Lançamento do Dossiê “Por uma cartografia crítica da Amazônia”

De abril a agosto de 2012, em Belém do Pará, iniciou-se a busca de uma síntese. Pontos críticos desse enigma alcunhado Amazônia começaram a se grafar em Dossiê: físico e digital. Surgiram fascículos: “Prólogo: Perigoso e Divertido”, “Vontade de Potência”, “Estamos em greve”, “Redes locais, Autonomia”, “Epílogo: Entre rios, rua e igarapés”.

Coordenado por Giseli Vasconcelos, e tendo na equipe Mateus Moura, Romario Alves, Ícaro Gaya, Lucas Gouvea, Bruna Suellen e Arthur Leandro, e quaisquer colaboradores, o processo (que sempre estará em processo) de construção desse documento aberto pretende, entre outras coisas, olhar do alto, de baixo, de dentro, de fora, na altura dos olhos, no espelho. AMAZÔNIA é o nome da floresta-enigma que está sendo in-plorada. Trabalhoso.

Os vídeos em construção foram denominados remix-texturas (rmx txt ura’s), ‘remix’ enquanto ressignificação do que já existe, ‘texto’ (no sentido máximo, sendo sinônimo de imagem – visual, sonora, conceitual) e ‘urdidura’ (s.f. ação ou efeito de urdir; conjunto de fios no tear por entre os quais se faz a trama; Fig. tramóia, intriga, maquinação).

Colaborativo, o viés do projeto/processo abre à opinião pública às portas digitais.
Há muitos afetos para se construir, muitos paradigmas para se destruir, muitas árvores para compreender. Por outras cartografias.

Fonte: Qualquer Coletivo

 

 

 

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