Exposição “O Olhar em Construção” – Laboratório das Artes do Museu Casa das Onze Janelas

O Museu Casa das Onze Janelas, realizou através da iniciativa e trabalho do professor Valério Silveira, em parceria com os educadores do museu, a oficina fotográfica “O Olhar em Construção” . Tal atividade veio integrar a programação educativa da mostra “LUIZ BRAGA o percurso do olhar – Mostra da Coleção Luiz Braga do Museu Casa das Onze Janelas.


Depois de algumas visitas feitas pelo professor Valério , a exposição, com a participação de seus alunos, e em conversas com a educadora do museu, Bianca Shiguefuzi , surgiu a idéia da realização de uma ação em parceria para ter como foco a exposição da Coleção Luiz Braga. Desta forma , com anuência da instituição , que investiu na proposta, aconteceu em todas as sextas-feiras do mês de novembro, os desdobramentos da atividade de forma gratuita aos 14 participantes, que confeccionaram máquinas fotográficas artesanais a partir da estrutura de caixas de fósforo e demais materiais próprios para a referida técnica, realizaram passeios fotográficos para realização das imagens e discutiram e refletiram  acerca do ato de fotografar, tendo com recorte a obra de Luiz Braga.

A ação alcançou seu objetivo de integrar o museu a comunidade, através de atividades educativas em torno de suas exposições, e mais especificamente neste caso, à difusão de seu acervo, na qual os integrantes da oficina puderam conhecer mais sobre a obra deste importante fotógrafo paraense e de um modo geral sobre a fotografia produzida em nosso Estado. Desta forma o museu apresenta ao público, parte do material produzido na oficina na exposição “O Olhar em Construção” que abre amanhã no Laboratório das Artes, com imagens realizadas pelas participantes Camille Nascimento, Deborah Cabral, Mara Tavares e Julieth Corrêa, junto com fotografias de Valério Silveira.

O Museu Casa das Onze Janelas , compreende que é de fundamental importância a realização de ações como esta, que promovem a valoração, a pesquisa, a preservação e a comunicação do seu acervo, oferecendo ao público atividades de difusão de conhecimento através de exposições, publicações, oficinas , palestras e demais ações educativas. Tendo como objetivo a valorização, o fomento e a difusão das artes visuais paraense e o fortalecimento das ações desenvolvidas pela instituição, que  afirma seu perfil de arena de reflexão, fomento e difusão cultural com ações que trabalharam os processos de democratização da arte, inclusão social e cidadania.

 

Exposição “Grafias” – Espaço Cultural Banco da Amazônia

Ibram lança cadastro de obras roubadas e furtadas de museus

Ibram lança e furtadas de museus cadastro de obras roubadas

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) lançou no último sábado (18/12) o Cadastro de Bens Musealizados Desaparecidos, que reúne informações sobre itens desaparecidos de acervos pertencentes aos museus. O lançamento do cadastro foi feito em evento comemorativo ao Dia do Museólogo, no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro.

O cadastro tem como objetivo possibilitar o rastreamento, a localização e a recuperação desses bens. A listagem está disponível na página www.museus.gov.br/desaparecidos. A criação de uma base de dados nacional relativa aos bens de museus é um passo importante no combate aos roubos de bens culturais. O objetivo é coibir o comércio ilegal de arte brasileira.

Inicialmente, a listagem conta com 112 itens desaparecidos por roubo ou furto de nove museus dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás vinculados ao Ibram/MinC. Mas o cadastro será permanentemente atualizado, pois a ideia é ampliar a base de dados e incentivar a adesão de museus privados e públicos de todo o país para que alimentem a lista enviando informações sobre itens desaparecidos. Ibram e Polícia Federal elaboram termo de cooperação para incluir o cadastro em uma ampla rede nacional e internacional de organismos de segurança pública, de controle aduaneiro, comerciantes de antiguidades e de artes em geral.

Dos 112 itens registrados, 58% deles desapareceram por motivo de furto e 42% por roubo. “Vamos atuar numa linha de recuperação de obras e de diminuição desse tipo de ocorrência em museus”, afirma o coordenador do Patrimônio Museológico do Ibram/MinC, Cícero Antônio de Almeida, também responsável pelo projeto do cadastro.

A probabilidade de recuperação dos acervos furtados ou roubados está diretamente ligada à rápida e eficiente circulação de informações sobre a ocorrência, razão pela qual é importante a comunicação imediata do desaparecimento do bem. “Essas peças são únicas, não são mercadorias que você pode levar uma e existem outras cem iguais”, explica Cícero.

Informação a serviço da segurança
O Cadastro de Bens Musealizados Desaparecidos faz parte do conjunto de políticas voltadas ao aperfeiçoamento das medidas de segurança dos museus brasileiros.
As informações contidas no Cadastro serão fornecidas pelos próprios museus, da seguinte forma:
1) Após tomadas as medidas legais necessárias sobre o furto ou roubo, o museu, através de seu representante legal, deverá entrar em contato com a Coordenação de Patrimônio Museológico pelo email bensdesaparecidos@museus.gov.br e pelo telefone
2) A informação será confirmada pelo Ibram junto à instituição solicitante e  inserida no cadastro
3) Os museus podem enviar informações de ocorrências anteriores, que deverão ser encaminhadas da mesma forma;

Itens desaparecidos por categorias:

      • 36% acessórios de interiores (mobiliário, objetos de casa, etc)
      • 26% objetos pessoais
      • 26% arte sacra
      • 7% artes visuais
      • 2% arma
      • 2% documentos
      • 1% outros

Fonte: Assessoria de Comunicação, Ibram/MinC

Data de Publicação:  17/12/2010

Exposição “Quando a luz chegar” de Eric Garault – Galeria Theodoro Braga (Centur)

Testemunho fotográfico de Eric Garault sobre o advento da eletricidade no Brasil rural, mostrando retratos, detalhes, paisagens e o interior das casas do Estado do Rio de Janeiro beneficiadas pelo programa do governo brasileiro ‘Luz para todos’.

Produzidas entre 2004 e 2008, as imagens revelam o confronto entre o antes e o depois da eletricidade, mostrando também como esse ‘depois’ aparece nas casas e paisagens, seus sinais de transformação, conforto e progresso enfim alcançados, sem, contudo, deixar de fazer um contraponto com a diversidade rural, enfocando os limites desta nova modernidade e explorando o universo elétrico clandestino nas favelas cariocas.

Mais Informações: 3224-3998

* Visitação de segunda a sexta, de 9h a 15h.

* Coquetel de abertura: 10/12 (quarta-feira) 18h.

Local: Galeria Theodoro Braga – Centur – Av. Gentil Bitencourt 650, Nazaré

Período: 11/12/2010 – 10/01/2011

Horário: 09h00 – 15h00

Preço: Entrada Franca

Fonte: Ecleteca Cultural

Senhor Morto – Memória e Restauro

Documentário realizado em 2007 pelo MIS-Pa que narra o processo de restauro da imagem sacra “Senhor Morto”. A história da imaginária, hoje exposta no Museu de Arte Sacra do Pará, através de depoimentos de restauradores e pesquisadores.

“Imagem e Fenomenologia” por Benedito Nunes – 8º Colóquio de Fotografia e Imagem

Estudo revela que acesso a museus é limitado em grande parte do país; Norte tem apenas 146 instituições

A região Norte do Brasil, a mais extensa do país, conta com apenas 146 museus, sendo que quase 60% deles estão concentrados nas capitais. As regiões Sudeste e Sul, por outro lado, são as que possuem maior número de instituições de cultura, com 1.151 e 878 cada uma. O Nordeste aparece com 632 unidades e o Centro-Oeste, com 218.

Os dados fazem parte de um levantamento inédito feito nos últimos quatro anos pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) sobre a quantidade e qualidade de seus museus do país. O estudo foi apresentado nesta terça-feira (14), no Rio de Janeiro.

Pelo Cadastro Nacional de Museus, uma espécie de “censo museológico”, o Brasil possui hoje 3.025 instituições mapeadas. Destas, quase metade participou do levantamento e respondeu perguntas sobre localização, acervo, características físicas, acessibilidade, infra-estrutura para o recebimento de turistas estrangeiros, funcionamento, segurança, atividades, serviços, recursos humanos e orçamento.

O estudo revela que o número de museus, apesar de ultrapassar o de teatros (1.229) e de salas de cinema (2.098), ainda é pequeno e limitado às grandes cidades. Cerca de 80% dos municípios brasileiros não possuem uma instituições assim e, quando têm, 30,5% delas ficam nas capitais. São Paulo (132), Rio de Janeiro (124) e Salvador (71) são as cidades brasileiras com maior número de museus. As três capitais mais populosas do Brasil concentram também os maiores acervos.

Número de museus por região do país Número de museus nas capitais
Sudeste 1.151 307
Sul 878 161
Centro-Oeste 218 113
Norte 146 87
Nordeste 632 255

Mesmo assim, os museus brasileiros foram visitados por cerca de 82 milhões de pessoas no ano passado. A procura, em grande parte, é facilitada pelo acesso gratuito. A maioria das instituições é pública (67,2%) e quase 80% delas, sejam públicas ou privadas, não cobram ingresso.

Ainda de acordo com o levantamento, os museus de História (67,5%), Artes Visuais (53,4%) e Imagem & Som (48,2%) são os mais comuns. O Museu Nacional do Rio de Janeiro, com 15 milhões de peças, o Memorial de Medicina Brasileira da Universidade Federal da Bahia, com oito milhões de bens, e o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, também com cerca de oito milhões de objetos, aparecem como os museus com a maior quantidade de bens culturais preservados. Sozinhas, as três instituições ultrapassam o acervo de todos os outros museus, que possuem em média até 3.000 peças.

Outro dado apontado pelo censo é que o número de profissionais empregados nos museus atualmente é de 26.762 pessoas. A região que mais emprega é a Sudeste (61,62%) – a Nordeste aparece com 14,13%, a Sul com 13,94%, a Norte com 5,36% e a Centro-Oeste com 4,92%.

Também chama a atenção o fato de que a maior parte dos museus tem menos de trinta anos. Das 1.500 instituições que responderam à pesquisa, 649 foram fundadas entre 1981 e 2000. Entre 2001 e 2009, foram criados 352 museus.

Segundo o Ibram, a ideia a partir de agora é que a publicação seja periódica, com edições trienais. Os dados deverão ser usados para o planejamento de políticas públicas e o desenvolvimento de pesquisas relacionadas ao setor.

Fonte: Fabiana Uchinaka
Do UOL Notícias

Exposição “Pedra & Alma: 30 anos do IPHAN no Pará” – Canto do Patrimônio (IPHAN)

Para comemorar os 30 anos do IPHAN no Pará, será lançada no dia 13 de dezembro, segunda-feira, a exposição ‘Pedra & Alma’.
A mostra traz uma reconstituição da trajetória da instituição no Pará, em paralelo com os acontecimentos nacionais e internacionais relacionados à preservação do patrimônio cultural. Homenageia intelectuais que, no plano local e nacional, contribuíram com essa construção, mas também cidadãos brasileiros que nas suas práticas cotidianas contribuem para a preservação de práticas culturais tradicionais que são transmitidas de geração em geração e integram o patrimônio cultural constituindo referenciais de memória e identidade para diversos grupos sociais.
A exposição se divide em três ambientes – Caminhos da Memória, do Tempo e do Patrimônio. A trajetória do Iphan no Pará é apresentada a partir da prática institucional de forma associada aos conceitos, instrumentos metodológicos e jurídicos utilizados ao longo do tempo na identificação, promoção e preservação do patrimônio cultural brasileiro.
O evento acontecerá no Canto do Patrimônio (IPHAN), em Belém. A mostra segue aberta à visitação até fevereiro/março de 2011, com trabalho de visitas orientadas. Interessados em agendar visitas em grupo devem encaminhar e-mail para 30anosiphan@gmail.com (agendamento será realizado com no mínimo 24 horas de antecedência).
Serviço: Exposição ‘Pedra & Alma’, de 13 de dezembro de 2010 a março de 2011, no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), na Av. Governador José Malcher 563, Nazaré – esquina com a Trav. Rui Barbosa.

Exposição “Elucubrações” de Elaine Arruda – Resultado de Bolsa de Experimentação e Criação do IAP – Fotoativa

Exposição “Recortes” de Ruma – Resultado de Bolsa de Experimentação e Criação do IAP – Fotoativa

Seminário Internacional de Sistemas de Catalogação e Gestão do Patrimônio Museológico – 15 a 18 de Dezembro de 2010 – Rio de Janeiro

 

Concebido em parceria com o Programa Ibermuseus, o Seminário Internacional de Sistemas de Catalogação e Gestão do Patrimônio Museológico será realizado entre os dias 15 e 18 de dezembro de 2010 no Rio de Janeiro.

O evento vai reunir representantes dos países que integram o Projeto Acesso Digital Ampliado ao Patrimônio Museológico dos Países de Língua Portuguesa, além de membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e outras nações ibero-americanas.

A ideia é reunir experiências relacionadas ao desenvolvimento de sistemas de catalogação do patrimônio museológico nos países ibero-americanos, estreitar o diálogo com os organismos museais dos países lusófonos e, sobretudo, partilhar com o campo museológico brasileiro as diretrizes do projeto.

A participação no Seminário Internacional de Sistemas de Catalogação e Gestão do Patrimônio Museológico é aberta a todos os profissionais do campo museológico e interessados. As inscrições são gratuitas.

– Faça aqui a sua inscrição e consulte a programação do evento

Cooperação
O Projeto Acesso Digital Ampliado ao Patrimônio Museológico dos Países de Língua Portuguesa tem como objetivo estabelecer uma cooperação técnica entre os países lusófonos para desenvolver padrões e linguagens documentais comuns, permitindo a integração entre os sistemas de catalogação e gestão de acervos museológicos das nações envolvidas.

A estimativa é que a parceria torne possível a consulta pública de mais de 100 milhões de bens culturais preservados nos museus destes países. O projeto ganha forma num momento em que o Brasil dá início ao estabelecimento de normas técnicas para a documentação museológica.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação, Ibram/MinC

 

Data de Publicação:  29/11/2010

 

3ª edição do Salão SESC Universitário de Arte Contemporânea

 

Nesta quinta-feira (02), abre no Centro Cultural SESC Boulevard a 3ª edição do Salão SESC Universitário de Arte Contemporânea, que tem o objetivo de possibilitar a apreciação de boa parte da produção artística acadêmica do nosso estado.

A equipe de profissionais formada por Alexandre Sequeira, Armando Queiroz e Paula Sampaio, selecionou os jovens artistas que irão compor a terceira edição do projeto e também os três premiados, que serão anunciados na Cerimônia de abertura do salão. A abertura contará ainda com a apresentação especial do cantor Arthur Nogueira e seu show Mundano.

Para um dos Técnicos responsáveis pelo projeto, Márcio Campos, o salão universitário é um espaço para novos artistas exporem suas produções. “O 3º Salão SESC Universitário é como um celeiro de jovens artistas, que tem a possibilidade de mostrar um pouco do que estão produzindo, através de suas pesquisas, experimentações e intuições que estão ligados ou não a um sistema de rede onde as interações e relações entre objetos e espectadores, circunstâncias e pessoas, realidades visíveis e invisíveis, se tornam cada vez mais intensas, resultando em um novo olhar do artista.

Dessa forma, o artista do agora trás, amparado pela denominação de arte contemporânea, a total liberdade de criação, oportunizando ao público a experiência de amplitude de seu repertório visual”, afirma. O 3º Salão SESC Universitário recebeu inscrições nas categorias: pintura, escultura, gravura, fotografia, objeto, desenho, instalação, vídeo-arte, performance e intervenção urbana.

Entre os inscritos, 16 artistas e dois coletivos foram selecionados, entre eles: – Amanda Gondim (UFPA) – Arlete Soed (ESMAC) – Aurélio (Unama e UFPA) – Bruno Leite (Unama) – Camila Aranha (UFPA) – Coletico “Gritaocorpo”, de Laila Costa (UEPA), Filipe Almeida (UFPA) e Maruzo Costa (UFPA) – Coletivo “Projeto Vazio”, de Bárbara Dias (UFPA), Danilo Baraúna (UFPA) e Nigel Anderson (UFPA) – Evna Moura (UFPA) – Hugo Nascimento (UFPA) – Jairo Vansiler (UFPA) – Marise Maués (Unama) – Mars Lima e Renan Pina (Iesam) – Patrícia Gondim (Unama) – Pedro Rodrigues (Unama) – Rodrigo José (Unama) – Valério Silveira (UFPA) – Wagner Oliveira (UFPA) – Yasmin Vasconcelos (Ulbra)

Serviço: 3ª edição do Salão SESC Universitário de Arte Contemporânea “Depois de Revelada” – Documentação do Projeto Indicial

Abertura: 02 de dezembro (quinta)

Visitação: até 30 de janeiro de 2011 Horário: terça a domingo, das 10 às 21h Local: Centro Cultural SESC Boulevard – Av. Boulevard Castilho França, 522/523

Informações: (91) 4005-9584/9587 (Assessoria de Comunicação) (91) 3224-5654/5305 (Centro Cultural SESC Boulevard)

Entrada Franca

Fonte: guiart.com.br

V FORUM BIENAL DE PESQUISA EM ARTES

PROGRAMAÇÃO DO V FORUM BIENAL DE PESQUISA EM ARTES

 

DIA 1º. Dezembro. 2010 – Igreja de Stº Alexandre

14h30 às 18h30 –  Credenciamento

14h00 ÀS 18h00 – Curso Prof. Dra. Míriam Celeste (Rizoma Cultual, SP)

19h às 20 h – Conferência de Abertura

Conferencista: Prof. Dr. Paulo Bernardino – Universidade de Aveiro – Portugal

Doutor em estudos de arte e professor (director) do Programa de Pós-graduação em Criação Artística Contemporânea na Universidade de Aveiro, no Departamento de Comunicação e Arte.

 

 

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

20h às 21 h – Espetáculo Cia.  Caleidos – SP

 

 

Dia 02.Dezembro.2010 – Igreja Stº Alexandre

8h30 às 10h – Mesa Redonda 1 : Processos de Criação, Transmissão e Recepção em Arte:

Profa. Dra. Jusamara Sousa (UFRGS) – Música

Profa. Dra. Míriam Celeste Martins (Rizoma Cultural, SP) – Artes Visuais

Prof. Dr. Hugo Rodas (UnB) – Teatro

Profa. Dra. Isabel Marques (Cia. Caleidos – SP) – Dança

 

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

20 às 21h – “Sexteto de 7”

 

 

Dia 03.Dezembro.2010 – Igreja Sto. Alexandre

8h30 às 10h Mesa Redonda 2 :  Arte Contemporânea

Profa. Dra. Rosa Cristina Primo (UFCE) – Dança

Prof. Dr. Fernando Villar (UnB) – Teatro

Prof. Dr. Ricardo Bordini (UFBA) – Música

Profa. Dra. Lais Guaraldo (PUC/ SP)

 

Conferencia de Encerramento

Conferencista: Profa. DraAna Mae Barbosa – SP

Doutora em Humanistic Education – Boston University. Atualmente é professora titular aposentada da Universidade de São Paulo e professora da Universidade Anhembi Morumbi.

 

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

20 – 21h – Espetáculos da Escola de Teatro e Dança da UFPA

Local: Píer da Casa das Onze Janelas

 

 

COLÉGIO SALESIANO N.S. DO CARMO

10h30 – 12h30 – SESSÕES DE COMUNICAÇÕES

14h30 – 18h30 – CURSOS E OFICINAS

 

ESPAÇO FÓRUM LANDI

09h00 às 20h00 – EXPOSIÇÕES

09h00 às 20h00 – MOSTRA DE VÍDEOS – horários das sessões a definir

 

MUSEU DE ARTE SACRA

08h00 às 20h00 – I Mostra de Editoras Universitárias

 

PROGRAMAÇÃO DAS COMUNICAÇÕES

 

SESSÃO 1 – 02 de dezembro, quinta feira, das 10h30 às 12h30

 

SALA 1 – ARTE EDUCAÇÃO

10h30  Simone de Oliveira Moura  Cartografias do patrimônio cultural com adolescentes e jovens da Vila Paulo Fonteles – Parauapebas/PA

10h50  Wechila Andrade de Brito  A  influência  das  concepções  de  Arte  na  estruturação teórico-metodológica do ensino de Artes: uma reflexão a partir do PIBID

11h10  Wechila Andrade de Brito  A presença das representações imagéticas no ensino de artes visuais: PIBID, um relato de experiência

11h30  Joselita F. Boaventura  Arte e pertencimento étnico: uma  construção possível

nas séries iniciais

11h50  Renato Vieira de Souza  Arte-educação e meio  ambiente: o novo  confronto da atualidade

12h10  Silvia Cristina de A. Lucena  Arte-educação: uma experiência de prática de ensino

 

SALA 2 – ARTES VISUAIS

10h30  Norberto Stori Oscar D’Ambrosio A poética dos materiais:  sobre Vista assim:,  instalação de José Spaniol na 29ª Bienal de São Paulo

10h50  Paola Haber Maués  Ver-o-peso e  a  arte  contemporânea: Miguel Chikaoka,

o artista propositor

11h10  Juan  Pablo  Freire Guimarães A  importância  da  apreensão  fenomenológica  dos conceitos de espaço e  tempo para o desenvolvimento de  uma  dimensão  ética  e  política  na  obra  de  Hélio Oiticica

11h30  Renata  de  Fátima  da  C. Maués O  desvelar  da  obra  de  Constantino  Pedro  Chaves  da Motta

11h50  Aline Carmes Krüger  Dizer e ver em Franklin Cascaes

12h10  Edilson da Silveira Coelho  O  nacionalismo  em  Theodoro  Braga:  posturas  e

inquietações na construção de uma arte brasileira

 

 

SALA 3 – ARTES VISUAIS

10h30  Rafaelle Ribeiro Rabello  Media Art:  alguns  conceitos  para  se  pensar  a  estética da contemporaneidade

10h50  Leandro  Raphael  N.  de Paula Projeto Quadrante e Capitu: questões sobre identidade cultural no contemporâneo

11h10  Danilo  Nazareno  A. Baraúna Instaurações: imagem e suas relações com o espaço na arte contemporânea de Belém

11h30  Vera  Maria  Segurado Pimentel O  Salão  de  Pequenos  Formatos:  processos  de legitimação e difusão da arte contemporânea

11h50  Diogo Chagas Lima  Processos  criativos  e  as  tecnologias  digitais:  a  arte

contemporânea como discussão da percepção

12h10  John  Fletcher  Couston Junior Fluxos  dialógicos:  passaportes  para  pensar  a  arte contemporânea em Belém

 

SALA 4 – ARTES VISUAIS

10h30  Eliane Carvalho Moura  Curadoria algumas formulações

10h50  Mariana  Janaina  dos  S. Alves Ler a imagem para pro-vocar e trans-formar leitores

11h10  Luiz Gustavo P. Alexandre  A arte como prática de insubordinação

11h30  Rosiana  da  Paz  Silva Fonseca Banho de sensibilidade

11h50  Audrey Hojda  Helene  Paraskevi Anastasiou  Sandrine Allain Pesquisa-ação  em  Arte  e  sobre  Arte:  olhares  sobre  a metodologia da pesquisa em Artes Visuais

12h10  Luizan Pinheiro  O que pode uma pesquisa em arte?

 

 

SALA 5 – ARTES VISUAIS

10h30  Claudia  Helena  C. Nascimento Igreja  de  Santana  do  Bujaru:  pesquisa  a  partir  de índices

10h50  Idanise Sant’Ana A. Hamoy  Retábulo  de  Sant’Ana:  adições,  remoções  e

refazimentos

11h10  Lygia Arcuri Eluf  O  desenho  como  meio  estrutural  de  construção  da

imagem

11h30  Patricia Barbuscia  O  olhar  estrangeiro:  paisagens  interiores,  construção

de uma (des)identidade em cadernos de viagem

11h50  Clarisse F. Chagas  Um novo olhar: análise da produção joalheira paraense

através da inserção cultural

12h10  Edison da S. Farias Ilton Ribeiro Bienal  (somente  duas):  a  arrancada  cultural  de  uma universidade nortista sem tradição nas artes plásticas

 

 

SALA 6 – ARTES VISUAIS

10h30  Isis de Melo M. Antunes  Artesanato, design e arte

10h50  Acilon HB Cavalcante  A topografia dos danados

11h10  Cilene Barreto Nabiça – Marlise Borges de Lima Medievo cabano: o som da imagem e a imagem do som na poética musical de Walter Freitas

11h30  Paulo Sérgio das N. Souza  Corpos eróticos: na arte e na tessitura da cidade

11h50  Gil Vieira Costa  (Des)territórios da arte contemporânea

12h10  Orlando Maneschy  Notas sobre invisíveis processos artísticos na Amazônia

 

SALA 7 – ARTES VISUAIS

10h30  Ana Paula Andrade  Belém em  videoclipe:  representações de  cidades  reais

conectadas pelo leito do rio

10h50  Adelaide  Oliveira  de Oliveira As crônicas noturnas e visuais de Orlando Maneschy

11h10  Jacksonilson dos S. Castro  A paixão segundo JLG

11h30  Andréa Lúcia Ponte Souza  Cinema e História da Educação: um diálogo possível no filme Central do Brasil de Walter Salles

11h50  Daniel Cruz  A morte  anunciada  da  fotografia. Mas  onde  estará  o corpo da vítima?

12h10  Ana Claudia da Cruz Melo  O cinema brasileiro na primeira década do  século XXI: reflexões  sobre  identidade  regional  segundo  as  20 maiores bilheterias do país

 

SESSÃO 2 – 03 de dezembro, sexta feira, das 10h30 às 12h30

 

SALA 1 – ARTE EDUCAÇÃO

10h30  Rita  de  Cássia  C.  R.  de França Imagens negras no ensino de Artes Visuais

10h50  Flávia  Maria  de  Brito Pedrosa Vasconcelos Narrativas de arte/educadora: o aprendizado através experiência didática da escola pública à universidade

11h10  Danilo  Nazareno  A. Baraúna – Flávia Sabóia da Silva A  linha  em  traços  e  transições:  experiência  educativa no museu e espaço cultural Casa das Onze Janelas

11h30  Maria José Braga Falcão  A professora de nada

11h50  Nélia Lúcia Fonseca  Território:  uma  experiência  com  o  acesso  aos  bens

culturais na educação de jovens e adultos da Fundação Escola Bosque Prof. Eidorfe Moreira

12h10  Sandra Suely dos S. Francisco – Neder Roberto Charone – Ana Paula B. Cardoso –

Jamille B. Neves – Pedro Ivo F. Machado – Wendeel P. Palheta Projeto Arte e Artesanato  Indígena  como  instrumento pedagógico para o professor na escola

 

 

SALA 2 – ARTES VISUAIS

10h30  João Cirilo   Elieni  Tenório e Mestre Nato:  artistas-costureiros para

além do naïf

10h50  Priscilla Porto  Cidade subjetiva, rua efêmera

11h10  Luzia G. Ferreira – Wladirson Cardoso – Alexandre Silva Entretecendo diálogos e reflexões sobre arte e estética

11h30  Bruna Suelen   Filosofia e arte: diálogos atravessados (um recorte)

11h50  Diogo Jorge de Melo – Silvilene  de  Barros  R. Morais – Rondelly Soares Cavulla

Ciência,  arte e  religião: uma  análise de obras de  Lygia Pape

12h10  Rondelly Soares Cavulla – Diogo Jorge de Melo – Andrea Maia M. Gonçalves

A  ciência  como  uma  inspiração  para  a  arte contemporânea.  Estudo  de  caso:  as  obras  de Antonio José de Barros, o Tunga

 

SALA 3 – ARTES VISUAIS

10h30  Eduardo  Wagner  Nunes Chagas Fitas  de  cetim,  papel  crepom,  flores  de  plástico:  será um o Benedito?

10h50  Adriele S. da Silva – Amanda C. Oliveira Dentro e fora do sistema [de arte]

11h10  Paulo Wagner Oliveira  Investigações pictóricas

11h30  Domingos  Sávio  de  C. Oliveira Um  álbum  de  desenhos  para  Belém:  o  vocabulário Landi

11h50  Flávia  Maria  de  Brito Pedrosa Vasconcelos – Danilson O. de Vasconcelos

Processos  de  autonomia  expressiva:  do  potencial criador  de  Egon  Schiele  à  intervenção  em  grafismos urbanos efêmeros

SALA 4 – ARTES VISUAIS

10h30  Ilton Ribeiro dos Santos  Xumucuís de Valdir Sarubbi: modernas formas da água

10h50  Ilton Ribeiro dos Santos  Salão  Paraense  de  Arte  Contemporânea  –  SPAC  –  os fazedores de símbolos da última hora

11h10  Gidalti Oliveira Moura Jr.  Tecnologia  no  processo  de  criação  de  comunicação visual: o Graphic Suite da Adobe

11h30  José  Maria  T.  da  Costa Júnior Cidades em games experimentações estéticas e cultura visual em cenários urbanos de jogos eletrônicos

11h50  Maryclea  Carmona  M. Neves A moça na janela: a Belém que observa o rio passar

12h10  Daniely  Meireles  do Rosário Quotidianus: uma experiência sobre o ato de ver e seu processo de tradução

 

SALA 5 – ARTES VISUAIS

10h30  Cláudia  Suely  dos  A. Palheta A linguagem do desfile carnavalesco

10h50  Telma Saraiva dos Santos  Um  estudo  de  caso:  o  cemitério  Soledade  como  arte pública

11h10  Bruno Matos  Diálogo Intersemiótico: discurso e visualidade nas obras

cinematográficas e literárias

11h30  Luciana Loureiro F. Magno  Da  impossibilidade  do  vôo:  Victor  de  la  Rocque  em Gallus Sapiens partes 1 e 2

11h50  Claudia  Helena  C. Nascimento Marcos do tempo

12h10  Toky Popytek Coelho  Os  alunos  e  a  arte  contemporânea:  um  levantamento das dificuldades de ler e entender trabalhos artísticos a partir  de  visitações  de  alunos  ao  Museu  da Universidade Federal do Pará

 

SALA 6 – ARTES VISUAIS

10h30  Natali Tomie Ikikame  Retratos: faces do eu I faces do outro

10h50  Alexandre Silva dos S. Filho  Forma  estética  no  brinquedo:  um  desígnio  à

racionalidade estética da criança

11h10  Fernando  de  Pádua M.  de Azevedo Jabiraca:  esquizobike,  experimentação  e  outros processos formativos

11h30  Andréa Feijó Andrade  Projeto  adote  um  urubu:  uma  experiência  estética  na comunidade de Algodoal – Maiandeua – Pará