Qualquer modalidade técnica, seja ela qual for, é um meio legítimo de expressão e, certamente, tem o seu lugar assegurado, na medida em que o artista a coloca a serviço da sua própria experiência e visão.

 

Brasil integra ranking internacional de exposições e museus mais visitados

A revista britânica The Art Newspaper divulgou nesta terça-feira (5) o resultado de ranking anual elaborado pela publicação sobre os museus e exposições mais visitados do mundo. A lista traz museus e exposições de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília entre aqueles que atraíram maiores públicos em 2010. Esta é a primeira vez que o Brasil participa da pesquisa, que foi coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/Ministério da Cultura).

Com um público total de 535 mil visitantes, a 29ª Bienal de São Paulo, realizada entre os dias 19 de setembro e 12 de dezembro, figura no ranking como a 12ª exposição mais visitada em todo o mundo no ano passado.

As exposições Islã (445.598 visitantes), Regina Silveira – Linha de Sombra (477.106) e Rebecca Horn (313.756), todas organizadas pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro, vêm logo na sequência. O Mundo Mágico de Escher, do CCBB Brasília, e Expedição Langsdorff, do CCBB São Paulo, também aparecem no ranking entre as 100 mostras com maior público.

O Brasil também é citado como detentor de cinco dos museus de arte mais visitados do mundo: o CCBB do Rio de Janeiro figura em 14º lugar na lista, que inclui ainda as unidades de Brasília e São Paulo, além do Museu de Arte de São Paulo (MASP) e da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Há ainda menções a mostras brasileiras nos rankings temáticos divulgados pela revista, que citam exposições organizadas pelo Museu Imperial (RJ), Museu de Arte Moderna (SP), Museu de Artes e Ofícios (MG) e Instituto Itaú Cultural (SP).

A publicação, considerada uma das principais fontes internacionais de informação sobre arte, destaca que esta é a primeira vez que mostras brasileiras integram o ranking. O levantamento completo pode ser acessado no site da revista.

O Ibram prepara para os próximos 45 dias o lançamento de um sistema de informação com os mesmos critérios adotados pela revista The Art Newspaper, que vai permitir o acompanhamento permanente de dados relativos à visitação dos principais museus e centros culturais brasileiros.

Informações para a imprensa: Assessoria de Comunicação do Ibram: ascom@museus.gov.br

  • Bruno Aragão: (61) 2024-4302
  • Tatiana Beltrão: (61) 2024-4035 e 9619-5445
  • Aline Fonseca: (610 2024-4034

EDITAIS PARA SUBMISSÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS E PARA INSCRIÇÃO DE OUVINTES PARA O IV ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE MUSEOLOGIA

IV ENEMU

ENCONTRO NACIONAL DOS ESTUDANTES DE MUSEOLOGIA

“ MUSEOLOGIA E INTERDISCIPLINARIDADE”

10 a 15 de Julho de 2011Goiânia – Goiás

Exposição “COBERTA DE RAZÕES” de Elieni Tenório, Sesc Doca

Exposição: “COBERTA DE RAZÕES” de Elieni Tenório, acontece no dia 11 de março às 19 hs, no Sesc da Doca, em homenagem o Dia Internacional da Mulher. A artista sorteará duas gravuras no evento.

IV ENEMU “A museologia e sua interdisciplinaridade” – 10 a 15 de Julho – Goiania, Goiás

Companheiros/as, Os últimos anos para o movimento estudantil de Museologia foram períodos de extrema importância na criação, construção e fortalecimento das nossas entidades representativas estudantis. E numa conjuntura que a Museologia conquistava – e ainda conquista – importantes vitórias na ótica da política pública de Estado. Com a criação de novos cursos, de uma autarquia, de leis e ferramentas que para nós, estudantes e militantes da causa museal, precisamos participar ativamente em defesa das nossas reivindicações. Precisamos demarcar nosso espaço, mostrar nossa cara e nossa voz frente às diversas demandas que temos que cumprir. E não são poucas! São demandas da vida pessoal, do curso, do campus, da Universidade… Entretanto, ao optarmos em fazer parte de Centros/Diretórios Acadêmicos ou em ajudar nossas entidades nas tarefas cotidianas, sabemos o quanto é central para manter acessa a chama enquanto a tempestade se aproxima. Neste sentido, temos a oportunidade neste ENEMU em Góias de, mais do que nunca, fazer o balanço principalmente deste último ano e, com isso, pensar, debater e aplicar as decisões sobre o que fazer em cada localidade que tenha um curso de Museologia. Camaradas, o momento é agora! Todos/as estão chamados a defender as nossas conquistas e reoxigenar nossas entidades. Lembremos daqueles que batalharam para que os estudantes de Museologia tivessem um instrumento nacional que centralizasse e dialogasse com todos/as e os representassem. A construção da ExNEMUS [Executiva Nacional dos Estudantes de Museologia] é diária. Todos/as devemos construí-la nas nossas Universidades. Só assim, com a unidade dos estudantes de Museologia do Brasil, teremos força.  Vamos lá, façamos a mobilização para fazer desse ENEMU, nosso espaço de discussão, debate e ação do movimento estudantil de museologia no próximo período. A construção começa agora, já! Não apenas a UFG, mas a UFBA, UNIRIO, UFPEL, UFPA, UNB, UFRGS, UNIBAVE, UFOP, UFPE, UFS, UFRB… Mas é dever de todos construir esta atividade.

Após um passo dado, outro passo é necessário!

Futuros museólogos, uni-vos em defesa e pelas nossas reivindicações

Coordenação do IV ENEMU

Terceras Jornadas del Mercosur sobre Patrimonio Intangible – 13 al 16 de Abril – Mar del Plata, Argentina

En el año 1997 el CICOP Argentina realizó las Primeras Jornadas de Patrimonio Intangible en la ciudad de Mar del Plata, oportunidad en que se elaboró la CARTA DE MAR DEL PLATA sobre El Patrimonio Intangible, y en el año 2000 el CICOP Paraguay desarrolló las Segundas Jornadas en la ciudad de Ayolas.
Estos encuentros, que contaron con la adhesión de la UNESCO, permitieron instalar lenta pero seguramente la mirada hacia estas expresiones culturales que se consolidaron en un corpus doctrinario como lo es la Convención para la Salvaguardia del Patrimonio Cultural Inmaterial de la UNESCO que entró en vigencia en octubre del 2003 y promulgó sus Directrices en el 2008. CICOP AR, estima conveniente continuar con la denominación de Patrimonio Cultural Intangible para las Terceras Jornadas, sin que por ello se modifique la definición, esencia o espíritu expresados en la Convención.
El CICOP AR, conciente de la importancia que estos avances doctrinarios produjeron en nuestra Región, convoca a estas Terceras Jornadas para analizar e intercambiar ideas sobre los nuevos desafíos que tienen los gobiernos a cargo de la gestión del Patrimonio Intangible, a los profesionales que desde distintas disciplinas intervienen directa o indirectamente en proyectos y planes de registro, divulgación, gestión, etc, así como a la sociedad civil a la que le cabe un papel fundamental en su defensa y salvaguarda.
OBJETIVOS
Entre los objetivos de estas Terceras Jornadas:
*Reconocer y valorar la importancia de la gestión cultural para la promoción integral del Patrimonio Cultural Intangible
*Conocer la situación en relación con la protección del Patrimonio Cultural Intangible en distintas países y regiones.
*Poner de relieve los aspectos comunes y las diferencias en cuanto a métodos y enfoques relacionados con este patrimonio
*Evaluar las fortalezas y debilidades en las políticas culturales y acciones de conservación
*Tomar conocimiento de la diversidad y la riqueza patrimonial que presentan cada una de nuestras sociedades
*Promover las acciones de registro e inventario relacionados con el Patrimonio Cultural Intangible
*Contribuir a la conservación de los archivos y la documentación relacionados con este tipo de patrimonio
*Promover la difusión de cada una de nuestras culturas; la transferencia de conocimientos y experiencias específicas respecto a la puesta en valor del Patrimonio Cultural Intangible
*Encarar un análisis crítico respecto a los límites y posibilidades reales para la conservación de este tipo de Patrimonio
*Analizar los instrumentos más eficaces de planificación para el aprovechamiento responsable del Patrimonio Cultural Intangible, como recurso de desarrollo sostenible de las comunidades
TEMARIO
Las Jornadas abarcarán los siguientes temas:
. Registro e Inventario. Legislación y Normas de Protección,
. Proyectos, Planes y Experiencias de Gestión, Manejo y Conservación del Patrimonio Cultural Intangible.
. Paisajes, Rutas o Territorios Culturales: una mirada integral
. Repercusiones e impacto de las declaratorias de Expresiones Culturales Inmateriales en la Lista de la UNESCO, mecanismos de abordaje.
ASISTENTES
La convocatoria, de alcance regional, está abierta a todas aquellas personas que tengan inquietudes respecto a este patrimonio cultural que hace tanto a la construcción de nuestras identidades.
Las Jornadas congregarán asimismo a especialistas en la temática, organizaciones civiles, organismos nacionales e internacionales, gubernamentales y no gubernamentales, universidades, de modo tal de lograr un fecundo intercambio que permita ajustar mecanismos y optimizar recursos humanos y técnicos, en el conocimiento, la valoración y la puesta en valor de este patrimonio.
Se contará con la invalorable participación de especialistas de la Oficina Regional de UNESCO en Montevideo, del CRESPIAL, Centro Regional en Patrimonio Inmaterial de América Latina, así como con presidentes y miembros de los Cicop nacionales del Mercosur y Mercosur ampliado.
IDIOMAS Español y portugués
(sin traducciones)
PARTICIPACIÓN ACTIVA
Quienes lo deseen podrán presentar avances en trabajos de investigación y/ o experiencias a través de:
– Ponencias
– Comunicaciones
– Paneles y/o representaciones
CRONOGRAMA
La propuesta para la presentación de los paneles o presentación póster tiene como fecha límite el 28 de febrero de 2011
Los trabajos de Ponencias o Comunicaciones deberán ser presentados en tiempo y forma antes del 7 de marzo de 2011.
ARANCELES DE INSCRIPCIÓN
Participantes
$ 120.- (hasta el 14 de marzo), posterior a esa fecha $ 160.-
Miembros CICOP (con cuotas al día) o de las entidades adheridas:
$ 80.- (hasta el 14 de marzo), posterior a esa fecha $ 120.
Todos los precios son en pesos argentinos
PONENCIAS Y COMUNICACIONES


PONENCIA
Se considerará ponencia, a las presentaciones que aborden problemas con específico contenido teórico, susceptibles de generalización.
COMUNICACIÓN
Se considerará comunicación, a las presentaciones que aborden problemas, proyectos o propuestas específicos, o locales.
Presentación
Formato A4
Tipo de letra: Times New Roman o similar.
Encabezamiento: Título de la Ponencia o la Comunicación: Cuerpo 14 en negrita. Si hubiere subtítulo: Cuerpo 14, normal.
Nombre del autor o de los autores: Cuerpo 12, cursiva (itálica) en negrita.
Si correspondiera: Entidad o Institución a la que representa: Cuerpo 12, normal.
Texto: Cuerpo 10, normal. Justificado a la izquierda.
Marginación: Superior: 30mm, inferior: 20 mm, izquierda: 30mm, derecha: 20mm.
Gráficos, fotos, dibujos: Preferentemente escaneados.
Estas imágenes serán entregados con resolución 300 dpi o similar, por separado.
Deberá contemplarse que estos elementos serán publicados en blanco y negro. Los autores deberán asegurarse que los gráficos, fotos o dibujos, cuenten con la correspondiente autorización para ser publicados en forma libre de cargo por parte del CICOP AR
Notas: Siempre al final del trabajo (no a pie de página)
Bibliografía y citas: Preferentemente se utilizará el sistema de referencias Harvard
Extensión de los trabajos
Comunicaciones: Máximo en cantidad de hojas (incluyendo fotos, dibujos e imágenes, notas y bibliografía): 8 carillas
Ponencias: Máximo en cantidad de hojas (incluyendo fotos, dibujos e imágenes, notas y bibliografía): 16 carillas
En caso de requerir mayor extensión se podrá solicitar por escrito explicitando las razones.
En hoja aparte:
Autor principal o autores del trabajo, nombre y apellidos completos
Profesión o especialidad. Dirección, Teléfono, Fax, E.mail, de autor/es
Currículum del autor o de los autores principales (no más de 5 renglones, cuerpo 10 normal)
Se deberá especificar si la presentación se propone como Ponencia o Comunicación.
Síntesis para página Web o blog
Encabezado: ídem Encabezado indicado para comunicaciones y ponencias
Texto: 3200 caracteres (incluidos espacios)
Gráficos: Máximo: 5 dibujos, gráficos o fotos representativos (indicando grado de importancia) y separados del texto.
Envío: Por correo electrónico
Textos: Preferentemente en Microsoft Word.
Gráficos: preferentemente en jpg en alta calidad
Sistema de envío
Envío en Microsoft Word, preferentemente CD o DVD
o por Correo electrónico a Comité Organizador Jornadas sobre Patrimonio Cultural Inmaterial
cicop@sinectis.com.ar
cicopar@gmail.com
Aceptación de los trabajos
La aceptación de las Comunicaciones y Ponencias queda a cargo de representantes del Comité Científico.
Será comunicada a sus autores a través de correo electrónico antes del 14 de marzo.
La extensión, el día y horario de presentación de los trabajos por parte de sus autores será definido por el Comité de Organización y comunicado oportunamente.
El envío, aceptación y aprobación de las presentaciones escritas constituirán razón suficiente para la aceptación por parte de sus autores, de su publicación, tanto en formato papel como en formato CD/DVD o similar.
PANELES o PRESENTACIÓN POSTER
Muestran los problemas, proyectos, diseños, casos o soluciones, en forma fundamentalmente gráfica o fotográfica.
También se podrán presentar actividades artesanales, gastronómicas, de canto o baile, o de otro tipo. En estos casos, se deberá aclarar forma y extensión temporal que demande la acción o interpretación., así como los elementos y cantidad de participantes involucrados.
Fecha límite de la propuesta
La propuesta para la presentación de los Paneles o presentación Póster, o representaciones de distinto tipo, tiene como fecha límite el 28 de febrero de 2011, aunque se priorizarán aquellas presentaciones que se hagan con antelación.
Presentación de la propuesta
Contenido conceptual
Formato A4
Tipo de letra: Times New Roman o similar.
Encabezado: Título del trabajo, presentación o representación: Cuerpo 14 en negrita. Si hubiere subtítulo: Cuerpo 14, normal.
Nombre del autor o de los autores: Cuerpo 12, cursiva (itálica) en negrita.
Si correspondiera: Entidad o Institución a la que representa: Cuerpo 12, normal.
Texto: Cuerpo 10, normal. Justificado a la izquierda.
Marginación: Superior: 30mm, inferior: 20 mm, izquierda: 30mm, derecha: 20mm.
Gráficos, fotos o dibujos em jpg
Texto: Deberá ser una síntesis del trabajo realizado, a presentar y/o representar. Extensión máxima: 1200 caracteres (incluidos espacios)
Gráficos: máximo 6 dibujos, gráficos o fotos representativos, separados del texto.
De ser aceptados por el Comité Organizador, estos datos podrán ser publicados por el CICOP en página Web o Blog, en hoja papel y/o DVD o similar.
Tamaño y cantidad de paneles definitivos
Serán de 70 cm x 100 cm.
Máximo 2 paneles
Para normas específicas distintas, así como para ampliar el número de paneles, se deberá contactar con el Comité Organizador.
Deberá contemplarse un espacio vacío en la parte inferior del panel de 5 cm de alto por 50 cm de ancho.
Allí los organizadores adherirán información relacionada a las Jornadas.
Envío
Por Correo electrónico dirigido a Comité Organizador Jornadas sobre Patrimonio Inmaterial
cicop@sinectis.com.ar
cicopar@gmail.com
Texto: Preferentemente en Microsoft Word.
Gráficos: preferentemente en jpg en alta calidad
Aceptación de los paneles o actividades
Queda a cargo de representantes del Comité Científico y/o Comité Organizador
Será comunicada a sus autores a través de correo electrónico en un período de tiempo no mayor a dos semanas después de presentada la propuesta.
Entrega de los paneles
Será en la ciudad de Mar del Plata, en fecha y lugar a convenir oportunamente con el Comité Organizador.
INFORMES E INSCRIPCIÓN
Centro Internacional para la Conservación del Patrimonio Argentina
Perú 272, Manzana de las Luces. CP C1067AAF, Buenos Aires, Argentina
Tel/Fax: 54 (011) 4 343 2281 E-mail: cicop@sinectis.com.ar

 

 

FICHA INSCRIPCION PATRIM INTANGIBLE 2011

Prorrogadas as inscrições para a 9ª Semana Nacional de Museus

Prorrogadas as inscrições para a 9ª Semana Nacional de Museus

A data para inscrição de eventos de museus interessados em participar da 9ª Semana Nacional de Museus foi prorrogada. O novo prazo é 27 de fevereiro. As instituições interessadas devem preencher o formulário disponível no site www.museus.gov.br. O museu que tiver alguma dúvida ou quiser mais informações pode enviar e-mail para cpgii@museus.gov.br ou ligar para (61) 2024-4121 ou 2024-4137.

O tema da 9ª Semana Nacional de Museus é Museu e Memória.

Lidar com a memória de modo crítico é um desafio para os museus contemporâneos. Como disse a presidenta Dilma Roussef, em Porto Alegre, no Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto: “A memória é uma arma humana para impedir a repetição da barbárie, é isso que é a memória. (…) No Brasil, o dever de memória é algo indissociável do dever de festejar a vida”.

Desde 2003, quando foi lançada, a Semana Nacional de Museus já promoveu mais de 9 mileventos como seminários, shows, exposições, visitas guiadas, palestras, exibição de filmes e documentários, entre outros. A Semana Nacional de Museus tem-se mostrado um efetivo instrumento de divulgação dos museus ao mobilizar e apresentar uma programação comum que chama a comunidade a refletir, discutir e trocar experiências sobre temas da contemporaneidade, revelando a importância das instituições museológicas para o desenvolvimento da sociedade.

Blogs – Acesse os blogs que apoiam a divulgação da 9ª Semana Nacional de Museus maniamuseu.wordpress.com, www.repensandomuseus.blogspot.com, museologando.blogspot.com, educamuseu.blogspot.com e o caminhosdosmuseus.wordpress.com

Participe! Não deixe de inscrever seu museu na 9ª Semana Nacional de Museus.

Fontee: IBRAM

Lançamento de livros sobre patrimônio, cultura, história e arqueologia do Marajó – IPHAN

Lançamento dos livros “Marajó – Culturas e Paisagens” e “Folias de São Sebastião: um estudo da transmissão musical”, “Muito Além dos Campos: arqueologia e história da Amazônia” e “Abordando o passado: uma introdução à arqueologia”.

Museália – Revista de Cultura e Museus do Ibram

MuseáliaRevista de Cultura e Museus é a mais recente publicação do Ibram. De cunho institucional e edição semestral, a revista pretende mostrar não só o trabalho do Ibram, mas também o que acontece nos museus brasileiros.

É uma forma de divulgar à sociedade os eventos da área museológica e a atuação do Instituto, dos museus e instituições museais de todo o país. A revista, que já está disponível para leitura no site do Ibram, em breve será distribuída gratuitamente para museus e instituições museais.

Clique aqui para acessar a revista

Fonte: IBRAM