Conversa com os artistas – Processo Criativo // Galeria Gotazkaen

Abrindo as portas em Dezembro de 2012, com uma exposição de Rodrigo Cantalício, Luiza Cavalcante e Brunno Regis, a Gotazkaen é um espaço expositivo que devemos prestar bastante atenção.  Novíssimo espaço na cena artística de Belém,  realiza nesta quarta (25)  um bate-papo com os três artistas expostos sobre seus processos criativos. Vale conferir!

Do perfil do Facebook da Gotazkaen:

 

 

 

As composições do Rodrigo Cantalicio trazem o colorido sóbrio de tons como vermelho e amarelo ao mesmo tempo que revelam a alegria de elementos figurativos, como estrelas e arabescos. Outra peculiaridade do estilo de Cantalicio é que, muitas vezes, as mãos e cabelos de seus personagens são mais importantes que seus rostos, por revelarem movimentos insólitos, que sugerem a desfragmentação do concreto. Ele se inspira em Klimt, Dali e Tom Zé, mais pela forma de verem a vida, do que por sua estética.

 

 

 

Luiza tem 22 anos, uma coleção de 14 câmeras analógicas e uns filmes para revelar. O que gosta na fotografia é a surpresa da imagem, um filme vencido, aquela revelação esquecida, a lembrança guardada. Participou de 7 exposições coletivas, obteve 2 fotografias no projeto INDICIAL – exposição localizada em um prédio abandonado em ruínas juntamente com fotógrafos renomados e iniciantes. Também conta com participação no evento de fotografia Paraty em Foco no ano de 2009 e uma publicação na revista nacional Fotographos na 13º edição no ano de 2007.
Formou-se este ano em Artes Visuais e pretende buscar novos e bons ares em breve.

 

Brunno, sobre o seu trabalho: “Acho que descobri que fotografia era fotografia muito tarde, queria ter passado aquelas tardes ociosas de pré-adolescência fotografando. Fui começar de verdade a me ligar em bater foto quando eu já tinha entrado na faculdade e o tempo já era mais corrido. Sempre tive como principal referência os álbuns de família. Meu pai não era fotógrafo nem nada, na verdade eu nem tinha me tocado até outro dia que era ele quem registrava as minhas fotos preferidas, mas o que eu adoro é a genuidade dessas fotos mais íntimas. Depois de um tempo acabei tendo contato com fotografia profissionalmente, dando de cara com todos os embates de tecnologia de fotografia digital e essas coisas. Me tornei mais técnico, comecei a fotografar vídeo e me preocupar com “mise en scène” e coisa e tal, mas nunca deixei de lado a paixão por aquele sentimento de “dane-se se a foto é de celular, digital, analógico, pin-hole, tekpix”, o que é importa não é a plataforma e sim o resultado.

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